Ilio Psoas
Estudo por zonas
COLUNA VERTEBRAL
SOLIDA (à custa das partes ósseas e meios de união)
FLEXÍVEL (à custa da junção de várias peças)
Características
ELO MECÂNICO entre as extremidades (função
estática e dinâmica)
PROTEÇÃO da espinal medula
Funções
24 FLÉXIVEIS:
q 7 Cervicais
q 12 Torácicas
q 5 Lombares
9/10FIXAS:
q 5 Sagradas
q 4/5 Coccígeas
33/34 Vértebras
Diferentes consoante cada região – Suportam diferentes tipo de
carga
Vértebras
1
Corpo
1 Buraco vertebral
1 Apófise Espinhosa
2
Lâminas
2 Pedículos
Ap. Articulares 4
2 Ap.Transversas
( com buraco na cervical)
Vértebras
Permitem maior absorção aos choques em mais 17x
2 LORDOSES (adquiridas):
q Cervical
q Lombar
2 CIFOSES (inatas):
q Dorsal
q Sagrada
Curvaturas
Disco intervertebral
Vértebra
Lig. Longitudinal Anterior
Lig. Longitudinal posterior
Lig. Amarelos: muito elás;cos; Unem as lâminas
Lig. Intertransversários
Lig. Interespinhosos
Lig. Supraespinhosos
Cápsula, Lig. Posterior reforço
Meios de união
Movimentos da coluna
Kapandgi - The Physiology of the Joints
FLEXÃO EXTENSÃO INCLINAÇÃO ROTAÇÃO
CERVICAL 80º 70º 45º 80º
DORSAL 40º 30º 20º 35º
LOMBAR 70º 30º 20º 3/5º
Movimentos da coluna
Kapandgi - The Physiology of the Joints
Disco
3-7 mm espessura (90% é água)
¼ da altura total da coluna
2 partes:
Periférica: Anel Fibroso
Central: Núcleo Pulposo
Anel Fibroso: Força tensiva aquando a separação,
rotação e inclinação
Núcleo Pulposo: Distribuidor de forças e nutrição do
disco. Por norma não se desloca num disco saudável.
Disco
Irrigado por vasos sanguíneos, perdendo a sua
vascularização entre os 20-25 anos.
A nutrição do disco é feita por osmose (estimulada
por diferenças de pressão) – a imobilidade
prolongada inibe a nutrição
Esta carência vascular produz uma diminuição do
volume discal. O efeito directo é incapacidade à
retenção de água e menor resistência às forças de
compressão exteriores.
Disco
Disco
Assim, uma compressão axial pode afastar o material
do núcleo pulposo em diversas direções:
Para a frente
Para tras
Para o lado
A degeneração discal provoca maior sobrecarga nas
cartilagens e cápsulas articulares
Disco
Hérnia discal
O Material herniário bloqueado sob o
ligamento vertebral comum posterior fica
unido ao núcleo. Neste caso, é possível
através de exercício físico e
determinadas manipulações e repouso
reintegrar na sua posição de origem
Hérnia discal
O Material herniário fica
bloqueado sob o ligamento
vertebral comum posterior, em
que as fibras do anel fibroso
reencontram uma certa coesão,
interditando-lhe todo o regresso
para o lugar de origem.
Hérnia discal
O material herniário rompe o
ligamento vertebral comum
posterior e liberta-se para o interior
do canal raquidiano, provocando
uma hérnia discal livre.
Hérnia discal
O material herniário, depois de ter
atingido o ligamento vertebral
comum posterior, desliza para cima
ou para baixo, provocando uma
hérnia migratória sub-ligamentar.
Hérnia discal
Mais comuns na Cervical e Lombar
Comprovado com TAC e/ou RM
O desgaste pelo tempo é a principal causa
§ Má postura
§ Inatividade física
§ Esforços repetitivos
§ Traumatismos
§ Excesso de peso
§ Core fraco
§ Perna curta (falsa)
§ Factores hereditátios
Hérnia discal
Podem surgir de modo súbito , desaparecer de forma
espontânea, e reaparecer com intervalos, ou então podem ser
constantes e de longa duração
Podem dar dor local ou irradiada.
A gravidade da compressão da raíz nervosa determina a
intensidade dos sintomas
A dor costuma piorar com o movimento e pode exacerbar-se
com: tosse, riso, micção ou esforço da defecação
Sintomas
% de carga sobre L3
Movimentos - Plano Sagital
Face anterior:
•Crista íliaca;
•EIAS;
•Sínfise Púbica.
Face posterior:
•Crista íliaca;
•EIPS;
•Apófises espinhosas;
•Apófises transversas;
•Articulação sacro-ilíaca;
•Tuberosidade isquiática;
•Cóccix.
Anatomia palpatória
D12 – Co12
Disco vertebral L2
L3
Espaço L4-L5
Grande Trocanter
Face anterior:
Músculos Abdominais:
•Recto abdominal
•Oblíquos
•Transverso
•Psoas-ilíaco(palpável pequeno
trocanter)
Anatomia palpatória
Anatomia palpatória
Face posterior:
Ligamentos:
•Supra-espinhosos
•Interespinhosos
Músculos:
•Grande dorsal
•Quadrado lombar
•Massa comum
•Glúteos
•Piramidal
Anatomia palpatória
FACE ANTERIOR
Articulação esterno- clavicular;
Músculos Principais:
Esterno-cleido-mastoideu.
