TECNOLOGIA DOS MATERIAIS
NÃO-METÁLICOS
Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais
Professor: Weslei Sousa
Materiais Poliméricos
Estrutura
2
{
Termoplásticos
Linear
Ramificada
Elastômeros e
Termofixos
Ligações
cruzadas
▰ Conceito: Polímero que pode sofrer
elevadíssima deformações. Retirado
o esforço mecânico, pode recuperar
rapidamente as dimensões originais.
▰ Geralmente são constituídos por
cadeias poliméricas com pequeno
grau de reticulação.
▰ Para estabelecimento desta ligações
cruzadas em baixa densidade pode
ser utilizado o processo de
1 Elastômeros
3
Branched Cross-Linked Network
Linear
secondary
bonding
Charles Goodyear, 1839
▰ Classificado como polímero natural, pode ser obtido a partir da extração
da seiva da seringueira (Hevea brasiliensis)
▰ A extração até então no sistema extrativista, hoje já é cultivada
comercialmente.
1.1 Borracha Natural (NR)
4
▰ Maior consumo em pneus e sistemas de amortecimento – coxins e
amortecedores.
▰ Outra aplicação bastante importante é na forma de látex na fabricação
de luvas cirúrgicas.
1.1 Borracha Natural (NR)
5
▰ Obtida a partir da copolimerização de butadieno e acrilonitrilo.
▰ É usado principalmente na produção de peças expostas ao contato com
óleos e derivados de petróleo, como mangueiras e demais itens de
contato com a gasolina em automóveis.
▰ Baixa variação de volume, rasgamento e resistência a tração quando
exposta a óleos e combustíveis.
1.2 Borracha Nitrílica (NBR)
6
▰ Obtida da copolimerização do estireno e butadieno. Das borrachas
sintéticas, a borracha SBR é a utilizada em maior quantidade (cerca de
36%).
▰ É sobretudo utilizada na manufatura de: pneumáticos, correias
transportadoras e de transmissão de movimento, componentes para
calçado (solas), etc.
1.3 Borracha de estireno-butadieno (SBR)
7
▰ O policloropreno é obtido através da polimerização do vinil acetileno
clorado. Sua principal aplicação é em peças com exposição constante a
intempéries. Possui elevada rigidez dielétrica e resistência ao ozônio.
▰ A produção de borracha de policloropreno (CR) representa cerca de 3% da
borracha sintética produzida a nível mundial.
1.4 Policloropreno ou Neoprene (CR)
8
▰ Vulcanizantes – transformação da borracha em um material mais durável e
elástico.
Ex: enxofre, alquinosulfetos.
▰ Aceleradores – são aditivos químicos que aumentam a velocidade das
reações de vulcanização.
Ex: carbonato de chumbo, hexametileno tetramina, mercaptobenzadiazol (MBT)
▰ Óleos extensores – são aditivos utilizados na fabricação de borrachas para
aumentar o volume do material, melhorar a processabilidade, flexibilidade e
reduzir custos.
1.5 Matéria-prima para borrachas
9
10
1.6 EXEMPLO: ESTANE®
▰ Um pneu é um compósito de borracha/cabos de
aço/tecido, onde os cabos de aço e tecido
reforçam os compostos de borracha.
▰ Reforços de fio de aço;
▰ Cabos de poliéster, usados em lonas de pneus
de automóveis de passageiros;
▰ Nylon;
▰ Outros materiais utilizados para reforço incluem,
algodão, fibra de vidro e aramida.
1.7 Estrutura dos pneus
11
12
2 Termofixos
▰ Polímeros termofixos são aqueles que sofrem um processo químico
irreversível de cura ou reticulação tornando-se extremamente rígidos e,
praticamente, insolúveis.
▰ Estes materiais possuem elevada rigidez elástica, resistência mecânica,
resistência ao calor, principais atributos que levam a seleção para fins de
projetos em aplicações práticas.
▰ São muito utilizados em materiais compósitos.
Branched Cross-Linked Network
Linear
secondary
bonding
RESINA + AGENTE DE CURA
13
2 Termofixos
▰ Resinas epóxi;
▰ Poliuretanos termofixos;
▰ Silicones;
▰ Resinas fenólicas (Baquelite).
