SUBDOMÍNIO E2 |RENASCIMENTO E REFORMA
O contacto com outros povos e culturas e a descoberta
de um novo mundo, ocorridos durante a Expansão,
contribuíram para o desenvolvimento de uma nova
forma de pensamento na Europa, que valorizava os
ideais da Antiguidade Clássica.
A RENOVAÇÃO CULTURAL DOS SÉCULOS XV E XVI
No século XV, dava-se, assim,
início a um movimento
designado Renascimento.
3.
SUBDOMÍNIO E2 |RENASCIMENTO E REFORMA
A RENOVAÇÃO CULTURAL DOS SÉCULOS XV E XVI
RENASCIMENTO
Consistiu num movimento de
renovação cultural, intelectual e
artística.
Caracterizou-se, essencialmente,
pelo aparecimento de uma nova
mentalidade, inspirada na cultura
clássica e centrada no melhor
conhecimento do ser humano e
das suas capacidades.
4.
SUBDOMÍNIO E2 |RENASCIMENTO E REFORMA
Foi a partir de Itália que
a Europa redescobriu
os valores da
Antiguidade Clássica!
A RENOVAÇÃO CULTURAL DOS SÉCULOS XV E XVI
5.
SUBDOMÍNIO E2 |RENASCIMENTO E REFORMA
FATORES
→ A presença de numerosos vestígios materiais da cultura clássica
(textos, monumentos, etc.) despertou a curiosidade e o gosto pela
Antiguidade Clássica.
→ A prosperidade económica, resultante da atividade mercantil,
possibilitou o desenvolvimento de uma burguesia forte, interessada
pelas artes e letras.
→ Monarcas, príncipes e burgueses abastados praticavam o
mecenato: encomendavam obras, protegiam artistas e intelectuais,
criando condições para que estes se dedicassem às suas atividades.
→ As cidades italianas, como Florença, Roma e Milão, rivalizavam
entre si como centros culturais e artísticos, atraindo artistas e
intelectuais.
A Itália foi, assim, o berço do Renascimento
devido a vários fatores.
A RENOVAÇÃO CULTURAL DOS SÉCULOS XV E XVI
6.
SUBDOMÍNIO E2 |RENASCIMENTO E REFORMA
A mentalidade renascentista colocou em causa
o teocentrismo, defendido na Idade Média.
OS VALORES DO RENASCIMENTO
A observação da Natureza e
a valorização da experiência
mudaram a conceção do
indivíduo e do mundo.
Surgiram novos valores!
Por sua vez, valorizava o antropocentrismo, que
consistia na teoria que faz do ser humano o
centro do mundo (do grego anthropos = ser
humano + centro).
7.
SUBDOMÍNIO E2 |RENASCIMENTO E REFORMA
Ressurgiu a valorização das capacidades do indivíduo
que, através da Razão, conseguia atingir a felicidade e
a realização individual, isto é, o individualismo.
OS VALORES DO RENASCIMENTO
A observação da Natureza e
a valorização da experiência
mudaram a conceção do
indivíduo e do mundo.
Surgiram novos valores!
8.
SUBDOMÍNIO E2 |RENASCIMENTO E REFORMA
O espírito crítico dos humanistas, que estudavam o
ser humano e tudo o que o rodeava, levou-os a
observar a sociedade do seu tempo.
Colocaram em causa as superstições e o saber
livresco do período medieval. Inspirados em autores
clássicos, produziram inúmeras obras cuja tendência
literária denomina-se Humanismo.
OS VALORES DO RENASCIMENTO
A observação da Natureza e
a valorização da experiência
mudaram a conceção do
indivíduo e do mundo.
Surgiram novos valores!
9.
SUBDOMÍNIO E2 |RENASCIMENTO E REFORMA
A observação da Natureza, aliada ao espírito crítico e à valorização da experiência, contribuiu para
que muitos humanistas desenvolvessem algumas ciências durante os séculos XV e XVI.
OS VALORES DO RENASCIMENTO
NICOLAU COPERNICO
Astronomia
Através de cálculos matemáticos, defendeu o
heliocentrismo, segundo o qual o Sol é uma
estrela fixa em volta da qual giram os planetas.
PEDRO NUNES
Matemática
Inventou o nónio, um instrumento que
serve para medir, com precisão,
pequenas distâncias.
10.
SUBDOMÍNIO E2 |RENASCIMENTO E REFORMA
OS VALORES DO RENASCIMENTO
ANDRÉ VESÁLIO
Medicina
Distinguiu-se devido aos
seus estudos sobre a
circulação sanguínea.
