Brasil Monárquico
SEGUNDO REINADO
Profa: Eduarda Porto
3 Ano
Contexto
I Reinado (1822-1831)
Período Regencial (1831-1840)
II Reinado- consolidação (1840 -1889)
Apogeu (1850-1870)
Crise (1870-1889)
Linha temporal
Golpe da maioridade de D. Pedro II (1840)
Partido Liberal (“luzia”) VS Partido Conservador (“saquarema”)
Instauração do “parlamentarismo” no Estado (1847)
Organização do Estado: Poder moderador: Imperador, Poder Executivo:
cargo de confiança, Poder Legislativo: câmara de deputados e senadores
Política de conciliação de Conciliação (liberais/conservadores)
Apoio das elites agrárias
Política
Economia
01. Café
A economia durante
do Segundo Reinado
era baseada na agro-
exportação, o café
era o cargo chefe
Sob o regime de plantation,
ou seja, sempre em grandes
latifúndios, em sistema
monocultores e com uso de
mão-de-obra barata
(escravizados e imigrantes)
02. Escravidão
O processo de escravização no Brasil foi por longo período o sustentáculo da
economia, o uso da mão-de-obra forçada de mulheres e homens africanos. Essas
pessoas foram retiradas a força dos muitos grupos étnicos dos quais faziam parte
no continente africano e trazidas, foi a única mão de obra que perdurou e foi
utilizada em diversos setores: Rural X Doméstico.
A abolição da escravidão foi um dos grandes temas do Segundo Reinado. O
movimento abolicionista ganhou força nas últimas décadas do Império, com
figuras como Joaquim Nabuco e André Rebouças defendendo o fim da
escravidão. A Lei do Ventre Livre (1871), a Lei dos Sexagenários (1885) e,
finalmente, a Lei Áurea (1888) culminaram no fim da escravidão no Brasil, o
último país das Américas a abolir essa prática.
Crise no Império
No final do século XIX, o Brasil enfrentava
uma série de crises que enfraqueceram o
Segundo Reinado e prepararam o terreno
para a Proclamação da República. Essas
crises envolviam questões políticas,
econômicas, sociais e militares, que
culminaram na deposição de Dom Pedro II
em 1889
Descontentamento Militar: A partir da
década de 1880, o Exército brasileiro
começou a se sentir desprestigiado pelo
governo imperial. O fim da Guerra do
Paraguai deixou um legado de frustração,
pois muitos oficiais acreditavam que o
governo não reconhecia adequadamente
suas contribuições.
Posicionamento Político: Influenciados pelas
ideias republicanas e positivistas, muitos
militares passaram a criticar abertamente
o regime monárquico, defendendo uma
mudança política.
Causas
Crise no Império
Conflito com a Igreja Católica: O
império envolveu-se em um conflito
com a Igreja Católica devido à
interferência do governo nas questões
eclesiásticas. A proibição de ordens
religiosas de expulsar maçons, que
eram membros da elite brasileira,
gerou tensões.
Reação da Igreja: Os bispos de Olinda e
Belém desafiaram a autoridade do
imperador, resultando em sua prisão, o
que gerou apoio ao movimento
republicano.
Crescimento do Movimento Abolicionista: A
pressão social pelo fim da escravidão
cresceu significativamente na década de
1880.
Impacto Econômico: A abolição da
escravidão gerou descontentamento entre
os proprietários rurais, que perderam sua
principal fonte de trabalho sem receber
compensação do governo.
Movimento Republicano: Desde a década de 1870, ideias republicanas
vinham ganhando força, especialmente entre a classe média urbana,
intelectuais, militares e fazendeiros insatisfeitos.
O Golpe Militar: Em 15 de novembro de 1889, um golpe militar liderado
pelo Marechal Deodoro da Fonseca derrubou o governo imperial,
proclamando a República e encerrando quase 70 anos de monarquia no
Brasil.
