PREPARAO PRÉVIO
ESTAR EM DIA COM OS DOCUMENTOS
DO BOMBEIRO;
MANUTENÇÃO EM DIA;
EQUIPAMENTOS ADEQUADOS AO RISCO;
SINALIZAÇÃO;
FAMILIARIZAÇÃO DOS
OCUPANTES;
Fatores de Êxito na Prevenção de Incêndio
COMBATER DE IMEDIATO NOS PRIMEIROS
CINCO MINUTOS;
DAR O ALARME DE INCÊNDIO;
DESLIGAR A ENERGIA
ELÉTRICA; ACIONAR OS
BOMBEIROS;
Princípios Básicos do Fogo
É UMA COMBUSTÃO NA QUAL PODEMOS VISUALIZAR
PRODUÇÃO DE CHAMAS COM A LIBERAÇÃO DE ENERGIA
(CALOR E LUZ)
COMBUSTÃO
É UMA REAÇÃO QUIMICA ENTRE DOIS
REAGENTES, COMBUSTÍVEL E COMBURENTE,
MEDIANTE UMA CONDIÇÕES FAVORÁVEL, O
CALOR
INCÊNDIO
É O FOGO QUE FOGE DO CONTROLE
Teoria do Fogo
Para que exista o
fogo, é
necessário
a condição favorável,
juntamente com os quatro
elementos citados ao
lado, que são os
comburente (ou oxigênio),
o combustível , o calor
e a reação em cadeia.
Tetraedo do Fogo
Combustível
reagir
com o
numa reação
de
É o material oxidável capaz
de comburente (em geral o
oxigênio) combustão.
Em síntese, é toda substância que possui a
propriedade de queimar em superfície e/
ou profundidade.
Combustível
Pode apresentar-se nos seguintes estados físicos:
tecidos e
Sólido: madeira, papel,
plástico, borracha;
 Líquido: álcool, éter e gasolina;
 Gasoso: acetileno, butano e propano.
Combustível
Nos combustíveis sólidos, o que entra em
combustão não é o corpo em si, mas os vapores
desprendidos;
Os combustíveis líquidos também não ardem, os
vapores desprendidos da sua superfície é que entram
em combustão.
Combustível
Os combustíveis gasosos são os gases
acondicionados nas seguintes formas: liquefeitos,
comprimidos e em tubulações.
 Existem duas classes de gases:
•Comburentes: aqueles que possibilitam a existência da combustão
( oxigênio);
•Gases Inertes: servem para suprimir a combustão – agentes
extintores ( gás carbônico, nitrogênio).
Comburente ou Oxigênio
É o ativador do fogo e dá vida às chamas.
O ar que respiramos possui 21% de oxigênio.
De 0 a 8% de O2
Não ocorre
De 8 a 16% de O2
Lenta
Mais de 16% de O2
Viva
Calor
É o agente que dá inicio ao processo de combustão.
O calor faz com que o material combustível, seja ele
qual for, libere vapores suficientes para a ignição
acontecer.
Reação em Cadeia
É o processo de sustentabilidade da combustão, pela
presença de radicais livres, que são formados
durante o processo de queima do combustível.
Reação em Cadeia
Representa-se da seguinte forma:
A reação em cadeia vai ter uma velocidade de
propagação relacionada com diversos fatores:
temperatura, umidade do ar, características do
material combustível, forma física deste material e
condições de ventilação;
Reação em Cadeia
 Pode
ser
classificada como: oxidação lenta,
combustão simples, deflagração, detonação
e explosão;
O parametro usado para diferenciar cada tipo de
reação é a velocidade de propagação.
Reação em Cadeia
Oxidação lenta: é quando a energia despendida na reação
é dissipada para o ambiente sem criar aumento da temperatura
na área atingida.
 Combustão simples: é quando há a percepção da
propagação, porém, a velocidade é inferior a 1m/s.
 Deflagração: é quando a velocidade de propagação é
superior a 1m/s, mas inferior a 400 m/s.
Reação em Cadeia
 Detonação: é quando a velocidade de propagação é
superior a 400 m/s.
Explosão: é quando as ondas de pressão formadas
na deflagração ou detonação produzem efeito destrutivo.
Propagação do
Fogo
O calor é uma espécie de energia e, por
isso, transmite-se passando de um corpo a outro.
 Essa passagem pode ocorrer de três
maneiras:
condução, radiação e convecção.
