Este artigo examina as políticas públicas de saúde no Brasil, focando no atendimento à população infantojuvenil e suas especificidades. Destaca-se a evolução do sistema único de saúde (SUS) e os desafios que ainda persistem na oferta de serviços adequados, especialmente para crianças e adolescentes de famílias de baixa renda. O texto conclui que, apesar dos avanços, são necessárias abordagens integradas e abrangentes para superar as desigualdades e garantir acesso equitativo a serviços de saúde de qualidade.