FIM DO IMPÉRIO
ATIVIDADE
Módulo 13: pág 160 (Questões
de 1-4)

BR Monárquico II: conteúdo de 3ano.pdff

  • 1.
  • 2.
    Contexto I Reinado (1822-1831) PeríodoRegencial (1831-1840) II Reinado- consolidação (1840 -1889) Apogeu (1850-1870) Crise (1870-1889)
  • 3.
    Linha temporal Golpe damaioridade de D. Pedro II (1840) Partido Liberal (“luzia”) VS Partido Conservador (“saquarema”) Instauração do “parlamentarismo” no Estado (1847) Organização do Estado: Poder moderador: Imperador, Poder Executivo: cargo de confiança, Poder Legislativo: câmara de deputados e senadores Política de conciliação de Conciliação (liberais/conservadores) Apoio das elites agrárias Política
  • 4.
    Economia 01. Café A economiadurante do Segundo Reinado era baseada na agro- exportação, o café era o cargo chefe Sob o regime de plantation, ou seja, sempre em grandes latifúndios, em sistema monocultores e com uso de mão-de-obra barata (escravizados e imigrantes)
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    02. Escravidão O processode escravização no Brasil foi por longo período o sustentáculo da economia, o uso da mão-de-obra forçada de mulheres e homens africanos. Essas pessoas foram retiradas a força dos muitos grupos étnicos dos quais faziam parte no continente africano e trazidas, foi a única mão de obra que perdurou e foi utilizada em diversos setores: Rural X Doméstico. A abolição da escravidão foi um dos grandes temas do Segundo Reinado. O movimento abolicionista ganhou força nas últimas décadas do Império, com figuras como Joaquim Nabuco e André Rebouças defendendo o fim da escravidão. A Lei do Ventre Livre (1871), a Lei dos Sexagenários (1885) e, finalmente, a Lei Áurea (1888) culminaram no fim da escravidão no Brasil, o último país das Américas a abolir essa prática.
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    Crise no Império Nofinal do século XIX, o Brasil enfrentava uma série de crises que enfraqueceram o Segundo Reinado e prepararam o terreno para a Proclamação da República. Essas crises envolviam questões políticas, econômicas, sociais e militares, que culminaram na deposição de Dom Pedro II em 1889 Descontentamento Militar: A partir da década de 1880, o Exército brasileiro começou a se sentir desprestigiado pelo governo imperial. O fim da Guerra do Paraguai deixou um legado de frustração, pois muitos oficiais acreditavam que o governo não reconhecia adequadamente suas contribuições. Posicionamento Político: Influenciados pelas ideias republicanas e positivistas, muitos militares passaram a criticar abertamente o regime monárquico, defendendo uma mudança política. Causas
  • 7.
    Crise no Império Conflitocom a Igreja Católica: O império envolveu-se em um conflito com a Igreja Católica devido à interferência do governo nas questões eclesiásticas. A proibição de ordens religiosas de expulsar maçons, que eram membros da elite brasileira, gerou tensões. Reação da Igreja: Os bispos de Olinda e Belém desafiaram a autoridade do imperador, resultando em sua prisão, o que gerou apoio ao movimento republicano. Crescimento do Movimento Abolicionista: A pressão social pelo fim da escravidão cresceu significativamente na década de 1880. Impacto Econômico: A abolição da escravidão gerou descontentamento entre os proprietários rurais, que perderam sua principal fonte de trabalho sem receber compensação do governo.
  • 8.
    Movimento Republicano: Desdea década de 1870, ideias republicanas vinham ganhando força, especialmente entre a classe média urbana, intelectuais, militares e fazendeiros insatisfeitos. O Golpe Militar: Em 15 de novembro de 1889, um golpe militar liderado pelo Marechal Deodoro da Fonseca derrubou o governo imperial, proclamando a República e encerrando quase 70 anos de monarquia no Brasil. FIM DO IMPÉRIO
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    ATIVIDADE Módulo 13: pág160 (Questões de 1-4)