À sombra das maiorias silenciosas explora a natureza das massas na modernidade, apresentando-as como uma força implosiva sem história, que absorve e neutraliza energias sociais enquanto reflete a decadência do social. O texto argumenta que as massas não possuem um passado ou futuro, operando fora do sentido e da tradição sociológica, sendo mais um buraco negro que distorce e consome todos os discursos. A análise critica a interpretação de que as massas são manipuladas pelo poder, sugerindo que sua indiferença e a escolha pelo espetáculo são formas de resistência às exigências da comunicação racional.