Objetivo
O principal objetivo da CIPA é inspecionar e evidenciar nos ambientes de trabalho os riscos
à saúde e segurança das pessoas. É uma comissão que deve solicitar, planejar, implantar e
manter medidas preventivas que eliminem ou reduzam os riscos. Além disso, analisar os
acidentes de trabalho e estabelecer um plano de ações junto com o SESMT (Serviços
Especializados em Engenharia de Segurança e Medicina do Trabalho).Outro objetivo básico
da atuação da CIPA é a orientação aos trabalhadores quanto à prevenção de acidentes de
trabalho, treinamentos de outras Normas Regulamentadoras (NR’s) buscando introduzir na
empresa uma Cultura de Segurança do Trabalho.
Organização da CIPA
A estrutura da CIPA é composta pelos seguintes cargos: - Presidente (indicado pelo empregador); -
Vice-presidente (nomeado pelos representantes dos empregados, entre os seus titulares); -
Secretário e suplente (escolhidos de comum acordo pelo representante do empregador e dos
empregados).
Como é o funcionamento e quais as
atribuições da CIPA?
Para atuar, a CIPA tem uma estrutura de funcionamento e as atribuições que devem ser seguidas. O
principal ponto da comissão é a realização de uma série de reuniões para a organização das ações a
serem desenvolvidas. As principais atribuições são: determinar quais são os pontos que apresentam
riscos na empresa; observar as normas em relação aos trabalhos executados e se há algo em
desacordo que precisa ser melhorado; realizar um relatório sobre as condições de trabalho do
espaço, com todas as observações necessárias; estabelecer um plano de ação que considere a
adequação dos pontos em desacordo; focar opções de prevenção aos acidentes; manter avaliações
periódicas do local do trabalho, estabelecendo quais foram as mudanças apresentadas e quais
pontos devem ser melhorados. Essas questões são analisadas em conjunto com a atuação dos
funcionários e da empresa. Além disso, a CIPA deve atuar para a realização de promoção da saúde,
de uma forma geral.
O QUE VAMOS FAZER?
O treinamento para a CIPA deverá contemplar, no mínimo, os seguintes itens:
a) estudo do ambiente, das condições de trabalho, bem como dos riscos originados do processo
produtivo;
b) noções sobre acidentes e doenças relacionadas ao trabalho decorrentes das condições de
trabalho e da exposição aos riscos existentes no estabelecimento e suas medidas de prevenção;
c) metodologia de investigação e análise de acidentes e doenças relacionadas ao trabalho;
d) princípios gerais de higiene do trabalho e de medidas de prevenção dos riscos;
e) noções sobre as legislações trabalhista e previdenciária relativas à segurança e saúde no
trabalho;
f) noções sobre a inclusão de pessoas com deficiência e reabilitados nos processos de trabalho;
g) organização da CIPA e outros assuntos necessários ao exercício das atribuições da Comissão; e
h) prevenção e combate ao assédio sexual e a outras formas de violência no trabalho.
E a partir daí muitas outras leis vieram
para promover a saúde e segurança dos
trabalhadores.
O primeiro diploma legal para proteção do
trabalhador contra riscos profissionais foi em
1890 na Conferência de Berlim, onde adotou
medidas sobre trabalho em minas.
Os Desafios
Vivemos mudanças profundas e rápidas
O Homem tem que fazer um esforço enorme para adaptar-se)
O profissional deverá ser capaz de:
•Identificar e resolver problemas
•Trabalhar em equipe
•Integrar soluções
O que falta então?
ATITUDE – COMPORTAMENTO - HÁBITO
Atitude
é um meio interno do
pensamento (crenças) que
influencia os nossos
comportamentos
Comportamento
atividade observável
refletida das nossas
atitudes e crenças
Comportamento seguro – diminui o risco
Comportamento inseguro – aumenta o risco
Atitude
Cultura comportamento
Hábito
Comportamentos similares
podem levar a resultados
muito diferentes
Não há uma relação linear
entre uma ação e suas
consequências
MOTIVAÇÃO
MOTIVO + AÇÃO
HABILIDADES
(Experiências práticas,
desafios)
( o que a empresa compra de seus colaboradores)
CONHECIMENTOS
(Formação, especialização
técnica)
ATITUDES
( Crenças, valores, princípios,
cultura, rituais)
ENTREGA
( Resultados, desempenho,
qualidade, segurança)
FOCO EM SEGURANÇA COMPORTAMENTAL
Aspectos de Segurança
Ciclo da Aprendizagem
CA
Tem conhecimento, porém pouca habilidade
Não sabe que não sabe, e não tem conhecimento nem habilidade
1
2 Tem conhecimento mas não
tem habilidade
Sabe que sabe e tem muita
habilidade
3
4
Profissionais Engajados
Trabalhar sem foco no cliente Trabalhar com foco no cliente
Estágio 1 do Ciclo e Aprendizagem Estágio 4 do CA – como chegar lá?
Nível Informativo
Receber e entender as informações.
Receber treinamento e orientação
Receber feedback sobre atitudes
Entender o trabalho e sua finalidade
Relatar anomalias
Nível Consultivo
Contribuir com idéias e melhorias
Apresentar sugestões aos problemas
Saber trabalhar em equipe
Argumentar em grupo de forma ponderada
Pedir e dar Feedback sobre trabalho
Nível Decisório
Assumir o que faz
Evitar desculpas
Decidir em seu âmbito de responsabilidade
Nível Valor
Reconhecimento / Feedback
PPR
Agir como “ Eu”
Interessar-se em perguntar
Fazer o que tem de ser feito
ANTECIPAR É: Trabalhar com equipes de projetos, modificações ou ampliações,
visando a detecção precoce de fatores de risco ligados a agentes ambientais,
adotando opções de projeto que favoreçam a sua eliminação ou controle;
RECONHECER É: Conhecer de novo. Isso significa que se deve ter conhecimento
prévio dos agentes do ambiente de trabalho, ou seja, saber reconhecer os riscos
presentes nos processos, materiais, operações associadas, manutenção,
subprodutos, rejeitos, produto final, insumos,...;
AVALIAR É: Poder emitir um juízo de tolerabilidade sobre uma exposição a um
agente ambiental. O juízo de tolerabilidade é dado pela comparação da informação
de exposição ambiental com um critério adequado. O critério é genericamente
denominado de “limite de exposição ambiental” ou limite de exposição.
CONTROLE: Definir ações de controle no indivíduo, o que inclui, a proteção
individual, mas não se limita a ela.
CONCEITO DE HIGIENE OCUPACIONAL
Conjunto de normas, medidas e procedimentos
preventivos que visa a proteção da integridade física do
trabalhador, preservando-o dos riscos de saúde inerentes
as funções por ele desempenhada e ao ambiente físico
onde são executadas.
Prevenção da doença – deve ser entendida em um sentido mais
amplo, pois a ação deve estar dirigida à prevenção e ao controle
das exposições inadequadas aos agentes ambientais.
A atuação da higiene ocupacional prevê uma intervenção
deliberada no ambiente de trabalho, como forma de prevenção
da doença.
CONDIÇÕES E MEIO
DE TRABALHO
CONDIÇÕES E MEIO
DE TRABALHO
Comunicação de Riscos
A Comunicação de Riscos deve ocorrer de duas formas:
Da empresa para o funcionário
Utilizando-se de métodos comprovados de informação
técnica e científica que informe de maneira clara, objetiva e
transparente a todos os funcionários sobre as condições
ambientais de seu local de trabalho e os riscos envolvidos.
Esta comunicação ocorre por meio de:
 Mapa de Riscos;
 Programa de Prevenção de Riscos Ambientais
 Programa de Controle Médico e Saúde Ocupacional
 Normas e procedimentos
A comunicação de um risco pode levar à
prevenção de um acidente ou de uma doença
ocupacional.
Do funcionário para a empresa
A comunicação do risco evidenciado ajudará a complementar
os programas de prevenção e controle existentes. Todos
devem comunicar os riscos à chefia imediata, ao
departamento de Segurança do Trabalho ou por seus
representantes na CIPA.
Durante o mapeamento ou revisão dos riscos, a CIPA ouve os trabalhadores, obtém opiniões e
informações e, por meio destes dados monta os mapas que são colocados em pontos estratégicos
dos ambientes de trabalho para visualização de todos.
O Mapa é uma
representação gráfica, e
nele está em destaque o
tipo de risco e sua
graduação, sendo que, o
tamanho dos círculos
representa o grau de
risco e, os tipos são
definidos pelas cores
correspondentes:
PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCO (PGR)
A importância do PGR vai muito além de unicamente cumprir com as normas legislativas. Seu
foco está na identificação e eliminação dos riscos, uma vez que controlar a exposição aos
riscos é a estratégia mais eficaz para a proteção dos trabalhadores..
O PGR é parte integrante do
conjunto mais amplo das iniciativas
da empresa no campo de
preservação da saúde e
integridade dos funcionários
devendo estar articulado,
principalmente com o PCMSO
(Programa de Controle Médico de
Saúde Ocupacional).
São considerados riscos ambientais, os agentes físicos, químicos e biológicos existentes no ambiente
de trabalho.
Cabe ao SESMT a elaboração, implementação, acompanhamento e avaliação do PPRA, que deverá
conter no mínimo em sua estrutura:
1. Planejamento anual com metas, prioridades e cronograma;
2. Estratégia e metodologia de ação;
3. Registro, manutenção de divulgação de dados;
4. Periodicidade e avaliação do desenvolvimento do PPRA.
Os dados de
monitoramento do
ambiente de trabalho são
apresentados anualmente
em reunião da CIPA
Programa de Controle Médico de Saúde
Ocupacional (PCMSO)
O PCMSO é baseado na Portaria n°3214 do
MTb, com o objetivo de promover e
preservar a saúde dos trabalhadores.
Basicamente ele tem caráter de
prevenção, rastreamento e diagnóstico
precoce dos problemas de saúde
relacionados ao trabalho.
A responsabilidade da coordenação do programa cabe ao Serviço Médico, que deve
realizar os seguintes exames médicos:
1.Admissional
2.Periódico
3.Retorno ao trabalho
4.Mudança de função
5.Demissional
Após realizados os exames, será emitido pelo médico coordenador, um Atestado de
Saúde Ocupacional (ASO) e todos os dados serão arquivados no prontuário
individual de cada funcionário por um período mínimo de 20 anos após o
desligamento do funcionário da empresa.
Anualmente é elaborado um
relatório sobre todas as
atividades realizadas no
período e apresentado em
reunião da CIPA
Percepção: É a maneira como nós vemos,
julgamos, conceituamos, qualificamos as coisas
no mundo e em nós mesmos.
Olhe o interior dessa imagem e se concentre.
O que você vê?
Estudos demonstraram que as crianças não
reconhecem esta imagem íntima, porque sua
memória não conhece ainda esta situação.
O que as crianças veêm são 9 golfinhos.
Consegue vê-los?
PERCEPÇÃO DE RISCOS
É O ATO DE TER CONTATO COM
UM PERIGO POR MEIO DOS
SENTIDOS (OUVIR, TOCAR, VER,
CHEIRAR E GOSTO),
INTERPRETAR ESSA
INFORMAÇÃO E ENTÃO
DECIDIR O QUE FAZER.
Perigo: prática ou condição com probabilidade de
causar lesão física ou dano à saúde das pessoas
por ausência de medidas de controle.
Risco: a combinação da probabilidade com as
suas consequências.
Controle: é uma ação que visa
eliminar/controlar o risco ou quando isso
não é possível, reduzir a níveis aceitáveis o
risco na execução de uma determinada
etapa do trabalho, seja através da adoção
de materiais, ferramentas, equipamentos
ou metodologia apropriada.
Gerenciar: Organizar, planejar
e executar atividades que
facilitem o processo de
trabalho. A gerência pode-se
dar sobre coisas, pessoas ou
ambos
CUIDADO !
AFASTE-SE
NÃO
ULTRAPASSE
BLOQUEIO
DO RISCO
LEÃO
PORQUE NÃO CONSEGUIMOS EVITAR OS ACIDENTES
Existe pessoas que diferenciam:
• Trabalhar
• Trabalhar com Segurança
...porém ignoram o termo
Segurança
Trabalhar com segurança é:
• Saber perceber os riscos
• Querer gerenciar os riscos
• Ser exemplo
Por que ficamos expostos aos Riscos?
Diversos são os motivos
que levam as pessoas a
trabalharem expostas a
riscos. Podemos citar:
•Desconhecimento
• Executar tarefas ou permitir a
realização da mesma com
dúvidas sobre o padrão. Conhecer os perigos e
riscos da unidade e das
tarefas
Saúde do corpo, bem estar,
alimentação, remédios..
Emoções, vida pessoal e
clima de trabalho
INFLUÊNCIAS
INIMIGOS
• Achar que a rotina é sempre igual;
• Achar que isso nunca vai acontecer comigo;
• Apostar nas possibilidades (roleta russa);
• Trabalhar com pressa;
• Descuidar dos pequenos detalhes;
• Quando encontrar DESVIOS dizer:
“Isso não é comigo”.
Por que ficamos expostos
aos riscos?
Exemplos:
• Operação de ponte rolante sem ser autorizado
• Não respeitar a capacidade máxima do equipamento
• Passar sob carga suspensa
• Não realizar o check List
Ignoramos Procedimentos / Padrões:
• Assumindo riscos sem propor medida de controle para eliminar, neutralizar,
minimizar ou sinalizar.
Ex.: Armazenar materiais em locais destinado a passagem de pessoas,
equipamentos de emergência, etc.
Ex.: Empilhar peças de forma desordenada
Ex.: Utilizar acessórios com capacidade inferior ao peso da carga a ser içada.
Tolerar Os Riscos:
• O risco é do conhecimento de todos, mas não há iniciativa para corrigi-lo ou buscar
a solução.
Ex.: Permitir o inicio de manutenção sem a devida paralisação de um
equipamento.
Ignorar o risco:
• O risco persiste porque o convívio frequente com ele, ao longo do tempo, o
incorporou à normalidade das tarefas. Este fato leva o trabalhador a se
acostumar com a situação inadequada, fazendo parte do ambiente de
trabalho.
Exemplo: Utilizar ferramentas em más condições;
Transportar material de forma inadequada;
Deixar peças espalhadas no local de trabalho;
Passar em baixo de carga suspensa;
Deixar o bloco de gancho baixo sem estar
em uso.
Hábitos e Rotina:
 O risco é mantido porque ninguém toma qualquer providência para sua correção,
considerando ser a outra pessoa ou setor o responsável em corrigir.
Exemplo: Designar responsável pelo isolamento.
ANÁLISE PRELIMINAR DE RISCO
APR
O que é
DEFINIÇÕES
“A análise preliminar de risco é um procedimento
que se aplica para avaliar os métodos de trabalho,
com características próprias e exigindo técnicas
específicas. Essa técnica consiste em relacionar
todas as etapas da atividade que será executada
levantando os riscos detalhados de cada etapa,
indicando posteriormente as medidas preventivas
e as regras de segurança aplicáveis.”
Cumprir a legislação vigente
Manter um ambiente de trabalho seguro e livre
dos acidentes e doenças.
OBJETIVO
É possível conviver com
uma condição insegura?
Norma Regulamentadora - NR 1
São deveres do empregador:
c) Informar aos trabalhadores sobre:
I-) os riscos profissionais que possam
originar-se nos locais de trabalho;
II-) os meios para prevenir e limitar
tais riscos e as medidas adotadas pela
empresa
A análise preliminar de risco traz benefícios ao funcionário nos seguintes
aspectos:
O funcionário é treinado e orientando, por meio da APR, sobre os
riscos que há em cada fase da operação;
Faz com que o funcionário tenha mais contato com a segurança de
seu trabalho e atue na prevenção de acidentes;
Auxilia na instrução de um novo funcionário que segue cada passo
da operação;
Melhora a produtividade e ajuda a prevenir perdas e acidentes.
APR é
importante?
? ?
 O foco principal da Análise de Riscos é a prevenção, pois os riscos devem ser eliminados
sempre que possível, e se não, devem ser controlados e os trabalhadores expostos a
esses riscos devem ser treinados.
 A Análise de Risco não é simplesmente para cumprir a lei: é um processo contínuo, que
precisa periodicamente ser revisado, principalmente quando surgem novas
circunstâncias, como mudanças tecnológicas, mudanças no ambiente de trabalho ou na
organização.
 As análises de riscos não substituem as exigências legais para mecanismos de proteção
dos trabalhadores. Devem se pautar também nas normas e leis existentes, ao mesmo
tempo em que devem superá-las em função das realidades de cada setor, cada região,
etc.
 Os riscos não podem ser analisados de forma estática, pois as empresas, organizações e
ambientes estão mudando frequentemente e estas análises precisam ser revistas
periodicamente. Além da introdução de novas tecnologias, uma tecnologia, máquina ou
equipamento pode, com o passar do tempo, se deteriorar em função da falta de
manutenção ou uso de “gambiarras”. Os riscos podem gerar efeitos à saúde de curto prazo
(acidente) ou a médio e longo prazo, no caso das doenças ocupacionais.
Umas das principais armadilhas que
colocamos para nós mesmos é o
tempo que passamos “longe” do aqui
e agora.
Quem não está presente não está
consciente !
SEGURANÇA
PENSE NA TAREFA
LEVANTE OS RISCOS
CRIE RECOMENDAÇÕES
QUAIS SÃO OS
RISCOS ?
Descrever o objeto de estudo, fazendo a subdivisão que se julgar adequada.
Se o objeto é um processo, estabelecer o diagrama de funções e analisar cada fase.
Numa viagem, por exemplo, podemos analisar as etapas: deslocamento de casa ao
aeroporto, transporte aéreo, deslocamento do aeroporto ao hotel, instalação no hotel.
PENSE NA TAREFA
PENSE NA TAREFA
•ENTENDA O TRABALHO;
•TENHA INFORMAÇÃO CORRETA;
•SIGA O PADRÃO;
•TENHA AS FERRAMENTAS E OS EQUIPAMENTOS CORRETOS;
• PERMISSÕES CORRETAS;
•SISTEMAS AFETADOS;
•ACESSO SEGURO;
•O QUE PODE DAR ERRADO;
•EXIGE BLOQUEIO;
•MÉTODOS ALTERNATIVOS;
•EQUIPAMENTOS VIZINHOS.
