Como podemos comunicar?
• A – gestos
• B – palavras
• C – imagens
• D – sons
• E – todas as anteriores
Podemos comunicar por …
Gestos
Palavras
faladas
Palavras
escritas
Imagens
Sons
Sensações
táteis
Língua e Linguagem
• Faculdade unicamente humana
• Capacidade de usarmos símbolos
verbais para realização de atividades
(dar ordens, conselhos, fazer
perguntas, …)
• A comunicação pode ser feita
verbalmente ou através de gestos,
sinais convencionais, …
Língua
• O conceito de língua trata-se
especificamente de um código
verbal - um conjunto de palavras
que detêm significado para
determinado grupo.
• Podemos dizer que a língua é
um tipo de linguagem.
• São exemplos a Língua
Portuguesa, a Língua Inglesa e a
Língua Gestual Portuguesa.
A: Linguagem
B: Língua
Fala
A forma como o indivíduo se comunica oralmente.
Diretamente relacionada com a língua.
É considerada individual e comumente é afetada por
vícios de linguagem, costumes locais e sotaques.
Competência linguística
A capacidade intuitiva que o falante tem de usar a
sua língua materna, de acordo com as regras que
presidem ao seu funcionamento, o seu
conhecimento da língua
Competência comunicativa
Saber adequar o que diz à situação, a intenção
que dá ao expresso, a quem se dirige, …
Língua Padrão (ou norma) - emprego generalizado da língua, que
constitui um registo mais ou menos estável. A língua padrão em
Portugal é atualmente a variedade falada em Lisboa.
A língua é una, mas pode apresentar variedades a nível da sua
realização oral e escrita.
Variação linguística
propriedade que as línguas têm de se diferenciar em função da geografia, da
sociedade e do tempo
• Variedades geográficas – variedades próprias de cada região mas que,
geralmente, não impedem a comunicação. Também apelidadas de dialetos.
• Variedades sociais – variedades no que concerne ao ambiente socioeconómico
ou educacional (idade, sexo, nível de instrução,…). Também chamados de
socioletos.
• Variedades situacionais - variedades correspondentes às diversas situações
de comunicação (relação formal ou informa, comunicação oral ou escrita, …)
Que tipo de variedade encontramos no
vídeo?
Variedades
geográficas,
sociais ou
situacionais
Uso de
diferentes níveis
ou registos de
língua
Constituem
desvios,
variações em
relação à língua
padrão
Níveis e registos de Língua
• Familiar – situação de perfeito à-vontade; vocabulário e construções frásicas simples e
com expressividade
Que sotaque giro! É mesmo fixe!
• Cuidada – vocabulário mais escolhido e uma construção frásica mais cuidada e menos
usuais
Considero que aquele sotaque tem uma musicalidade claramente
harmoniosa! Melhor, fascinante!
• Literária – cunho pessoal, marcado pela criatividade com uso de sonoridades e força
sugestiva de recursos expressivos
Níveis e registos de Língua
• Popular – vocabulário e construções frásicas simples, uso de provérbios e
expressões idiomáticas
Já com esta são três que te escrevo, e ó por hora nem uma nem duas da tua parte. Marido! Que fazes tu, que
não respondes? Ando a futurar que não tens o miolo no seu lugar. Longe da vista, longe do coração, diz lá
o ditado. Ora, queira Deus que não seja por minga de saúde; e, se é, di-lo para cá, que eu estou aqui estou lá.
O primo Afonso de Gamboa esteve cá há dias, e a modo de caçoada foi-me dizendo que lá na capital as
mulheres enguiçam os homens, e fazem deles gato sapato. Eu fiquei sem pinga de sangue, meu Calisto! Mal
fiz eu em te deixar ir às Cortes. Bem tolo é quem está bem na sua casa, e se mete nestas coisas dos governos,
que só servem para quem não tem que perder, como diz o primo Afonso.
O pior é se tu pegas a doidejar com as mulheres, e sais do teu sério.
Camilo Castelo Branco, A Queda dum Anjo
Níveis e registos de Língua
• Calão – nível de língua de uso geral, por vezes associado à língua popular e também
utilizado em situações de familiaridade, contudo transmitindo um sentimento mais
grosseiro através dos termos utilizados
E ficam-se, caraças, ficam-se com uma história dessas? Depois de a gaja
ter dito aos outros dois gajos que foi ela que matou o gajo? […] Então e esse
chefe Larguinho não disse pessoalmente, pelo telefone, aqui ao Quim, que era
verdade que ela não o tinha morto? Quim, caraças, disse ou não disse? Querem
fazer de um gajo parvo?
