O documento apresenta os resultados de uma análise de amostras de malware coletadas no Brasil entre 2012-2015. A análise incluiu aspectos estáticos como tipos de arquivos, chamadas de função e ofuscação, e dinâmicos como processos criados e tráfego de rede. Constatou-se aumento no uso de packers e técnicas de anti-análise ao longo do tempo, assim como evolução nos tipos de arquivos mais comuns.