DUARTE PACHECO PEREIRA
Geografia
Observou a flora e a fauna das
regiões descobertas, contribuindo
para o desenvolvimento da
cartografia.
GARCIA DE ORTA
Botânica
Estudou as plantas medicinais do
Oriente, publicando um tratado
sobre a botânica e a
farmacopeia orientais.
11.
SUBDOMÍNIO E2 |RENASCIMENTO E REFORMA
A DIFUSÃO DOS NOVOS VALORES
A imprensa foi uma
invenção determinante
na difusão dos
novos valores do
Renascimento!
Entre 1450 e 1452, Johannes Gutenberg inventou a
imprensa.
Esta invenção permitiu, progressivamente, produzir
livros em maior quantidade e a preços mais acessíveis
do que os livros manuscritos, tornando-se um meio
propício à divulgação dos valores humanistas e do
conhecimento em geral.
12.
SUBDOMÍNIO E2 |RENASCIMENTO E REFORMA
Os valores do Renascimento
influenciaram consideravelmente a arte,
rompendo com os ideais medievais.
A ARTE DO RENASCIMENTO
Os artistas do
Renascimento
recuperaram os
modelos da
Antiguidade Clássica e
procuraram superá-los.
A arte renascentista desenvolveu-se a partir
de Itália, com destaque para Florença, o
principal centro dinamizador no século XV.
13.
SUBDOMÍNIO E2 |RENASCIMENTO E REFORMA
Os arquitetos do Renascimento:
→ recuperaram vários elementos arquitetónicos da Antiguidade
Clássica, como as colunas (com capitéis dóricos, jónicos e coríntios),
o frontão triangular, a cúpula, os entablamentos, a abóbada de
berço e o arco de volta perfeita;
→ introduziram a perspetiva, isto é, um método matemático que
permite alcançar a noção de profundidade no interior dos edifícios.
NOMES DE DESTAQUE:
Bramante, Miguel Ângelo, Leon Battista Albertti
e Filippo Brunelleschi.
ARQUITETURA
A ARTE DO RENASCIMENTO
14.
SUBDOMÍNIO E2 |RENASCIMENTO E REFORMA
PINTURA
Os pintores do Renascimento:
→ tinham inspiração clássica, demonstrada
através do naturalismo na representação
anatómica da figura humana e da Natureza;
→ tinham gosto pelo retrato e
autorretrato;
→ a nível técnico, recorriam à perspetiva, à
pintura a óleo, ao sfumato e ao esquema
compositivo em pirâmide.
NOMES DE DESTAQUE:
Leonardo da Vinci, Miguel Ângelo, Rafael,
Jan van Eyck.
A ARTE DO RENASCIMENTO
15.
SUBDOMÍNIO E2 |RENASCIMENTO E REFORMA
ESCULTURA
Os escultores do Renascimento:
→ tinham inspiração clássica, demonstrada pelo
gosto pela representação do nu, da estátua
equestre e pelo uso do contrapposto;
→ valorizavam o naturalismo, visível na
representação da natureza e da figura humana.
NOMES DE DESTAQUE:
Verrochio, Miguel Ângelo, Donatello.
A ARTE DO RENASCIMENTO
16.
SUBDOMÍNIO E2 |RENASCIMENTO E REFORMA
Entre o final do século XV e o
início do século XVI, nasceu no
meu reino de Portugal um estilo
artístico muito particular…
A ARTE EM PORTUGAL – O MANUELINO
O manuelino é um estilo decorativo que surgiu
durante o reinado de D. Manuel I, baseado na
estrutura gótica.
Está intimamente associado à Expansão e à figura
do rei e as suas principais características são os
elementos decorativos ligados ao mar
e à simbologia régia.
17.
SUBDOMÍNIO E2 |RENASCIMENTO E REFORMA
MANUELINO
PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS:
Elementos decorativos marítimos (aplicados na
decoração de janelas, portais e colunas) → cordas,
redes, boias, âncoras, algas e corais.
Elementos arquitetónicos (aplicados na construção
de edifícios) → arcos, abóbadas com nervuras.
Elementos decorativos naturalistas (aplicados na
decoração de janelas, portais e colunas) → folhagens,
troncos de árvores, raízes.
Elementos decorativos com simbologia régia (ligados
à imagem e poder de D. Manuel I) → esfera armilar,
cruz de Cristo, escudo real.
A ARTE EM PORTUGAL – O MANUELINO
18.
SUBDOMÍNIO E2 |RENASCIMENTO E REFORMA
A REFORMA PROTESTANTE
Entre os finais do século XIV e o século XVI,
a Igreja Católica viveu tempos difíceis, que acabaram com o seu prestígio.
