e apresentam:
Alvaro Siviero
Programa
L.M. Gottschalk
Villa-Lobos
Chopin
Ernesto Nazareth
Strauss-Grunfeld
Ernesto Nazareth
Brahms-Cziffra
Bach-Hess
Camargo Guarnieri
Scriabin
K.P.E.Bach
Brasílio Itiberê
Liszt
10/08 - 16h MASP - M  A  S P
São Paulo-SP (Av. Paulista, 1578)
15/08 - 20h T M  S A
Santo André-SP (Av. IV Centenário S/N)
17/08 - 20h T L G
São Bernardo-SP (Rua Helena Jackei, 171)
19/08 - 20h T S D
São Caetano-SP (Av. Goiás, 1111)
21/08 - 20h T M B C
Santos-SP (Av. Sen. Pinheiro Machado, 48)
26/08 - 20h MAM – M  A M
Rio de Janeiro-RJ (Av. Infante D. Henrique,85)
28/08- 20h C A I
São Paulo-SP (Av.Pres.JuscelinoKubitschek,1830)
w w w . a l v a r o s i v i e r o . c o m
Retire gratuitamente seu ingresso nas bilheterias dos teatros
Estarão disponíveis uma hora antes dos Concertos
APoIo APoIo INSTITuCIoNAL PRoDução ReALIzAção
Galeria
Santistasqueherdaramdafamíliaodomdecantaretocar
LucienePadron,DeborahTarquínioeJoãoRomualdocurtemmúsicadesdequeseconhecempor
gente.Incentivadosporparentesquecantam,tocamousimplesmentecurtemouvirumbomsom,
elesseguemseapresentandoembaresecasasdeespetáculos.Confiranapág.E-4
CARLOTACAFIERO
DAREDAÇÃO
Quando juventude, talento e
coragemencontramumaopor-
tunidade, não há barreira que
sejaintransponível.Éocasode
seis bailarinos iniciados pelo
Balé Jovem de São Vicente,
queestãoconquistandoomun-
doeosonhodeseprofissionali-
zareviverdadança.
Viena (Áustria), Pensilvânia
(Estados Unidos) e Stuttgart,
Manhheim e Dresden (Alema-
nha) são lugares que nenhum
dos bailarinos sonhava conhe-
cer e, hoje, representam mais
doquecarimbosemseuspassa-
portes:a porta de entrada para
ocompetitivomercadodadan-
çainternacional.
FelipeVieira,NoamAlvesde
Souza,FernandaLopeseLaris-
saOliveira Machado já deixa-
ram suas famílias para estu-
darno exterior. Verônica Vas-
concelos e Danielle Garcia
viverão essa experiência pela
primeira vez esta semana,
quando embarcarão para os
Estados Unidos e Alemanha,
respectivamente.
Em comum, os seis vêm de
famílias humildes, estudaram
noBaléJovemdeSãoVicentee
se destacaram em festivais in-
ternacionais como o Youth
American Grand Prix (YAGP),
em Nova Iorque, e o Prix de
Lausanne,naSuíça,onderece-
beram bolsas de estudos inte-
grais para escolas ou faculda-
desestrangeiras.
ABRAÇOSDEGRAÇA
Até semana passada, Felipe
Vieiraaindacurtiaoúltimodia
dasfériasnoBrasil.Agora,está
devoltaàAustria,ondeintegra
o corpo de baile do Balé da
ÓperadeViena.
Em2009,elefoiselecionado
entre os 30 melhores bailari-
nosbrasileirosdoYouthAmeri-
can Grand Prix e recebeu sete
propostas de bolsas para con-
cluirestudosforadoBrasil.
Na época, Felipe tinha 18
anos, morava na Vila Marga-
rida, e estudava balé desde os
15. Ele foi o primeiro aluno
do Balé Jovem de São Vicente
a conseguir emprego no exte-
rior, isso depois de cursar um
ano na escola vinculada à
Ópera de Viena.
“A adaptação foi bem difícil,
pois o alemão (idioma oficial
da Áustria) é complicado e os
austríacossãofrios”,contaFeli-
pe, que, em 2010, chegou a
participar da campanha Free
Hugs, que consiste em distri-
buir abraços em vias públicas.
“Eu fiquei lá, com a placa na
mão, e ninguém me abraçava.
Apenas alguns turistas”, ri o
bailarino.
PORUMTRIZ
Até parece que foi ontem, mas
em setembro fará um ano que
Noam Alves de Souza embar-
cou para a cidade alemã de
Stuttgart. Ele tinha 17 anos
quando venceu uma seletiva
em Nova Iorque, competindo
com 700 bailarinos, e ganhou
bolsa para estudar na Alema-
nha, deixando a casa de três
cômodos na área Continental
de São Vicente. Hoje, é aluno
da John Cranko Schule, vincu-
lada ao Balé de Stuttgart, onde
recebe moradia, alimentação e
ajudadecusto.
