Captação e Gestão de Recursos,
no Setor Público
A partir da Constituição de 88 os Municípios
ganharam mais direitos e bem mais deveres
Tendo o FPM como maior fonte de receitas, maioria
dos Municípios sofre com a deterioração do Fundo
Para cada 1 Real recebido por um Município de até 50
mil habitantes é gerado por ele 3 centavos de receita
Média dos Municípios cearenses
Fonte: https://siconfi.tesouro.gov.br/ (Exercício de 2013)
Transferências Governamentais x Receita própria
Congresso Nacional tem legislado com grande impacto nos
Municípios, sem identificar a fonte dos recursos necessários
Esse baixo nível de investimento dos municípios é fruto,
principalmente, do grande volume de despesas correntes
Despesas correntes
91%
Despesa Município de X – Exercício 2013
56%
35%
Despesas com
pessoal
Demais despesas
correntes
7,1%Investimentos
1,5%
Amortização de
dívida
A maioria dos Municípios fica dependente do
Estado e da União para fazer investimentos
E o que que eu faço agora?
Captar recursos é PRECISO, tanto quanto a
necessidade quanto a exatidão
Captar recursos é um processo que não inicia
na elaboração de um plano de trabalho
Desenvolvimento profissional e tecnológica
nos Órgãos Concedentes de recursos
Necessidade de Qualificação dos servidores,
principalmente dos envolvidos na gestão
PRINCIPAIS FALHAS
Plano de Trabalho pouco
detalhado
Metas insuficientemente
descritas, quantitativa e
qualitativamente
Falta de comprovação da
existência de contrapartida
Orçamento subestimado ou
superestimado
Depois da assinatura do Convênio inicia
outra fase bem mais difícil
CONDIÇÕES DE
CELEBRAÇÃO
Publicar periodicamente o
RREO e RGF
Regularidade junto ao INSS e
ao FGTS
Adimplência com outros
convênios
Comprovar titularidade de
imóvel e Licenciamento
Ambiental
Bem vindo ao mundo da burocracia
Com o início da execução vem a elaboração
e apresentação dos projetos executivos
PRINCIPAIS FALHAS
Inexistência de Projeto
Básico
Etapas posteriores sem a
conclusão das anteriores
Falta de funcionalidade nos
projetos feitos por etapa
Projetos alterados sem
permissão do Concedente
A fase de licitação é certamente onde se
encontra o maior esforço de fiscalização
PRINCIPAIS FALHAS
Editais imprecisos, sem
definição clara do objeto
Exigências exorbitantes,
restringindo o caráter de
competição
Permissão de participação de
empresas “fantasmas”
Ausência de documentos de
habilitação das empresas
participantes
A Prestação de Contas não é mais no final,
agora é durante a execução dos Convênios
PRINCIPAIS FALHAS
Notas fiscais sem atesto ou
sem identificação do
Convênio
Pagamento antecipado a
fornecedores de bens e
serviços
Ausência de medições de
serviços e obras e outros
elementos de
acompanhamento
Mais importante do que apontar o culpado
é entender como melhorar todo o processo
Construir uma forma mais eficiente de trabalhar, baseada
no aprendizado, trabalho em equipe e profissionalismo
Prefeitura Assessoria
Mapeamento
Identificar as
demandas do
Município
Priorização
Selecionar e fazer
primeiro o que é
mais importante
Projetos
Elaborar projetos,
estudos e termos
de referência
Planejamento
Definir quando e
onde captar os
recursos
Cadastramento
Elaborar as
propostas ou Incluir
nos sistemas
Execução
Tirar os projetos do
papel de acordo
com o planejado
Articulação
Buscar apoio de
parlamentares
e/ou Gestores
1 2 3
4 5 6
7
Projetistas
Monitoramento
Acompanhar a
evolução dos
convênios
Prestação de
Contas
Comprovar que a
execução ocorreu
de acordo com o
planejado
98
Captação de recursos em 9 etapas
Mesmo executando de forma correta é
possível que seu Convênio venha parar aqui
Em alguns casos até na justiça, quando há
ingresso de ação pelos próximos Gestores
Em todos esses casos a falta de um simples
documento pode complicar sua defesa
Ficamos gratos!

Captação e gestão de recursos aplicada ao setor público

  • 1.