14
2.1 Resinas epóxi (EP)
▰ As resinas epóxi são produtos de uma reação entre epicloridrina e bisfenol-
a (BPA).
▰ É importante você compreender que a resina epóxi é um modelo de plástico
que endurece ao entrar em contato com um agente catalisador.
▰ Dessa forma, a superfície fica rígida e sólida.
15
2.1 Resinas epóxi (EP)
▰ As resinas epóxis tem uma infinidade de aplicações, entre elas:
Placas de circuito impresso, encapsulamentos de componentes eletrônicos,
Pisos industriais e decorativos, tintas anticorrosivas, pintura em pó,
Adesivos estruturais, geradores eólicos, transformadores a seco, isoladores,
artigos esportivos, etc.
16
2.2 Poliuretano (PU)
▰ O poliuretano (PU) é um polímero que forma um material sólido com
textura muito similar à espuma.
▰ O poliuretano pode ser produzido com várias densidades e durezas,
que mudam de acordo com as substâncias utilizadas na sua
polimerização.
▰ A criação dos poliuretanos é atribuída ao químico industrial alemão Otto Bayer
(1902–1982), que descobriu a reação de policondensação de isocianatos e polióis.
17
2.2 Poliuretano (PU)
▰ Os aditivos também podem melhorar a resistência à combustão, a
estabilidade química, entre outras propriedades.
▰ Este polímero é muito usado na produção de espumas para colchões,
travesseiros, assentos de automóveis, isolantes térmicos de paredes e
refrigeradores, isolantes acústicos, na produção de fibras, vedações,
calçados e bolas de futebol.
18
2.3 Silicones
▰ Os silicones são polímeros inertes, inodoros, insípidos,
resistentes à decomposição pelo calor, água ou
agentes oxidantes, além de serem bons isolantes
elétricos e biocompatíveis.
▰ Apresentam boa resistência a luz ultravioleta, bem
como o ozônio, e também a altas ou baixas
temperaturas (-45 a +145°C).
19
2.3 Silicones
▰ Possuem muitas aplicações médicas, pela
excelente biocompatibilidade, como
cateteres, tubos de drenagem e próteses
para pessoas que se acidentaram ou
mamárias
▰ É comum na composição de produtos
cosméticos e em utensílios do dia a dia.
20
2.4 Resinas fenólicas (Baquelite)
▰ As resinas fenólicas foram primeiramente
utilizadas na fabricação de peças
isolantes elétricas e resistentes ao calor.
▰ Outras aplicações incluem a produção de
placas de circuito impresso com lâminas
de papel e tecido impregnados, moldagem
de fundição, lixas, abrasivos e rebolos.
21
2.4 Resinas fenólicas (Baquelite)
▰ As resinas fenólicas foram primeiramente
utilizadas na fabricação de peças
isolantes elétricas e resistentes ao calor.
▰ Outras aplicações incluem a produção de
placas de circuito impresso com lâminas
de papel e tecido impregnados, moldagem
de fundição, lixas, abrasivos e rebolos.
22
3 Processamento de polímeros
▰ Para obtenção dos diversos tipos de
produtos constituídos de materiais
poliméricos já mostrados até então,
também existem vários processos de
fabricação para moldagem destes
materiais.
23
3.1 Moldagem por injeção
▰ O processo de moldagem por injeção envolve o enchimento rápido sob
pressão de uma cavidade de um molde com um polímero, seguido da
solidificação do material para formar um produto
▰ Esse processo é utilizado em termoplásticos, elastômeros e
termofixos.
▰ Enfim, pelo processo de injeção é possível confeccionar uma imensa
variedade de produtos, de várias formas e tamanhos.
24
3.1 Moldagem por injeção
25
3.1 Moldagem por injeção
26
3.1 Moldagem por injeção
27
3.1 Moldagem por injeção
28
3.2 Extrusão
▰ É o mais importante processo de transformação de plásticos.
▰ O processo de extrusão de plásticos consiste basicamente em forçar a
passagem (controlada) do material granulado por dentro de um
cilindro aquecido, por meio de uma ou duas roscas “sem fim”, que
transportam, misturam, compactam e permitem a retirada de gases
liberados no processo.
29
Em termos dos
produtos obtidos, o
processo de
extrusão pode ser
dividido em extrusão
de perfis, sopro,
filmes e chapas.