“No primeiro dia de aula, eu
não falei com ninguém e me
grudei em um aluno espanhol
quedisse‘siga-me’emecondu-
ziu até a sala. Eu o segui o dia
inteiro”, diverte-se Noam, que
contacomoapoiodaex-colega
do Balé Jovem de São Vicente,
Fernanda Lopes, que estuda
hátrêsanosnamesmaescola.
RIFA
Comroupasconfeccionadaspe-
la mãe e dinheiro arrecadado
em rifas organizadas pelo pai,
Fernanda Lopes tinha 15 anos
quando conseguiu uma vaga
entre os 25 brasileiros que fo-
ram ao YAGP em Nova Iorque
disputarbolsasdeestudo.
Hoje, aos 18, ela se sente
prontaparaentrar paraacom-
panhia Stuttgart Ballet. “Mas
nem todo mundo que se forma
na escola consegue isso”, diz a
bailarina, que já realiza muitos
trabalhos para a companhia e
tem sido bastante elogiada pe-
lodiretorReidAnderson.
OutracolegaqueestánaAle-
manhaéLarissaMachado,que
faz19anosestemês.Elaembar-
couháquaseumanoparaestu-
dar em Dresden e conseguiu a
verbaparaapassagemdeavião
com o Ministério da Cultura
(MinC). Ainda faltam dois
anos para Larissa concluir sua
formação artística na escola de
balévinculadaàÓperadeDres-
den e ser encaminhada para
umagrandecompanhia.
PELAPRIMEIRAVEZ
Aos 18 anos, Danielle Garcia e
Verônica Vasconcelos dividem
a mesma sensação de “frio na
barriga” por deixar o Brasil
pela primeira vez, com desti-
no para a Pensilvânia (EUA)
eManhheim(Alemanha), res-
pectivamente. As passagens
também estão garantidas pe-
loMinC.
A oportunidade de estudar
dança na universidade de
Mercyhurst, nos Estados Uni-
dos, foi conquistada por Da-
nielle em abril deste ano, gra-
ças à sua performance no YA-
GP.Verônicatambém partici-
pou do festival em Nova Ior-
que, mas já havia conseguido
bolsa para a Manhheim Uni-
versity of Music and Perfor-
ming Arts após se destacar no
Prix de Lausanne, realizado
em janeiro, na Suíça. Ao final
da faculdade, as jovens terão
o título de bacharel em dança
e um caminho certo para o
mercado de trabalho.
FADAS-MADRINHAS
O Balé Jovem de São Vicente
originou-se de um curso que
se chamava Ballet do Horto
Municipal de São Vicente,
ministrado por Geyssa
Alencar e Sabrina Olimpio,
que teve início com cinco
crianças em 2002.
Em2006,oBaléJovempas-
sou a integrar a Delegação
Brasileira de Dança, partici-
pandodacompetiçãodoYou-
th American Grand Prix, em
Nova Iorque. Nesses anos de
viagem,18jovensjátiverama
oportunidade de participar
dofestivalnosEUA.
Formadas pela Escola de
Bailado Municipal de San-
tos, as bailarinas Geyssa e
Sabrina, no final dos anos
90, trabalhavam em proje-
tos separados antes de fun-
darem o Balé Jovem de São
Vicente: Geyssa dava aulas
abertas no horto de SV, en-
quanto Sabrina coordenava
uma turma de balé na Zona
Noroeste, em Santos.
Em 2009,aescola passou a
funcionar como Associação
dos Amigos do Centro Cultu-
ral Balé Jovem de São Vicen-
te e, atualmente, ocupa um
espaço cedido pela Prefeitura
de São Vicente, na Vila Va-
lença, e conta com o apoio de
associados e empresas priva-
das, atendendo a cerca de
500alunosquetêmaulasgra-
tuitas com seis professores
contratados.
“É muito gratificante. As
crianças são bem carentes e
têm aproveitado muito, pois
eles sabem que o balé não é
para todos, é para quem se
dedica e ama mesmo”, diz
Geyssa. Para Felipe Vieira, o
primeiro aluno delas 0a estu-
dar no exterior, Sabrina e
Geyssa são como “fadas-ma-
drinhas”. Saiba mais no site
www.balesaovicente.com.