Propagação do
Fogo
Condução
É o processo pelo qual o calor é transmitido de um
corpo a outro por contato direto;
A quantidade de calor transmitido depende
do fato de o material ser ou não bom condutor de
calor.
Propagação do
Fogo
Radiação
 É a transmissão do calor por meio de ondas;
 Todos os corpos quentes emitem radiação
em
todas as direções, que vão atingir os corpos frios.
Propagação do
Fogo
Convecção
É a transmissão de calor por meio de
correntes circulatórias originadas na fonte;
É a forma característica de transmissão de calor
nos líquidos e gases que, pelo aquecimento, as partes
quentes tendem a subir e as partes frias a descer.
Propagação do
Fogo
Convecção
Acontece quando, por exemplo, temos um incêndio
em um edifício onde os andares mais baixos
estão
incendiados e os gases aquecidos sobem
pelas aberturas verticais ( elevadores, tubulações
de ar),
atingindo combustíveis dos andares superiores,
OS MÉTODOS DE EXTINÇÃO VISAM
RETIRAR UM, OU MAIS DE UM,
DOS QUATRO COMPONENTES O
TETRAEDRO DO FOGO, AO FALTAR
QUALQUER
UM DOS QUATRO COMPONENTES
O FOGO NÃO EXISTIRÁ
Métodos de Extinção de Incêndio
AO JOGARMOS ÁGUA EM UM INCÊNDIO,
ESTAREMOS RESFRIANDO, OU SEJA,
RETIRANDO O COMPONENTE CALOR.
Métodos de Extinção de Incêndio
AO ABAFARMOS, IMPEDIREMOS QUE OXIGÊNIO
ENTRE NA REAÇÃO, ESTAREMOS RETIRANDO
O COMPONENTE COMBURENTE (OXIGÊNIO)
Métodos de Extinção de Incêndio
AO SEPARARMOS O COMBUSTÍVEL DA REAÇÃO,
ESTAREMOS ISOLANDO, COMO POR EXEMPLO,
SE ABRIR UMA TRILHA (ACEIRO) NO MATO
PARA QUE O FOGO NÃO PASSE.
DESTA FORMA ESTAREMOS TIRANDO
O COMPONENTE COMBUSTÍVEL
Métodos de Extinção de Incêndio
Classificação dos Incêndios
CARACTERÍSTICA
QUEIMA NA SUPERFÍCIE E EM
PROFUNDIDADE
QUEIMA DEIXANDO
RESÍDUOS OU CINZAS
EXEMPLOS
PAPE
L
BORRACHA
TECIDO MADEIRA
Classe A
Necessitam, para sua extinção, do efeito de
resfriamento: a água ou solução que a contenha em
grande porcentagem.
CARACTERÍSTICAS
QUEIMA SOMENTE NA
SUPERFÍCIE E NÃO QUEIMA
EM PROFUNDIDADE
NÃO DEIXANDO RESÍDUOS OU CINZAS
GASOLINA
ACETONA
ÉTER
ÁLCOOL
GÁS DE COZINHA
EXEMPLOS
Classe B
Necessitam, para sua extinção, do sistema
de abafamento.
CLASSE C
CARACTERÍSTICA
MATERIAL ELÉTRICOS
ENERGIZADO
MOTORES
TRANSFORMADORES
FIOS
QUADROS DE DISTRIBUIÇÃO
EXEMPLOS
Classe C
Exige-se,
condutor
para sua extinção,
de energia
elétrica
um meio
(extintor
não
de
CO2).
CLASSE D
METAIS COMBUSTÍVEIS
ESTES METAIS SÃO ENCONTRADOS EM FÁBRICAS
E INDUSTRIAS AUTOMOBILÍSTICA POR
EXEMPLOS RASPA DE ZINCO. LIMALHA DE
MAGNÉSIO, ETC.
MAGNÉSIO SELÊNIO
LÍTIO
ANTIMÔNIO
EXEMPLOS
POTÁSSIO
Classe D
Queimam em altas temperaturas.
Para apagá-lo são utilizados pós especiais,
que separam o incêndio do ar atmosférico
pelo abafamento.