LEVANTE OS RISCOS
1-OLHE EM CIMA
2-OLHE EM BAIXO
3-OLHE ATRÁS
4-OLHE DENTRO DE MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS
5-MÉTODOS
6-MATERIAIS
7-MÃO DE OBRA
8-MEIO AMBIENTE
9-CONTAMINAÇÃO
LEVANTE OS RISCOS
5- DESLOCAR 6- RODAR
7- TRAVAR 8- EMPERRAR
1- FALHAR 2- VAZAR
3- QUEBRAR 4- CAIR
9- PEGAR FOGO 10- CORTAR
O QUE
ACONTECE SE:
LEVANTE OS RISCOS
O QUE
ACONTECE
SE FOR:
1 – MUITO PESADO
2 – MUITO PEQUENO
3 – MUITO QUENTE
4 – ENERGIZADO
5 – PRESSURIZADO
6 – TÓXICO
O QUE A
CONTECE
SE: ELE, ELES
1 – NÃO ENTENDEREM
2 – NÃO FIZEREM
3 – COMETEREM UM ERRO
4 – PRECISAREM DE AJUDA
LEVANTE OS RISCOS
É PROVÁVEL QUE OCORRA ?
1- FREQUENTEMENTE
2- OCASIONALMENTE
3-IMPROVÁVEL
4- REMOTO
5- PROVÁVEL
LEVANTE OS RISCOS
LEVANTE OS RISCOS
QUAIS SÃO AS CONSEQUÊNCIAS ?
1- LESÃO
2- DANOS A PROPRIEDADE
3- PARALIZAÇÃO DO PROCESSO
4- MORTE
Ter contato com produtos químicos, gases, vapores;
Ser atingido por queda de objetos;
Ser prensado entre algum objeto ou equipamento e/ou objetos e partes móveis de um
equipamentos;
Queda de mesmo nível provocada por depressões, saliências, óleo, água, etc., no piso;
Queda de nível diferente como trabalhos em andaimes, aberturas no piso;
Contato com temperaturas extremas – frio/calor;
Contato com eletricidade e/ou equipamentos energizado;
Bater contra alguma coisa;
Deficiência de iluminação;
Deficiência de ventilação;
Alto índice de ruído;
Cortes;
Radiações ionizantes;
Radiações não ionizantes;
Esforços Físicos excessivo;
Postura inadequada;
Movimentos repetitivos;
Presença de vetores biológicos, microrganismos ou animais peçonhentos.
FAÇA AS MUDANÇAS
1- REMOVA OS PERIGOS
2- ISOLE OS PERIGOS
3- BLOQUEIE OS PERIGOS
4 – USE OS EPI’S
5- SIGA OS PROCEDIMENTOS
CRIE RECOMENDAÇÕES
Quando é identificado um determinado risco, dentro de uma etapa da tarefa, deve ser
realizado um estudo no ambiente de trabalho de tal forma que seja possível a criação e
instalação de dispositivos de segurança para eliminar ou neutralizar tais riscos. Quando
não for possível, indicar o uso de equipamento de proteção individual;
Evitar o uso de termos e palavras que sejam subjetivas, e que não expressam de forma
clara o que deve ser feito.
CRIE RECOMENDAÇÕES
Informações importantes
para análise dos riscos
 Cada risco possui metodologias particulares de avaliação, seja qualitativa ou
quantitativamente, sendo que muitas delas são extremamente complexas.
 Deve se ter clareza dos objetivos da análise dos riscos.
 Definir o espaço no qual o levantamento será realizado.
 Gerar ações concretas, fazendo da informação uma base para a ação.
 Reconhecer os riscos nas situações reais de trabalho.
 Conhecer a legislação que as empresas devem cumprir obrigatoriamente com relação
aos riscos investigados.
 Definir o tempo de trabalho e a periodicidade das revisões.
 Analisar criticamente as fontes de dados disponíveis.
 Orientar todos os envolvidos
com a realização da tarefa.
Este tipo de treinamento é fundamental.
O PAPEL DA LIDERANÇA
70 % Atitudes e comportamentos (exemplo)
25 % Escrita
5% Falada
“Quando falamos,
convencemos pessoas,
mas, quando damos
exemplo, arrastamos
pessoas”.
(autor desconhecido)
Funcionário
Antes do início de cada tarefa a respectiva APR deve ser consultada e cumprida;
Elaborar e colaborar quanto a criação das APR da área;
Participar de treinamentos periódicos quanto a revisão das APR relacionadas a
função, bem como cumprir as recomendações estipuladas na APR;
Informar o responsável superior quando identificar novos riscos ou tarefas dentro
da função, para que se faça uma nova APR ou uma revisão da existente;
Gestor
Verificar o cumprimento das APR pelos funcionários próprios e
provedores;
Realizar junto com seus subordinados a revisão periódica das APR
do setor registrando;
Consensar e homologar as APR junto ao sistema de documentos;
Garantir que os funcionários próprios ou provedores atendam as
diretrizes estipuladas na APR.
Em qualquer situação, nunca
deixe de avaliar os riscos!!!!
“Nós somos avaliados não pelo que somos, mas,
através da percepção do que parecemos ser, não
pelo que dizemos,
mas pelo que nos escutam,
e não pelo que fazemos,
mas pelo que parecemos fazer”.
Equipamento de Proteção
Individual e Coletiva
é um dispositivo de uso pessoal destinado a preservar a saúde e
integridade física do funcionário no exercício de suas atividades.
é um dispositivo instalado diretamente na fonte geradora do risco ou
no ambiente. O EPC reduz ou até elimina o risco como, por exemplo,
um guarda-corpo ou o enclausuramento de um motor muito ruidoso.
Equipamento de Proteção Individual
Equipamento de Proteção Coletiva
A empresa fornece, gratuitamente, aos funcionários, o EPI adequado ao
risco sempre que:
• as medidas de proteção coletiva forem tecnicamente inviáveis ou não
oferecerem completa proteção contra os riscos de acidentes do trabalho
e/ou doenças profissionais;
• as medidas de proteção coletiva estiverem
sendo implementadas;
• para atender situações de emergência.
O EPI tem o objetivo de proteger o funcionário de uma lesão e, não de evitar um
acidente, por isso medidas de proteção coletiva devem estar em primeiro lugar.
Dados estatísticos nacionais e internacionais mostram que grande parte
das lesões resultante de acidentes de trabalho deriva da falta ou da
utilização inadequada do EPI.
Isso implica que o uso inadequado, a não utilização do equipamento ou
ainda um defeito de fabricação expõe o trabalhador a um risco
determinado e imediato.
Seleção
A tarefa a ser executada é que determina o tipo de equipamento a ser
utilizado. A seleção será feita em função das condições de trabalho.
O equipamento deve oferecer a proteção mais completa possível à
região do corpo ameaçada diretamente.
Treinamento
Os funcionários devem receber novo treinamento quando:
• Mudanças no local de trabalho tornarem o treinamento prévio obsoleto;
• Mudanças nos tipos de EPIs a serem usados tornarem o treinamento
prévio obsoleto;
• Observações do local de trabalho indicarem que os funcionários não
estão usando os EPIs exigidos de acordo com a avaliação de risco das
instalações.
Caso você tenha dúvidas quanto ao uso do equipamento adequado
para a atividade que estiver executando, procure o departamento de
Segurança do Trabalho que o orientará sobre o EPI adequado e,
também, poderá ajudá-lo a procurar formas mais seguras de executar
o seu trabalho.
Requisitos Gerais
Os requisitos para o uso dos EPIs estão especificados nas normas de segurança ou
procedimentos operacionais da empresa. Em situações onde equipamentos de
proteção individual especial sejam necessários deve haver sinalizações no local
especificando estas exigências.
Todo EPI deve possuir um Certificado de Aprovação (CA) emitido pelo Ministério do
Trabalho. Os EPIs não devem ser modificados sem aprovação escrita do fabricante.
Requisitos Gerais
Os usuários devem inspecionar os EPIs antes de usar e guardá-los em condições
adequadas de limpeza e higiene. Os EPIs que não atenderem aos critérios de
inspeção devem ser descartados.
Os EPIs devem ser escolhidos de acordo com a avaliação escrita de riscos e devem
fornecer proteção adequada e antecipada contra os riscos.
Os visitantes devem utilizar EPIs conforme exigido pela avaliação de riscos das
instalações.
EPI e sua finalidade
1. EPI para proteção da cabeça
1.1. Capacete de segurança para proteção contra:
• impactos de objetos sobre o crânio;
• choques elétricos;
• riscos provenientes de fontes geradoras de calor como por exemplo nos
trabalhos de combate a incêndio.
1.2. Capuz de segurança para proteção do crânio e pescoço contra:
• riscos de origem térmica;
• respingos de produtos químicos.
EPI e sua finalidade
2. EPI para proteção dos olhos e face
2.1. Óculos de segurança para proteção dos olhos contra:
• impactos de partículas volantes;
• luminosidade intensa;
• radiação ultravioleta;
• radiação infravermelha;
• respingos de produtos químicos.
2.2. Protetor facial de segurança para proteção da
face contra:
• impactos de partículas volantes;
• respingos de produtos químicos;
• radiação infravermelha.
EPI e sua finalidade
2.3. Máscara de Solda de segurança para proteção dos olhos e face
contra:
• impactos de partículas volantes;
• radiação ultravioleta;
• radiação infravermelha;
• luminosidade intensa.
Caso você tenha dúvidas quanto ao uso do equipamento adequado para a
atividade que estiver executando, procure o departamento de Segurança
do Trabalho que o orientará sobre o EPI adequado e, também, poderá
ajudá-lo a procurar formas mais seguras de executar o seu trabalho.
EPI e sua finalidade
3. EPI para proteção respiratória
3.1. Respirador purificador de ar para proteção das vias respiratórias contra:
• poeiras, névoas, fumos e radionuclídeos;
• vapores orgânicos ou gases ácidos em ambientes com concentração
inferior a 50 ppm (parte por milhão);
• gases emanados por produtos químicos;
Para uma maior vedação, os usuários de
máscara não podem ter barba.
3.2. Respirador de adução de ar para proteção das vias respiratórias em
atmosferas com concentração Imediatamente Perigosa à Vida e à Saúde e
em ambientes confinados
• respirador de adução de ar tipo linha de ar comprimido;
• máscara autônoma de circuito aberto ou fechado.
3.3. Respirador de fuga
• respirador de fuga para proteção das vias
respiratórias contra agentes
químicos em condições de escape de
atmosferas Imediatamente
Perigosas à Vida e à Saúde.
4. EPI para proteção do tronco
Vestimentas de segurança que ofereçam proteção ao tronco contra riscos de
origem térmica, mecânica, química, radioativa e meteorológica e umidade
proveniente de operações com uso de água.
Caso você tenha dúvidas quanto ao uso
do equipamento adequado para a
atividade que estiver executando, procure
o departamento de Segurança do
Trabalho que o orientará sobre o EPI
adequado e, também, poderá ajudá-lo a
procurar formas mais seguras de
executar o seu trabalho.
5. EPI para proteção dos membros superiores
5.1. Luva de segurança para proteção das mãos contra:
• agentes abrasivos e escoriantes;
• agentes cortantes e perfurantes;
• choques elétricos;
• agentes térmicos;
• agentes biológicos;
• agentes químicos;
5.2. Creme protetor
Creme protetor de pele para proteção dos membros superiores contra agentes
químicos, de acordo com a legislação vigente.
5.3. Manga de segurança para proteção do
braço e do antebraço contra:
• choques elétricos;
• agentes abrasivos e escoriantes;
5.4. Dedeira
Dedeira de segurança para proteção dos
dedos contra agentes abrasivos e escoriantes.
6.1. Calçado de segurança para proteção contra:
• impactos de quedas de objetos sobre os artelhos;
• choques elétricos;
• agentes térmicos;
• umidade proveniente de operações com uso de água;
• perfurações.
6.2. Perneira de segurança para
proteção da perna contra:
• agentes abrasivos e escoriantes;
• agentes térmicos;
• respingos de produtos químicos;
• ataque de animais peçonhentos.
7. EPI para proteção do corpo inteiro
7.1.- Macacão de segurança para proteção
do tronco e membros superiores e
inferiores contra:
•chamas;
•agentes térmicos;
•contra respingos de produtos químicos.
8. EPI para proteção contra quedas com diferença de nível
8.1. Dispositivo trava-quedas
Dispositivo trava-quedas de segurança para proteção do usuário contra quedas
em operações com movimentação vertical ou horizontal, quando utilizado com
cinturão de segurança para proteção contra quedas.
8.2. Cinturão/ Cinto de Segurança
• cinturão/ cinto de segurança para proteção do usuário contra riscos de queda em
trabalhos em altura;
• cinturão/cinto de segurança para proteção do usuário contra riscos de queda no
posicionamento em trabalhos em altura.
9. Protetor Auricular
O ruído é transmitido ao ouvido principalmente através do ar. O risco decorrente
de ruído constante pode danificar permanentemente o mecanismo da audição
dependendo principalmente da freqüência e intensidade, da exposição intermitente
ou contínua, bem como da duração da exposição.
Quando as técnicas de controle de ruído
não são imediatamente possíveis de
serem aplicadas, ou em período ao longo
dos quais as medidas de controle de
ruído estão sendo aplicadas, sistemas
individuais de proteção da audição
devem ser usados para atenuar o ruído.
1. Protetores Moldáveis de inserção tipo “plug”
Os materiais usados nesses tipos são espuma de borracha e silicones moldáveis
(algumas vezes envoltos em uma cápsula de borracha altamente resistente). O
tamanho ou formato do canal geralmente não constitui problema desde que a
quantidade do material seja suficiente para preencher a entrada do canal auditivo.
2. Conchas Protetoras
As conchas são domos de plástico que cobrem os ouvidos e são unidas por uma
tira de mola que se ajusta aos vários tamanhos de cabeça e posição nos ouvidos e
proporciona tensão para selar os domos contra a cabeça. A tira de mola pode ser
usada em cima ou do lado da cabeça ou sob o queixo. As características da
atenuação variam de acordo com a posição de uso da tira. Almofadas são
colocadas nas conchas nos pontos onde entram em contato com a cabeça e
podem ser feitas de espuma cheia de ar ou de líquido e devem se amoldar às
irregularidades das superfícies com as quais entram em contato.
A abertura e dimensão interna do
domo devem ser grande o
suficiente para envolver o ouvido
externo e se ajustar corretamente.
Requisição de EPI
Os EPI’s ficam armazenados no estoque da fábrica.
Todo funcionário deverá solicitar ao seu supervisor imediato quando necessário
um novo EPI.
O funcionário deverá assinar a ficha de controle no ato da entrega do EPI.
ANÁLISE E
INVESTIGAÇÃO DE
ACIDENTES
PREVENINDO A REPETIÇÃO
Análise de Acidentes
Os procedimentos adotados para
comunicação, registro, classificação e Análise
de Acidentes e Incidentes têm como principal
objetivo compreender como os acidentes são
causados e determinar ações corretivas
necessárias para prevenir a sua repetição.
Conceitos importantes:
Acidente
É um acontecimento indesejado e inesperado, instantâneo ou não, que pode
provocar lesão pessoal ou resultar em danos materiais, podendo gerar
interrupção no processo envolvido.
Incidente
É um evento indesejado e inesperado, que sob circunstâncias ligeiramente
diferentes, poderia ter resultado em dano à pessoa, à propriedade ou perda no
processo.É também conhecido como quase-acidente.
Perdas
As perdas são os resultados de um acidente, que geram vários tipos de perdas: às
pessoas, à propriedade, aos produtos, ao meio ambiente e aos serviços.
O tipo e o grau dessas perdas dependerá da gravidade de seus efeitos, que podem
ser insignificantes ou catastróficos.
– Tempo do trabalhador ferido;
– Tempo do companheiro de trabalho;
– Tempo do supervisor;
– Perdas gerais;
– Outras perdas.
MODO CASUAL DE PERDAS
Causas das Ocorrências
Ambiente de trabalho que causa ou
contribui para a ocorrência.
Ato Inseguro
Característica física ou mental que
leva o individuo à prática de ações
fora do padrão.
Condição Inseguro
Condição insegura
É a condição do ambiente de trabalho que causou ou contribuiu para a ocorrência.
 Problemas de espaço e circulação;
 Ventilação inadequada;
 Iluminação inadequada;
 Proteção coletiva inadequada ou inexistente;
 Má arrumação.
Fator pessoal de insegurança
É a característica física ou mental que levou o
individuo à prática da ação fora do padrão.
 Falta de conhecimento ou experiência
 Falta de aptidão física para a função
Comportamento ou ato inadequado
É o ato que, contrariando o preceito de segurança, pode causar ou favorecer a ocorrência
de acidente:
 Usar equipamento inadequado ou de maneira imprópria;
 Não usar o Equipamento de Proteção Individual;
 Tornar inoperantes ou ineficientes dispositivos de segurança;
 Usar a mão ou outra parte do corpo de maneira imprópria;
 Colocar a mão ou outra parte do corpo em locais perigosos;
 Assumir posição ou postura insegura;
 Operar máquinas sem habilitação ou permissão.
“Errar é humano"
Isto tem duas implicações:
Até as pessoas muito hábeis e
capacitadas comentem erros
1 2
Aprendemos com nossos
erros e modificamos
nosso desempenho!
Comunicação do Acidente / Incidente
Todo e qualquer acidente e/ou incidente deve ser comunicado imediatamente
ao superior imediato do funcionário ou responsável pela área envolvida.
A informação do
incidente deverá ser
feita por qualquer
funcionário que
tenha tomado
conhecimento do
fato.
600
30
10
1
Não Comunicados
Lesões graves ou fatais
Lesões menores
Acidentes com
danos à propriedade
Incidentes sem
lesões ou danos visíveis
Estudo dos Acidentes e Incidentes
MODO CASUAL DE PERDAS
Limite de Tolerância
Sintomas (síndrome da
dor de cabeça)
Duas formas de olharmos a contribuição humana nos acidentes
O enfoque na PESSOA :
Se concentra nos erros e violações dos
indivíduos. Os esforços por remedia-
los se dirigem a pessoas no “lado
estreito do funil”
O enfoque no SISTEMA :
Rastreia os fatores causadores no
sistema como uma totalidade. Os
esforços por resolvê-los se dirigem a
situações e as organizações.
“O objetivo fundamental de uma
investigação de um incidente deve ser a
prevenção e aplicação de medidas para
evitar fatos similares. Não é o propósito
desta atividade achar um culpado ou um
responsável.”