3.2 Extrusão
30
3.2 Extrusão
▰ Extrusão de perfis
31
3.2 Extrusão
▰ Extrusão de perfis
32
3.2 Extrusão
▰ Extrusão por sopro
▻ Insuflação de ar no interior de um
seguimento de tubo, pré-injetado ou
extrudado no interior do molde.
33
3.2 Extrusão
▰ Extrusão por sopro
34
3.2 Extrusão
▰ Extrusão por sopro
35
3.2 Extrusão
▰ Extrusão por sopro
36
3.2 Extrusão
▰ Extrusão de filmes
37
3.2 Extrusão
▰ Extrusão de filmes
38
3.3 Calandragem
▰ Consiste em passar o polímero moldável
entre rolos sucessivos, de forma a obter
lâminas ou lençóis plásticos contínuos, de
espessura regular.
39
3.3 Calandragem
▰ Produz a matéria-prima para a
termoformagem
▰ Obtenção de placas e lâminas plásticas.
40
3.5 Rotomoldagem
▰ É um processo altamente versátil que
permite ilimitadas possibilidades de projeto,
com baixos custos e produção em baixa
escala; utilizado para a produção de peças
ocas como tanques, caixas de água, artigos
para playgrounds, peças técnicas,
manequins, brinquedos.
▰ O material plástico a ser moldado por esse
processo deve ser carregado no molde
aquecido na forma de pó (para facilitar a
fusão), este molde é então movimentado
dentro de uma estufa a fim de que todo
material fundido tome a forma do molde; o
https://www.youtube.com/watch?v=x-djWKNv3cw
41
3.5 Rotomoldagem
42
3.5 Rotomoldagem
43
3.6 Fiação
▰ Polímeros na forma de fibras são capazes de serem estirados
numa proporção comprimento-diâmetro 100:1.
▰ Comercialmente sua maior aplicação é na indústria têxtil.
▰ Em uso são exigidas mecanicamente por tração, torção,
cisalhamento e abrasão.
▰ Os polímeros usados são sempre termoplásticos, capazes de
atingir alto grau de cristalização.
44
3.6.1 Fiação via fusão
▰ Consiste em passar o polímero fundido por uma fieira,
formando-se filamentos viscosos que se solidificam por
resfriamento e são enrolados em bobinas.
▰ Ex: fabricação da fibras de nylon, PP e poliéster.
45
3.6.2 Fiação via seca
▰ O polímero é solubilizado em um solvente.
▰ Obtenção de fibras partindo de solução altamente
concentrada de polímero, que passa através de uma fieira e
resfria-se.
▰ Ex: fabricação de fibras de poliacrilonitrila.
46
3.6.3 Fiação via úmida
▰ Diferentemente da fiação via-seca a
solução de polímero é alimentada na
fieira que se encontra em um banho
coagulante.
▰ Fibras acrílicas (copolímeros de
acrilonitrila com teor de acrilonitrila
entre 35% e 85%) podem ser obtidas
por fiação via seca ou fiação via úmida.
▰ Obtenção de fibras partindo de uma
solução aquosa alcalina do polímero
que se solidifica em meio ácidos, após
passar por um fieira.
47
3.6 Fiação
48
3.7 Vulcanização
▰ Aumento da resistência mecânica de
elastômeros pelo aumento de ligações
cruzadas.
▰ Coloca-se o material elastômero em contato
com substâncias a base de enxofre e aumenta-
se sua temperatura.
▰ Aplicação típica: vulcanização de borrachas
de pneus
▰ Conforme a resistência mecânica é aumentada
a capacidade de deformação do elastômero é
diminuída.
49
3.8 Moldagem por compressão
▰ Bastante utilizado para
processar polímeros
termofixos.
▰ Material na forma de pó,
granulado ou de pastilhas é
colocado no interior de molde
aquecido.
▰ O molde é fechado e
submetido à alta pressão.
▰ Processo possui alguma
similaridade com processo de
sinterização de metais.
Contramol
de
Mold
e
Compressã
o
Fontes de
calor
Peça
moldada
50
3.9 Moldagem por transferência
▰ Processo similar ao de moldagem por
injeção.
▰ Utilizado exclusivamente em
materiais termofixos.