CLASSE K
São classificados como fogo
em óleo e gordura em cozinhas
Utiliza-se pó
químico umedecido
para a extinção
ÁGUA CO2 PQS ESPUMA
Alguns Tipos de Extintores
CLASSE A: SIM
CLASSE B: NÃO
CLASSE C: NÃO
CLASSE D: NÃO
ÁGUA-10 L
RESFRIAMENTO
Extintor de Água
DURAÇÃO DE 60 SEGUNDO;
PESA MAIS OU MENOS 12 Kg;
ALCANÇA 7 METROS E MEIO;
ÁGUA TEM GRANDE PODER
DE INFILTRAÇÃO;
EFICIENTE EM INCÊNDIO
CLASSE “A” QUE QUEIMA EM
SUPERFÍCIE E PROFUNDIDADE;
ATACA O FOGO DIRIGINDO JATO
PARA SUA BASE.
Extintor de Água - Baixa Pressão
CO2
06 Kg
ABAFAMENTO E RESFRIMANTO
CLASSE
CLASSE
CLASSE
A: NÃO
B: SIM
C: SIM
D: NÃO
Extintor de CO2 - Alta Pressão
CHAPA DE 8 MM – SEM SOLDA;
DURAÇÃO DE 45 SEGUNDO;
FORMA DE GELO SECO QUE QUEIMA;
POSSUI DIFUSOR;
2.100 LIBRAS DE PRESSÃO;
NÃO POSSUI MANÔMETRO;
APÓS 6 MESES, PESAR E SE ESTIVER
CONSTANDO PERDA DE MAIS DE
10% DE CARGA, ENVIAR PARA
RECARGA;
PESA 22 Kg. CARREGADO,
16 Kg. VAZIO;
ATACA O FOGO, PROCURANDO
ABAFAR TODA A ÁREA ATINGIDA.
Extintor de CO2 - Alta Pressão
PQS
PÓ QUÍMICO
SECO
4 Kg
ABAFAMENTO
CLASSE
CLASSE
CLASSE
A: SIM
B: SIM
C: NÃO
D:
NÃO
Extintor Pó Químico - Alta Pressão
DURAÇÃO DE 50 SEGUNDO;
PÓ BICARBONATO;
POSSUI MANOMETRO;
VERDE PRESSÃO NORMAL;
VERMELHO PRESSÃO INSUFICIENTE;
NÃO SE UTILIZA NA BASE DO FOGO;
USAR FORMANDO NUVEM POR CIMA
DAS CHAMAS;
ATACA O FOCO PROCURANDO
FORMAR UMA NUVEM DE PÓ A FIM
DE COBRIR A ÁREA ATINGIDA.
Extintor PQS -Alta Pressão
ESPUMA
QUÍMICA
10 LITROS
ABAFAMENTO E RESFRIAMENTO
CLASSE
CLASSE
CLASSE
A: SIM
B: SIM
C: NÃO
D:
NÃO
Extintor Espuma Química
ROMPA O LACRE E APERTE
O GATILHO, DIRIGINDO O
DIFUSOR PARA A BASE
DO FOGO. NÃO TOQUE
NO DIFUSOR, PODERÁ
GELAR E “COLAR” NA PELE
CAUSANDO LESÕES
Modo de Usar os Extintores
Mangueiras
Confecciondas em fibra sintética,
com revestimento interno (tubo);
Produzida com composto de borracha
ulcanizada, medindo entre 15 e 30 m.
Hidrantes
Dispositivos vinculados à rede hidráulica e
destinado ao serviço de combate a incêndios;
Pode-se considerar quatro tipos de hidrantes que
obedecem a determinada características em razão
do emprego e funcionamento.
Hidrantes
Hidrante Urbano
 Localizado nos passeios públicos, destina-se
a abastecer as viaturas do corpo de
bombeiros.
 É interligado à rede pública de abastecimento
de água da cidade.
Hidrantes
Hidrante de Recalque
 Localizado nos passeios públicos ou na
área externa de edificações, destina-
se ao envio de
água para a canalização de incêndio de
uma edificação.
 Sua instalação é abaixo do nível do passei
o
.
Hidrantes
álicos,
Hidrante Interno
 Localizado na parte interna dos abrigos met
onde também ficam as mangueiras, chave de
mangueira e esguichos.
 Sua instalação é no interior de prédios
residenciais, comerciais ou industriais a uma
altura máxima de 1,30 m, e acoplado às mangueiras
e esguichos.