    Captação e Gestãode Recursos, no Setor Público
  • 2.
    A partir daConstituição de 88 os Municípios ganharam mais direitos e bem mais deveres
  • 3.
    Tendo o FPMcomo maior fonte de receitas, maioria dos Municípios sofre com a deterioração do Fundo
  • 4.
    Para cada 1Real recebido por um Município de até 50 mil habitantes é gerado por ele 3 centavos de receita Média dos Municípios cearenses Fonte: https://siconfi.tesouro.gov.br/ (Exercício de 2013) Transferências Governamentais x Receita própria
  • 5.
    Congresso Nacional temlegislado com grande impacto nos Municípios, sem identificar a fonte dos recursos necessários
  • 6.
    Esse baixo nívelde investimento dos municípios é fruto, principalmente, do grande volume de despesas correntes Despesas correntes 91% Despesa Município de X – Exercício 2013 56% 35% Despesas com pessoal Demais despesas correntes 7,1%Investimentos 1,5% Amortização de dívida
  • 7.
    A maioria dosMunicípios fica dependente do Estado e da União para fazer investimentos
  • 8.
    E o queque eu faço agora?
  • 9.
    Captar recursos éPRECISO, tanto quanto a necessidade quanto a exatidão
  • 10.
    Captar recursos éum processo que não inicia na elaboração de um plano de trabalho
  • 11.
    Desenvolvimento profissional etecnológica nos Órgãos Concedentes de recursos
  • 12.
    Necessidade de Qualificaçãodos servidores, principalmente dos envolvidos na gestão PRINCIPAIS FALHAS Plano de Trabalho pouco detalhado Metas insuficientemente descritas, quantitativa e qualitativamente Falta de comprovação da existência de contrapartida Orçamento subestimado ou superestimado
  • 13.
    Depois da assinaturado Convênio inicia outra fase bem mais difícil CONDIÇÕES DE CELEBRAÇÃO Publicar periodicamente o RREO e RGF Regularidade junto ao INSS e ao FGTS Adimplência com outros convênios Comprovar titularidade de imóvel e Licenciamento Ambiental
  • 14.
    Bem vindo aomundo da burocracia
  • 15.
    Com o inícioda execução vem a elaboração e apresentação dos projetos executivos PRINCIPAIS FALHAS Inexistência de Projeto Básico Etapas posteriores sem a conclusão das anteriores Falta de funcionalidade nos projetos feitos por etapa Projetos alterados sem permissão do Concedente
  • 16.
    A fase delicitação é certamente onde se encontra o maior esforço de fiscalização PRINCIPAIS FALHAS Editais imprecisos, sem definição clara do objeto Exigências exorbitantes, restringindo o caráter de competição Permissão de participação de empresas “fantasmas” Ausência de documentos de habilitação das empresas participantes
  • 17.
    A Prestação deContas não é mais no final, agora é durante a execução dos Convênios PRINCIPAIS FALHAS Notas fiscais sem atesto ou sem identificação do Convênio Pagamento antecipado a fornecedores de bens e serviços Ausência de medições de serviços e obras e outros elementos de acompanhamento
  • 18.
    Mais importante doque apontar o culpado é entender como melhorar todo o processo
  • 19.
    Construir uma formamais eficiente de trabalhar, baseada no aprendizado, trabalho em equipe e profissionalismo
  • 20.
    Prefeitura Assessoria Mapeamento Identificar as demandasdo Município Priorização Selecionar e fazer primeiro o que é mais importante Projetos Elaborar projetos, estudos e termos de referência Planejamento Definir quando e onde captar os recursos Cadastramento Elaborar as propostas ou Incluir nos sistemas Execução Tirar os projetos do papel de acordo com o planejado Articulação Buscar apoio de parlamentares e/ou Gestores 1 2 3 4 5 6 7 Projetistas Monitoramento Acompanhar a evolução dos convênios Prestação de Contas Comprovar que a execução ocorreu de acordo com o planejado 98 Captação de recursos em 9 etapas
  • 21.
    Mesmo executando deforma correta é possível que seu Convênio venha parar aqui
  • 22.
    Em alguns casosaté na justiça, quando há ingresso de ação pelos próximos Gestores
  • 23.
    Em todos essescasos a falta de um simples documento pode complicar sua defesa
  • 24.