O documento discute a crítica de Wendy Brown à ascensão do neoliberalismo e sua relação com a democracia e a justiça social, ressaltando a importância da igualdade política. Ele contrasta as perspectivas de Hannah Arendt e Friedrich Hayek sobre o 'social', com Arendt argumentando que a modernidade prejudica a liberdade ao priorizar preocupações sociais, enquanto Hayek vê o 'social' como uma ficção que legitima um estado invasivo. A crítica comum de ambos alerta para a desintegração do 'social' sob o neoliberalismo e a necessidade de um espaço público vibrante que preserve a ação política e a liberdade individual.