Hidrantes
Hidrante Externo
 É instalado no interior de abrigos ou for a
deles, nas paredes externas das edificações ou
próximo
a elas, em suportes metálicos ou muretas
de sustentação.
ALGUNS COMPONENTES DOS HIDRANTES
Sprinklers- Chuveiros Automáticos
mo uma válvula de r
São chuveiros automáticos para compor um sistemas
de combate a incêndio, geralmente, comandados por
uma válvula de governo e alarme, que em situação
normal funciona co etenção.
Sprinklers- Chuveiros Automáticos
A partir do acionamento de um ou mais bicos de
sprinkler, libera-se o fluxo de água para o
abastecimento da rede e , ao mesmo tempo, um fluxo
de água é derivado para um motor de alarme
hidráulico que acusa o princípio de incêndio por meio
de um sinal sonoro.
Sprinklers- Chuveiros Automáticos
Os bicos sensíveis ao calor, à fumaça ou a gases
resultantes de um princípio de combustão, são
distribuídos pelas instalações industriais.
Automaticamente se abrem, permitindo a passagem
do agente extintor, que pode ser água ou gás
carbônico.
Equipamentos de Detecção , Alarme
e Comunicação
A função principal dos alarmes e detectores é
de informar sobre um eventual incêndio.
 Alarmes:
 manuas ou automáticos;
deve ser audível em todos os setores da
área abrangida pelo sistema de segurança.
Equipamentos de Detecção , Alarme
e Comunicação
Detectores de fumaça, de calor e de temperatura
acionam automaticamente os alarmes.
MANDAR OS EXTINTORES SEMPRE VAZIO PARA
RECARGA;
APRENDA A USAR OS EXTINTOR DE INCÊNDIO;
CONHEÇA OS LOCAIS ONDE ESTÃO INSTALADOS
OS
OUTROS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO AO FOGO;
NUNCA OBSTRUA OS ACESSOS AO EXTINTORES
OU HIDRANTES;
NÃO MÊXA NOS EXTINTORES DE INCÊNDIO E
HIDRANTES A MENOS QUE SEJA
NECESSÁRIO A SUA UTILIZAÇÃO OU
REVISÃO PERIODICA.
Recomendações
Todas as empresas deverão possuir:
a) proteção contra incêndio;
b)saídas suficientes para a rápida retirada do pessoal em serviço,
em caso de incêndio;
c) equipamento suficiente para combater o fogo em seu início;
d) pessoas adestradas no uso correto desses
equipamentos;
e) Saídas,
NR- 23 Disposições gerais
Os locais de trabalho deverão dispor de saídas, em
número suficiente e dispostas de modo que aqueles que
se encontrem nesses locais possam abandoná-los com
rapidez e segurança, em caso de emergência.
Disposições gerais
Tão cedo o fogo se manifeste, cabe:
a) acionar o sistema de alarme;
b) chamar imediatamente o Corpo de
Bombeiros;
c)desligar máquinas e aparelhos elétricos, quando
a operação do desligamento não envolver riscos
adicionais;
d)atacá-lo, o mais rapidamente possível, pelos
Combate ao Fogo
As máquinas e aparelhos elétricos que não devam ser
desligados em caso de incêndio deverão conter placa com
aviso referente a este fato, próximo à chave de
interrupção.
Combate ao Fogo
Poderão ser exigidos, para certos tipos de indústria ou
de atividade em que seja grande o risco de incêndio,
requisitos especiais de construção, tais como portas e
paredes corta-fogo ou diques ao redor de reservatórios
elevados de inflamáveis.
Combate ao Fogo
Os exercícios de combate ao fogo deverão ser
feitos periodicamente, objetivando:
a) que o pessoal grave o significado do sinal
de
b) que a evacuação do local se faça em
boa
alarme;
ordem;
c) que seja evitado qualquer pânico;
d)que sejam atribuídas tarefas e responsabilidades específicas aos
empregados;
e)que seja verificado se a sirene de alarme foi ouvida em todas as
áreas.
Exercício de Alerta
Nas fábricas que mantenham equipes organizadas de
periodicamente, de preferência, sem
bombeiros, os exercícios devem se realizar
aviso e se
aproximando, o mais possível, das condições reais de luta
contra o incêndio.
Exercício de Alerta
As fábricas ou estabelecimentos que não mantenham
equipes de bombeiros deverão ter alguns membros do
pessoal operário, bem como os guardas e vigias,
especialmente exercitados no correto manejo do
material de luta contra o fogo e o seu emprego.