▰ Diferença: material ainda não sofreu
cura (mesmo que parcial) é aquecido e
comprimido para dentro de uma
matriz através de um canal de injeção.
▰ Também são necessários pinos de
ejeção para retirada da peça da matriz.

Aula 4 Polímeros - Elastômetros e Termofixos.pptx

  • 1.
    TECNOLOGIA DOS MATERIAIS NÃO-METÁLICOS CentroFederal de Educação Tecnológica de Minas Gerais Professor: Weslei Sousa Materiais Poliméricos
  • 2.
  • 3.
    ▰ Conceito: Polímeroque pode sofrer elevadíssima deformações. Retirado o esforço mecânico, pode recuperar rapidamente as dimensões originais. ▰ Geralmente são constituídos por cadeias poliméricas com pequeno grau de reticulação. ▰ Para estabelecimento desta ligações cruzadas em baixa densidade pode ser utilizado o processo de 1 Elastômeros 3 Branched Cross-Linked Network Linear secondary bonding Charles Goodyear, 1839
  • 4.
    ▰ Classificado comopolímero natural, pode ser obtido a partir da extração da seiva da seringueira (Hevea brasiliensis) ▰ A extração até então no sistema extrativista, hoje já é cultivada comercialmente. 1.1 Borracha Natural (NR) 4
  • 5.
    ▰ Maior consumoem pneus e sistemas de amortecimento – coxins e amortecedores. ▰ Outra aplicação bastante importante é na forma de látex na fabricação de luvas cirúrgicas. 1.1 Borracha Natural (NR) 5
  • 6.
    ▰ Obtida apartir da copolimerização de butadieno e acrilonitrilo. ▰ É usado principalmente na produção de peças expostas ao contato com óleos e derivados de petróleo, como mangueiras e demais itens de contato com a gasolina em automóveis. ▰ Baixa variação de volume, rasgamento e resistência a tração quando exposta a óleos e combustíveis. 1.2 Borracha Nitrílica (NBR) 6
  • 7.
    ▰ Obtida dacopolimerização do estireno e butadieno. Das borrachas sintéticas, a borracha SBR é a utilizada em maior quantidade (cerca de 36%). ▰ É sobretudo utilizada na manufatura de: pneumáticos, correias transportadoras e de transmissão de movimento, componentes para calçado (solas), etc. 1.3 Borracha de estireno-butadieno (SBR) 7
  • 8.
    ▰ O policloroprenoé obtido através da polimerização do vinil acetileno clorado. Sua principal aplicação é em peças com exposição constante a intempéries. Possui elevada rigidez dielétrica e resistência ao ozônio. ▰ A produção de borracha de policloropreno (CR) representa cerca de 3% da borracha sintética produzida a nível mundial. 1.4 Policloropreno ou Neoprene (CR) 8
  • 9.
    ▰ Vulcanizantes –transformação da borracha em um material mais durável e elástico. Ex: enxofre, alquinosulfetos. ▰ Aceleradores – são aditivos químicos que aumentam a velocidade das reações de vulcanização. Ex: carbonato de chumbo, hexametileno tetramina, mercaptobenzadiazol (MBT) ▰ Óleos extensores – são aditivos utilizados na fabricação de borrachas para aumentar o volume do material, melhorar a processabilidade, flexibilidade e reduzir custos. 1.5 Matéria-prima para borrachas 9
  • 10.
  • 11.
    ▰ Um pneué um compósito de borracha/cabos de aço/tecido, onde os cabos de aço e tecido reforçam os compostos de borracha. ▰ Reforços de fio de aço; ▰ Cabos de poliéster, usados em lonas de pneus de automóveis de passageiros; ▰ Nylon; ▰ Outros materiais utilizados para reforço incluem, algodão, fibra de vidro e aramida. 1.7 Estrutura dos pneus 11
  • 12.
    12 2 Termofixos ▰ Polímerostermofixos são aqueles que sofrem um processo químico irreversível de cura ou reticulação tornando-se extremamente rígidos e, praticamente, insolúveis. ▰ Estes materiais possuem elevada rigidez elástica, resistência mecânica, resistência ao calor, principais atributos que levam a seleção para fins de projetos em aplicações práticas. ▰ São muito utilizados em materiais compósitos. Branched Cross-Linked Network Linear secondary bonding RESINA + AGENTE DE CURA
  • 13.