Clara Pinto Correia, Adeus, Princesa
Níveis e registos de Língua
• Gíria – uso da língua restrito a um grupo socioprofissional
“Manolo mata no peito e cola na relva, Pauliiinho corta in extremis e
dispara, mas tem Carlão à ilharga, Juca bate no esférico, rodopia, faz um bonito,
éeee lançamento longo… Manecas recebe e progride no terreno, remata do meio
da rua… não é gooooolo… Zezinho sobe e agarra, ripa na rapaqueca e…” Não é
chinês, apenas um pedaço selecionado do dialeto futebolístico. Aqui fica a
tradução: … a balo bate no peito de Manolo e cai no chão. Paulinho evita o golo
mesmo no último minuto e dá pontapé na bola com bastante força. Carlão não o
larga. Entretanto Juca despista o adversário ao mudar a direção da jogada,
mandando o esférico para longe. Manecas fica com a bola, avança até à baliza
do adversário, chuta, mas está demasiado afastado para marcar golo. O guarda-
redes defende, pula, agarra na bola, dá-lhe uns toques e…
In Cosmos, n.º28
Níveis e registos de Língua
• Regionalismos – diferenças a nível fonético e fonológico na pronúncia e a nível lexical, semântico e
sintático.
- Olha cá, Mar´da Luz!
- Que queres tu, Mar´Santana?
- O que quero eu? Quero saber em que contos me foste meter coa Lianor na borda-d’água.
- Eu! Só se estás pardinal!
- Estou sim, vem cá tomar o bafo. Pensas que sou comati que vinhas noutro dia areada pelo
caminho de fora.
- Como sabes que o teu home só vai ao mar quando ele está rojo, por isso é que falas dessa
maneira.
- Então o meu home não é tanto como’ó teu?...
Raul Brandão, Os Pescadores
Classifica as frases de acordo com o
seu registo, assinalando a opção
correta.
Rui, agradeço imenso a sua ajuda nesta situação.
A
Registo formal
B
Registo informal
Classifica as frases de acordo com o
seu registo, assinalando a opção
correta.
Mano, estarás de volta à base para o Natal? Quero reunir a
família em minha casa.
A
Registo formal
B
Registo informal
Classifica as frases de acordo com o
seu registo, assinalando a opção
correta.
Cá estamos nós todos bronzeados a gozar uns belos dias de
praia.
A
Registo formal
B
Registo informal
Classifica as frases de acordo com o
seu registo, assinalando a opção
correta.
Coloco-me à sua inteira disposição para quaisquer
esclarecimentos.
A
Registo formal
B
Registo informal

Apresentação sobre Língua e Linguagem.pptx

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    Como podemos comunicar? •A – gestos • B – palavras • C – imagens • D – sons • E – todas as anteriores
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    Podemos comunicar por… Gestos Palavras faladas Palavras escritas Imagens Sons Sensações táteis
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    • Faculdade unicamentehumana • Capacidade de usarmos símbolos verbais para realização de atividades (dar ordens, conselhos, fazer perguntas, …) • A comunicação pode ser feita verbalmente ou através de gestos, sinais convencionais, …
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    Língua • O conceitode língua trata-se especificamente de um código verbal - um conjunto de palavras que detêm significado para determinado grupo. • Podemos dizer que a língua é um tipo de linguagem. • São exemplos a Língua Portuguesa, a Língua Inglesa e a Língua Gestual Portuguesa.
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    Fala A forma comoo indivíduo se comunica oralmente. Diretamente relacionada com a língua. É considerada individual e comumente é afetada por vícios de linguagem, costumes locais e sotaques.
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    Competência linguística A capacidadeintuitiva que o falante tem de usar a sua língua materna, de acordo com as regras que presidem ao seu funcionamento, o seu conhecimento da língua Competência comunicativa Saber adequar o que diz à situação, a intenção que dá ao expresso, a quem se dirige, …
  • 11.
    Língua Padrão (ounorma) - emprego generalizado da língua, que constitui um registo mais ou menos estável. A língua padrão em Portugal é atualmente a variedade falada em Lisboa. A língua é una, mas pode apresentar variedades a nível da sua realização oral e escrita.
  • 12.