Exercício de Alerta
TEL. DO CORPO
DE BOMBEIROS
NO
BRASIL
19
3

nr-23-prevenc3a7c3a3o-contra-incc3aandio.pptx

  • 2.
    PREPARAO PRÉVIO ESTAR EMDIA COM OS DOCUMENTOS DO BOMBEIRO; MANUTENÇÃO EM DIA; EQUIPAMENTOS ADEQUADOS AO RISCO; SINALIZAÇÃO; FAMILIARIZAÇÃO DOS OCUPANTES; Fatores de Êxito na Prevenção de Incêndio
  • 3.
    COMBATER DE IMEDIATONOS PRIMEIROS CINCO MINUTOS; DAR O ALARME DE INCÊNDIO; DESLIGAR A ENERGIA ELÉTRICA; ACIONAR OS BOMBEIROS; Princípios Básicos do Fogo
  • 4.
    É UMA COMBUSTÃONA QUAL PODEMOS VISUALIZAR PRODUÇÃO DE CHAMAS COM A LIBERAÇÃO DE ENERGIA (CALOR E LUZ) COMBUSTÃO É UMA REAÇÃO QUIMICA ENTRE DOIS REAGENTES, COMBUSTÍVEL E COMBURENTE, MEDIANTE UMA CONDIÇÕES FAVORÁVEL, O CALOR INCÊNDIO É O FOGO QUE FOGE DO CONTROLE Teoria do Fogo
  • 5.
    Para que existao fogo, é necessário a condição favorável, juntamente com os quatro elementos citados ao lado, que são os comburente (ou oxigênio), o combustível , o calor e a reação em cadeia. Tetraedo do Fogo
  • 6.
    Combustível reagir com o numa reação de Éo material oxidável capaz de comburente (em geral o oxigênio) combustão. Em síntese, é toda substância que possui a propriedade de queimar em superfície e/ ou profundidade.
  • 7.
    Combustível Pode apresentar-se nosseguintes estados físicos: tecidos e Sólido: madeira, papel, plástico, borracha;  Líquido: álcool, éter e gasolina;  Gasoso: acetileno, butano e propano.
  • 8.
    Combustível Nos combustíveis sólidos,o que entra em combustão não é o corpo em si, mas os vapores desprendidos; Os combustíveis líquidos também não ardem, os vapores desprendidos da sua superfície é que entram em combustão.
  • 9.
    Combustível Os combustíveis gasosossão os gases acondicionados nas seguintes formas: liquefeitos, comprimidos e em tubulações.  Existem duas classes de gases: •Comburentes: aqueles que possibilitam a existência da combustão ( oxigênio); •Gases Inertes: servem para suprimir a combustão – agentes extintores ( gás carbônico, nitrogênio).
  • 10.
    Comburente ou Oxigênio Éo ativador do fogo e dá vida às chamas. O ar que respiramos possui 21% de oxigênio. De 0 a 8% de O2 Não ocorre De 8 a 16% de O2 Lenta Mais de 16% de O2 Viva
  • 11.
    Calor É o agenteque dá inicio ao processo de combustão. O calor faz com que o material combustível, seja ele qual for, libere vapores suficientes para a ignição acontecer.
  • 12.
    Reação em Cadeia Éo processo de sustentabilidade da combustão, pela presença de radicais livres, que são formados durante o processo de queima do combustível.
  • 13.
    Reação em Cadeia Representa-seda seguinte forma: A reação em cadeia vai ter uma velocidade de propagação relacionada com diversos fatores: temperatura, umidade do ar, características do material combustível, forma física deste material e condições de ventilação;
  • 14.
    Reação em Cadeia Pode ser classificada como: oxidação lenta, combustão simples, deflagração, detonação e explosão; O parametro usado para diferenciar cada tipo de reação é a velocidade de propagação.
  • 15.
    Reação em Cadeia Oxidaçãolenta: é quando a energia despendida na reação é dissipada para o ambiente sem criar aumento da temperatura na área atingida.  Combustão simples: é quando há a percepção da propagação, porém, a velocidade é inferior a 1m/s.  Deflagração: é quando a velocidade de propagação é superior a 1m/s, mas inferior a 400 m/s.
  • 16.
