CONECTANDO LINGUAGENS
ARTÍSTICAS
Arte Conceitual
Performance
Happening
Body Art
Arte Conceitual
A arte conceitual é aquela que considera a ideia , o conceito por
trás de uma obra artística como sendo superior ao próprio resultado
final, sendo que este pode até ser dispensável.
Arte Conceitual
A partir de 1960, essa forma de encarar a arte espalha-se
pelo mundo inteiro, abarcando várias manifestações artísticas.
Foi em meados de 1960 que esta nova forma de observar a
arte surgiu criada por Joseph Kossuth. Contudo uma obra do
francês Marcel Duchamp já prenunciava seu início em 1910 e
1920 ao desafiar as categorizações, artista influenciado pelo
cubismo. O movimento estendeu-se de 1967 a 1978,
aproximadamente e priorizou bastante o luxo, considerando
este como algo tradicional. surgida na Europa e nos Estados
Unidos no fim da década de 1960 e meados dos anos 1970.
Arte Conceitual
O Francês Marcel Duchamp revoluciona
as artes ao apresentar sua escultura
“Roda de Bicicleta” dando início ao
“ready made”, a forma mais radical do
seu fazer artístico batizado por ele como
“objet trouvé”, a arte encontrada.
A Fonte foi rejeitada mas, ao lado da Roda de Bicicleta, são ícones máximos da arte moderna. Até
então, a arte era para ser sentida. A partir de Duchamp ela passa a ser pensada e o conceito, na
maioria das vezes, tem igual ou maior valor que a obra em si.
DUCHAMP, A BICICLETA E O MICTÓRIO
Frase de Duchamp: “Eu não
acredito em arte, acredito no
artista”.
 A Arte Conceitual utilizou várias linguagens para manifestar
suas produções, como fotografias, vídeos, textos escritos,
performances, além de mapas e instalações.
■ Em boa parte das obras conceituais há necessidade da
participação do público, que é requisitado a refletir sobre o
espaço onde a obra está inserida, podendo ser físico ou
mesmo virtual.
■ Temáticas relativas à violência, ao consumo ou mesmo à
própria sociedade.
Arte Conceitual
Performance
Performance Art é um gênero artístico, desenvolvido
desde os anos sessenta, que resulta da fusão de
expressões como o teatro, o cinema, a dança, a poesia,
a música e as artes plásticas. Está também muito ligada
a outras formas de expressão, como o Happening e a
Body Art, realizados por alguns artistas desde final da
década de 50 em Nova Iorque, com objetivo de interagir
mais diretamente com o público.
Performance
•Linguagem híbrida: mistura
elementos do teatro, artes
visuais, instalação, música, entre
outros;
•Não tem lugar "apropriado" para
acontecer: pode ocorrer tanto em
museus, galerias e instituições,
quanto em ambiente urbano
e/ou público;
•Registros da ação podem
ocorrer por meio de fotografias e
vídeos, mas o caráter da obra é
efêmero, passageiro;
•Corpo como instrumento de
ação artística.
Performance
Na década de 60, surge na Alemanha o movimento Fluxus, que inicia proposições performáticas
inovadoras. Muitos artistas importantes de diversas partes do mundo fizeram parte do movimento, alguns
deles são:
Joseph Beuys (1921-1986) - alemão
Wolf Vostell (1932-1998) - alemão
Nam June Paik (1932-2006) - sul-coreano
Yoko Ono (1933) - japonesa
Performance
I like America and America likes me (1974), de
Joseph Beuys, é uma performance em que o
artista fica dias em uma sala com um coiote
selvagem
Happening
O happening (ou acontecimento) diferencia-se da
performance pela participação do público, o que
gera um caráter de imprevisibilidade. O
termo happening foi utilizado como modalidade
artística pela primeira vez, em 1959, pelo artista
Allan Kaprow.
O happening é gerado na ação e, como tal, não
pode ser reproduzido.
Na performance seria quando o artista apresenta
uma cena em que normalmente utiliza seu corpo
como suporte enquanto os expectadores
observam; já no happening o público costuma
participar também da ação.
Body Arte
Body art, ou a arte do corpo, não se limita apenas a fazer algumas tatuagens. O artista do corpo utiliza a
si próprio como suporte para expressar suas ideias. O corpo é encarado em sua materialidade (sangue,
suor, química e física do corpo), como um vasto campo de possibilidades criativas. Tatuagens,
maquiagens, escarificações, travestimento, etc. são formas de modificar o corpo.
Em alguns casos, a body art pode assumir o papel de ritual ou apresentação pública, aproximando-se
de outras formas de manifestações, como o happening e a performance. Outras vezes, sua comunicação
com o público se dá através de documentação, por meio de vídeos ou fotografias. As experiências
realizadas pela body art devem ser compreendidas como uma vertente da arte contemporânea
em oposição a um mercado internacionalizado e técnico e relacionado a novos atores sociais (negros,
mulheres, homossexuais e outros).