Tipos básicos
de erros
Descuido
Lapsos
Variedade de “atos inseguros”
Erros versus Violações
Atos
inseguros
Ações não
intencionais
Ações
intencionais
Falta de atenção
Instruções
Omissões
Desordem, etc
Falha de memória
Perder o equilíbrio
Omitir elementos, etc
Baseado em regras
Baseado em conhecimento
Rotina
Otimizando
Excepcional
Equívocos
Violações
Descuidos
Os erros onde uma intenção
planejada corretamente é
realizadas de forma incorreta
Lapsos
Falha ao executar uma ação
Equívocos
Deficiências ou erro no processo de
julgamento
Violações
Desvio deliberado das regras,
procedimento e valores
estabelecidos
Investigações Efetivas
Ajudam a:
 descrever o que ocorreu;
 determinar as causas verdadeiras;
 avaliar os riscos potenciais;
 desenvolver os controles eficazes;
 definir as tendências;
 demonstrar preocupação.
O que Investigar?
Investigar todos os incidentes para identificar
aqueles com potencial de risco sério ou perda
grave.
Preste especial atenção na investigação
daqueles com um alto – potencial de perda –
sem se importar a gravidade da perda real,
caso tenha ocorrido.
Quem é imprescindível participar da investigação?
A participação do supervisor/líder de linha é imprescindível na equipe de investigação,
pois:
 Tem interesse pessoal para proteger sua área;
 Conhecem o pessoal e as condições;
 Iniciam ou tomam a ação corretiva;
 Se beneficiam da investigação.
Outros participantes:
 O acidentado;
 Testemunhas;
 Segurança;
 Manutenção, meio-ambiente e outros que possam contribuir.
NOÇÕES DE LEGISLAÇÃO
TRABALHISTA, PREVIDÊNCIÁRIA E
RESPONSABILIDADES
Quem tem o poder, tem o dever correspondente.
Quem cria o risco, tem o dever de evitar o dano.
Não sou eu que quero, é a norma que exige.
Quem cria o perigo, ainda que não tenha culpa,
tem o dever de eliminá-lo.
RESPONSABILIDADE
OBRIGAÇÃO DE PRESTAR CONTAS DE SEUS ATOS, OU DE OUTREM.
A VIDA É BASEADA EM REGRAS DE COMPORTAMENTO, QUE ESTABELECEM
LIMITES PARA O EXERCÍCIO DA VONTADE DE CADA INDIVÍDUO, VISANDO EVITAR
QUE UM INVADA O DIREITO DO OUTRO.
ESSAS REGRAS SÃO AS LEIS:
OS ATOS PRATICADOS POR EMPREGADOS OU EMPREGADORES NAS
RELAÇÕES DE TRABALHO E DURANTE A REALIZAÇÃO DE QUALQUER TAREFA PODEM
GERAR RESPONSABILIDADES CIVIS E CRIMINAIS, JÁ QUE AS LEIS SÃO AMPLAMENTE
APLICADAS NO EXERCÍCIO DO TRABALHO.
A VONTADE
A VONTADE DO INDIVÍDUO SE MANIFESTA ATRAVÉS DE SEUS ATOS, QUE
PODEM SER LÍCITOS OU ILÍCITOS.
LÍCITOS
MANIFESTAÇÃO DA VONTADE CONFORME A LEI.
ILÍCITOS
MANIFESTAÇÃO OU OMISSÃO DE VONTADE QUE SE OPÕE A LEI, QUE POSSAM
VIOLAR DIREITO OU CAUSAR PREJUÍZO A OUTREM, PODENDO GERAR
RESPONSABILIDADE CIVIL OU PENAL OU AMBAS, CONCOMITANTEMENTE.
O QUE SE ENTENDE POR ATO ILÍCITO?
O ATO ILÍCITO É TODO ATO CONTRÁRIO A LEI;
ISTO É, QUE SE CARACTERIZA PELA INOBSERVÂNCIA DE NORMAS LEGAIS. HÁ
PORTANTO, DOIS TIPOS DE ACIDENTES DO TRABALHO:
 UM OCASIONADO PELO RISCO NORMAL DA ATIVIDADE LABORATIVA;
 OUTRO DECORRENTE DE UM ATO ILÍCITO, ASSIM, O ATO ILÍCITO PODE SER
DOLOSO OU CULPOSO.
O DOLOSO
O CULPOSO
É aquele que se pratica sem desejar o dano, ele ocorre involuntariamente.
O ATO ILÍCITO CULPOSO
É o que mais ocorre nas Empresas, pois são atos praticados diariamente
por negligência, imprudência ou imperícia, que provocam danos,
gerando as responsabilidades.
QUEM CAUSA DANO A ALGUÉM É OBRIGADO
A REPARÁ-LO
DANO
A CONSOLIDAÇÃO DAS LEIS DO TRABALHO - CLT
ART. 157 - CABE AS EMPRESAS
I- CUMPRIR E FAZER CUMPRIR AS NORMAS DE SEGURANÇA E MEDICINA DO TRABALHO.
II - INSTRUIR OS EMPREGADOS, ATRAVÉS DE ORDENS DE SERVIÇO, QUANTO AS
PRECAUÇÕES A TOMAR NO SENTIDO DE EVITAR ACIDENTES DO TRABALHO OU DOENÇAS
OCUPACIONAIS.
III - ADOTAR AS MEDIDAS QUE LHES SEJAM DETERMINADAS PELO ÓRGÃO REGIONAL
COMPETENTE. (MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO - MTE)
CABE AOS EMPREGADOS
CLT- ART. 158
I - OBSERVAR AS NORMAS DE SEGURANÇA E MEDICINA DO TRABALHO INCLUSIVE AS
INSTRUÇÕES.
II - COLABORAR COM A EMPRESA NA APLICAÇÃO DOS DISPOSITIVOS DESTE CAPÍTULO.
CONSTITUI ATO FALTOSO DO EMPREGADO A RECUSA INJUSTIFICADA.
A FALTA DE ATENÇÃO
QUANTO AS NORMAS DE SEGURANÇA (CIRCULARES,
MANUAIS, INSTRUÇÕES NORMATIVAS, INSTRUÇÕES
TÉCNICAS), PODEM ACARRETAR PENALIDADES CIVIS E
CRIMINAIS.
CÓDIGO CIVIL DIZ QUE:
“NINGUÉM SE ESCUSA DE CUMPRIR A LEI,
ALEGANDO QUE NÃO A CONHECE”.
QUEM RESPONDE PELO
“CRIME DE PERIGO” ?
RESPONDEM PELO “CRIME DE PERIGO” OS CAUSADORES, PESSOAS
FÍSICAS, PODENDO SER INCRIMINADOS O PRESIDENTE DA EMPRESA, OS
DIRETORES, OS ENGENHEIROS OS TÉCNICOS, OU QUALQUER MEMBRO DA
EMPRESA QUE TENHA ENVOLVIMENTO NA AÇÃO OU OMISSÃO, DOLOSA OU
CULPOSA. OCORRENDO MORTE OU LESÕES CORPORAIS, TODOS ELES
RESPONDERÃO POR CRIME DE HOMÍCIDIO OU DE LESÕES CORPORAIS,
CONFORME PRESCREVE O CÓDIGO PENAL BRASILEIRO.
ACIDENTE
NÃO ACONTECE POR ACONTECER
EXISTE UMA CAUSA
EXISTEM RESPONSABILIDADES
EXISTEM RESPONSÁVEIS
CULPA SIMPLES:
É TIPIFICADA POR TRÊS FATORES:
NEGLIGÊNCIA
IMPRUDÊNCIA
IMPERÍCIA
CULPA SIMPLES:
NEGLIGÊNCIA:
AUSÊNCIA DE PRECAUÇÃO OU INDIFERENÇA
EM RELAÇÃO AO ATO REALIZADO
EXEMPLO: Fábrica suja / mal iluminada /
mal ventilada, que proporcione
condições de uma situação ou
Ambiente inseguro
CULPA SIMPLES:
IMPRUDÊNCIA:
PRÁTICA DE UM ATO PERIGOSO
EXEMPLO: Operário que retira a proteção da
máquina com o intuito de aumentar
A produção.
BREVE COMENTÁRIO: Essa atitude responsabiliza a chefia
do trabalhador por esta se constituir
em elo de ligação (preposto) trabalhador /
empresa. É crime a conivência ou omissão.
CULPA SIMPLES:
IMPERÍCIA:
FALTA DE APTIDÃO PARA O EXERCÍCIO DE DETERMINADA
PROFISSÃO OU ARTE
EXEMPLO: Submeter trabalhador não habilitado a substituir
em caráter eventual trabalhador
titular na função.
BREVE COMENTÁRIO: Substituir operador de empilhadeira
Apto para a função por motorista
sem habilidades, sofrendo este último grave
acidente por falta de preparo específico.
SÃO DIREITOS DOS TRABALHADORES:
Ambientes de trabalho, seguros e saudáveis, em
conformidade com o disposto na norma ;
Quando houver motivos de risco grave e iminente
para sua segurança e saúde, ou de terceiros,
informar imediatamente ao seu superior
hierárquico, ou membro da CIPA ou diretamente
ao empregador, para que sejam tomadas as
medidas de correção adequadas, interrompendo o
trabalho se necessário
CONSTITUIÇÃO FEDERAL - ASPECTOS DE SEGURANÇA E SAÚDE DO
TRABALHADOR.
Capítulo II – dos Direitos Sociais
Art.7: São direitos dos trabalhadores urbanos e rurais, além de outros
que visem a melhoria da sua condição social.
XXII – Redução dos riscos inerentes ao trabalho, por meio de Normas
de Saúde, Higiene e Segurança.
XXVIII – Seguro contra acidentes de trabalho, a cargo do empregador,
sem excluir a indenização a que este está obrigado, quando incorrer
em dolo ou culpa.
Código Civil Brasileiro - Lei 10.406, 10 de janeiro de 2002.
Artigo 186 - Aquele que, por ação ou omissão voluntária, negligência ou
imprudência, violar direito e causar dano a outrem, ainda que
exclusivamente moral, comete ato ilícito.
Artigo 187 - Também comete ato ilícito o titular de um direito que, ao
exercê-lo, excede manifestadamente os limites impostos pelo seu fim
econômico ou social, pela boa-fé ou pelos bons costumes.
Código Civil Brasileiro - Lei 10.406, 10 de janeiro de 2002.
Artigo 186 - Aquele que, por ação ou omissão voluntária, negligência ou
imprudência, violar direito e causar dano a outrem, ainda que
exclusivamente moral, comete ato ilícito.
Artigo 187 - Também comete ato ilícito o titular de um direito que, ao
exercê-lo, excede manifestadamente os limites impostos pelo seu fim
econômico ou social, pela boa-fé ou pelos bons costumes.
ART. 932 CC
O EMPREGADOR É RESPONSÁVEL,
CIVILMENTE, PELOS ATOS DE SEUS EMPREGADOS,
SERVIÇAIS E PREPOSTOS, NO EXERCÍCIO DO
TRABALHO QUE LHE COMPETIR, OU EM RAZÃO
DELE.
RESPONSABILIDADE CIVIL
CABE AOS EMPREGADOS
CLT- ART. 158
I - observar as normas de segurança e
medicina do trabalho inclusive as instruções.
II - colaborar com a empresa na aplicação
dos dispositivos deste capítulo.
O art. 186 CC
"Aquele que, por ação ou omissão voluntária,
negligência ou imprudência, violar direito e
causar dano a outrem, ainda que
exclusivamente moral, comete ato ilícito".
Paragrafo único - haverá obrigação de reparar
o dano, independentemente de culpa, nos
casos especificados em lei, ou quando a
atividade normalmente desenvolvida pelo
autor do dano implicar; por sua natureza, risco
para os direitos de outrem.”
A responsabilidade civil da empresa, por
acidente do trabalho, fica caracterizada
desde que exista relação perfeita do evento
com uma das seguintes condições:
1- Descumprimento da legislação de
segurança e medicina do trabalho.
2- Inexistência de ordens de serviço e instruções
de segurança e medicina do trabalho.
RESUMO
3- Atos de negligência, imprudência ou
imperícia, inclusive de prepostos, chefes,
encarregados e empregados.
4- Desobediência às determinações técnicas
do
Ministério do Trabalho e Emprego.
5- Condições inseguras reincidentes.
6- Condenação criminal por ato faltoso.
 Caracteriza-se crime o acidente do trabalho que ocorre em virtude de
negligência do empregador em observar as normas básicas de segurança e
saúde no trabalho, PORÉM a pessoa jurídica não responde por crime, só a
física.
 A responsabilidade será sempre do superior que tinha poderes para
alterar a situação, daquele que tinha o dever de informar as irregularidades
existentes e propor medias de controle. Deve necessariamente haver o nexo
causal para atribuição de responsabilidade, podendo existir pena para o
funcionário se comprovada sua culpa no ato lesivo.
RESPONSABILIDADE CRIMINAL
AÇÕES JUDICIAIS CABÍVEIS
ACIDENTÁRIA
X
ACIDENTADO INSS
Benefícios -
Compensação
AÇÕES JUDICIAIS CABÍVEIS
INDENIZATÓRIA
X
ACIDENTADO
EMPRESA
PREPOSTOS
REPARAÇÃO DE DANO
AÇÕES JUDICIAIS CABÍVEIS
AÇÃO PENAL PÚBLICA
X
MP
PREPOSTOS
EMPREGADOR (p.física)
OBJETO
PENA
Restritiva de
Liberdade
AÇÕES JUDICIAIS CABÍVEIS
AÇÃO CIVIL PÚBLICA
X
MP
EMPRESA
Evitar o
descumprimento de
normas
FAP
AÇÕES JUDICIAIS CABÍVEIS
REGRESSÍVA
X
INSS EMPRESA
OBJETO
Para ressarcir-se dos gastos
decorrentes de acidentes do trabalho
Doenças
Sexualmente
Transmissíveis
Doenças Sexualmente Transmissíveis (DSTs) são infecções
que se transmitem principalmente através de pessoa a
pessoa do contato sexual. Há mais de 30 diferentes bactérias
sexualmente transmissíveis, vírus e parasitas.
As condições mais comuns que causam são gonorreia,
clamídia, sífilis, tricomoníase, cancro mole, herpes genital,
verrugas genitais, o vírus da imunodeficiência humana (HIV)
e Hepatite B.
Muitas delas, em particular o HIV e sífilis, também pode ser
transmitida de mãe para filho durante a gravidez e o parto, e
através de produtos sanguíneos e transferência de tecido.
DOENÇAS SEXUALMENTE
TRANSMISSÍVEIS
Principais fatos
 448 milhões de novas infecções de curável sexualmente
transmissíveis (sífilis, gonorréia, clamídia e tricomoníase) infecções
ocorrem anualmente.
 Algumas infecções sexualmente transmissíveis existir sem sintomas.
Nas mulheres grávidas com sífilis não tratada precocemente, 25% das
gestações resultam em natimortos e 14% na mortalidade neonatal.
Infecções sexualmente transmissíveis são a principal causa evitável de
infertilidade, especialmente em mulheres.
 A OMS recomenda uma abordagem sindrômica para o diagnóstico e
tratamento de infecções sexualmente transmissíveis.
CANCRO MOLE
Pode ser chamada também de cancro venéreo. Popularmente é conhecida como
cavalo. Manifesta-se através de feridas dolorosas com base mole.
Sinais e Sintomas
Os primeiros sintomas aparecem dois a cinco dias após relação sexual desprotegida
com portador da doença, período que pode se estender até duas semanas.
No início, surgem uma ou mais feridas pequenas com pus. Após algum tempo, forma-
se uma ferida úmida e bastante dolorosa, que se espalha e aumenta de tamanho e
profundidade. Nos homens, as feridas, em geral, localizam-se na ponta do pênis. Na
mulher, ficam, principalmente, na parte externa do órgão sexual e no ânus e mais
raramente na vagina (a ferida pode não ser visível, mas provoca dor na relação sexual
e ao evacuar).
CANCRO MOLE
Formas de contágio
Prática de sexo (vaginal, anal ou oral) desprotegido com pessoa contaminada.
Prevenção
Como o contágio é feito pela prática sexual, a melhor forma de prevenir-se
contra o cancro mole é fazer uso do preservativo em todas as relações sexuais.
Cuidar bem da saúde e da higiene também são formas de prevenção.
Tratamento
O cancro mole é tratado com medicamentos base de antibióticos, sabonetes e
loções. Além do tratamento, deve-se realizar intensa higiene local. É preciso
não fazer mais sexo até o fim do tratamento e é recomendado o tratamento
também dos parceiros sexuais porque podem existir portadores que não
manifestam sintomas.
CANCRO MOLE
CONDILOMA ACUMINADO
O condiloma acuminado é uma lesão na região genital, causada pelo Papilomavirus Humano
(HPV). A doença é também conhecida como crista de galo, figueira ou cavalo de crista.
Sinais e Sintomas
O HPV provoca verrugas com aspecto de couve-flor e de tamanhos variáveis nos órgãos
genitais. Pode ainda estar relacionado ao aparecimento de alguns tipos de câncer,
principalmente no colo do útero, mas também no pênis ou no ânus. Contudo, nem todo caso
de infecção pelo HPV irá causar câncer.
Formas de contágio
A infecção pelo HPV é muito comum. Esse vírus é transmitido pelo contato direto com a pele
contaminada, mesmo quando ela não apresenta lesões visíveis. A transmissão também pode
ocorrer durante o sexo oral. Há ainda a possibilidade de contaminação por meio de objetos
como toalhas, roupas íntimas, vasos sanitários ou banheiras.
CONDILOMA ACUMINADO
Prevenção
Não existe forma de prevenção 100% segura, já que o HPV pode ser transmitido até mesmo por
meio de uma toalha ou outro objeto. Calcula-se que o uso da camisinha consiga barrar entre
70% e 80% das transmissões, e sua efetividade não é maior porque o vírus pode estar alojado
em outro local, não necessariamente no pênis, mas também na pele da região pubiana, períneo
e ânus.
A novidade é a chegada em 2006 da primeira vacina capaz de prevenir a infecção pelos dois
tipos mais comuns de HPV, o 6 e o 11, responsáveis por 90% das verrugas, e também dos dois
tipos mais perigosos, o 16 e o 18, responsáveis por 70% dos casos de câncer de colo do útero.
Ainda estão em discussão os valores para dose (3 doses), para o mercado privado brasileiro.
Na maioria das vezes os homens não manifestam a doença. Ainda assim, são transmissores do
vírus. Quanto s mulheres, é importante que elas façam regularmente o exame de prevenção do
câncer do colo, conhecido como "papanicolau" ou preventivo.
Tratamento
O tratamento do HPV pode ser feito por meio de diversos métodos: químicos, quimioterápicos,
imunoterápicos e cirúrgicos. A maioria deles destruirá o tecido doente.