    Reação em Cadeia Detonação: é quando a velocidade de propagação é superior a 400 m/s. Explosão: é quando as ondas de pressão formadas na deflagração ou detonação produzem efeito destrutivo.
  • 17.
    Propagação do Fogo O caloré uma espécie de energia e, por isso, transmite-se passando de um corpo a outro.  Essa passagem pode ocorrer de três maneiras: condução, radiação e convecção.
  • 18.
    Propagação do Fogo Condução É oprocesso pelo qual o calor é transmitido de um corpo a outro por contato direto; A quantidade de calor transmitido depende do fato de o material ser ou não bom condutor de calor.
  • 19.
    Propagação do Fogo Radiação  Éa transmissão do calor por meio de ondas;  Todos os corpos quentes emitem radiação em todas as direções, que vão atingir os corpos frios.
  • 20.
    Propagação do Fogo Convecção É atransmissão de calor por meio de correntes circulatórias originadas na fonte; É a forma característica de transmissão de calor nos líquidos e gases que, pelo aquecimento, as partes quentes tendem a subir e as partes frias a descer.
  • 21.
    Propagação do Fogo Convecção Acontece quando,por exemplo, temos um incêndio em um edifício onde os andares mais baixos estão incendiados e os gases aquecidos sobem pelas aberturas verticais ( elevadores, tubulações de ar), atingindo combustíveis dos andares superiores,
  • 22.
    OS MÉTODOS DEEXTINÇÃO VISAM RETIRAR UM, OU MAIS DE UM, DOS QUATRO COMPONENTES O TETRAEDRO DO FOGO, AO FALTAR QUALQUER UM DOS QUATRO COMPONENTES O FOGO NÃO EXISTIRÁ Métodos de Extinção de Incêndio
  • 23.
    AO JOGARMOS ÁGUAEM UM INCÊNDIO, ESTAREMOS RESFRIANDO, OU SEJA, RETIRANDO O COMPONENTE CALOR. Métodos de Extinção de Incêndio
  • 24.
    AO ABAFARMOS, IMPEDIREMOSQUE OXIGÊNIO ENTRE NA REAÇÃO, ESTAREMOS RETIRANDO O COMPONENTE COMBURENTE (OXIGÊNIO) Métodos de Extinção de Incêndio
  • 25.
    AO SEPARARMOS OCOMBUSTÍVEL DA REAÇÃO, ESTAREMOS ISOLANDO, COMO POR EXEMPLO, SE ABRIR UMA TRILHA (ACEIRO) NO MATO PARA QUE O FOGO NÃO PASSE. DESTA FORMA ESTAREMOS TIRANDO O COMPONENTE COMBUSTÍVEL Métodos de Extinção de Incêndio
  • 26.
  • 27.
    CARACTERÍSTICA QUEIMA NA SUPERFÍCIEE EM PROFUNDIDADE QUEIMA DEIXANDO RESÍDUOS OU CINZAS
  • 28.
  • 29.
    Classe A Necessitam, parasua extinção, do efeito de resfriamento: a água ou solução que a contenha em grande porcentagem.
  • 30.
    CARACTERÍSTICAS QUEIMA SOMENTE NA SUPERFÍCIEE NÃO QUEIMA EM PROFUNDIDADE NÃO DEIXANDO RESÍDUOS OU CINZAS
  • 31.
  • 32.
    Classe B Necessitam, parasua extinção, do sistema de abafamento.
  • 33.
  • 34.
  • 35.
    Classe C Exige-se, condutor para suaextinção, de energia elétrica um meio (extintor não de CO2).
  • 36.
    CLASSE D METAIS COMBUSTÍVEIS ESTESMETAIS SÃO ENCONTRADOS EM FÁBRICAS E INDUSTRIAS AUTOMOBILÍSTICA POR EXEMPLOS RASPA DE ZINCO. LIMALHA DE MAGNÉSIO, ETC.
  • 37.
  • 38.
    Classe D Queimam emaltas temperaturas. Para apagá-lo são utilizados pós especiais, que separam o incêndio do ar atmosférico pelo abafamento.
  • 39.
    CLASSE K São classificadoscomo fogo em óleo e gordura em cozinhas Utiliza-se pó químico umedecido para a extinção
  • 40.
    ÁGUA CO2 PQSESPUMA Alguns Tipos de Extintores
  • 41.