Arte Conceitual, bODY ART, PERFORMANCE.pptx

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    Arte Conceitual A arteconceitual é aquela que considera a ideia , o conceito por trás de uma obra artística como sendo superior ao próprio resultado final, sendo que este pode até ser dispensável.
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    Arte Conceitual A partirde 1960, essa forma de encarar a arte espalha-se pelo mundo inteiro, abarcando várias manifestações artísticas. Foi em meados de 1960 que esta nova forma de observar a arte surgiu criada por Joseph Kossuth. Contudo uma obra do francês Marcel Duchamp já prenunciava seu início em 1910 e 1920 ao desafiar as categorizações, artista influenciado pelo cubismo. O movimento estendeu-se de 1967 a 1978, aproximadamente e priorizou bastante o luxo, considerando este como algo tradicional. surgida na Europa e nos Estados Unidos no fim da década de 1960 e meados dos anos 1970.
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    Arte Conceitual O FrancêsMarcel Duchamp revoluciona as artes ao apresentar sua escultura “Roda de Bicicleta” dando início ao “ready made”, a forma mais radical do seu fazer artístico batizado por ele como “objet trouvé”, a arte encontrada. A Fonte foi rejeitada mas, ao lado da Roda de Bicicleta, são ícones máximos da arte moderna. Até então, a arte era para ser sentida. A partir de Duchamp ela passa a ser pensada e o conceito, na maioria das vezes, tem igual ou maior valor que a obra em si. DUCHAMP, A BICICLETA E O MICTÓRIO Frase de Duchamp: “Eu não acredito em arte, acredito no artista”.
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     A ArteConceitual utilizou várias linguagens para manifestar suas produções, como fotografias, vídeos, textos escritos, performances, além de mapas e instalações. ■ Em boa parte das obras conceituais há necessidade da participação do público, que é requisitado a refletir sobre o espaço onde a obra está inserida, podendo ser físico ou mesmo virtual. ■ Temáticas relativas à violência, ao consumo ou mesmo à própria sociedade. Arte Conceitual
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    Performance Performance Art éum gênero artístico, desenvolvido desde os anos sessenta, que resulta da fusão de expressões como o teatro, o cinema, a dança, a poesia, a música e as artes plásticas. Está também muito ligada a outras formas de expressão, como o Happening e a Body Art, realizados por alguns artistas desde final da década de 50 em Nova Iorque, com objetivo de interagir mais diretamente com o público.
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    Performance •Linguagem híbrida: mistura elementosdo teatro, artes visuais, instalação, música, entre outros; •Não tem lugar "apropriado" para acontecer: pode ocorrer tanto em museus, galerias e instituições, quanto em ambiente urbano e/ou público; •Registros da ação podem ocorrer por meio de fotografias e vídeos, mas o caráter da obra é efêmero, passageiro; •Corpo como instrumento de ação artística.
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  • 9.
    Na década de60, surge na Alemanha o movimento Fluxus, que inicia proposições performáticas inovadoras. Muitos artistas importantes de diversas partes do mundo fizeram parte do movimento, alguns deles são: Joseph Beuys (1921-1986) - alemão Wolf Vostell (1932-1998) - alemão Nam June Paik (1932-2006) - sul-coreano Yoko Ono (1933) - japonesa Performance I like America and America likes me (1974), de Joseph Beuys, é uma performance em que o artista fica dias em uma sala com um coiote selvagem
  • 10.
    Happening O happening (ouacontecimento) diferencia-se da performance pela participação do público, o que gera um caráter de imprevisibilidade. O termo happening foi utilizado como modalidade artística pela primeira vez, em 1959, pelo artista Allan Kaprow. O happening é gerado na ação e, como tal, não pode ser reproduzido. Na performance seria quando o artista apresenta uma cena em que normalmente utiliza seu corpo como suporte enquanto os expectadores observam; já no happening o público costuma participar também da ação.
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    Body Arte Body art,ou a arte do corpo, não se limita apenas a fazer algumas tatuagens. O artista do corpo utiliza a si próprio como suporte para expressar suas ideias. O corpo é encarado em sua materialidade (sangue, suor, química e física do corpo), como um vasto campo de possibilidades criativas. Tatuagens, maquiagens, escarificações, travestimento, etc. são formas de modificar o corpo. Em alguns casos, a body art pode assumir o papel de ritual ou apresentação pública, aproximando-se de outras formas de manifestações, como o happening e a performance. Outras vezes, sua comunicação com o público se dá através de documentação, por meio de vídeos ou fotografias. As experiências realizadas pela body art devem ser compreendidas como uma vertente da arte contemporânea em oposição a um mercado internacionalizado e técnico e relacionado a novos atores sociais (negros, mulheres, homossexuais e outros).