A dialética ferramenta-objeto e o jogo de quadros  Régine Douady (1986)
Estatuto de Ferramenta/Objeto Ferramenta  quando intervém na resolução de um problema. Objeto  quando é identificado como conteúdo da aprendizagem.
Mudanças/Interações entre diferentes quadros . Constituem um poderoso instrumentos para a criação de novos conhecimentos em matemática a partir de antigos.
Dimensão didática. São instrumentos de  construção e de gestão de engenharias didáticas, construção que se inicia por uma análise epistemológica do saber a se ensinar.
Dimensão epistemológica São ferramentas de análise que permitem diferentes leituras de noções matemáticas.
Janela Conceitual .  Conjuntos de objetos, de ferramentas e relações, mobilizado por uma pessoa, em um dado momento, com o objetivo de analisar o enunciado de um problema, de uma situação, ou ainda, para desenvolver uma estratégia de resolução.
Organização  de ensino (ferramenta/objeto ) Antigo : Ter um  sentido  para todos os alunos que podem mobilizar os objetos conhecidos de saber. Pesquisa   novo implícito: como segunda condição, os alunos não podem resolver totalmente o problema proposto porque o objeto de ensino é a ferramenta adequada para resolver o problema.
Explicitação  – institucionalização local: visto que, nas situações de comunicação, os alunos apresentam várias formas de saber,  o objetivo  desta fase é dar um estatuto de objeto aos  conhecimentos.
Institucionalização – estatuto do objeto:  O professor seleciona alguns (conhecimentos) para ser descontextualizado e retidos pelos alunos, afim de ser utilizados na resolução de outros problemas.
Familiarização – reutilização numa situação nova:  o professor propõe aos alunos, nesta fase, que o conhecimento institucionalizado seja utilizado como ferramenta explicita.
Complexificação da tarefa ou novo problema: nesta fase, são propostas  situações mais complexas, em que os alunos poderão testar e/ou desenvolver os novos conhecimentos adquiridos.
Bibliografia. ALMOULOD, Saddo Ag. Fundamentos da didática da matemática.Curitiba: Ed. UFPR, 2007. MACHADO, Silvia Dias Alcântara.Org. Educação Matemática – Uma nova introdução. Educ Editora da PUC/SP

Atividade Uff. Ii

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    A dialética ferramenta-objetoe o jogo de quadros Régine Douady (1986)
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    Estatuto de Ferramenta/ObjetoFerramenta quando intervém na resolução de um problema. Objeto quando é identificado como conteúdo da aprendizagem.
  • 3.
    Mudanças/Interações entre diferentesquadros . Constituem um poderoso instrumentos para a criação de novos conhecimentos em matemática a partir de antigos.
  • 4.
    Dimensão didática. Sãoinstrumentos de construção e de gestão de engenharias didáticas, construção que se inicia por uma análise epistemológica do saber a se ensinar.
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    Dimensão epistemológica Sãoferramentas de análise que permitem diferentes leituras de noções matemáticas.
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    Janela Conceitual . Conjuntos de objetos, de ferramentas e relações, mobilizado por uma pessoa, em um dado momento, com o objetivo de analisar o enunciado de um problema, de uma situação, ou ainda, para desenvolver uma estratégia de resolução.
  • 7.
    Organização deensino (ferramenta/objeto ) Antigo : Ter um sentido para todos os alunos que podem mobilizar os objetos conhecidos de saber. Pesquisa novo implícito: como segunda condição, os alunos não podem resolver totalmente o problema proposto porque o objeto de ensino é a ferramenta adequada para resolver o problema.
  • 8.
    Explicitação –institucionalização local: visto que, nas situações de comunicação, os alunos apresentam várias formas de saber, o objetivo desta fase é dar um estatuto de objeto aos conhecimentos.
  • 9.
    Institucionalização – estatutodo objeto: O professor seleciona alguns (conhecimentos) para ser descontextualizado e retidos pelos alunos, afim de ser utilizados na resolução de outros problemas.
  • 10.
    Familiarização – reutilizaçãonuma situação nova: o professor propõe aos alunos, nesta fase, que o conhecimento institucionalizado seja utilizado como ferramenta explicita.
  • 11.
    Complexificação da tarefaou novo problema: nesta fase, são propostas situações mais complexas, em que os alunos poderão testar e/ou desenvolver os novos conhecimentos adquiridos.
  • 12.
    Bibliografia. ALMOULOD, SaddoAg. Fundamentos da didática da matemática.Curitiba: Ed. UFPR, 2007. MACHADO, Silvia Dias Alcântara.Org. Educação Matemática – Uma nova introdução. Educ Editora da PUC/SP