    CLASSE A: SIM CLASSEB: NÃO CLASSE C: NÃO CLASSE D: NÃO ÁGUA-10 L RESFRIAMENTO Extintor de Água
  • 42.
    DURAÇÃO DE 60SEGUNDO; PESA MAIS OU MENOS 12 Kg; ALCANÇA 7 METROS E MEIO; ÁGUA TEM GRANDE PODER DE INFILTRAÇÃO; EFICIENTE EM INCÊNDIO CLASSE “A” QUE QUEIMA EM SUPERFÍCIE E PROFUNDIDADE; ATACA O FOGO DIRIGINDO JATO PARA SUA BASE. Extintor de Água - Baixa Pressão
  • 43.
    CO2 06 Kg ABAFAMENTO ERESFRIMANTO CLASSE CLASSE CLASSE A: NÃO B: SIM C: SIM D: NÃO Extintor de CO2 - Alta Pressão
  • 44.
    CHAPA DE 8MM – SEM SOLDA; DURAÇÃO DE 45 SEGUNDO; FORMA DE GELO SECO QUE QUEIMA; POSSUI DIFUSOR; 2.100 LIBRAS DE PRESSÃO; NÃO POSSUI MANÔMETRO; APÓS 6 MESES, PESAR E SE ESTIVER CONSTANDO PERDA DE MAIS DE 10% DE CARGA, ENVIAR PARA RECARGA; PESA 22 Kg. CARREGADO, 16 Kg. VAZIO; ATACA O FOGO, PROCURANDO ABAFAR TODA A ÁREA ATINGIDA. Extintor de CO2 - Alta Pressão
  • 45.
    PQS PÓ QUÍMICO SECO 4 Kg ABAFAMENTO CLASSE CLASSE CLASSE A:SIM B: SIM C: NÃO D: NÃO Extintor Pó Químico - Alta Pressão
  • 46.
    DURAÇÃO DE 50SEGUNDO; PÓ BICARBONATO; POSSUI MANOMETRO; VERDE PRESSÃO NORMAL; VERMELHO PRESSÃO INSUFICIENTE; NÃO SE UTILIZA NA BASE DO FOGO; USAR FORMANDO NUVEM POR CIMA DAS CHAMAS; ATACA O FOCO PROCURANDO FORMAR UMA NUVEM DE PÓ A FIM DE COBRIR A ÁREA ATINGIDA. Extintor PQS -Alta Pressão
  • 47.
    ESPUMA QUÍMICA 10 LITROS ABAFAMENTO ERESFRIAMENTO CLASSE CLASSE CLASSE A: SIM B: SIM C: NÃO D: NÃO Extintor Espuma Química
  • 48.
    ROMPA O LACREE APERTE O GATILHO, DIRIGINDO O DIFUSOR PARA A BASE DO FOGO. NÃO TOQUE NO DIFUSOR, PODERÁ GELAR E “COLAR” NA PELE CAUSANDO LESÕES Modo de Usar os Extintores
  • 49.
    Mangueiras Confecciondas em fibrasintética, com revestimento interno (tubo); Produzida com composto de borracha ulcanizada, medindo entre 15 e 30 m.
  • 50.
    Hidrantes Dispositivos vinculados àrede hidráulica e destinado ao serviço de combate a incêndios; Pode-se considerar quatro tipos de hidrantes que obedecem a determinada características em razão do emprego e funcionamento.
  • 51.
    Hidrantes Hidrante Urbano  Localizadonos passeios públicos, destina-se a abastecer as viaturas do corpo de bombeiros.  É interligado à rede pública de abastecimento de água da cidade.
  • 52.
    Hidrantes Hidrante de Recalque Localizado nos passeios públicos ou na área externa de edificações, destina- se ao envio de água para a canalização de incêndio de uma edificação.  Sua instalação é abaixo do nível do passei o .
  • 53.
    Hidrantes álicos, Hidrante Interno  Localizadona parte interna dos abrigos met onde também ficam as mangueiras, chave de mangueira e esguichos.  Sua instalação é no interior de prédios residenciais, comerciais ou industriais a uma altura máxima de 1,30 m, e acoplado às mangueiras e esguichos.
  • 54.
    Hidrantes Hidrante Externo  Éinstalado no interior de abrigos ou for a deles, nas paredes externas das edificações ou próximo a elas, em suportes metálicos ou muretas de sustentação.
  • 55.
  • 56.