CONDILOMA ACUMINADO
GONORRÉIA E CLAMÍDIA
A gonorréia é a mais comum das DST. Também é conhecida pelo nome de blenorragia,
pingadeira, esquentamento. Nas mulheres, essa doença atinge principalmente o colo do útero.
Sinais e Sintomas
Entre dois e oito dias após relação sexual desprotegida, a pessoa passa a sentir ardência e
dificuldade para urinar. Às vezes, pode-se notar um corrimento amarelado ou esverdeado - até
mesmo com sangue - que sai pelo canal da urina, no homem, e pela vagina, na mulher.
A clamídia também é uma DST muito comum e apresenta sintomas parecidos com os da
gonorréia, como, por exemplo, corrimento parecido com clara de ovo no canal da urina e dor ao
urinar.
As mulheres contaminadas pela clamídia podem não apresentar nenhum sintoma da doença,
mas a infecção pode atingir o útero e as trompas, provocando uma grave infecção. Nesses casos,
pode haver complicações como dor durante as relações sexuais, gravidez nas trompas (fora do
útero), parto prematuro e até esterilidade (incapacidade de engravidar).
GONORRÉIA E CLAMÍDIA
Formas de contágio
A principal forma de transmissão da gonorréia é a relação sexual com
pessoa infectada, seja essa relação oral, vaginal ou anal, sem o uso de
preservativo. Mesmo sem apresentar sintomas, as mulheres contaminadas
transmitem a bactéria causadora da doença.
Pode ocorrer também, durante o parto, transmissão da mãe contaminada
para o bebê. Caso esse tipo de transmissão aconteça, corre-se o risco de o
bebê ter os olhos gravemente afetados, podendo levar cegueira.
Prevenção
Usar camisinha masculina ou feminina nas relações sexuais vaginais e
orais. Além da camisinha masculina ou feminina, usar lubrificantes base de
água (KY, Preserv Gel) nas relações sexuais anais. É recomendado realizar
sempre o auto-exame, observando os próprios órgãos genitais e vendo se
a cor, aparência, cheiro e a pele estão saudáveis.
GONORRÉIA E CLAMÍDIA
Tratamento
Caso não sejam tratadas, essas DST podem provocar
esterilidade, atacar o sistema nervoso (causando
meningite), afetar os ossos e o coração.
Atenção: corrimentos são muito comuns em mulheres.
Portanto, sua ocorrência não significa necessariamente
sinal de DST. O médico poderá fazer seu correto
diagnóstico e indicação de tratamento adequado.
HERPES GENITAL
É uma doença que aparece e desaparece sozinha, de tempos em
tempos, dependendo de certos fatores como estresse, cansaço,
esforço exagerado, febre, exposição ao sol, traumatismo e
menstruação. Nas mulheres, o herpes pode também se localizar
nas partes internas do corpo. Uma vez infectada pelo vírus da
Herpes simples, a pessoa permanecerá com o vírus em seu
organismo para sempre.
Sinais e Sintomas
Pequenas bolhas localizadas principalmente na parte externa da
vagina e na ponta do pênis. Essas bolhas podem arder e causam
coceira intensa. Ao se coçar, a pessoa pode romper a bolha,
causando uma ferida.
HERPES GENITAL
Formas de contágio
O herpes genital é transmitido por meio de relação sexual (oral, anal
ou vaginal) desprotegida (sem uso da camisinha). Essa doença é
bastante contagiosa e a transmissão ocorre quando as pequenas
bolhas, que se formam durante a manifestação dos sintomas, se
rompem, ocasionando uma ferida e eliminando o líquido do seu
interior. Esse líquido pode transmitir o vírus ao entrar em contato com
a boca ou região dos anal e genital do parceiro. Raramente a
contaminação se dá através de objetos contaminados.
As feridas desaparecem por si mesmas. Após algum tempo, porém, o
herpes pode reaparecer no mesmo local, com os mesmos sintomas.
Enquanto persistirem as bolhas e feridas, a pessoa infectada estará
transmitindo a doença. Na presença dessas lesões, a pessoa deve
abster-se de relações sexuais, até que o médico as autorize.
HERPES GENITAL
Prevenção
Uso de preservativo em todas as relações sexuais, vaginais, orais e
anais.
Tratamento
A herpes é altamente transmissível. Por isso, a primeira orientação
aos pacientes sempre diz respeito aos cuidados locais de higiene:
lavar bem as mãos, evitar contato direto com outras pessoas e não
furar as bolhas sob nenhum pretexto são recomendações
importantes.
O tratamento é feito com medicamentos antivirais, por via oral e
tópica, e tem como objetivo encurtar a duração dos sintomas,
prevenir as complicações e diminuir os riscos de transmissão, pois o
vírus não pode ser completamente eliminado.
HERPES GENITAL
SÍFILIS
É uma doença infecciosa causada pela bactéria Treponema pallidum.
Manifesta-se em três estágios: primária, secundária e terciária. Os
dois primeiros estágios apresentam as características mais marcantes
da infecção, quando se observam os principais sintomas e quando
essa DST é mais transmissível.
Depois, ela desaparece durante um longo período: a pessoa não sente
nada e apresenta uma aparente cura das lesões iniciais, mesmo em
casos de indivíduos não tratados. A doença pode ficar, então,
estacionada por meses ou anos, até o momento em que surgem
complicações graves como cegueira, paralisia, doença cerebral,
problemas cardíacos, podendo inclusive levar morte.
SÍFILIS
Sinais e Sintomas
A sífilis manifesta-se inicialmente como uma pequena ferida nos
órgãos sexuais (cancro duro) e com ínguas (caroços) nas virilhas,
que surgem entre a 2ª ou 3ª semana após a relação sexual
desprotegida com pessoa infectada. A ferida e as ínguas não doem,
não coçam, não ardem e não apresentam pus. Após um certo
tempo, a ferida desaparece sem deixar cicatriz, dando pessoa a
falsa impressão de estar curada.
Se a doença não for tratada, continua a avançar no organismo,
surgindo manchas em várias partes do corpo (inclusive nas palmas
das mãos e solas dos pés), queda de cabelos, cegueira, doença do
coração, paralisias. Caso ocorra em grávidas, poderá causar
aborto/natimorto ou má formação do feto.
SÍFILIS
Transmissão da sífilis
A sífilis pode ser passada de uma pessoa para outra por meio de relações sexuais desprotegidas
(sem preservativos), através de transfusão de sangue contaminado (que hoje em dia é muito
raro em razão do controle do sangue doado), e durante a gestação e o parto (de mãe infectada
para o bebê).
Prevenção
Como não há perspectiva de desenvolvimento de vacina, em curto prazo, a prevenção recai
sobre a educação em saúde: uso regular de preservativos, diagnóstico precoce em mulheres em
idade reprodutiva e parceiros, e realização do teste diagnóstico por mulheres com intenção de
engravidar.
Tratamento
O tratamento mais indicado para a sífilis é a utilização do mais antigo dos antibióticos: a
penicilina. O maior problema do tratamento é o seu diagnóstico, visto que a sífilis pode ser
confundida com muitas outras doenças. Os pacientes devem evitar ter relação sexual até que o
seu tratamento (e do parceiro com a doença) se complete. A gestante deve realizar controle de
cura mensal.
Se não tratada, a sífilis progride, torna-se crônica e pode comprometer várias partes do corpo ou
levar até mesmo morte.
SÍFILIS
TRICOMONÍASE
Infecção causada pelo protozoário Trichomonas vaginalis, que pode se hospedar no colo
do útero, na vagina e/ou na uretra.
Sinais e Sintomas
Muitas mulheres infectadas pelo Tricomonas podem não sentir nenhuma alteração ou
reação. Os principais sintomas são corrimento amarelo-esverdeado com mau cheiro, dor
durante o ato sexual, ardor, dificuldade para urinar e coceira nos órgãos sexuais.
Na mulher, a doença pode também se localizar em partes internas do corpo, como o colo do
útero. A maioria dos homens não apresenta sintomas. Quando isso ocorre, consiste em uma
irritação na ponta do pênis.
Formas de contágio
O contágio se dá através de secreções, durante contato sexual desprotegido com parceiro
contaminado.
Prevenção
Uso de preservativo em todas as relações sexuais, vaginais, orais ou anais.
TRICOMONÍASE
Tratamento
O tratamento é feito com antibióticos e quimioterápicos. Parceiros sexuais
devem ser tratados ao mesmo tempo. Pessoas em tratamento devem
suspender relações sexuais até que o tratamento esteja completo e os
sintomas tenham desaparecido.
Em homens, os sintomas podem desaparecer dentro de algumas semanas,
mesmo sem o tratamento. O homem, mesmo sem nunca ter apresentado
sintomas, pode continuar infectando seus parceiros até que seja tratado.
Como outras DST, caso não seja tratada, a tricomoníase aumenta a
probabilidade de uma pessoa ser infectada ou infectar a outros com o
vírus da AIDS, o HIV. Na mulher, pode também gerar complicações durante
a gravidez, ocasionando ruptura da bolsa antes da hora, parto prematuro e
nascimento de bebê com peso baixo.
TRICOMONÍASE
Hepatite C
A Hepatite C é uma infecção causada por um vírus (HCV) e que leva a um processo
inflamatório do fígado.
Sinais e Sintomas
Pessoas infectadas com o vírus da Hepatite C em geral não têm sintomas.
Formas de contágio
Há vários modos de transmissão, o mais comum é através do sangue de pessoa
contaminada. Uma forma de contágio é pelo uso compartilhado de agulhas e seringas
pelos usuários de drogas. Outra forma é através de transfusão de sangue contaminado
ou pela administração de seus derivados. Atualmente a transfusão de sangue tornou-se
mais segura graças ao desenvolvimento de reações sorológicas que permitem identificar
os sangues contaminados.
A transmissão sexual e a materno-fetal podem ocorrer, porém são pouco freqüentes. E,
em 40% dos casos não se consegue identificar a fonte da infecção.
Hepatite C
Prevenção As agulhas, as seringas e outros instrumentos
utilizados pelos usuários de drogas são uma importante fonte de
transmissão da doença.
Pacientes portadores do vírus da Hepatite C devem seguir
algumas recomendações como: não compartilhar barbeadores
(lâminas), escova de dentes, cortadores de unhas e de cutículas
com outras pessoas. Devem, ainda, informar qualquer profissional
de saúde do qual estejam recebendo cuidados, da sua condição
de portadores do vírus da Hepatite C.
Não é necessário, contudo, mudar a rotina da familia como usar
quartos separados nem utensílios para comer. Se houver vários
parceiros sexuais, é recomendável o uso de barreiras tipo
camisinha.
Hepatite B
Hepatite B é causada por um vírus que afeta o fígado. O vírus da hepatite B pode
sobreviver ativo no ambiente externo por vários dias. O período de incubação dura,
em média, de um a quatro meses. Uma pessoa infectada por ele pode desenvolver as
seguintes formas da doença: hepatite aguda, hepatite crônica (ou ambas) e hepatite
fulminante, uma forma rara da doença que pode ser fatal
Sinais e Sintomas
Cansaço
Perda de apetite
Dor de estômago
Perda de peso
Coloração amarela da pele e do branco dos olhos (icterícia)
Urina escura
Fezes cor de argila ou esbranquiçadas
Dor nas articulações
Hepatite B
Transmissão do VHB
O vírus da hepatite B está presente no sangue, na saliva, no sêmen
e nas secreções vaginais da pessoa infectada. A transmissão pode
ocorrer por via perinatal, isto é, da mãe para o feto na gravidez,
durante e após o parto; por via horizontal, através de pequenos
ferimentos na pele e nas mucosas; pelo uso de drogas injetáveis e
por transfusões de sangue (risco que praticamente desapareceu
desde que o sangue dos doadores passou a ser rotineiramente
analisado).
As relações sexuais constituem outra via importante de transmissão
da hepatite B, considerada uma doença sexualmente transmissível
(DST), porque o vírus atinge concentrações altas nas secreções
sexuais.
Hepatite B
Tratamento
Na maioria dos casos, o tratamento da hepatite B aguda tem
como objetivo aliviar os sintomas e afastar o risco de
complicações. Nessa fase, não há consenso sobre a indicação de
medicamentos antivirais. Também, ao contrário do que se
preconizava no passado, o paciente não precisa permanecer em
repouso, mas deve moderar a atividade física.
Nem todos os portadores de hepatite B crônica com diagnóstico
recente precisam de tratamento imediato. Quando ele se faz
necessário, existem remédios que inibem a replicação do vírus e
atuam no controle da resposta inflamatória.
HIV - AIDS
AIDS, ou Síndrome da Imunodeficiência Adquirida, é uma doença infecto-contagiosa causada
pelo vírus HIV (Human Immunodeficiency Virus), que leva à perda progressiva da imunidade. A
doença – na verdade uma síndrome – caracteriza-se por um conjunto de sinais e sintomas
advindos da queda da taxa dos linfócitos CD4, células muito importantes na defesa imunológica
do organismo. Quanto mais a moléstia progride, mais compromete o sistema imunológico e,
consequentemente, a capacidade de o portador defender-se de infecções.
Sintomas
Na maioria dos casos, os sintomas iniciais podem ser tão leves que são atribuídos a um mal estar
passageiro. Quando se manifestam mais intensidade, são os mesmos de várias outras viroses,
mas podem variar de acordo com a resposta imunológica de que cada indivíduo.
Os mais comuns são febre constante, manchas na pele (sarcoma de Kaposi), calafrios, ínguas,
dores de cabeça, de garganta e dores musculares, que surgem de 2 a 4 semanas após a pessoa
contrair o vírus.
Nas fases mais avançadas, é comum o aparecimento de doenças oportunistas como tuberculose,
pneumonia, meningite, toxoplasmose, candidíase, etc.
HIV - AIDS
Diagnóstico
Existe um exame de sangue específico para o diagnóstico
da AIDS, chamado teste Elisa. Em média, ele começa a
registrar que a pessoa está infectada 20 dias após o
contato de risco. Se depois de três meses o resultado for
negativo, não há mais necessidade de repetir o exame,
porque não houve infecção pelo HIV.
No Centro de Referência em Treinamento em DST/AIDS é
possível realizar um teste laboratorial mais rápido, cujo
resultado sai algumas horas depois da coleta de sangue.
Transmissão
O vírus HIV sobrevive em ambiente externo por apenas alguns minutos.
Mesmo assim, sua transmissão depende do contato com as mucosas ou
com alguma área ferida do corpo.
AIDS não se transmite por suor, beijo, alicates de unha, lâminas de
barbear, uso de banheiros públicos, picadas de mosquitos ou qualquer
outro meio que não envolva penetração sexual desprotegida, uso de
agulhas ou produtos sanguíneos infectados. Existe também a
possibilidade da transmissão vertical, ou seja, da mãe infectada para o
feto durante a gestação e o parto (AIDS congênita).
Os pesquisadores ainda não sabem se sexo oral é capaz de transmitir a
síndrome. Há, porém, descrição de pessoas que se infectaram ao engolir
esperma.
HIV - AIDS
Tratamento
Foi só no final de 1995, que o coquetel de medicamentos pode ser prescrito para os portadores
do HIV. A possibilidade de associar várias drogas diferentes, entre elas o AZT, mudou por
completo o panorama do tratamento da AIDS, que deixou de ser uma moléstia uniformemente
fatal para transformar-se em doença crônica passível de controle. Hoje, desde que
adequadamente tratados, os HIV-positivos conseguem conviver com o vírus por longos períodos,
talvez até o fim de uma vida bastante longa. As normas brasileiras e mundiais determinam que
não se deve introduzir o coquetel de medicamentos se as células CD4 estiverem acima de 350.
Quando seus valores estão entre 200 e 350, a decisão de introduzi-lo deve ser tomada caso a
caso. Abaixo de 200, ele é obrigatoriamente indicado para corrigir a deficiência imunológica.
Dentre os efeitos colaterais do coquetel, podemos citar a lipodistrofia, isto é, a redistribuição da
gordura pelo corpo. Ela diminui muito no rosto, que fica encovado, nos membros superiores,
inferiores e nas nádegas, deixa as veias muito visíveis e provoca acúmulo de tecido adiposo no
abdômen.
Além de tonturas, diarréia e enjoos, a toxicidade dos remédios pode provocar danos para o
fígado, para os rins, assim como acentuar o processo de aterosclerose e aumentar o risco de
doenças coronarianas. No entanto, de modo geral, o tratamento é bem tolerado pelos
pacientes.
HIV - AIDS
Prevenção
O uso da camisinha nas relações sexuais é a forma mais
eficaz de prevenção da AIDS. Também é imprescindível
usar somente seringas descartáveis.
Gestantes devem obrigatoriamente fazer o teste de HIV
durante o pré-natal. Se estiverem infectadas, é
fundamental iniciar logo o tratamento a fim de evitar que
o vírus seja transmitido para o feto. Hoje, é
perfeitamente possível para uma mulher infectada
engravidar e dar à luz um bebê livre do vírus.
HIV - AIDS
ASSIM PODE PEGAR O HIV
Sexo vaginal sem camisinha
Sexo anal sem camisinha
Sexo oral sem camisinha
Uso da mesma seringa ou agulha por mais de uma pessoa
Recepção de sangue infectado
Mãe infectada pode passar o HIV para o filho durante a
gravidez, o parto e a amamentação
Instrumentos que furam ou cortam não esterilizados
ASSIM NÃO PEGA O HIV
Relação sexual, desde que se use corretamente a
camisinha
Masturbação a dois
Beijo, suor e lágrima
Picada de inseto
Aperto de mão ou abraço
Uso compartilhado de talheres, copos, sabonete , toalha
e lençóis
Assento de ônibus
Piscina, banheiros e pelo ar
Doação de sangue
O que a
NR5 diz
sobre
o assédio
sexual no
Trabalho?
Incluir regras de conduta a respeito do assédio sexual e
outras formas de violências nas diretrizes internas da
empresa, garantindo que elas sejam amplamente
divulgadas e difundidas entre os colaboradores,
independentemente de sua hierarquia na organização.
Qual o papel da CIPA no assédio?
A CIPA+A deverá desempenhar um papel
estratégico e importante na prevenção e no
combate ao assédio sexual e à violência no
ambiente do trabalho. Para isso, deverá fixar os
procedimentos para recebimento de denúncias,
apuração dos fatos e aplicação de sanções
administrativas.
Qual a punição?
Segundo a emenda, o crime será caracterizado
quando alguém ofender reiteradamente a
dignidade de outro, causando-lhe dano ou
sofrimento físico ou mental no exercício de
emprego, cargo ou função. A pena estipulada será
de detenção de um a dois anos e multa,
aumentada de um terço se a vítima for menor de
18 anos.