    13 2 Termofixos ▰ Resinasepóxi; ▰ Poliuretanos termofixos; ▰ Silicones; ▰ Resinas fenólicas (Baquelite).
  • 14.
    14 2.1 Resinas epóxi(EP) ▰ As resinas epóxi são produtos de uma reação entre epicloridrina e bisfenol- a (BPA). ▰ É importante você compreender que a resina epóxi é um modelo de plástico que endurece ao entrar em contato com um agente catalisador. ▰ Dessa forma, a superfície fica rígida e sólida.
  • 15.
    15 2.1 Resinas epóxi(EP) ▰ As resinas epóxis tem uma infinidade de aplicações, entre elas: Placas de circuito impresso, encapsulamentos de componentes eletrônicos, Pisos industriais e decorativos, tintas anticorrosivas, pintura em pó, Adesivos estruturais, geradores eólicos, transformadores a seco, isoladores, artigos esportivos, etc.
  • 16.
    16 2.2 Poliuretano (PU) ▰O poliuretano (PU) é um polímero que forma um material sólido com textura muito similar à espuma. ▰ O poliuretano pode ser produzido com várias densidades e durezas, que mudam de acordo com as substâncias utilizadas na sua polimerização. ▰ A criação dos poliuretanos é atribuída ao químico industrial alemão Otto Bayer (1902–1982), que descobriu a reação de policondensação de isocianatos e polióis.
  • 17.
    17 2.2 Poliuretano (PU) ▰Os aditivos também podem melhorar a resistência à combustão, a estabilidade química, entre outras propriedades. ▰ Este polímero é muito usado na produção de espumas para colchões, travesseiros, assentos de automóveis, isolantes térmicos de paredes e refrigeradores, isolantes acústicos, na produção de fibras, vedações, calçados e bolas de futebol.
  • 18.
    18 2.3 Silicones ▰ Ossilicones são polímeros inertes, inodoros, insípidos, resistentes à decomposição pelo calor, água ou agentes oxidantes, além de serem bons isolantes elétricos e biocompatíveis. ▰ Apresentam boa resistência a luz ultravioleta, bem como o ozônio, e também a altas ou baixas temperaturas (-45 a +145°C).
  • 19.
    19 2.3 Silicones ▰ Possuemmuitas aplicações médicas, pela excelente biocompatibilidade, como cateteres, tubos de drenagem e próteses para pessoas que se acidentaram ou mamárias ▰ É comum na composição de produtos cosméticos e em utensílios do dia a dia.
  • 20.
    20 2.4 Resinas fenólicas(Baquelite) ▰ As resinas fenólicas foram primeiramente utilizadas na fabricação de peças isolantes elétricas e resistentes ao calor. ▰ Outras aplicações incluem a produção de placas de circuito impresso com lâminas de papel e tecido impregnados, moldagem de fundição, lixas, abrasivos e rebolos.
  • 21.
    21 2.4 Resinas fenólicas(Baquelite) ▰ As resinas fenólicas foram primeiramente utilizadas na fabricação de peças isolantes elétricas e resistentes ao calor. ▰ Outras aplicações incluem a produção de placas de circuito impresso com lâminas de papel e tecido impregnados, moldagem de fundição, lixas, abrasivos e rebolos.
  • 22.
    22 3 Processamento depolímeros ▰ Para obtenção dos diversos tipos de produtos constituídos de materiais poliméricos já mostrados até então, também existem vários processos de fabricação para moldagem destes materiais.
  • 23.
    23 3.1 Moldagem porinjeção ▰ O processo de moldagem por injeção envolve o enchimento rápido sob pressão de uma cavidade de um molde com um polímero, seguido da solidificação do material para formar um produto ▰ Esse processo é utilizado em termoplásticos, elastômeros e termofixos. ▰ Enfim, pelo processo de injeção é possível confeccionar uma imensa variedade de produtos, de várias formas e tamanhos.
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  • 25.
  • 26.
  • 27.
  • 28.
    28 3.2 Extrusão ▰ Éo mais importante processo de transformação de plásticos. ▰ O processo de extrusão de plásticos consiste basicamente em forçar a passagem (controlada) do material granulado por dentro de um cilindro aquecido, por meio de uma ou duas roscas “sem fim”, que transportam, misturam, compactam e permitem a retirada de gases liberados no processo.