Um conjunto de fatores provocaria uma profunda crise religiosa.
19.
SUBDOMÍNIO E2 |RENASCIMENTO E REFORMA
O Cisma do Ocidente (1378-1417)
A existência de dois Papas,
um em Roma (Itália) e outro em
Avinhão (França), dividiu a Cristandade,
abalando o prestígio da Igreja.
Entre os finais do século XIV e o século XVI,
a Igreja Católica viveu tempos difíceis, que acabaram com o seu prestígio.
Um conjunto de fatores provocaria uma profunda crise religiosa.
A REFORMA PROTESTANTE
20.
SUBDOMÍNIO E2 |RENASCIMENTO E REFORMA
A crise do século XIV
A Peste Negra, a fome e a guerra
provocaram um clima de medo
e de inquietação religiosa entre os
Europeus, originando práticas
de superstição para afastar
a doença e a morte.
Entre os finais do século XIV e o século XVI,
a Igreja Católica viveu tempos difíceis, que acabaram com o seu prestígio.
Um conjunto de fatores provocaria uma profunda crise religiosa.
A REFORMA PROTESTANTE
21.
SUBDOMÍNIO E2 |RENASCIMENTO E REFORMA
O surgimento do Humanismo
As críticas dos humanistas e de
alguns eclesiásticos à hierarquia
religiosa e aos abusos da Igreja
propunham um retorno aos valores
do Cristianismo original.
Entre os finais do século XIV e o século XVI,
a Igreja Católica viveu tempos difíceis, que acabaram com o seu prestígio.
Um conjunto de fatores provocaria uma profunda crise religiosa.
A REFORMA PROTESTANTE
22.
SUBDOMÍNIO E2 |RENASCIMENTO E REFORMA
A corrupção e os abusos do clero
A falta de preparação do
baixo clero, a vida imoral de alguns
membros do clero, a acumulação de
cargos e benefícios por parte do alto
clero e o luxo e ostentação do Papa e
dos bispos exigiam uma reflexão sobre
estes problemas que afetavam a Igreja.
A REFORMA PROTESTANTE
Entre os finais do século XIV e o século XVI,
a Igreja Católica viveu tempos difíceis, que acabaram com o seu prestígio.
Um conjunto de fatores provocaria uma profunda crise religiosa.
23.
SUBDOMÍNIO E2 |RENASCIMENTO E REFORMA
Em 1517, o Papa Leão X sugeriu a venda de uma bula de
indulgências, com o objetivo de angariar dinheiro para a
construção da Basílica de S. Pedro, em Roma.
Perante esta iniciativa da Santa Sé, o
monge alemão Martinho Lutero reagiu,
pregando na Catedral de Wittenberg, na
Alemanha, as 95 Teses contra as
indulgências.
A REFORMA PROTESTANTE
24.
SUBDOMÍNIO E2 |RENASCIMENTO E REFORMA
Para Martinho Lutero, as indulgências:
→ eram contrárias à doutrina cristã;
→ eram apenas uma forma de a Igreja obter dinheiro;
→ não contribuíam para a salvação, pois esta só se
conseguia alcançar através da graça de Deus e da fé e não
pela construção de obras.
Recusando retirar as críticas às indulgências,
Martinho Lutero foi excomungado, ou seja, punido
pelo Papa, que o expulsou da Igreja Católica.
A REFORMA PROTESTANTE
25.
SUBDOMÍNIO E2 |RENASCIMENTO E REFORMA
Era o início da Reforma Protestante,
cujo movimento provocou o surgimento
de várias religiões protestantes, que
proliferavam pela Europa.
A REFORMA PROTESTANTE
26.
SUBDOMÍNIO E2 |RENASCIMENTO E REFORMA
A doutrina e as práticas destas igrejas reformadas cristãs diferem
da Igreja Católica em diversos aspetos, colocando em causa alguns dos seus dogmas.
Autoridade
religiosa
Salvação
Fontes
de fé
Sacramentos Culto Celibato
CATOLICISMO
Papa Papa
Pela fé e pelas
boas obras
Bíblia e
tradição
Sete (batismo, confirmação,
reconciliação, eucaristia,
ordenação, matrimónio,
extrema-unção)
Missa em latim
Culto da Virgem e
dos santos
Obrigatório
para todos os
sacerdotes
LUTERANISMO
Martinho Lutero
Rejeita a
autoridade do
Papa
Pela fé
Bíblia
(traduzida
para as
línguas
nacionais)
Dois (batismo e eucaristia)
Leitura da Bíblia
traduzida para as
línguas nacionais
Recusa do culto da
Virgem Maria e
dos santos
Não
obrigatório
CALVINISMO
João Calvino
Pela fé e pela
predestinação
ANGLICANISMO
Henrique VIII
O rei é o chefe
da Igreja
Anglicana
Pela fé
A REFORMA PROTESTANTE
27.