RELAÇÕES NO
TRABALHO
COMPANHERISMO
CONSCIENTIZAÇÃO
PREVENÇÃO
COMPANHERISMO
TRABALHO EM EQUIPE
• Troca de experiência;
• Interdependência;
• Divisão de tarefas;
• Divisão de responsabilidades;
• Agilidade.
Você é o que você faz;
As pessoas conhecem a pessoa que você às deixa
conhecer;
Suas atitudes podem afetar você e seus colegas;
Pessoas acreditam e esperam por você.
VOCÊ DONO DA SUA VIDA
Muito obrigado

Apresentação_cipa_treinamentocipa...pptx

  • 2.
    Objetivo O principal objetivoda CIPA é inspecionar e evidenciar nos ambientes de trabalho os riscos à saúde e segurança das pessoas. É uma comissão que deve solicitar, planejar, implantar e manter medidas preventivas que eliminem ou reduzam os riscos. Além disso, analisar os acidentes de trabalho e estabelecer um plano de ações junto com o SESMT (Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e Medicina do Trabalho).Outro objetivo básico da atuação da CIPA é a orientação aos trabalhadores quanto à prevenção de acidentes de trabalho, treinamentos de outras Normas Regulamentadoras (NR’s) buscando introduzir na empresa uma Cultura de Segurança do Trabalho.
  • 3.
    Organização da CIPA Aestrutura da CIPA é composta pelos seguintes cargos: - Presidente (indicado pelo empregador); - Vice-presidente (nomeado pelos representantes dos empregados, entre os seus titulares); - Secretário e suplente (escolhidos de comum acordo pelo representante do empregador e dos empregados).
  • 4.
    Como é ofuncionamento e quais as atribuições da CIPA? Para atuar, a CIPA tem uma estrutura de funcionamento e as atribuições que devem ser seguidas. O principal ponto da comissão é a realização de uma série de reuniões para a organização das ações a serem desenvolvidas. As principais atribuições são: determinar quais são os pontos que apresentam riscos na empresa; observar as normas em relação aos trabalhos executados e se há algo em desacordo que precisa ser melhorado; realizar um relatório sobre as condições de trabalho do espaço, com todas as observações necessárias; estabelecer um plano de ação que considere a adequação dos pontos em desacordo; focar opções de prevenção aos acidentes; manter avaliações periódicas do local do trabalho, estabelecendo quais foram as mudanças apresentadas e quais pontos devem ser melhorados. Essas questões são analisadas em conjunto com a atuação dos funcionários e da empresa. Além disso, a CIPA deve atuar para a realização de promoção da saúde, de uma forma geral.
  • 5.
    O QUE VAMOSFAZER? O treinamento para a CIPA deverá contemplar, no mínimo, os seguintes itens: a) estudo do ambiente, das condições de trabalho, bem como dos riscos originados do processo produtivo; b) noções sobre acidentes e doenças relacionadas ao trabalho decorrentes das condições de trabalho e da exposição aos riscos existentes no estabelecimento e suas medidas de prevenção; c) metodologia de investigação e análise de acidentes e doenças relacionadas ao trabalho; d) princípios gerais de higiene do trabalho e de medidas de prevenção dos riscos; e) noções sobre as legislações trabalhista e previdenciária relativas à segurança e saúde no trabalho; f) noções sobre a inclusão de pessoas com deficiência e reabilitados nos processos de trabalho; g) organização da CIPA e outros assuntos necessários ao exercício das atribuições da Comissão; e h) prevenção e combate ao assédio sexual e a outras formas de violência no trabalho.
  • 6.
    E a partirdaí muitas outras leis vieram para promover a saúde e segurança dos trabalhadores. O primeiro diploma legal para proteção do trabalhador contra riscos profissionais foi em 1890 na Conferência de Berlim, onde adotou medidas sobre trabalho em minas.
  • 7.
    Os Desafios Vivemos mudançasprofundas e rápidas O Homem tem que fazer um esforço enorme para adaptar-se) O profissional deverá ser capaz de: •Identificar e resolver problemas •Trabalhar em equipe •Integrar soluções
  • 8.
    O que faltaentão? ATITUDE – COMPORTAMENTO - HÁBITO Atitude é um meio interno do pensamento (crenças) que influencia os nossos comportamentos Comportamento atividade observável refletida das nossas atitudes e crenças Comportamento seguro – diminui o risco Comportamento inseguro – aumenta o risco Atitude Cultura comportamento Hábito
  • 9.
    Comportamentos similares podem levara resultados muito diferentes Não há uma relação linear entre uma ação e suas consequências
  • 11.
  • 12.
    HABILIDADES (Experiências práticas, desafios) ( oque a empresa compra de seus colaboradores) CONHECIMENTOS (Formação, especialização técnica) ATITUDES ( Crenças, valores, princípios, cultura, rituais) ENTREGA ( Resultados, desempenho, qualidade, segurança) FOCO EM SEGURANÇA COMPORTAMENTAL
  • 13.
    Aspectos de Segurança Cicloda Aprendizagem CA Tem conhecimento, porém pouca habilidade Não sabe que não sabe, e não tem conhecimento nem habilidade 1 2 Tem conhecimento mas não tem habilidade Sabe que sabe e tem muita habilidade 3 4
  • 14.
    Profissionais Engajados Trabalhar semfoco no cliente Trabalhar com foco no cliente Estágio 1 do Ciclo e Aprendizagem Estágio 4 do CA – como chegar lá?
  • 15.
    Nível Informativo Receber eentender as informações. Receber treinamento e orientação Receber feedback sobre atitudes Entender o trabalho e sua finalidade Relatar anomalias Nível Consultivo Contribuir com idéias e melhorias Apresentar sugestões aos problemas Saber trabalhar em equipe Argumentar em grupo de forma ponderada Pedir e dar Feedback sobre trabalho Nível Decisório Assumir o que faz Evitar desculpas Decidir em seu âmbito de responsabilidade Nível Valor Reconhecimento / Feedback PPR Agir como “ Eu” Interessar-se em perguntar Fazer o que tem de ser feito
  • 17.
    ANTECIPAR É: Trabalharcom equipes de projetos, modificações ou ampliações, visando a detecção precoce de fatores de risco ligados a agentes ambientais, adotando opções de projeto que favoreçam a sua eliminação ou controle; RECONHECER É: Conhecer de novo. Isso significa que se deve ter conhecimento prévio dos agentes do ambiente de trabalho, ou seja, saber reconhecer os riscos presentes nos processos, materiais, operações associadas, manutenção, subprodutos, rejeitos, produto final, insumos,...; AVALIAR É: Poder emitir um juízo de tolerabilidade sobre uma exposição a um agente ambiental. O juízo de tolerabilidade é dado pela comparação da informação de exposição ambiental com um critério adequado. O critério é genericamente denominado de “limite de exposição ambiental” ou limite de exposição. CONTROLE: Definir ações de controle no indivíduo, o que inclui, a proteção individual, mas não se limita a ela.
  • 18.
    CONCEITO DE HIGIENEOCUPACIONAL Conjunto de normas, medidas e procedimentos preventivos que visa a proteção da integridade física do trabalhador, preservando-o dos riscos de saúde inerentes as funções por ele desempenhada e ao ambiente físico onde são executadas. Prevenção da doença – deve ser entendida em um sentido mais amplo, pois a ação deve estar dirigida à prevenção e ao controle das exposições inadequadas aos agentes ambientais. A atuação da higiene ocupacional prevê uma intervenção deliberada no ambiente de trabalho, como forma de prevenção da doença.
  • 19.
    CONDIÇÕES E MEIO DETRABALHO CONDIÇÕES E MEIO DE TRABALHO
  • 20.
    Comunicação de Riscos AComunicação de Riscos deve ocorrer de duas formas: Da empresa para o funcionário Utilizando-se de métodos comprovados de informação técnica e científica que informe de maneira clara, objetiva e transparente a todos os funcionários sobre as condições ambientais de seu local de trabalho e os riscos envolvidos. Esta comunicação ocorre por meio de:  Mapa de Riscos;  Programa de Prevenção de Riscos Ambientais  Programa de Controle Médico e Saúde Ocupacional  Normas e procedimentos A comunicação de um risco pode levar à prevenção de um acidente ou de uma doença ocupacional. Do funcionário para a empresa A comunicação do risco evidenciado ajudará a complementar os programas de prevenção e controle existentes. Todos devem comunicar os riscos à chefia imediata, ao departamento de Segurança do Trabalho ou por seus representantes na CIPA.
  • 22.
    Durante o mapeamentoou revisão dos riscos, a CIPA ouve os trabalhadores, obtém opiniões e informações e, por meio destes dados monta os mapas que são colocados em pontos estratégicos dos ambientes de trabalho para visualização de todos. O Mapa é uma representação gráfica, e nele está em destaque o tipo de risco e sua graduação, sendo que, o tamanho dos círculos representa o grau de risco e, os tipos são definidos pelas cores correspondentes:
  • 23.
    PROGRAMA DE GERENCIAMENTODE RISCO (PGR) A importância do PGR vai muito além de unicamente cumprir com as normas legislativas. Seu foco está na identificação e eliminação dos riscos, uma vez que controlar a exposição aos riscos é a estratégia mais eficaz para a proteção dos trabalhadores.. O PGR é parte integrante do conjunto mais amplo das iniciativas da empresa no campo de preservação da saúde e integridade dos funcionários devendo estar articulado, principalmente com o PCMSO (Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional).
  • 24.
    São considerados riscosambientais, os agentes físicos, químicos e biológicos existentes no ambiente de trabalho. Cabe ao SESMT a elaboração, implementação, acompanhamento e avaliação do PPRA, que deverá conter no mínimo em sua estrutura: 1. Planejamento anual com metas, prioridades e cronograma; 2. Estratégia e metodologia de ação; 3. Registro, manutenção de divulgação de dados; 4. Periodicidade e avaliação do desenvolvimento do PPRA. Os dados de monitoramento do ambiente de trabalho são apresentados anualmente em reunião da CIPA
  • 25.
    Programa de ControleMédico de Saúde Ocupacional (PCMSO) O PCMSO é baseado na Portaria n°3214 do MTb, com o objetivo de promover e preservar a saúde dos trabalhadores. Basicamente ele tem caráter de prevenção, rastreamento e diagnóstico precoce dos problemas de saúde relacionados ao trabalho.
  • 26.
    A responsabilidade dacoordenação do programa cabe ao Serviço Médico, que deve realizar os seguintes exames médicos: 1.Admissional 2.Periódico 3.Retorno ao trabalho 4.Mudança de função 5.Demissional
  • 27.
    Após realizados osexames, será emitido pelo médico coordenador, um Atestado de Saúde Ocupacional (ASO) e todos os dados serão arquivados no prontuário individual de cada funcionário por um período mínimo de 20 anos após o desligamento do funcionário da empresa. Anualmente é elaborado um relatório sobre todas as atividades realizadas no período e apresentado em reunião da CIPA
  • 28.
    Percepção: É amaneira como nós vemos, julgamos, conceituamos, qualificamos as coisas no mundo e em nós mesmos. Olhe o interior dessa imagem e se concentre. O que você vê? Estudos demonstraram que as crianças não reconhecem esta imagem íntima, porque sua memória não conhece ainda esta situação. O que as crianças veêm são 9 golfinhos. Consegue vê-los?
  • 29.
    PERCEPÇÃO DE RISCOS ÉO ATO DE TER CONTATO COM UM PERIGO POR MEIO DOS SENTIDOS (OUVIR, TOCAR, VER, CHEIRAR E GOSTO), INTERPRETAR ESSA INFORMAÇÃO E ENTÃO DECIDIR O QUE FAZER.
  • 30.
    Perigo: prática oucondição com probabilidade de causar lesão física ou dano à saúde das pessoas por ausência de medidas de controle. Risco: a combinação da probabilidade com as suas consequências.
  • 31.
    Controle: é umaação que visa eliminar/controlar o risco ou quando isso não é possível, reduzir a níveis aceitáveis o risco na execução de uma determinada etapa do trabalho, seja através da adoção de materiais, ferramentas, equipamentos ou metodologia apropriada. Gerenciar: Organizar, planejar e executar atividades que facilitem o processo de trabalho. A gerência pode-se dar sobre coisas, pessoas ou ambos CUIDADO ! AFASTE-SE NÃO ULTRAPASSE BLOQUEIO DO RISCO LEÃO
  • 32.
    PORQUE NÃO CONSEGUIMOSEVITAR OS ACIDENTES Existe pessoas que diferenciam: • Trabalhar • Trabalhar com Segurança ...porém ignoram o termo Segurança Trabalhar com segurança é: • Saber perceber os riscos • Querer gerenciar os riscos • Ser exemplo
  • 33.
    Por que ficamosexpostos aos Riscos? Diversos são os motivos que levam as pessoas a trabalharem expostas a riscos. Podemos citar: •Desconhecimento • Executar tarefas ou permitir a realização da mesma com dúvidas sobre o padrão. Conhecer os perigos e riscos da unidade e das tarefas Saúde do corpo, bem estar, alimentação, remédios.. Emoções, vida pessoal e clima de trabalho INFLUÊNCIAS
  • 34.
    INIMIGOS • Achar quea rotina é sempre igual; • Achar que isso nunca vai acontecer comigo; • Apostar nas possibilidades (roleta russa); • Trabalhar com pressa; • Descuidar dos pequenos detalhes; • Quando encontrar DESVIOS dizer: “Isso não é comigo”.
  • 35.
    Por que ficamosexpostos aos riscos? Exemplos: • Operação de ponte rolante sem ser autorizado • Não respeitar a capacidade máxima do equipamento • Passar sob carga suspensa • Não realizar o check List Ignoramos Procedimentos / Padrões:
  • 36.
    • Assumindo riscossem propor medida de controle para eliminar, neutralizar, minimizar ou sinalizar. Ex.: Armazenar materiais em locais destinado a passagem de pessoas, equipamentos de emergência, etc. Ex.: Empilhar peças de forma desordenada Ex.: Utilizar acessórios com capacidade inferior ao peso da carga a ser içada. Tolerar Os Riscos:
  • 37.
    • O riscoé do conhecimento de todos, mas não há iniciativa para corrigi-lo ou buscar a solução. Ex.: Permitir o inicio de manutenção sem a devida paralisação de um equipamento. Ignorar o risco:
  • 38.
    • O riscopersiste porque o convívio frequente com ele, ao longo do tempo, o incorporou à normalidade das tarefas. Este fato leva o trabalhador a se acostumar com a situação inadequada, fazendo parte do ambiente de trabalho. Exemplo: Utilizar ferramentas em más condições; Transportar material de forma inadequada; Deixar peças espalhadas no local de trabalho; Passar em baixo de carga suspensa; Deixar o bloco de gancho baixo sem estar em uso. Hábitos e Rotina:
  • 39.
     O riscoé mantido porque ninguém toma qualquer providência para sua correção, considerando ser a outra pessoa ou setor o responsável em corrigir. Exemplo: Designar responsável pelo isolamento.
  • 44.
  • 45.
  • 46.
    DEFINIÇÕES “A análise preliminarde risco é um procedimento que se aplica para avaliar os métodos de trabalho, com características próprias e exigindo técnicas específicas. Essa técnica consiste em relacionar todas as etapas da atividade que será executada levantando os riscos detalhados de cada etapa, indicando posteriormente as medidas preventivas e as regras de segurança aplicáveis.”
  • 47.
    Cumprir a legislaçãovigente Manter um ambiente de trabalho seguro e livre dos acidentes e doenças. OBJETIVO
  • 48.
    É possível convivercom uma condição insegura?
  • 49.
    Norma Regulamentadora -NR 1 São deveres do empregador: c) Informar aos trabalhadores sobre: I-) os riscos profissionais que possam originar-se nos locais de trabalho; II-) os meios para prevenir e limitar tais riscos e as medidas adotadas pela empresa
  • 50.
    A análise preliminarde risco traz benefícios ao funcionário nos seguintes aspectos: O funcionário é treinado e orientando, por meio da APR, sobre os riscos que há em cada fase da operação; Faz com que o funcionário tenha mais contato com a segurança de seu trabalho e atue na prevenção de acidentes; Auxilia na instrução de um novo funcionário que segue cada passo da operação; Melhora a produtividade e ajuda a prevenir perdas e acidentes.
  • 51.
  • 52.
     O focoprincipal da Análise de Riscos é a prevenção, pois os riscos devem ser eliminados sempre que possível, e se não, devem ser controlados e os trabalhadores expostos a esses riscos devem ser treinados.  A Análise de Risco não é simplesmente para cumprir a lei: é um processo contínuo, que precisa periodicamente ser revisado, principalmente quando surgem novas circunstâncias, como mudanças tecnológicas, mudanças no ambiente de trabalho ou na organização.  As análises de riscos não substituem as exigências legais para mecanismos de proteção dos trabalhadores. Devem se pautar também nas normas e leis existentes, ao mesmo tempo em que devem superá-las em função das realidades de cada setor, cada região, etc.
  • 53.
     Os riscosnão podem ser analisados de forma estática, pois as empresas, organizações e ambientes estão mudando frequentemente e estas análises precisam ser revistas periodicamente. Além da introdução de novas tecnologias, uma tecnologia, máquina ou equipamento pode, com o passar do tempo, se deteriorar em função da falta de manutenção ou uso de “gambiarras”. Os riscos podem gerar efeitos à saúde de curto prazo (acidente) ou a médio e longo prazo, no caso das doenças ocupacionais.
  • 54.
    Umas das principaisarmadilhas que colocamos para nós mesmos é o tempo que passamos “longe” do aqui e agora. Quem não está presente não está consciente !
  • 55.
    SEGURANÇA PENSE NA TAREFA LEVANTEOS RISCOS CRIE RECOMENDAÇÕES QUAIS SÃO OS RISCOS ?
  • 56.
    Descrever o objetode estudo, fazendo a subdivisão que se julgar adequada. Se o objeto é um processo, estabelecer o diagrama de funções e analisar cada fase. Numa viagem, por exemplo, podemos analisar as etapas: deslocamento de casa ao aeroporto, transporte aéreo, deslocamento do aeroporto ao hotel, instalação no hotel. PENSE NA TAREFA
  • 57.
    PENSE NA TAREFA •ENTENDAO TRABALHO; •TENHA INFORMAÇÃO CORRETA; •SIGA O PADRÃO; •TENHA AS FERRAMENTAS E OS EQUIPAMENTOS CORRETOS; • PERMISSÕES CORRETAS; •SISTEMAS AFETADOS; •ACESSO SEGURO; •O QUE PODE DAR ERRADO; •EXIGE BLOQUEIO; •MÉTODOS ALTERNATIVOS; •EQUIPAMENTOS VIZINHOS.