    Variação linguística propriedade queas línguas têm de se diferenciar em função da geografia, da sociedade e do tempo • Variedades geográficas – variedades próprias de cada região mas que, geralmente, não impedem a comunicação. Também apelidadas de dialetos. • Variedades sociais – variedades no que concerne ao ambiente socioeconómico ou educacional (idade, sexo, nível de instrução,…). Também chamados de socioletos. • Variedades situacionais - variedades correspondentes às diversas situações de comunicação (relação formal ou informa, comunicação oral ou escrita, …)
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    Que tipo devariedade encontramos no vídeo?
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    Variedades geográficas, sociais ou situacionais Uso de diferentesníveis ou registos de língua Constituem desvios, variações em relação à língua padrão
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    Níveis e registosde Língua • Familiar – situação de perfeito à-vontade; vocabulário e construções frásicas simples e com expressividade Que sotaque giro! É mesmo fixe! • Cuidada – vocabulário mais escolhido e uma construção frásica mais cuidada e menos usuais Considero que aquele sotaque tem uma musicalidade claramente harmoniosa! Melhor, fascinante! • Literária – cunho pessoal, marcado pela criatividade com uso de sonoridades e força sugestiva de recursos expressivos
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    Níveis e registosde Língua • Popular – vocabulário e construções frásicas simples, uso de provérbios e expressões idiomáticas Já com esta são três que te escrevo, e ó por hora nem uma nem duas da tua parte. Marido! Que fazes tu, que não respondes? Ando a futurar que não tens o miolo no seu lugar. Longe da vista, longe do coração, diz lá o ditado. Ora, queira Deus que não seja por minga de saúde; e, se é, di-lo para cá, que eu estou aqui estou lá. O primo Afonso de Gamboa esteve cá há dias, e a modo de caçoada foi-me dizendo que lá na capital as mulheres enguiçam os homens, e fazem deles gato sapato. Eu fiquei sem pinga de sangue, meu Calisto! Mal fiz eu em te deixar ir às Cortes. Bem tolo é quem está bem na sua casa, e se mete nestas coisas dos governos, que só servem para quem não tem que perder, como diz o primo Afonso. O pior é se tu pegas a doidejar com as mulheres, e sais do teu sério. Camilo Castelo Branco, A Queda dum Anjo
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    Níveis e registosde Língua • Calão – nível de língua de uso geral, por vezes associado à língua popular e também utilizado em situações de familiaridade, contudo transmitindo um sentimento mais grosseiro através dos termos utilizados E ficam-se, caraças, ficam-se com uma história dessas? Depois de a gaja ter dito aos outros dois gajos que foi ela que matou o gajo? […] Então e esse chefe Larguinho não disse pessoalmente, pelo telefone, aqui ao Quim, que era verdade que ela não o tinha morto? Quim, caraças, disse ou não disse? Querem fazer de um gajo parvo? Clara Pinto Correia, Adeus, Princesa
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    Níveis e registosde Língua • Gíria – uso da língua restrito a um grupo socioprofissional “Manolo mata no peito e cola na relva, Pauliiinho corta in extremis e dispara, mas tem Carlão à ilharga, Juca bate no esférico, rodopia, faz um bonito, éeee lançamento longo… Manecas recebe e progride no terreno, remata do meio da rua… não é gooooolo… Zezinho sobe e agarra, ripa na rapaqueca e…” Não é chinês, apenas um pedaço selecionado do dialeto futebolístico. Aqui fica a tradução: … a balo bate no peito de Manolo e cai no chão. Paulinho evita o golo mesmo no último minuto e dá pontapé na bola com bastante força. Carlão não o larga. Entretanto Juca despista o adversário ao mudar a direção da jogada, mandando o esférico para longe. Manecas fica com a bola, avança até à baliza do adversário, chuta, mas está demasiado afastado para marcar golo. O guarda- redes defende, pula, agarra na bola, dá-lhe uns toques e… In Cosmos, n.º28
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    Níveis e registosde Língua • Regionalismos – diferenças a nível fonético e fonológico na pronúncia e a nível lexical, semântico e sintático. - Olha cá, Mar´da Luz! - Que queres tu, Mar´Santana? - O que quero eu? Quero saber em que contos me foste meter coa Lianor na borda-d’água. - Eu! Só se estás pardinal! - Estou sim, vem cá tomar o bafo. Pensas que sou comati que vinhas noutro dia areada pelo caminho de fora. - Como sabes que o teu home só vai ao mar quando ele está rojo, por isso é que falas dessa maneira. - Então o meu home não é tanto como’ó teu?... Raul Brandão, Os Pescadores
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    Classifica as frasesde acordo com o seu registo, assinalando a opção correta. Rui, agradeço imenso a sua ajuda nesta situação. A Registo formal B Registo informal
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    Classifica as frasesde acordo com o seu registo, assinalando a opção correta. Mano, estarás de volta à base para o Natal? Quero reunir a família em minha casa. A Registo formal B Registo informal
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    Classifica as frasesde acordo com o seu registo, assinalando a opção correta. Cá estamos nós todos bronzeados a gozar uns belos dias de praia. A Registo formal B Registo informal
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    Classifica as frasesde acordo com o seu registo, assinalando a opção correta. Coloco-me à sua inteira disposição para quaisquer esclarecimentos. A Registo formal B Registo informal

Notas do Editor

  • #3 e pelo gesto e pela palavra falada e escrita, comunicar pela imagem (real ou simbólica), por sons ou pela sua ausência (sons ambientes, ruídos, música, pausas e silêncios) e através de sensações táteis (escrita em Braille, uma cotovelada de advertência...).
