DST PARASITÁRIA
PEDICULOSE PUBIANA
(CHATO)
Chato (Pthirus pubis) é o parasita que causa
pediculose pubiana ou ftiríase e habita os pelos da
região pubiana principalmente, mas pode ainda
ser encontrado nas coxas, baixo tórax, axilas e até
na barba e no couro cabeludo. O chato aloja-se na
base dos pelos, onde deposita seus ovos. Após a
infestação, os sintomas aparecem entre uma e
duas semanas. A transmissão é feita através do
contato íntimo, ou de roupas de uso pessoal,
roupas de cama e de toalhas.
O QUE É O CHATO?
SINTOMAS
Os sintomas da pediculose pubiana, uma infecção
sexualmente transmissível (IST), têm início de uma
a duas semanas após o contato com o parasita. A
principal queixa é a coceira. Nos locais da picada,
podem ocorrer alterações da pele semelhantes à
urticária, bolhas e manchas azuladas.
DIAGNÓSTICO E PREVENÇÃO
O diagnóstico de chato pode ser feito pela
observação dos piolhos e das lêndeas na base dos
pelos e da presença de parasitas na pele da região
afetada.
A única forma de evitar a pediculose pubiana é
impedir o contato com os piolhos e a fixação das
lêndeas.
TRATAMENTO
Os medicamentos usados para combater a
pediculose pubiana devem ser aplicados nas áreas
afetadas (púbis, coxas, tronco, axilas etc.) duas
vezes seguidas e depois de sete dias novamente. A
aplicação deve ser feita localmente e repetida entre
sete e dez dias depois, para combater os ovos que
ainda não haviam eclodido.
O objetivo da primeira aplicação é eliminar os
insetos adultos; o da segunda é acabar com aqueles
que ainda não haviam eclodido na primeira
aplicação.
Quem vive na mesma casa do portador de chato
deve receber tratamento preventivo.
RECOMENDAÇÕES
Troque de roupas diariamente. Faça o mesmo com
a roupa de cama e de banho;
Lave as roupas em água quente ou mande lavá-las
a seco se não puderem ser imersas em água;
Procure certificar-se se todos de sua família estão
tomando os mesmo cuidados ;
Não se esqueça de repetir a aplicação do
medicamento sete dias depois da primeira
aplicação.
Docente: Professora Rosemília Cunha
Discente: Ana Cristina, Iandra Batista, Hiago
Andrade, Marli Ferreira, Romário Macedo,
Roque Júnior e Vinícius Rosa

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    DST PARASITÁRIA PEDICULOSE PUBIANA (CHATO) Chato(Pthirus pubis) é o parasita que causa pediculose pubiana ou ftiríase e habita os pelos da região pubiana principalmente, mas pode ainda ser encontrado nas coxas, baixo tórax, axilas e até na barba e no couro cabeludo. O chato aloja-se na base dos pelos, onde deposita seus ovos. Após a infestação, os sintomas aparecem entre uma e duas semanas. A transmissão é feita através do contato íntimo, ou de roupas de uso pessoal, roupas de cama e de toalhas. O QUE É O CHATO? SINTOMAS Os sintomas da pediculose pubiana, uma infecção sexualmente transmissível (IST), têm início de uma a duas semanas após o contato com o parasita. A principal queixa é a coceira. Nos locais da picada, podem ocorrer alterações da pele semelhantes à urticária, bolhas e manchas azuladas. DIAGNÓSTICO E PREVENÇÃO O diagnóstico de chato pode ser feito pela observação dos piolhos e das lêndeas na base dos pelos e da presença de parasitas na pele da região afetada. A única forma de evitar a pediculose pubiana é impedir o contato com os piolhos e a fixação das lêndeas. TRATAMENTO Os medicamentos usados para combater a pediculose pubiana devem ser aplicados nas áreas afetadas (púbis, coxas, tronco, axilas etc.) duas vezes seguidas e depois de sete dias novamente. A aplicação deve ser feita localmente e repetida entre sete e dez dias depois, para combater os ovos que ainda não haviam eclodido. O objetivo da primeira aplicação é eliminar os insetos adultos; o da segunda é acabar com aqueles que ainda não haviam eclodido na primeira aplicação. Quem vive na mesma casa do portador de chato deve receber tratamento preventivo. RECOMENDAÇÕES Troque de roupas diariamente. Faça o mesmo com a roupa de cama e de banho; Lave as roupas em água quente ou mande lavá-las a seco se não puderem ser imersas em água; Procure certificar-se se todos de sua família estão tomando os mesmo cuidados ; Não se esqueça de repetir a aplicação do medicamento sete dias depois da primeira aplicação. Docente: Professora Rosemília Cunha Discente: Ana Cristina, Iandra Batista, Hiago Andrade, Marli Ferreira, Romário Macedo, Roque Júnior e Vinícius Rosa