  • 58.
    LEVANTE OS RISCOS 1-OLHEEM CIMA 2-OLHE EM BAIXO 3-OLHE ATRÁS 4-OLHE DENTRO DE MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS 5-MÉTODOS 6-MATERIAIS 7-MÃO DE OBRA 8-MEIO AMBIENTE 9-CONTAMINAÇÃO
  • 59.
    LEVANTE OS RISCOS 5-DESLOCAR 6- RODAR 7- TRAVAR 8- EMPERRAR 1- FALHAR 2- VAZAR 3- QUEBRAR 4- CAIR 9- PEGAR FOGO 10- CORTAR O QUE ACONTECE SE:
  • 60.
    LEVANTE OS RISCOS OQUE ACONTECE SE FOR: 1 – MUITO PESADO 2 – MUITO PEQUENO 3 – MUITO QUENTE 4 – ENERGIZADO 5 – PRESSURIZADO 6 – TÓXICO
  • 61.
    O QUE A CONTECE SE:ELE, ELES 1 – NÃO ENTENDEREM 2 – NÃO FIZEREM 3 – COMETEREM UM ERRO 4 – PRECISAREM DE AJUDA LEVANTE OS RISCOS
  • 62.
    É PROVÁVEL QUEOCORRA ? 1- FREQUENTEMENTE 2- OCASIONALMENTE 3-IMPROVÁVEL 4- REMOTO 5- PROVÁVEL LEVANTE OS RISCOS
  • 63.
    LEVANTE OS RISCOS QUAISSÃO AS CONSEQUÊNCIAS ? 1- LESÃO 2- DANOS A PROPRIEDADE 3- PARALIZAÇÃO DO PROCESSO 4- MORTE
  • 64.
    Ter contato comprodutos químicos, gases, vapores; Ser atingido por queda de objetos; Ser prensado entre algum objeto ou equipamento e/ou objetos e partes móveis de um equipamentos; Queda de mesmo nível provocada por depressões, saliências, óleo, água, etc., no piso; Queda de nível diferente como trabalhos em andaimes, aberturas no piso; Contato com temperaturas extremas – frio/calor; Contato com eletricidade e/ou equipamentos energizado; Bater contra alguma coisa; Deficiência de iluminação; Deficiência de ventilação; Alto índice de ruído; Cortes; Radiações ionizantes; Radiações não ionizantes; Esforços Físicos excessivo; Postura inadequada; Movimentos repetitivos; Presença de vetores biológicos, microrganismos ou animais peçonhentos.
  • 65.
    FAÇA AS MUDANÇAS 1-REMOVA OS PERIGOS 2- ISOLE OS PERIGOS 3- BLOQUEIE OS PERIGOS 4 – USE OS EPI’S 5- SIGA OS PROCEDIMENTOS CRIE RECOMENDAÇÕES
  • 66.
    Quando é identificadoum determinado risco, dentro de uma etapa da tarefa, deve ser realizado um estudo no ambiente de trabalho de tal forma que seja possível a criação e instalação de dispositivos de segurança para eliminar ou neutralizar tais riscos. Quando não for possível, indicar o uso de equipamento de proteção individual; Evitar o uso de termos e palavras que sejam subjetivas, e que não expressam de forma clara o que deve ser feito. CRIE RECOMENDAÇÕES
  • 67.
  • 68.
     Cada riscopossui metodologias particulares de avaliação, seja qualitativa ou quantitativamente, sendo que muitas delas são extremamente complexas.  Deve se ter clareza dos objetivos da análise dos riscos.  Definir o espaço no qual o levantamento será realizado.  Gerar ações concretas, fazendo da informação uma base para a ação.  Reconhecer os riscos nas situações reais de trabalho.  Conhecer a legislação que as empresas devem cumprir obrigatoriamente com relação aos riscos investigados.
  • 69.
     Definir otempo de trabalho e a periodicidade das revisões.  Analisar criticamente as fontes de dados disponíveis.  Orientar todos os envolvidos com a realização da tarefa. Este tipo de treinamento é fundamental.
  • 70.
    O PAPEL DALIDERANÇA 70 % Atitudes e comportamentos (exemplo) 25 % Escrita 5% Falada
  • 71.
    “Quando falamos, convencemos pessoas, mas,quando damos exemplo, arrastamos pessoas”. (autor desconhecido)
  • 72.
    Funcionário Antes do iníciode cada tarefa a respectiva APR deve ser consultada e cumprida; Elaborar e colaborar quanto a criação das APR da área; Participar de treinamentos periódicos quanto a revisão das APR relacionadas a função, bem como cumprir as recomendações estipuladas na APR; Informar o responsável superior quando identificar novos riscos ou tarefas dentro da função, para que se faça uma nova APR ou uma revisão da existente;
  • 73.
    Gestor Verificar o cumprimentodas APR pelos funcionários próprios e provedores; Realizar junto com seus subordinados a revisão periódica das APR do setor registrando; Consensar e homologar as APR junto ao sistema de documentos; Garantir que os funcionários próprios ou provedores atendam as diretrizes estipuladas na APR.
  • 74.
    Em qualquer situação,nunca deixe de avaliar os riscos!!!!
  • 76.
    “Nós somos avaliadosnão pelo que somos, mas, através da percepção do que parecemos ser, não pelo que dizemos, mas pelo que nos escutam, e não pelo que fazemos, mas pelo que parecemos fazer”.
  • 77.
  • 78.
    é um dispositivode uso pessoal destinado a preservar a saúde e integridade física do funcionário no exercício de suas atividades. é um dispositivo instalado diretamente na fonte geradora do risco ou no ambiente. O EPC reduz ou até elimina o risco como, por exemplo, um guarda-corpo ou o enclausuramento de um motor muito ruidoso. Equipamento de Proteção Individual Equipamento de Proteção Coletiva
  • 79.
    A empresa fornece,gratuitamente, aos funcionários, o EPI adequado ao risco sempre que: • as medidas de proteção coletiva forem tecnicamente inviáveis ou não oferecerem completa proteção contra os riscos de acidentes do trabalho e/ou doenças profissionais; • as medidas de proteção coletiva estiverem sendo implementadas; • para atender situações de emergência. O EPI tem o objetivo de proteger o funcionário de uma lesão e, não de evitar um acidente, por isso medidas de proteção coletiva devem estar em primeiro lugar.
  • 80.
    Dados estatísticos nacionaise internacionais mostram que grande parte das lesões resultante de acidentes de trabalho deriva da falta ou da utilização inadequada do EPI. Isso implica que o uso inadequado, a não utilização do equipamento ou ainda um defeito de fabricação expõe o trabalhador a um risco determinado e imediato.
  • 81.
    Seleção A tarefa aser executada é que determina o tipo de equipamento a ser utilizado. A seleção será feita em função das condições de trabalho. O equipamento deve oferecer a proteção mais completa possível à região do corpo ameaçada diretamente.
  • 82.
    Treinamento Os funcionários devemreceber novo treinamento quando: • Mudanças no local de trabalho tornarem o treinamento prévio obsoleto; • Mudanças nos tipos de EPIs a serem usados tornarem o treinamento prévio obsoleto; • Observações do local de trabalho indicarem que os funcionários não estão usando os EPIs exigidos de acordo com a avaliação de risco das instalações. Caso você tenha dúvidas quanto ao uso do equipamento adequado para a atividade que estiver executando, procure o departamento de Segurança do Trabalho que o orientará sobre o EPI adequado e, também, poderá ajudá-lo a procurar formas mais seguras de executar o seu trabalho.
  • 83.
    Requisitos Gerais Os requisitospara o uso dos EPIs estão especificados nas normas de segurança ou procedimentos operacionais da empresa. Em situações onde equipamentos de proteção individual especial sejam necessários deve haver sinalizações no local especificando estas exigências. Todo EPI deve possuir um Certificado de Aprovação (CA) emitido pelo Ministério do Trabalho. Os EPIs não devem ser modificados sem aprovação escrita do fabricante.
  • 84.
    Requisitos Gerais Os usuáriosdevem inspecionar os EPIs antes de usar e guardá-los em condições adequadas de limpeza e higiene. Os EPIs que não atenderem aos critérios de inspeção devem ser descartados. Os EPIs devem ser escolhidos de acordo com a avaliação escrita de riscos e devem fornecer proteção adequada e antecipada contra os riscos. Os visitantes devem utilizar EPIs conforme exigido pela avaliação de riscos das instalações.
  • 85.
    EPI e suafinalidade 1. EPI para proteção da cabeça 1.1. Capacete de segurança para proteção contra: • impactos de objetos sobre o crânio; • choques elétricos; • riscos provenientes de fontes geradoras de calor como por exemplo nos trabalhos de combate a incêndio. 1.2. Capuz de segurança para proteção do crânio e pescoço contra: • riscos de origem térmica; • respingos de produtos químicos.
  • 86.
    EPI e suafinalidade 2. EPI para proteção dos olhos e face 2.1. Óculos de segurança para proteção dos olhos contra: • impactos de partículas volantes; • luminosidade intensa; • radiação ultravioleta; • radiação infravermelha; • respingos de produtos químicos. 2.2. Protetor facial de segurança para proteção da face contra: • impactos de partículas volantes; • respingos de produtos químicos; • radiação infravermelha.
  • 87.
    EPI e suafinalidade 2.3. Máscara de Solda de segurança para proteção dos olhos e face contra: • impactos de partículas volantes; • radiação ultravioleta; • radiação infravermelha; • luminosidade intensa. Caso você tenha dúvidas quanto ao uso do equipamento adequado para a atividade que estiver executando, procure o departamento de Segurança do Trabalho que o orientará sobre o EPI adequado e, também, poderá ajudá-lo a procurar formas mais seguras de executar o seu trabalho.
  • 88.
    EPI e suafinalidade 3. EPI para proteção respiratória 3.1. Respirador purificador de ar para proteção das vias respiratórias contra: • poeiras, névoas, fumos e radionuclídeos; • vapores orgânicos ou gases ácidos em ambientes com concentração inferior a 50 ppm (parte por milhão); • gases emanados por produtos químicos; Para uma maior vedação, os usuários de máscara não podem ter barba.
  • 89.
    3.2. Respirador deadução de ar para proteção das vias respiratórias em atmosferas com concentração Imediatamente Perigosa à Vida e à Saúde e em ambientes confinados • respirador de adução de ar tipo linha de ar comprimido; • máscara autônoma de circuito aberto ou fechado. 3.3. Respirador de fuga • respirador de fuga para proteção das vias respiratórias contra agentes químicos em condições de escape de atmosferas Imediatamente Perigosas à Vida e à Saúde.
  • 90.
    4. EPI paraproteção do tronco Vestimentas de segurança que ofereçam proteção ao tronco contra riscos de origem térmica, mecânica, química, radioativa e meteorológica e umidade proveniente de operações com uso de água. Caso você tenha dúvidas quanto ao uso do equipamento adequado para a atividade que estiver executando, procure o departamento de Segurança do Trabalho que o orientará sobre o EPI adequado e, também, poderá ajudá-lo a procurar formas mais seguras de executar o seu trabalho.
  • 91.
    5. EPI paraproteção dos membros superiores 5.1. Luva de segurança para proteção das mãos contra: • agentes abrasivos e escoriantes; • agentes cortantes e perfurantes; • choques elétricos; • agentes térmicos; • agentes biológicos; • agentes químicos;
  • 92.
    5.2. Creme protetor Cremeprotetor de pele para proteção dos membros superiores contra agentes químicos, de acordo com a legislação vigente. 5.3. Manga de segurança para proteção do braço e do antebraço contra: • choques elétricos; • agentes abrasivos e escoriantes; 5.4. Dedeira Dedeira de segurança para proteção dos dedos contra agentes abrasivos e escoriantes.
  • 93.
    6.1. Calçado desegurança para proteção contra: • impactos de quedas de objetos sobre os artelhos; • choques elétricos; • agentes térmicos; • umidade proveniente de operações com uso de água; • perfurações. 6.2. Perneira de segurança para proteção da perna contra: • agentes abrasivos e escoriantes; • agentes térmicos; • respingos de produtos químicos; • ataque de animais peçonhentos.
  • 94.
    7. EPI paraproteção do corpo inteiro 7.1.- Macacão de segurança para proteção do tronco e membros superiores e inferiores contra: •chamas; •agentes térmicos; •contra respingos de produtos químicos.
  • 95.
    8. EPI paraproteção contra quedas com diferença de nível 8.1. Dispositivo trava-quedas Dispositivo trava-quedas de segurança para proteção do usuário contra quedas em operações com movimentação vertical ou horizontal, quando utilizado com cinturão de segurança para proteção contra quedas. 8.2. Cinturão/ Cinto de Segurança • cinturão/ cinto de segurança para proteção do usuário contra riscos de queda em trabalhos em altura; • cinturão/cinto de segurança para proteção do usuário contra riscos de queda no posicionamento em trabalhos em altura.
  • 96.
    9. Protetor Auricular Oruído é transmitido ao ouvido principalmente através do ar. O risco decorrente de ruído constante pode danificar permanentemente o mecanismo da audição dependendo principalmente da freqüência e intensidade, da exposição intermitente ou contínua, bem como da duração da exposição. Quando as técnicas de controle de ruído não são imediatamente possíveis de serem aplicadas, ou em período ao longo dos quais as medidas de controle de ruído estão sendo aplicadas, sistemas individuais de proteção da audição devem ser usados para atenuar o ruído.
  • 97.
    1. Protetores Moldáveisde inserção tipo “plug” Os materiais usados nesses tipos são espuma de borracha e silicones moldáveis (algumas vezes envoltos em uma cápsula de borracha altamente resistente). O tamanho ou formato do canal geralmente não constitui problema desde que a quantidade do material seja suficiente para preencher a entrada do canal auditivo.
  • 98.
    2. Conchas Protetoras Asconchas são domos de plástico que cobrem os ouvidos e são unidas por uma tira de mola que se ajusta aos vários tamanhos de cabeça e posição nos ouvidos e proporciona tensão para selar os domos contra a cabeça. A tira de mola pode ser usada em cima ou do lado da cabeça ou sob o queixo. As características da atenuação variam de acordo com a posição de uso da tira. Almofadas são colocadas nas conchas nos pontos onde entram em contato com a cabeça e podem ser feitas de espuma cheia de ar ou de líquido e devem se amoldar às irregularidades das superfícies com as quais entram em contato. A abertura e dimensão interna do domo devem ser grande o suficiente para envolver o ouvido externo e se ajustar corretamente.
  • 99.
    Requisição de EPI OsEPI’s ficam armazenados no estoque da fábrica. Todo funcionário deverá solicitar ao seu supervisor imediato quando necessário um novo EPI. O funcionário deverá assinar a ficha de controle no ato da entrega do EPI.
  • 100.
  • 101.
    Análise de Acidentes Osprocedimentos adotados para comunicação, registro, classificação e Análise de Acidentes e Incidentes têm como principal objetivo compreender como os acidentes são causados e determinar ações corretivas necessárias para prevenir a sua repetição.
  • 102.
    Conceitos importantes: Acidente É umacontecimento indesejado e inesperado, instantâneo ou não, que pode provocar lesão pessoal ou resultar em danos materiais, podendo gerar interrupção no processo envolvido. Incidente É um evento indesejado e inesperado, que sob circunstâncias ligeiramente diferentes, poderia ter resultado em dano à pessoa, à propriedade ou perda no processo.É também conhecido como quase-acidente.
  • 103.
    Perdas As perdas sãoos resultados de um acidente, que geram vários tipos de perdas: às pessoas, à propriedade, aos produtos, ao meio ambiente e aos serviços. O tipo e o grau dessas perdas dependerá da gravidade de seus efeitos, que podem ser insignificantes ou catastróficos. – Tempo do trabalhador ferido; – Tempo do companheiro de trabalho; – Tempo do supervisor; – Perdas gerais; – Outras perdas. MODO CASUAL DE PERDAS
  • 104.
    Causas das Ocorrências Ambientede trabalho que causa ou contribui para a ocorrência. Ato Inseguro Característica física ou mental que leva o individuo à prática de ações fora do padrão. Condição Inseguro
  • 105.
    Condição insegura É acondição do ambiente de trabalho que causou ou contribuiu para a ocorrência.  Problemas de espaço e circulação;  Ventilação inadequada;  Iluminação inadequada;  Proteção coletiva inadequada ou inexistente;  Má arrumação.
  • 106.
    Fator pessoal deinsegurança É a característica física ou mental que levou o individuo à prática da ação fora do padrão.  Falta de conhecimento ou experiência  Falta de aptidão física para a função
  • 107.
    Comportamento ou atoinadequado É o ato que, contrariando o preceito de segurança, pode causar ou favorecer a ocorrência de acidente:  Usar equipamento inadequado ou de maneira imprópria;  Não usar o Equipamento de Proteção Individual;  Tornar inoperantes ou ineficientes dispositivos de segurança;  Usar a mão ou outra parte do corpo de maneira imprópria;  Colocar a mão ou outra parte do corpo em locais perigosos;  Assumir posição ou postura insegura;  Operar máquinas sem habilitação ou permissão.
  • 108.
    “Errar é humano" Istotem duas implicações: Até as pessoas muito hábeis e capacitadas comentem erros 1 2 Aprendemos com nossos erros e modificamos nosso desempenho!
  • 109.
    Comunicação do Acidente/ Incidente Todo e qualquer acidente e/ou incidente deve ser comunicado imediatamente ao superior imediato do funcionário ou responsável pela área envolvida. A informação do incidente deverá ser feita por qualquer funcionário que tenha tomado conhecimento do fato.
  • 110.
    600 30 10 1 Não Comunicados Lesões gravesou fatais Lesões menores Acidentes com danos à propriedade Incidentes sem lesões ou danos visíveis Estudo dos Acidentes e Incidentes
  • 111.
    MODO CASUAL DEPERDAS Limite de Tolerância Sintomas (síndrome da dor de cabeça)
  • 112.
    Duas formas deolharmos a contribuição humana nos acidentes O enfoque na PESSOA : Se concentra nos erros e violações dos indivíduos. Os esforços por remedia- los se dirigem a pessoas no “lado estreito do funil” O enfoque no SISTEMA : Rastreia os fatores causadores no sistema como uma totalidade. Os esforços por resolvê-los se dirigem a situações e as organizações.
  • 113.
    “O objetivo fundamentalde uma investigação de um incidente deve ser a prevenção e aplicação de medidas para evitar fatos similares. Não é o propósito desta atividade achar um culpado ou um responsável.”