Escalenos;
Anatomia palpatória
FACE POSTERIOR
Músculos:
Trapézio Superior
Angular da omoplata;
Estudo por zonas

ANATOMcaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa

  • 1.
  • 2.
  • 3.
  • 4.
    SOLIDA (à custadas partes ósseas e meios de união) FLEXÍVEL (à custa da junção de várias peças) Características
  • 5.
    ELO MECÂNICO entreas extremidades (função estática e dinâmica) PROTEÇÃO da espinal medula Funções
  • 6.
    24 FLÉXIVEIS: q 7Cervicais q 12 Torácicas q 5 Lombares 9/10FIXAS: q 5 Sagradas q 4/5 Coccígeas 33/34 Vértebras
  • 7.
    Diferentes consoante cadaregião – Suportam diferentes tipo de carga Vértebras
  • 8.
    1 Corpo 1 Buraco vertebral 1Apófise Espinhosa 2 Lâminas 2 Pedículos Ap. Articulares 4 2 Ap.Transversas ( com buraco na cervical) Vértebras
  • 9.
    Permitem maior absorçãoaos choques em mais 17x 2 LORDOSES (adquiridas): q Cervical q Lombar 2 CIFOSES (inatas): q Dorsal q Sagrada Curvaturas
  • 10.
    Disco intervertebral Vértebra Lig. LongitudinalAnterior Lig. Longitudinal posterior Lig. Amarelos: muito elás;cos; Unem as lâminas Lig. Intertransversários Lig. Interespinhosos Lig. Supraespinhosos Cápsula, Lig. Posterior reforço Meios de união
  • 11.
    Movimentos da coluna Kapandgi- The Physiology of the Joints
  • 12.
    FLEXÃO EXTENSÃO INCLINAÇÃOROTAÇÃO CERVICAL 80º 70º 45º 80º DORSAL 40º 30º 20º 35º LOMBAR 70º 30º 20º 3/5º Movimentos da coluna Kapandgi - The Physiology of the Joints
  • 13.
  • 14.
    3-7 mm espessura(90% é água) ¼ da altura total da coluna 2 partes: Periférica: Anel Fibroso Central: Núcleo Pulposo Anel Fibroso: Força tensiva aquando a separação, rotação e inclinação Núcleo Pulposo: Distribuidor de forças e nutrição do disco. Por norma não se desloca num disco saudável. Disco
  • 15.
    Irrigado por vasossanguíneos, perdendo a sua vascularização entre os 20-25 anos. A nutrição do disco é feita por osmose (estimulada por diferenças de pressão) – a imobilidade prolongada inibe a nutrição Esta carência vascular produz uma diminuição do volume discal. O efeito directo é incapacidade à retenção de água e menor resistência às forças de compressão exteriores. Disco
  • 16.
  • 17.
    Assim, uma compressãoaxial pode afastar o material do núcleo pulposo em diversas direções: Para a frente Para tras Para o lado A degeneração discal provoca maior sobrecarga nas cartilagens e cápsulas articulares Disco
  • 18.
  • 20.
    O Material herniáriobloqueado sob o ligamento vertebral comum posterior fica unido ao núcleo. Neste caso, é possível através de exercício físico e determinadas manipulações e repouso reintegrar na sua posição de origem Hérnia discal
  • 21.
    O Material herniáriofica bloqueado sob o ligamento vertebral comum posterior, em que as fibras do anel fibroso reencontram uma certa coesão, interditando-lhe todo o regresso para o lugar de origem. Hérnia discal
  • 22.
    O material herniáriorompe o ligamento vertebral comum posterior e liberta-se para o interior do canal raquidiano, provocando uma hérnia discal livre. Hérnia discal
  • 23.
    O material herniário,depois de ter atingido o ligamento vertebral comum posterior, desliza para cima ou para baixo, provocando uma hérnia migratória sub-ligamentar. Hérnia discal
  • 24.
    Mais comuns naCervical e Lombar Comprovado com TAC e/ou RM O desgaste pelo tempo é a principal causa § Má postura § Inatividade física § Esforços repetitivos § Traumatismos § Excesso de peso § Core fraco § Perna curta (falsa) § Factores hereditátios Hérnia discal
  • 25.
    Podem surgir demodo súbito , desaparecer de forma espontânea, e reaparecer com intervalos, ou então podem ser constantes e de longa duração Podem dar dor local ou irradiada. A gravidade da compressão da raíz nervosa determina a intensidade dos sintomas A dor costuma piorar com o movimento e pode exacerbar-se com: tosse, riso, micção ou esforço da defecação Sintomas
  • 26.
    % de cargasobre L3
  • 27.
  • 28.
    Face anterior: •Crista íliaca; •EIAS; •SínfisePúbica. Face posterior: •Crista íliaca; •EIPS; •Apófises espinhosas; •Apófises transversas; •Articulação sacro-ilíaca; •Tuberosidade isquiática; •Cóccix. Anatomia palpatória D12 – Co12 Disco vertebral L2 L3 Espaço L4-L5 Grande Trocanter
  • 29.
    Face anterior: Músculos Abdominais: •Rectoabdominal •Oblíquos •Transverso •Psoas-ilíaco(palpável pequeno trocanter) Anatomia palpatória
  • 30.
  • 31.
    Anatomia palpatória FACE ANTERIOR Articulaçãoesterno- clavicular; Músculos Principais: Esterno-cleido-mastoideu. Escalenos;
  • 32.
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