SUBDOMÍNIO E2 |RENASCIMENTO E REFORMA
A REFORMA CATÓLICA E A CONTRARREFORMA
Com a divisão religiosa sentida na Europa,
a Igreja Católica acabaria por iniciar um
movimento de reforma interna,
procurando corrigir erros e abusos e
alcançar a reconciliação
entre católicos e protestantes.
Acabou, no entanto, por reforçar a sua
doutrina e moralizar os costumes do
clero, procurando lutar contra a
expansão protestante.
28.
SUBDOMÍNIO E2 |RENASCIMENTO E REFORMA
Em 1545, o Papa Paulo III convocou o
Concílio de Trento, que desempenhou um papel
fundamental na resposta da Igreja Católica.
A REFORMA CATÓLICA E A CONTRARREFORMA
29.
SUBDOMÍNIO E2 |RENASCIMENTO E REFORMA
Reafirmação dos dogmas e reforma interna:
→ reafirmação dos sete sacramentos e da importância das
boas obras (indulgências) como caminho para a salvação;
→ reafirmação do latim como língua usada nas celebrações
religiosas e na leitura da Bíblia;
→ reafirmação do culto aos santos e à Virgem Maria;
→ reafirmação da autoridade do Papa;
→ manutenção do celibato dos sacerdotes;
→ criação de seminários nas dioceses para formação dos
clérigos, reforçando a organização e a disciplina do clero;
→ obrigatoriedade de residência dos padres nas paróquias
e dos bispos nas dioceses, não podendo acumular
benefícios.
A REFORMA CATÓLICA E A CONTRARREFORMA
30.
SUBDOMÍNIO E2 |RENASCIMENTO E REFORMA
Para combater o Protestantismo,
a Igreja Católica adotou, também, medidas repressivas
(Contrarreforma) através:
→ da Inquisição, também designada Santo Ofício, um
tribunal religioso que, sob a autoridade do Papa,
perseguia, julgava e condenava todos os indivíduos que
defendiam ideias contrárias ao Catolicismo ou que eram
acusados de práticas de bruxaria;
→ do Índex, uma lista na qual constavam o nome de
autores de livros religiosos, e de outras temáticas,
considerados perigosos e, por isso, proibidos por
conterem ideias contrárias à doutrina da Igreja Católica.
A REFORMA CATÓLICA E A CONTRARREFORMA
31.
SUBDOMÍNIO E2 |RENASCIMENTO E REFORMA
A Companhia de Jesus, fundada por Inácio de
Loyola, foi uma das principais ordens religiosas
utilizadas pela Igreja Católica para reforçar o
combate ideológico contra o Protestantismo.
→ Os Jesuítas tinham como missão promover a
religião católica, de modo a garantir novos fiéis,
assim como ensinar e evangelizar os povos do
Oriente e da América, contribuindo para a
reafirmação do Catolicismo.
Na sequência da Reforma e da Contrarreforma, a
intolerância religiosa acabou por marca a Europa,
opondo católicos e protestantes, mas também as
várias igrejas reformadas entre si.
→ A queima de livros, as perseguições e os
massacres eram uma prática comum, ocorridos na
sequência da ação da Inquisição e do Índex.
Hora
do DESAFIO!
A REFORMA CATÓLICA E A CONTRARREFORMA
32.
SUBDOMÍNIO E2 |RENASCIMENTO E REFORMA
Para combater o Protestantismo, a Igreja Católica
adotou, também, medidas repressivas (Contrarreforma)
através:
→ da Inquisição, também designada Santo Ofício, um
tribunal religioso que, sob a autoridade do Papa,
perseguia, julgava e condenava todos os indivíduos que
defendiam ideias contrárias ao Catolicismo ou que eram
acusados de práticas de bruxaria (os acusados eram
submetidos, muitas vezes, à tortura e aqueles
considerados culpados eram condenados em autos de
fé, cerimónias públicas onde eram sentenciados à
fogueira);
→ do Índex, uma lista na qual constavam o nome de
autores de livros religiosos, e de outras temáticas,
considerados perigosos e, por isso, proibidos por
conterem ideias contrárias à doutrina da Igreja Católica.
Hora
do DESAFIO!