Seis bailarinos iniciados pelo Balé Jovem
de São Vicente estudam com bolsas em
escolas e faculdades da Europa e EUA
Esses jovens
saíram do Brasil
para uma
realidade nova e
promissora
EElleess mmaannddaammElesmandam
bbeemm nnoo eexxtteerriioorrbemnoexterior
galeria@atribuna.com.br
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Comunidades e escolas públicas
interessadas entrar em contato:
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Realização:
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27 de agosto - 9h30 e 14h30
AULA DE SAPATEADO: 28 DE AGOSTO
ENTRADA FRANCA
MINISTÉRIO
DA CULTURA
E TRANSPETRO
APRESENTAM
O MUSICAL
INFANTOJUVENIL
ALEXSANDERFERRAZ
Domingo 18
E-1agosto de2013 www.atribuna.com.br

Bailarinos de São Vicente

  • 1.
    e apresentam: Alvaro Siviero Programa L.M.Gottschalk Villa-Lobos Chopin Ernesto Nazareth Strauss-Grunfeld Ernesto Nazareth Brahms-Cziffra Bach-Hess Camargo Guarnieri Scriabin K.P.E.Bach Brasílio Itiberê Liszt 10/08 - 16h MASP - M  A  S P São Paulo-SP (Av. Paulista, 1578) 15/08 - 20h T M  S A Santo André-SP (Av. IV Centenário S/N) 17/08 - 20h T L G São Bernardo-SP (Rua Helena Jackei, 171) 19/08 - 20h T S D São Caetano-SP (Av. Goiás, 1111) 21/08 - 20h T M B C Santos-SP (Av. Sen. Pinheiro Machado, 48) 26/08 - 20h MAM – M  A M Rio de Janeiro-RJ (Av. Infante D. Henrique,85) 28/08- 20h C A I São Paulo-SP (Av.Pres.JuscelinoKubitschek,1830) w w w . a l v a r o s i v i e r o . c o m Retire gratuitamente seu ingresso nas bilheterias dos teatros Estarão disponíveis uma hora antes dos Concertos APoIo APoIo INSTITuCIoNAL PRoDução ReALIzAção Galeria Santistasqueherdaramdafamíliaodomdecantaretocar LucienePadron,DeborahTarquínioeJoãoRomualdocurtemmúsicadesdequeseconhecempor gente.Incentivadosporparentesquecantam,tocamousimplesmentecurtemouvirumbomsom, elesseguemseapresentandoembaresecasasdeespetáculos.Confiranapág.E-4 CARLOTACAFIERO DAREDAÇÃO Quando juventude, talento e coragemencontramumaopor- tunidade, não há barreira que sejaintransponível.Éocasode seis bailarinos iniciados pelo Balé Jovem de São Vicente, queestãoconquistandoomun- doeosonhodeseprofissionali- zareviverdadança. Viena (Áustria), Pensilvânia (Estados Unidos) e Stuttgart, Manhheim e Dresden (Alema- nha) são lugares que nenhum dos bailarinos sonhava conhe- cer e, hoje, representam mais doquecarimbosemseuspassa- portes:a porta de entrada para ocompetitivomercadodadan- çainternacional. FelipeVieira,NoamAlvesde Souza,FernandaLopeseLaris- saOliveira Machado já deixa- ram suas famílias para estu- darno exterior. Verônica Vas- concelos e Danielle Garcia viverão essa experiência pela primeira vez esta semana, quando embarcarão para os Estados Unidos e Alemanha, respectivamente. Em comum, os seis vêm de famílias humildes, estudaram noBaléJovemdeSãoVicentee se destacaram em festivais in- ternacionais como o Youth American Grand Prix (YAGP), em Nova Iorque, e o Prix de Lausanne,naSuíça,onderece- beram bolsas de estudos inte- grais para escolas ou faculda- desestrangeiras. ABRAÇOSDEGRAÇA Até semana passada, Felipe Vieiraaindacurtiaoúltimodia dasfériasnoBrasil.Agora,está devoltaàAustria,ondeintegra o corpo de baile do Balé da ÓperadeViena. Em2009,elefoiselecionado entre os 30 melhores bailari- nosbrasileirosdoYouthAmeri- can Grand Prix e recebeu sete propostas de bolsas para con- cluirestudosforadoBrasil. Na época, Felipe tinha 18 anos, morava na Vila Marga- rida, e estudava balé desde os 15. Ele foi o primeiro aluno do Balé Jovem de São Vicente a conseguir emprego no exte- rior, isso depois de cursar um ano na escola vinculada à Ópera de Viena. “A adaptação foi bem difícil, pois o alemão (idioma oficial da Áustria) é complicado e os austríacossãofrios”,contaFeli- pe, que, em 2010, chegou a participar da campanha Free Hugs, que consiste em distri- buir abraços em vias públicas. “Eu fiquei lá, com a placa na mão, e ninguém me abraçava. Apenas