O documento discute os problemas da desigualdade de terras no campo brasileiro, com a maioria da população rural detendo menos de 3% das terras enquanto poucos latifundiários detêm quase metade das terras. A agricultura familiar emprega 75% dos trabalhadores rurais apesar de ter apenas 24% das terras, enquanto os grandes proprietários empregam apenas 25% da mão de obra apesar de possuírem 75% das terras. A reforma agrária é apresentada como forma de promover uma distribuição mais justa de terras