  • 29.
    29 Em termos dos produtosobtidos, o processo de extrusão pode ser dividido em extrusão de perfis, sopro, filmes e chapas. 3.2 Extrusão
  • 30.
  • 31.
  • 32.
    32 3.2 Extrusão ▰ Extrusãopor sopro ▻ Insuflação de ar no interior de um seguimento de tubo, pré-injetado ou extrudado no interior do molde.
  • 33.
  • 34.
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  • 38.
    38 3.3 Calandragem ▰ Consisteem passar o polímero moldável entre rolos sucessivos, de forma a obter lâminas ou lençóis plásticos contínuos, de espessura regular.
  • 39.
    39 3.3 Calandragem ▰ Produza matéria-prima para a termoformagem ▰ Obtenção de placas e lâminas plásticas.
  • 40.
    40 3.5 Rotomoldagem ▰ Éum processo altamente versátil que permite ilimitadas possibilidades de projeto, com baixos custos e produção em baixa escala; utilizado para a produção de peças ocas como tanques, caixas de água, artigos para playgrounds, peças técnicas, manequins, brinquedos. ▰ O material plástico a ser moldado por esse processo deve ser carregado no molde aquecido na forma de pó (para facilitar a fusão), este molde é então movimentado dentro de uma estufa a fim de que todo material fundido tome a forma do molde; o https://www.youtube.com/watch?v=x-djWKNv3cw
  • 41.
  • 42.
  • 43.
    43 3.6 Fiação ▰ Polímerosna forma de fibras são capazes de serem estirados numa proporção comprimento-diâmetro 100:1. ▰ Comercialmente sua maior aplicação é na indústria têxtil. ▰ Em uso são exigidas mecanicamente por tração, torção, cisalhamento e abrasão. ▰ Os polímeros usados são sempre termoplásticos, capazes de atingir alto grau de cristalização.
  • 44.
    44 3.6.1 Fiação viafusão ▰ Consiste em passar o polímero fundido por uma fieira, formando-se filamentos viscosos que se solidificam por resfriamento e são enrolados em bobinas. ▰ Ex: fabricação da fibras de nylon, PP e poliéster.
  • 45.
    45 3.6.2 Fiação viaseca ▰ O polímero é solubilizado em um solvente. ▰ Obtenção de fibras partindo de solução altamente concentrada de polímero, que passa através de uma fieira e resfria-se. ▰ Ex: fabricação de fibras de poliacrilonitrila.
  • 46.
    46 3.6.3 Fiação viaúmida ▰ Diferentemente da fiação via-seca a solução de polímero é alimentada na fieira que se encontra em um banho coagulante. ▰ Fibras acrílicas (copolímeros de acrilonitrila com teor de acrilonitrila entre 35% e 85%) podem ser obtidas por fiação via seca ou fiação via úmida. ▰ Obtenção de fibras partindo de uma solução aquosa alcalina do polímero que se solidifica em meio ácidos, após passar por um fieira.
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  • 48.
    48 3.7 Vulcanização ▰ Aumentoda resistência mecânica de elastômeros pelo aumento de ligações cruzadas. ▰ Coloca-se o material elastômero em contato com substâncias a base de enxofre e aumenta- se sua temperatura. ▰ Aplicação típica: vulcanização de borrachas de pneus ▰ Conforme a resistência mecânica é aumentada a capacidade de deformação do elastômero é diminuída.
  • 49.
    49 3.8 Moldagem porcompressão ▰ Bastante utilizado para processar polímeros termofixos. ▰ Material na forma de pó, granulado ou de pastilhas é colocado no interior de molde aquecido. ▰ O molde é fechado e submetido à alta pressão. ▰ Processo possui alguma similaridade com processo de sinterização de metais. Contramol de Mold e Compressã o Fontes de calor Peça moldada
  • 50.
    50 3.9 Moldagem portransferência ▰ Processo similar ao de moldagem por injeção. ▰ Utilizado exclusivamente em materiais termofixos. ▰ Diferença: material ainda não sofreu cura (mesmo que parcial) é aquecido e comprimido para dentro de uma matriz através de um canal de injeção. ▰ Também são necessários pinos de ejeção para retirada da peça da matriz.