alguns turistas”, ri o bailarino. PORUMTRIZ Até parece que foi ontem, mas em setembro fará um ano que Noam Alves de Souza embar- cou para a cidade alemã de Stuttgart. Ele tinha 17 anos quando venceu uma seletiva em Nova Iorque, competindo com 700 bailarinos, e ganhou bolsa para estudar na Alema- nha, deixando a casa de três cômodos na área Continental de São Vicente. Hoje, é aluno da John Cranko Schule, vincu- lada ao Balé de Stuttgart, onde recebe moradia, alimentação e ajudadecusto. “No primeiro dia de aula, eu não falei com ninguém e me grudei em um aluno espanhol quedisse‘siga-me’emecondu- ziu até a sala. Eu o segui o dia inteiro”, diverte-se Noam, que contacomoapoiodaex-colega do Balé Jovem de São Vicente, Fernanda Lopes, que estuda hátrêsanosnamesmaescola. RIFA Comroupasconfeccionadaspe- la mãe e dinheiro arrecadado em rifas organizadas pelo pai, Fernanda Lopes tinha 15 anos quando conseguiu uma vaga entre os 25 brasileiros que fo- ram ao YAGP em Nova Iorque disputarbolsasdeestudo. Hoje, aos 18, ela se sente prontaparaentrar paraacom- panhia Stuttgart Ballet. “Mas nem todo mundo que se forma na escola consegue isso”, diz a bailarina, que já realiza muitos trabalhos para a companhia e tem sido bastante elogiada pe- lodiretorReidAnderson. OutracolegaqueestánaAle- manhaéLarissaMachado,que faz19anosestemês.Elaembar- couháquaseumanoparaestu- dar em Dresden e conseguiu a verbaparaapassagemdeavião com o Ministério da Cultura (MinC). Ainda faltam dois anos para Larissa concluir sua formação artística na escola de balévinculadaàÓperadeDres- den e ser encaminhada para umagrandecompanhia. PELAPRIMEIRAVEZ Aos 18 anos, Danielle Garcia e Verônica Vasconcelos dividem a mesma sensação de “frio na barriga” por deixar o Brasil pela primeira vez, com desti- no para a Pensilvânia (EUA) eManhheim(Alemanha), res- pectivamente. As passagens também estão garantidas pe- loMinC. A oportunidade de estudar dança na universidade de Mercyhurst, nos Estados Uni- dos, foi conquistada por Da- nielle em abril deste ano, gra- ças à sua performance no YA- GP.Verônicatambém partici- pou do festival em Nova Ior- que, mas já havia conseguido bolsa para a Manhheim Uni- versity of Music and Perfor- ming Arts após se destacar no Prix de Lausanne, realizado em janeiro, na Suíça. Ao final da faculdade, as jovens terão o título de bacharel em dança e um caminho certo para o mercado de trabalho. FADAS-MADRINHAS O Balé Jovem de São Vicente originou-se de um curso que se chamava Ballet do Horto Municipal de São Vicente, ministrado por Geyssa Alencar e Sabrina Olimpio, que teve início com cinco crianças em 2002. Em2006,oBaléJovempas- sou a integrar a Delegação Brasileira de Dança, partici- pandodacompetiçãodoYou- th American Grand Prix, em Nova Iorque. Nesses anos de viagem,18jovensjátiverama oportunidade de participar dofestivalnosEUA. Formadas pela Escola de Bailado Municipal de San- tos, as bailarinas Geyssa e Sabrina, no final dos anos 90, trabalhavam em proje- tos separados antes de fun- darem o Balé Jovem de São Vicente: Geyssa dava aulas abertas no horto de SV, en- quanto Sabrina coordenava uma turma de balé na Zona Noroeste, em Santos. Em 2009,aescola passou a funcionar como Associação dos Amigos do Centro Cultu- ral Balé Jovem de São Vicen- te e, atualmente, ocupa um espaço cedido pela Prefeitura de São Vicente, na Vila Va- lença, e conta com o apoio de associados e empresas priva- das, atendendo a cerca de 500alunosquetêmaulasgra- tuitas com seis professores contratados. “É muito gratificante. As crianças são bem carentes e têm aproveitado muito, pois eles sabem que o balé não é para todos, é para quem se dedica e ama mesmo”, diz Geyssa. Para Felipe Vieira, o primeiro aluno delas 0a estu- dar no exterior, Sabrina e Geyssa são como “fadas-ma- drinhas”. Saiba mais no site www.balesaovicente.com. 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