    Sprinklers- Chuveiros Automáticos mouma válvula de r São chuveiros automáticos para compor um sistemas de combate a incêndio, geralmente, comandados por uma válvula de governo e alarme, que em situação normal funciona co etenção.
  • 57.
    Sprinklers- Chuveiros Automáticos Apartir do acionamento de um ou mais bicos de sprinkler, libera-se o fluxo de água para o abastecimento da rede e , ao mesmo tempo, um fluxo de água é derivado para um motor de alarme hidráulico que acusa o princípio de incêndio por meio de um sinal sonoro.
  • 58.
    Sprinklers- Chuveiros Automáticos Osbicos sensíveis ao calor, à fumaça ou a gases resultantes de um princípio de combustão, são distribuídos pelas instalações industriais. Automaticamente se abrem, permitindo a passagem do agente extintor, que pode ser água ou gás carbônico.
  • 59.
    Equipamentos de Detecção, Alarme e Comunicação A função principal dos alarmes e detectores é de informar sobre um eventual incêndio.  Alarmes:  manuas ou automáticos; deve ser audível em todos os setores da área abrangida pelo sistema de segurança.
  • 60.
    Equipamentos de Detecção, Alarme e Comunicação Detectores de fumaça, de calor e de temperatura acionam automaticamente os alarmes.
  • 61.
    MANDAR OS EXTINTORESSEMPRE VAZIO PARA RECARGA; APRENDA A USAR OS EXTINTOR DE INCÊNDIO; CONHEÇA OS LOCAIS ONDE ESTÃO INSTALADOS OS OUTROS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO AO FOGO; NUNCA OBSTRUA OS ACESSOS AO EXTINTORES OU HIDRANTES; NÃO MÊXA NOS EXTINTORES DE INCÊNDIO E HIDRANTES A MENOS QUE SEJA NECESSÁRIO A SUA UTILIZAÇÃO OU REVISÃO PERIODICA. Recomendações
  • 62.
    Todas as empresasdeverão possuir: a) proteção contra incêndio; b)saídas suficientes para a rápida retirada do pessoal em serviço, em caso de incêndio; c) equipamento suficiente para combater o fogo em seu início; d) pessoas adestradas no uso correto desses equipamentos; e) Saídas, NR- 23 Disposições gerais
  • 63.
    Os locais detrabalho deverão dispor de saídas, em número suficiente e dispostas de modo que aqueles que se encontrem nesses locais possam abandoná-los com rapidez e segurança, em caso de emergência. Disposições gerais
  • 64.
    Tão cedo ofogo se manifeste, cabe: a) acionar o sistema de alarme; b) chamar imediatamente o Corpo de Bombeiros; c)desligar máquinas e aparelhos elétricos, quando a operação do desligamento não envolver riscos adicionais; d)atacá-lo, o mais rapidamente possível, pelos Combate ao Fogo
  • 65.
    As máquinas eaparelhos elétricos que não devam ser desligados em caso de incêndio deverão conter placa com aviso referente a este fato, próximo à chave de interrupção. Combate ao Fogo
  • 66.
    Poderão ser exigidos,para certos tipos de indústria ou de atividade em que seja grande o risco de incêndio, requisitos especiais de construção, tais como portas e paredes corta-fogo ou diques ao redor de reservatórios elevados de inflamáveis. Combate ao Fogo
  • 67.
    Os exercícios decombate ao fogo deverão ser feitos periodicamente, objetivando: a) que o pessoal grave o significado do sinal de b) que a evacuação do local se faça em boa alarme; ordem; c) que seja evitado qualquer pânico; d)que sejam atribuídas tarefas e responsabilidades específicas aos empregados; e)que seja verificado se a sirene de alarme foi ouvida em todas as áreas. Exercício de Alerta
  • 68.
    Nas fábricas quemantenham equipes organizadas de periodicamente, de preferência, sem bombeiros, os exercícios devem se realizar aviso e se aproximando, o mais possível, das condições reais de luta contra o incêndio. Exercício de Alerta
  • 69.
    As fábricas ouestabelecimentos que não mantenham equipes de bombeiros deverão ter alguns membros do pessoal operário, bem como os guardas e vigias, especialmente exercitados no correto manejo do material de luta contra o fogo e o seu emprego. Exercício de Alerta
  • 70.
    TEL. DO CORPO DEBOMBEIROS NO BRASIL 19 3