  • 114.
    Tipos básicos de erros Descuido Lapsos Variedadede “atos inseguros” Erros versus Violações Atos inseguros Ações não intencionais Ações intencionais Falta de atenção Instruções Omissões Desordem, etc Falha de memória Perder o equilíbrio Omitir elementos, etc Baseado em regras Baseado em conhecimento Rotina Otimizando Excepcional Equívocos Violações
  • 115.
    Descuidos Os erros ondeuma intenção planejada corretamente é realizadas de forma incorreta Lapsos Falha ao executar uma ação Equívocos Deficiências ou erro no processo de julgamento Violações Desvio deliberado das regras, procedimento e valores estabelecidos
  • 116.
    Investigações Efetivas Ajudam a: descrever o que ocorreu;  determinar as causas verdadeiras;  avaliar os riscos potenciais;  desenvolver os controles eficazes;  definir as tendências;  demonstrar preocupação.
  • 117.
    O que Investigar? Investigartodos os incidentes para identificar aqueles com potencial de risco sério ou perda grave. Preste especial atenção na investigação daqueles com um alto – potencial de perda – sem se importar a gravidade da perda real, caso tenha ocorrido.
  • 118.
    Quem é imprescindívelparticipar da investigação? A participação do supervisor/líder de linha é imprescindível na equipe de investigação, pois:  Tem interesse pessoal para proteger sua área;  Conhecem o pessoal e as condições;  Iniciam ou tomam a ação corretiva;  Se beneficiam da investigação. Outros participantes:  O acidentado;  Testemunhas;  Segurança;  Manutenção, meio-ambiente e outros que possam contribuir.
  • 119.
    NOÇÕES DE LEGISLAÇÃO TRABALHISTA,PREVIDÊNCIÁRIA E RESPONSABILIDADES
  • 120.
    Quem tem opoder, tem o dever correspondente. Quem cria o risco, tem o dever de evitar o dano. Não sou eu que quero, é a norma que exige. Quem cria o perigo, ainda que não tenha culpa, tem o dever de eliminá-lo.
  • 121.
    RESPONSABILIDADE OBRIGAÇÃO DE PRESTARCONTAS DE SEUS ATOS, OU DE OUTREM. A VIDA É BASEADA EM REGRAS DE COMPORTAMENTO, QUE ESTABELECEM LIMITES PARA O EXERCÍCIO DA VONTADE DE CADA INDIVÍDUO, VISANDO EVITAR QUE UM INVADA O DIREITO DO OUTRO. ESSAS REGRAS SÃO AS LEIS: OS ATOS PRATICADOS POR EMPREGADOS OU EMPREGADORES NAS RELAÇÕES DE TRABALHO E DURANTE A REALIZAÇÃO DE QUALQUER TAREFA PODEM GERAR RESPONSABILIDADES CIVIS E CRIMINAIS, JÁ QUE AS LEIS SÃO AMPLAMENTE APLICADAS NO EXERCÍCIO DO TRABALHO.
  • 122.
    A VONTADE A VONTADEDO INDIVÍDUO SE MANIFESTA ATRAVÉS DE SEUS ATOS, QUE PODEM SER LÍCITOS OU ILÍCITOS. LÍCITOS MANIFESTAÇÃO DA VONTADE CONFORME A LEI. ILÍCITOS MANIFESTAÇÃO OU OMISSÃO DE VONTADE QUE SE OPÕE A LEI, QUE POSSAM VIOLAR DIREITO OU CAUSAR PREJUÍZO A OUTREM, PODENDO GERAR RESPONSABILIDADE CIVIL OU PENAL OU AMBAS, CONCOMITANTEMENTE.
  • 123.
    O QUE SEENTENDE POR ATO ILÍCITO? O ATO ILÍCITO É TODO ATO CONTRÁRIO A LEI; ISTO É, QUE SE CARACTERIZA PELA INOBSERVÂNCIA DE NORMAS LEGAIS. HÁ PORTANTO, DOIS TIPOS DE ACIDENTES DO TRABALHO:  UM OCASIONADO PELO RISCO NORMAL DA ATIVIDADE LABORATIVA;  OUTRO DECORRENTE DE UM ATO ILÍCITO, ASSIM, O ATO ILÍCITO PODE SER DOLOSO OU CULPOSO.
  • 124.
    O DOLOSO O CULPOSO Éaquele que se pratica sem desejar o dano, ele ocorre involuntariamente. O ATO ILÍCITO CULPOSO É o que mais ocorre nas Empresas, pois são atos praticados diariamente por negligência, imprudência ou imperícia, que provocam danos, gerando as responsabilidades.
  • 125.
    QUEM CAUSA DANOA ALGUÉM É OBRIGADO A REPARÁ-LO DANO
  • 126.
    A CONSOLIDAÇÃO DASLEIS DO TRABALHO - CLT ART. 157 - CABE AS EMPRESAS I- CUMPRIR E FAZER CUMPRIR AS NORMAS DE SEGURANÇA E MEDICINA DO TRABALHO. II - INSTRUIR OS EMPREGADOS, ATRAVÉS DE ORDENS DE SERVIÇO, QUANTO AS PRECAUÇÕES A TOMAR NO SENTIDO DE EVITAR ACIDENTES DO TRABALHO OU DOENÇAS OCUPACIONAIS. III - ADOTAR AS MEDIDAS QUE LHES SEJAM DETERMINADAS PELO ÓRGÃO REGIONAL COMPETENTE. (MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO - MTE)
  • 127.
    CABE AOS EMPREGADOS CLT-ART. 158 I - OBSERVAR AS NORMAS DE SEGURANÇA E MEDICINA DO TRABALHO INCLUSIVE AS INSTRUÇÕES. II - COLABORAR COM A EMPRESA NA APLICAÇÃO DOS DISPOSITIVOS DESTE CAPÍTULO. CONSTITUI ATO FALTOSO DO EMPREGADO A RECUSA INJUSTIFICADA.
  • 128.
    A FALTA DEATENÇÃO QUANTO AS NORMAS DE SEGURANÇA (CIRCULARES, MANUAIS, INSTRUÇÕES NORMATIVAS, INSTRUÇÕES TÉCNICAS), PODEM ACARRETAR PENALIDADES CIVIS E CRIMINAIS. CÓDIGO CIVIL DIZ QUE: “NINGUÉM SE ESCUSA DE CUMPRIR A LEI, ALEGANDO QUE NÃO A CONHECE”.
  • 129.
    QUEM RESPONDE PELO “CRIMEDE PERIGO” ? RESPONDEM PELO “CRIME DE PERIGO” OS CAUSADORES, PESSOAS FÍSICAS, PODENDO SER INCRIMINADOS O PRESIDENTE DA EMPRESA, OS DIRETORES, OS ENGENHEIROS OS TÉCNICOS, OU QUALQUER MEMBRO DA EMPRESA QUE TENHA ENVOLVIMENTO NA AÇÃO OU OMISSÃO, DOLOSA OU CULPOSA. OCORRENDO MORTE OU LESÕES CORPORAIS, TODOS ELES RESPONDERÃO POR CRIME DE HOMÍCIDIO OU DE LESÕES CORPORAIS, CONFORME PRESCREVE O CÓDIGO PENAL BRASILEIRO.
  • 130.
    ACIDENTE NÃO ACONTECE PORACONTECER EXISTE UMA CAUSA EXISTEM RESPONSABILIDADES EXISTEM RESPONSÁVEIS
  • 131.
    CULPA SIMPLES: É TIPIFICADAPOR TRÊS FATORES: NEGLIGÊNCIA IMPRUDÊNCIA IMPERÍCIA
  • 132.
    CULPA SIMPLES: NEGLIGÊNCIA: AUSÊNCIA DEPRECAUÇÃO OU INDIFERENÇA EM RELAÇÃO AO ATO REALIZADO EXEMPLO: Fábrica suja / mal iluminada / mal ventilada, que proporcione condições de uma situação ou Ambiente inseguro
  • 133.
    CULPA SIMPLES: IMPRUDÊNCIA: PRÁTICA DEUM ATO PERIGOSO EXEMPLO: Operário que retira a proteção da máquina com o intuito de aumentar A produção. BREVE COMENTÁRIO: Essa atitude responsabiliza a chefia do trabalhador por esta se constituir em elo de ligação (preposto) trabalhador / empresa. É crime a conivência ou omissão.
  • 134.
    CULPA SIMPLES: IMPERÍCIA: FALTA DEAPTIDÃO PARA O EXERCÍCIO DE DETERMINADA PROFISSÃO OU ARTE EXEMPLO: Submeter trabalhador não habilitado a substituir em caráter eventual trabalhador titular na função. BREVE COMENTÁRIO: Substituir operador de empilhadeira Apto para a função por motorista sem habilidades, sofrendo este último grave acidente por falta de preparo específico.
  • 135.
    SÃO DIREITOS DOSTRABALHADORES: Ambientes de trabalho, seguros e saudáveis, em conformidade com o disposto na norma ; Quando houver motivos de risco grave e iminente para sua segurança e saúde, ou de terceiros, informar imediatamente ao seu superior hierárquico, ou membro da CIPA ou diretamente ao empregador, para que sejam tomadas as medidas de correção adequadas, interrompendo o trabalho se necessário
  • 136.
    CONSTITUIÇÃO FEDERAL -ASPECTOS DE SEGURANÇA E SAÚDE DO TRABALHADOR. Capítulo II – dos Direitos Sociais Art.7: São direitos dos trabalhadores urbanos e rurais, além de outros que visem a melhoria da sua condição social. XXII – Redução dos riscos inerentes ao trabalho, por meio de Normas de Saúde, Higiene e Segurança. XXVIII – Seguro contra acidentes de trabalho, a cargo do empregador, sem excluir a indenização a que este está obrigado, quando incorrer em dolo ou culpa.
  • 137.
    Código Civil Brasileiro- Lei 10.406, 10 de janeiro de 2002. Artigo 186 - Aquele que, por ação ou omissão voluntária, negligência ou imprudência, violar direito e causar dano a outrem, ainda que exclusivamente moral, comete ato ilícito. Artigo 187 - Também comete ato ilícito o titular de um direito que, ao exercê-lo, excede manifestadamente os limites impostos pelo seu fim econômico ou social, pela boa-fé ou pelos bons costumes.
  • 138.
    Código Civil Brasileiro- Lei 10.406, 10 de janeiro de 2002. Artigo 186 - Aquele que, por ação ou omissão voluntária, negligência ou imprudência, violar direito e causar dano a outrem, ainda que exclusivamente moral, comete ato ilícito. Artigo 187 - Também comete ato ilícito o titular de um direito que, ao exercê-lo, excede manifestadamente os limites impostos pelo seu fim econômico ou social, pela boa-fé ou pelos bons costumes.
  • 139.
    ART. 932 CC OEMPREGADOR É RESPONSÁVEL, CIVILMENTE, PELOS ATOS DE SEUS EMPREGADOS, SERVIÇAIS E PREPOSTOS, NO EXERCÍCIO DO TRABALHO QUE LHE COMPETIR, OU EM RAZÃO DELE. RESPONSABILIDADE CIVIL
  • 140.
    CABE AOS EMPREGADOS CLT-ART. 158 I - observar as normas de segurança e medicina do trabalho inclusive as instruções. II - colaborar com a empresa na aplicação dos dispositivos deste capítulo.
  • 141.
    O art. 186CC "Aquele que, por ação ou omissão voluntária, negligência ou imprudência, violar direito e causar dano a outrem, ainda que exclusivamente moral, comete ato ilícito". Paragrafo único - haverá obrigação de reparar o dano, independentemente de culpa, nos casos especificados em lei, ou quando a atividade normalmente desenvolvida pelo autor do dano implicar; por sua natureza, risco para os direitos de outrem.”
  • 142.
    A responsabilidade civilda empresa, por acidente do trabalho, fica caracterizada desde que exista relação perfeita do evento com uma das seguintes condições: 1- Descumprimento da legislação de segurança e medicina do trabalho. 2- Inexistência de ordens de serviço e instruções de segurança e medicina do trabalho. RESUMO
  • 143.
    3- Atos denegligência, imprudência ou imperícia, inclusive de prepostos, chefes, encarregados e empregados. 4- Desobediência às determinações técnicas do Ministério do Trabalho e Emprego. 5- Condições inseguras reincidentes. 6- Condenação criminal por ato faltoso.
  • 144.
     Caracteriza-se crimeo acidente do trabalho que ocorre em virtude de negligência do empregador em observar as normas básicas de segurança e saúde no trabalho, PORÉM a pessoa jurídica não responde por crime, só a física.  A responsabilidade será sempre do superior que tinha poderes para alterar a situação, daquele que tinha o dever de informar as irregularidades existentes e propor medias de controle. Deve necessariamente haver o nexo causal para atribuição de responsabilidade, podendo existir pena para o funcionário se comprovada sua culpa no ato lesivo. RESPONSABILIDADE CRIMINAL
  • 145.
  • 146.
  • 147.
    AÇÕES JUDICIAIS CABÍVEIS AÇÃOPENAL PÚBLICA X MP PREPOSTOS EMPREGADOR (p.física) OBJETO PENA Restritiva de Liberdade
  • 148.
    AÇÕES JUDICIAIS CABÍVEIS AÇÃOCIVIL PÚBLICA X MP EMPRESA Evitar o descumprimento de normas FAP
  • 149.
    AÇÕES JUDICIAIS CABÍVEIS REGRESSÍVA X INSSEMPRESA OBJETO Para ressarcir-se dos gastos decorrentes de acidentes do trabalho
  • 150.
  • 151.
    Doenças Sexualmente Transmissíveis(DSTs) são infecções que se transmitem principalmente através de pessoa a pessoa do contato sexual. Há mais de 30 diferentes bactérias sexualmente transmissíveis, vírus e parasitas. As condições mais comuns que causam são gonorreia, clamídia, sífilis, tricomoníase, cancro mole, herpes genital, verrugas genitais, o vírus da imunodeficiência humana (HIV) e Hepatite B. Muitas delas, em particular o HIV e sífilis, também pode ser transmitida de mãe para filho durante a gravidez e o parto, e através de produtos sanguíneos e transferência de tecido. DOENÇAS SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS
  • 152.
    Principais fatos  448milhões de novas infecções de curável sexualmente transmissíveis (sífilis, gonorréia, clamídia e tricomoníase) infecções ocorrem anualmente.  Algumas infecções sexualmente transmissíveis existir sem sintomas. Nas mulheres grávidas com sífilis não tratada precocemente, 25% das gestações resultam em natimortos e 14% na mortalidade neonatal. Infecções sexualmente transmissíveis são a principal causa evitável de infertilidade, especialmente em mulheres.  A OMS recomenda uma abordagem sindrômica para o diagnóstico e tratamento de infecções sexualmente transmissíveis.
  • 153.
    CANCRO MOLE Pode serchamada também de cancro venéreo. Popularmente é conhecida como cavalo. Manifesta-se através de feridas dolorosas com base mole. Sinais e Sintomas Os primeiros sintomas aparecem dois a cinco dias após relação sexual desprotegida com portador da doença, período que pode se estender até duas semanas. No início, surgem uma ou mais feridas pequenas com pus. Após algum tempo, forma- se uma ferida úmida e bastante dolorosa, que se espalha e aumenta de tamanho e profundidade. Nos homens, as feridas, em geral, localizam-se na ponta do pênis. Na mulher, ficam, principalmente, na parte externa do órgão sexual e no ânus e mais raramente na vagina (a ferida pode não ser visível, mas provoca dor na relação sexual e ao evacuar).
  • 154.
    CANCRO MOLE Formas decontágio Prática de sexo (vaginal, anal ou oral) desprotegido com pessoa contaminada. Prevenção Como o contágio é feito pela prática sexual, a melhor forma de prevenir-se contra o cancro mole é fazer uso do preservativo em todas as relações sexuais. Cuidar bem da saúde e da higiene também são formas de prevenção. Tratamento O cancro mole é tratado com medicamentos base de antibióticos, sabonetes e loções. Além do tratamento, deve-se realizar intensa higiene local. É preciso não fazer mais sexo até o fim do tratamento e é recomendado o tratamento também dos parceiros sexuais porque podem existir portadores que não manifestam sintomas.
  • 155.
  • 156.
    CONDILOMA ACUMINADO O condilomaacuminado é uma lesão na região genital, causada pelo Papilomavirus Humano (HPV). A doença é também conhecida como crista de galo, figueira ou cavalo de crista. Sinais e Sintomas O HPV provoca verrugas com aspecto de couve-flor e de tamanhos variáveis nos órgãos genitais. Pode ainda estar relacionado ao aparecimento de alguns tipos de câncer, principalmente no colo do útero, mas também no pênis ou no ânus. Contudo, nem todo caso de infecção pelo HPV irá causar câncer. Formas de contágio A infecção pelo HPV é muito comum. Esse vírus é transmitido pelo contato direto com a pele contaminada, mesmo quando ela não apresenta lesões visíveis. A transmissão também pode ocorrer durante o sexo oral. Há ainda a possibilidade de contaminação por meio de objetos como toalhas, roupas íntimas, vasos sanitários ou banheiras.
  • 157.
    CONDILOMA ACUMINADO Prevenção Não existeforma de prevenção 100% segura, já que o HPV pode ser transmitido até mesmo por meio de uma toalha ou outro objeto. Calcula-se que o uso da camisinha consiga barrar entre 70% e 80% das transmissões, e sua efetividade não é maior porque o vírus pode estar alojado em outro local, não necessariamente no pênis, mas também na pele da região pubiana, períneo e ânus. A novidade é a chegada em 2006 da primeira vacina capaz de prevenir a infecção pelos dois tipos mais comuns de HPV, o 6 e o 11, responsáveis por 90% das verrugas, e também dos dois tipos mais perigosos, o 16 e o 18, responsáveis por 70% dos casos de câncer de colo do útero. Ainda estão em discussão os valores para dose (3 doses), para o mercado privado brasileiro. Na maioria das vezes os homens não manifestam a doença. Ainda assim, são transmissores do vírus. Quanto s mulheres, é importante que elas façam regularmente o exame de prevenção do câncer do colo, conhecido como "papanicolau" ou preventivo. Tratamento O tratamento do HPV pode ser feito por meio de diversos métodos: químicos, quimioterápicos, imunoterápicos e cirúrgicos. A maioria deles destruirá o tecido doente.
  • 158.
  • 159.