  • #6 Língua é um sistema de signos convencionais usados pelos membros de uma mesma comunidade, por outras palavras, um grupo social utiliza um conjunto organizado de elementos representativos para comunicar. Como a língua é um património social, tanto os signos como as formas de combiná-los são conhecidos e acatados pelos membros da comunidade que a emprega. Visto que o homem é um ser naturalmente social, alguém que tem necessidade, não só de natureza física mas também de natureza moral e psicológica, de participar na vida do seu semelhante, a língua em comum é um elemento fundamental. Talvez até o traço que vai presidir à formação de qualquer comunidade, bem como a base fundamental da sua união. Existem diversas línguas, diferentes entre si, com caraterísticas definidas que as opõem umas às outras e que correspondem a outras comunidades linguísticas. Por outro lado, dentro da mesma comunidade podem existir diferenças, nomeadamente as variantes dos dialetos e pronúncias, como por exemplo dentro da língua portuguesa há diferentes formas de falar e entoar as letras e os ditongos, conforme a região do país. Estes fenómenos acontecem porque, apesar de a língua ser um fenómeno fundamentalmente social, é igualmente uma realização individual, uma manifestação da própria liberdade do homem, enquanto ser único, possuidor não só de graus de cultura diferentes, como também possuidor de gostos e sensibilidades desiguais.
  • #8 Individualmente, cada pessoa pode utilizar a língua do seu grupo social de uma maneira particular, personalizada, desenvolvendo assim a fala (não confundir com o ato de falar, aqui refere-se ao dom de exprimir o pensamento com a palavra). Por mais original e criativa que seja, a fala de cada sujeito deve estar contida no conjunto mais amplo que é a língua materna, caso contrário, o falante estará a deixar de empregar a sua língua e não será compreendido pelos membros da sua comunidade. Quando um sujeito falante, para designar uma paisagem que lhe agrada, diz “a paisagem é bonita”, outro talvez dirá “a vista é linda”. Se não se notam diferenças acentuadas quanto às significações das duas expressões que os indivíduos utilizaram para manifestar as suas apreciações, a verdade é que as mesmas, quer proferidas volutaria quer involuntariamente, englobam palavras que não são exatamente as mesmas. Isto demostra que a língua é um vínculo que une os homens mas é também, devido à sua riqueza e ao conjunto de realizações que permite, um elemento em que torna o homem único, pois pode mostrar os seus conhecimentos, os seus gostos, a sua liberdade, de diversas formas. Assim sendo, a fala é a realização individual da língua.
  • #9 A linguagem refere-se a toda a forma de comunicação, através da fala (verbal) ou mesmo gestos, sons, imagens, etc. (não-verbal). Para que a fala seja compreendida, é necessário que o recetor compreenda a língua em que a mensagem que foi transmitida. A fala refere-se à forma como as pessoas comunicam entre elas, oralmente. https://www.diferenca.com/fala-lingua-e-linguagem/
  • #19 Além das marcas da oralidade e das variantes a nível fonológico (home, Lianor), verifica a existência de expressões que não são usadas correntemente, mas que compreende com facilidade: comati (como tu). Há ainda outras cujo significado é explicitado pelo próprio autor: pardinal (bêbado), caminho de fora (estrada), rojo (calmo). São termos usados em determinados locais ou regiões e considerados regionalismos, que constituem uma extraordinária riqueza da língua.