A REFORMA CATÓLICA E A CONTRARREFORMA
33.
SUBDOMÍNIO E2 |RENASCIMENTO E REFORMA
1. A Expansão contribuiu para o desenvolvimento de uma nova
forma de pensamento que…
a) desvalorizava os ideais da Antiguidade Clássica.
b) valorizava os ideais da Antiguidade Clássica.
34.
SUBDOMÍNIO E2 |RENASCIMENTO E REFORMA
2. Movimento de renovação cultural e artística que marcou a
Europa nos séculos XV e XVI e que se caracterizou pelo regresso
aos ideais clássicos. Esta é a definição de…
a) mecenato.
b) Renascimento.
35.
SUBDOMÍNIO E2 |RENASCIMENTO E REFORMA
3. A prática do mecenato foi um dos fatores que fizeram da França
o berço do Renascimento.
a) A afirmação é verdadeira.
b) A afirmação é falsa.
36.
SUBDOMÍNIO E2 |RENASCIMENTO E REFORMA
4. A teoria que faz do ser humano o centro do mundo é…
b) o teocentrismo.
a) o antropocentrismo.
37.
SUBDOMÍNIO E2 |RENASCIMENTO E REFORMA
5. O Renascimento fez ressurgir a valorização das capacidades do
indivíduo que, através da Razão, conseguia atingir a felicidade e
a realização individual, isto é, o…
b) individualismo.
a) heliocentrismo.
38.
SUBDOMÍNIO E2 |RENASCIMENTO E REFORMA
6. O Humanismo defendia a valorização de uma nova educação.
a) A afirmação é verdadeira.
b) A afirmação é falsa.
39.
SUBDOMÍNIO E2 |RENASCIMENTO E REFORMA
7. O responsável pela invenção da imprensa foi…
a) Thomas More.
b) Johannes Gutenberg.
40.
SUBDOMÍNIO E2 |RENASCIMENTO E REFORMA
a) Clássica.
b) Pré-Clássica.
8. Os artistas do Renascimento recuperaram os modelos da
Antiguidade…
41.
SUBDOMÍNIO E2 |RENASCIMENTO E REFORMA
9. Os arquitetos dos séculos XV e XVI introduziram, nos seus
trabalhos, …
a) a perspetiva.
b) o sfumato.
42.
SUBDOMÍNIO E2 |RENASCIMENTO E REFORMA
10. A pintura e a escultura renascentistas caracterizam-se, ainda,
pelos temas religiosos e mitológicos.
a) A afirmação é verdadeira.
b) A afirmação é falsa.
43.
SUBDOMÍNIO E2 |RENASCIMENTO E REFORMA
11. A técnica do sfumato consiste…
a) na criação de um esquema compositivo de pintura em
pirâmide.
b) na gradação de cor e contornos esbatidos que conferem
profundidade à obra.
44.
SUBDOMÍNIO E2 |RENASCIMENTO E REFORMA
12. Entre o final do século XV e o início do século XVI, nasceu em
Portugal um estilo artístico particular: o …
a) barroco.
b) Manuelino.
45.
SUBDOMÍNIO E2 |RENASCIMENTO E REFORMA
13. Movimento religioso defensor da renovação da Igreja Católica,
que deu origem a novas igrejas cristãs (a luterana, a calvinista e
a anglicana). Esta é a definição de…
a) Contrarreforma.
b) Reforma Protestante.
46.
SUBDOMÍNIO E2 |RENASCIMENTO E REFORMA
14. O monge alemão responsável pelas 95 Teses contra as
inguldências foi…
a) Martinho Lutero.
b) João Calvino.
47.
SUBDOMÍNIO E2 |RENASCIMENTO E REFORMA
15. O Concílio de Trento foi convocado…
a) por Henrique VIII.
b) pelo Papa Paulo III.
48.
SUBDOMÍNIO E2 |RENASCIMENTO E REFORMA
16. A lista na qual constavam os nomes dos autores de livros
considerados perigosos e, por isso, proibidos por conterem
ideias contrárias à doutrina católica chamava-se…
a) Inquisição.
b) Índex.
49.
SUBDOMÍNIO E2 |RENASCIMENTO E REFORMA
17. A Reforma Protestante e a Reforma Católica aboliram
manifestações de antagonismo religioso.
a) A afirmação é verdadeira.
b) A afirmação é falsa.
50.
SUBDOMÍNIO E2 |RENASCIMENTO E REFORMA
18. A Companhia de Jesus tinham como objetivo principal…
a) a evangelização e a missionação.
b) o confisco de bens.