    GONORRÉIA E CLAMÍDIA Agonorréia é a mais comum das DST. Também é conhecida pelo nome de blenorragia, pingadeira, esquentamento. Nas mulheres, essa doença atinge principalmente o colo do útero. Sinais e Sintomas Entre dois e oito dias após relação sexual desprotegida, a pessoa passa a sentir ardência e dificuldade para urinar. Às vezes, pode-se notar um corrimento amarelado ou esverdeado - até mesmo com sangue - que sai pelo canal da urina, no homem, e pela vagina, na mulher. A clamídia também é uma DST muito comum e apresenta sintomas parecidos com os da gonorréia, como, por exemplo, corrimento parecido com clara de ovo no canal da urina e dor ao urinar. As mulheres contaminadas pela clamídia podem não apresentar nenhum sintoma da doença, mas a infecção pode atingir o útero e as trompas, provocando uma grave infecção. Nesses casos, pode haver complicações como dor durante as relações sexuais, gravidez nas trompas (fora do útero), parto prematuro e até esterilidade (incapacidade de engravidar).
  • 160.
    GONORRÉIA E CLAMÍDIA Formasde contágio A principal forma de transmissão da gonorréia é a relação sexual com pessoa infectada, seja essa relação oral, vaginal ou anal, sem o uso de preservativo. Mesmo sem apresentar sintomas, as mulheres contaminadas transmitem a bactéria causadora da doença. Pode ocorrer também, durante o parto, transmissão da mãe contaminada para o bebê. Caso esse tipo de transmissão aconteça, corre-se o risco de o bebê ter os olhos gravemente afetados, podendo levar cegueira. Prevenção Usar camisinha masculina ou feminina nas relações sexuais vaginais e orais. Além da camisinha masculina ou feminina, usar lubrificantes base de água (KY, Preserv Gel) nas relações sexuais anais. É recomendado realizar sempre o auto-exame, observando os próprios órgãos genitais e vendo se a cor, aparência, cheiro e a pele estão saudáveis.
  • 161.
    GONORRÉIA E CLAMÍDIA Tratamento Casonão sejam tratadas, essas DST podem provocar esterilidade, atacar o sistema nervoso (causando meningite), afetar os ossos e o coração. Atenção: corrimentos são muito comuns em mulheres. Portanto, sua ocorrência não significa necessariamente sinal de DST. O médico poderá fazer seu correto diagnóstico e indicação de tratamento adequado.
  • 163.
    HERPES GENITAL É umadoença que aparece e desaparece sozinha, de tempos em tempos, dependendo de certos fatores como estresse, cansaço, esforço exagerado, febre, exposição ao sol, traumatismo e menstruação. Nas mulheres, o herpes pode também se localizar nas partes internas do corpo. Uma vez infectada pelo vírus da Herpes simples, a pessoa permanecerá com o vírus em seu organismo para sempre. Sinais e Sintomas Pequenas bolhas localizadas principalmente na parte externa da vagina e na ponta do pênis. Essas bolhas podem arder e causam coceira intensa. Ao se coçar, a pessoa pode romper a bolha, causando uma ferida.
  • 164.
    HERPES GENITAL Formas decontágio O herpes genital é transmitido por meio de relação sexual (oral, anal ou vaginal) desprotegida (sem uso da camisinha). Essa doença é bastante contagiosa e a transmissão ocorre quando as pequenas bolhas, que se formam durante a manifestação dos sintomas, se rompem, ocasionando uma ferida e eliminando o líquido do seu interior. Esse líquido pode transmitir o vírus ao entrar em contato com a boca ou região dos anal e genital do parceiro. Raramente a contaminação se dá através de objetos contaminados. As feridas desaparecem por si mesmas. Após algum tempo, porém, o herpes pode reaparecer no mesmo local, com os mesmos sintomas. Enquanto persistirem as bolhas e feridas, a pessoa infectada estará transmitindo a doença. Na presença dessas lesões, a pessoa deve abster-se de relações sexuais, até que o médico as autorize.
  • 165.
    HERPES GENITAL Prevenção Uso depreservativo em todas as relações sexuais, vaginais, orais e anais. Tratamento A herpes é altamente transmissível. Por isso, a primeira orientação aos pacientes sempre diz respeito aos cuidados locais de higiene: lavar bem as mãos, evitar contato direto com outras pessoas e não furar as bolhas sob nenhum pretexto são recomendações importantes. O tratamento é feito com medicamentos antivirais, por via oral e tópica, e tem como objetivo encurtar a duração dos sintomas, prevenir as complicações e diminuir os riscos de transmissão, pois o vírus não pode ser completamente eliminado.
  • 166.
  • 167.
    SÍFILIS É uma doençainfecciosa causada pela bactéria Treponema pallidum. Manifesta-se em três estágios: primária, secundária e terciária. Os dois primeiros estágios apresentam as características mais marcantes da infecção, quando se observam os principais sintomas e quando essa DST é mais transmissível. Depois, ela desaparece durante um longo período: a pessoa não sente nada e apresenta uma aparente cura das lesões iniciais, mesmo em casos de indivíduos não tratados. A doença pode ficar, então, estacionada por meses ou anos, até o momento em que surgem complicações graves como cegueira, paralisia, doença cerebral, problemas cardíacos, podendo inclusive levar morte.
  • 168.
    SÍFILIS Sinais e Sintomas Asífilis manifesta-se inicialmente como uma pequena ferida nos órgãos sexuais (cancro duro) e com ínguas (caroços) nas virilhas, que surgem entre a 2ª ou 3ª semana após a relação sexual desprotegida com pessoa infectada. A ferida e as ínguas não doem, não coçam, não ardem e não apresentam pus. Após um certo tempo, a ferida desaparece sem deixar cicatriz, dando pessoa a falsa impressão de estar curada. Se a doença não for tratada, continua a avançar no organismo, surgindo manchas em várias partes do corpo (inclusive nas palmas das mãos e solas dos pés), queda de cabelos, cegueira, doença do coração, paralisias. Caso ocorra em grávidas, poderá causar aborto/natimorto ou má formação do feto.
  • 169.
    SÍFILIS Transmissão da sífilis Asífilis pode ser passada de uma pessoa para outra por meio de relações sexuais desprotegidas (sem preservativos), através de transfusão de sangue contaminado (que hoje em dia é muito raro em razão do controle do sangue doado), e durante a gestação e o parto (de mãe infectada para o bebê). Prevenção Como não há perspectiva de desenvolvimento de vacina, em curto prazo, a prevenção recai sobre a educação em saúde: uso regular de preservativos, diagnóstico precoce em mulheres em idade reprodutiva e parceiros, e realização do teste diagnóstico por mulheres com intenção de engravidar. Tratamento O tratamento mais indicado para a sífilis é a utilização do mais antigo dos antibióticos: a penicilina. O maior problema do tratamento é o seu diagnóstico, visto que a sífilis pode ser confundida com muitas outras doenças. Os pacientes devem evitar ter relação sexual até que o seu tratamento (e do parceiro com a doença) se complete. A gestante deve realizar controle de cura mensal. Se não tratada, a sífilis progride, torna-se crônica e pode comprometer várias partes do corpo ou levar até mesmo morte.
  • 170.
  • 171.
    TRICOMONÍASE Infecção causada peloprotozoário Trichomonas vaginalis, que pode se hospedar no colo do útero, na vagina e/ou na uretra. Sinais e Sintomas Muitas mulheres infectadas pelo Tricomonas podem não sentir nenhuma alteração ou reação. Os principais sintomas são corrimento amarelo-esverdeado com mau cheiro, dor durante o ato sexual, ardor, dificuldade para urinar e coceira nos órgãos sexuais. Na mulher, a doença pode também se localizar em partes internas do corpo, como o colo do útero. A maioria dos homens não apresenta sintomas. Quando isso ocorre, consiste em uma irritação na ponta do pênis. Formas de contágio O contágio se dá através de secreções, durante contato sexual desprotegido com parceiro contaminado. Prevenção Uso de preservativo em todas as relações sexuais, vaginais, orais ou anais.
  • 172.
    TRICOMONÍASE Tratamento O tratamento éfeito com antibióticos e quimioterápicos. Parceiros sexuais devem ser tratados ao mesmo tempo. Pessoas em tratamento devem suspender relações sexuais até que o tratamento esteja completo e os sintomas tenham desaparecido. Em homens, os sintomas podem desaparecer dentro de algumas semanas, mesmo sem o tratamento. O homem, mesmo sem nunca ter apresentado sintomas, pode continuar infectando seus parceiros até que seja tratado. Como outras DST, caso não seja tratada, a tricomoníase aumenta a probabilidade de uma pessoa ser infectada ou infectar a outros com o vírus da AIDS, o HIV. Na mulher, pode também gerar complicações durante a gravidez, ocasionando ruptura da bolsa antes da hora, parto prematuro e nascimento de bebê com peso baixo.
  • 173.
  • 174.
    Hepatite C A HepatiteC é uma infecção causada por um vírus (HCV) e que leva a um processo inflamatório do fígado. Sinais e Sintomas Pessoas infectadas com o vírus da Hepatite C em geral não têm sintomas. Formas de contágio Há vários modos de transmissão, o mais comum é através do sangue de pessoa contaminada. Uma forma de contágio é pelo uso compartilhado de agulhas e seringas pelos usuários de drogas. Outra forma é através de transfusão de sangue contaminado ou pela administração de seus derivados. Atualmente a transfusão de sangue tornou-se mais segura graças ao desenvolvimento de reações sorológicas que permitem identificar os sangues contaminados. A transmissão sexual e a materno-fetal podem ocorrer, porém são pouco freqüentes. E, em 40% dos casos não se consegue identificar a fonte da infecção.
  • 175.
    Hepatite C Prevenção Asagulhas, as seringas e outros instrumentos utilizados pelos usuários de drogas são uma importante fonte de transmissão da doença. Pacientes portadores do vírus da Hepatite C devem seguir algumas recomendações como: não compartilhar barbeadores (lâminas), escova de dentes, cortadores de unhas e de cutículas com outras pessoas. Devem, ainda, informar qualquer profissional de saúde do qual estejam recebendo cuidados, da sua condição de portadores do vírus da Hepatite C. Não é necessário, contudo, mudar a rotina da familia como usar quartos separados nem utensílios para comer. Se houver vários parceiros sexuais, é recomendável o uso de barreiras tipo camisinha.
  • 176.
    Hepatite B Hepatite Bé causada por um vírus que afeta o fígado. O vírus da hepatite B pode sobreviver ativo no ambiente externo por vários dias. O período de incubação dura, em média, de um a quatro meses. Uma pessoa infectada por ele pode desenvolver as seguintes formas da doença: hepatite aguda, hepatite crônica (ou ambas) e hepatite fulminante, uma forma rara da doença que pode ser fatal Sinais e Sintomas Cansaço Perda de apetite Dor de estômago Perda de peso Coloração amarela da pele e do branco dos olhos (icterícia) Urina escura Fezes cor de argila ou esbranquiçadas Dor nas articulações
  • 177.
    Hepatite B Transmissão doVHB O vírus da hepatite B está presente no sangue, na saliva, no sêmen e nas secreções vaginais da pessoa infectada. A transmissão pode ocorrer por via perinatal, isto é, da mãe para o feto na gravidez, durante e após o parto; por via horizontal, através de pequenos ferimentos na pele e nas mucosas; pelo uso de drogas injetáveis e por transfusões de sangue (risco que praticamente desapareceu desde que o sangue dos doadores passou a ser rotineiramente analisado). As relações sexuais constituem outra via importante de transmissão da hepatite B, considerada uma doença sexualmente transmissível (DST), porque o vírus atinge concentrações altas nas secreções sexuais.
  • 178.
    Hepatite B Tratamento Na maioriados casos, o tratamento da hepatite B aguda tem como objetivo aliviar os sintomas e afastar o risco de complicações. Nessa fase, não há consenso sobre a indicação de medicamentos antivirais. Também, ao contrário do que se preconizava no passado, o paciente não precisa permanecer em repouso, mas deve moderar a atividade física. Nem todos os portadores de hepatite B crônica com diagnóstico recente precisam de tratamento imediato. Quando ele se faz necessário, existem remédios que inibem a replicação do vírus e atuam no controle da resposta inflamatória.
  • 179.
    HIV - AIDS AIDS,ou Síndrome da Imunodeficiência Adquirida, é uma doença infecto-contagiosa causada pelo vírus HIV (Human Immunodeficiency Virus), que leva à perda progressiva da imunidade. A doença – na verdade uma síndrome – caracteriza-se por um conjunto de sinais e sintomas advindos da queda da taxa dos linfócitos CD4, células muito importantes na defesa imunológica do organismo. Quanto mais a moléstia progride, mais compromete o sistema imunológico e, consequentemente, a capacidade de o portador defender-se de infecções. Sintomas Na maioria dos casos, os sintomas iniciais podem ser tão leves que são atribuídos a um mal estar passageiro. Quando se manifestam mais intensidade, são os mesmos de várias outras viroses, mas podem variar de acordo com a resposta imunológica de que cada indivíduo. Os mais comuns são febre constante, manchas na pele (sarcoma de Kaposi), calafrios, ínguas, dores de cabeça, de garganta e dores musculares, que surgem de 2 a 4 semanas após a pessoa contrair o vírus. Nas fases mais avançadas, é comum o aparecimento de doenças oportunistas como tuberculose, pneumonia, meningite, toxoplasmose, candidíase, etc.
  • 182.
    HIV - AIDS Diagnóstico Existeum exame de sangue específico para o diagnóstico da AIDS, chamado teste Elisa. Em média, ele começa a registrar que a pessoa está infectada 20 dias após o contato de risco. Se depois de três meses o resultado for negativo, não há mais necessidade de repetir o exame, porque não houve infecção pelo HIV. No Centro de Referência em Treinamento em DST/AIDS é possível realizar um teste laboratorial mais rápido, cujo resultado sai algumas horas depois da coleta de sangue.
  • 183.
    Transmissão O vírus HIVsobrevive em ambiente externo por apenas alguns minutos. Mesmo assim, sua transmissão depende do contato com as mucosas ou com alguma área ferida do corpo. AIDS não se transmite por suor, beijo, alicates de unha, lâminas de barbear, uso de banheiros públicos, picadas de mosquitos ou qualquer outro meio que não envolva penetração sexual desprotegida, uso de agulhas ou produtos sanguíneos infectados. Existe também a possibilidade da transmissão vertical, ou seja, da mãe infectada para o feto durante a gestação e o parto (AIDS congênita). Os pesquisadores ainda não sabem se sexo oral é capaz de transmitir a síndrome. Há, porém, descrição de pessoas que se infectaram ao engolir esperma. HIV - AIDS
  • 184.
    Tratamento Foi só nofinal de 1995, que o coquetel de medicamentos pode ser prescrito para os portadores do HIV. A possibilidade de associar várias drogas diferentes, entre elas o AZT, mudou por completo o panorama do tratamento da AIDS, que deixou de ser uma moléstia uniformemente fatal para transformar-se em doença crônica passível de controle. Hoje, desde que adequadamente tratados, os HIV-positivos conseguem conviver com o vírus por longos períodos, talvez até o fim de uma vida bastante longa. As normas brasileiras e mundiais determinam que não se deve introduzir o coquetel de medicamentos se as células CD4 estiverem acima de 350. Quando seus valores estão entre 200 e 350, a decisão de introduzi-lo deve ser tomada caso a caso. Abaixo de 200, ele é obrigatoriamente indicado para corrigir a deficiência imunológica. Dentre os efeitos colaterais do coquetel, podemos citar a lipodistrofia, isto é, a redistribuição da gordura pelo corpo. Ela diminui muito no rosto, que fica encovado, nos membros superiores, inferiores e nas nádegas, deixa as veias muito visíveis e provoca acúmulo de tecido adiposo no abdômen. Além de tonturas, diarréia e enjoos, a toxicidade dos remédios pode provocar danos para o fígado, para os rins, assim como acentuar o processo de aterosclerose e aumentar o risco de doenças coronarianas. No entanto, de modo geral, o tratamento é bem tolerado pelos pacientes. HIV - AIDS
  • 187.
    Prevenção O uso dacamisinha nas relações sexuais é a forma mais eficaz de prevenção da AIDS. Também é imprescindível usar somente seringas descartáveis. Gestantes devem obrigatoriamente fazer o teste de HIV durante o pré-natal. Se estiverem infectadas, é fundamental iniciar logo o tratamento a fim de evitar que o vírus seja transmitido para o feto. Hoje, é perfeitamente possível para uma mulher infectada engravidar e dar à luz um bebê livre do vírus. HIV - AIDS
  • 188.
    ASSIM PODE PEGARO HIV Sexo vaginal sem camisinha Sexo anal sem camisinha Sexo oral sem camisinha Uso da mesma seringa ou agulha por mais de uma pessoa Recepção de sangue infectado Mãe infectada pode passar o HIV para o filho durante a gravidez, o parto e a amamentação Instrumentos que furam ou cortam não esterilizados
  • 189.
    ASSIM NÃO PEGAO HIV Relação sexual, desde que se use corretamente a camisinha Masturbação a dois Beijo, suor e lágrima Picada de inseto Aperto de mão ou abraço Uso compartilhado de talheres, copos, sabonete , toalha e lençóis Assento de ônibus Piscina, banheiros e pelo ar Doação de sangue
  • 190.
    O que a NR5diz sobre o assédio sexual no Trabalho?
  • 191.
    Incluir regras deconduta a respeito do assédio sexual e outras formas de violências nas diretrizes internas da empresa, garantindo que elas sejam amplamente divulgadas e difundidas entre os colaboradores, independentemente de sua hierarquia na organização.
  • 192.
    Qual o papelda CIPA no assédio? A CIPA+A deverá desempenhar um papel estratégico e importante na prevenção e no combate ao assédio sexual e à violência no ambiente do trabalho. Para isso, deverá fixar os procedimentos para recebimento de denúncias, apuração dos fatos e aplicação de sanções administrativas.
  • 193.
    Qual a punição? Segundoa emenda, o crime será caracterizado quando alguém ofender reiteradamente a dignidade de outro, causando-lhe dano ou sofrimento físico ou mental no exercício de emprego, cargo ou função. A pena estipulada será de detenção de um a dois anos e multa, aumentada de um terço se a vítima for menor de 18 anos.
  • 194.
  • 195.
  • 196.
  • 197.
    TRABALHO EM EQUIPE •Troca de experiência; • Interdependência; • Divisão de tarefas; • Divisão de responsabilidades; • Agilidade.
  • 198.
    Você é oque você faz; As pessoas conhecem a pessoa que você às deixa conhecer; Suas atitudes podem afetar você e seus colegas; Pessoas acreditam e esperam por você. VOCÊ DONO DA SUA VIDA
  • 199.