Seminário de intercessão
“Confessai as vossas culpas uns aos outros e orai uns pelos
outros, para que sareis; a oração feita por um justo pode muito
em seus efeitos” (Tiago 5:16).
A intercessão na Bíblia
Na Bíblia temos muitos exemplos de intercessão. Logo no livro
de Gênesis, por exemplo, Abraão aparece como sendo alguém que
tinha o dom da intercessão (Gênesis 20:7). O livro de Êxodo
também mostra como Moisés intercedeu em favor de Israel
(Êxodo 32:31,32). Os profetas, de modo geral, eram todos
intercessores, ou seja, frequentemente oravam a Deus em favor do
povo.
O próprio Senhor Jesus também é relatado na Bíblia como o
intercessor do seu povo junto ao Pai (Romanos 8:34; Hebreus
7:25; 1 João 2:1,2). Inclusive, os Evangelhos registram orações de
Jesus ao Pai em favor dos seus discípulos (João 17:15). Isso fica
particularmente claro naquela passagem em que Jesus declara ter
rogado em favor de Pedro (Lucas 22:32).
Na Carta aos Romanos, o apóstolo Paulo destaca que a
intercessão também faz parte do ministério do Espírito Santo. O
Espírito Santo intercede pelos crentes com “gemidos
inexprimíveis” (Romanos 8:26). O mesmo apóstolo Paulo
também é um grande exemplo de intercessor. Frequentemente ele
orava a Deus intercedendo pelos crentes (cf. Efésios 3:14-21).
A intercessão na vida cristã
A intercessão deve ser uma prática constante na vida cristã. O
crente deve interceder a Deus em oração por seus familiares,
amigos e irmãos na fé. Tiago, por exemplo, registra um dos
versículos mais lembrados da Bíblia quando o assunto é a
intercessão entre os membros do Corpo de Cristo. Ele
escreve: “Confessai as vossas culpas uns aos outros e orai uns
pelos outros, para que sareis; a oração feita por um justo pode
muito em seus efeitos” (Tiago 5:16).
Mas o crente não é chamado a interceder apenas por quem ele tem
alguma afinidade pessoal. Na verdade o cristão também deve se
apresentar diante de Deus em intercessão por aquelas pessoas que
não fazem parte do seu círculo social.
Nesse sentido o próprio apóstolo Paulo aborda esse tema ao
dizer: “Admoesto-te, pois, antes de tudo, que se façam
deprecações, orações, intercessões e ações de graças por todos
os homens, pelos reis e por todos os que estão em eminência,
para que tenhamos uma vida quieta e sossegada, em toda a
piedade e honestidade” (1 Timóteo 2:1,2). Na sequência o
mesmo apóstolo ainda completa dizendo que “isto é bom e
agradável diante de Deus” (1 Timóteo 2:3).
Mas considerando que interceder é orar por alguém, então talvez
o aspecto mais difícil da intercessão seja aquele ensinado pelo
Senhor Jesus no contexto do ensino de que devemos amar os
nossos inimigos. Nesse ponto o ensino é bem claro: “Eu, porém,
vos digo: Amai a vossos inimigos, bendizei os que vos maldizem,
fazei bem aos que vos odeiam e orai pelos que vos maltratam e
vos perseguem” (Mateus 5:44).
Também é importante observar que nem sempre Deus responde a
uma intercessão da maneira como esperamos. O patriarca Abraão,
por exemplo, intercedeu pela cidade de Sodoma sem o sucesso
pretendido por ele (Gênesis 18:23-30). Então entendemos que a
intercessão do povo de Deus tem um papel importante na forma
com que Deus cumpre seus decretos eternos. Mas isso ocorre de
um modo em que nem a intercessão perde o seu significado e
muito menos a vontade de Deus deixa de ser soberana.
Como devemos interceder uns pelos outros?
A Bíblia Sagrada nos ensina a como devemos interceder a Deus
em favor de outras pessoas. Na Carta aos Efésios, por exemplo,
encontramos o registro da intercessão do apóstolo Paulo pelos
crentes de Éfeso. Esse registro fornece uma boa orientação de
como deve ser o conteúdo da intercessão na Igreja.
Primeiro, o apóstolo intercede a Deus para que os efésios tenham
esclarecimento acerca de tudo o que eles desfrutavam em Cristo
mediante a obra da redenção (Efésios 1:15-23). Depois, Paulo
intercede pelos efésios pedindo a Deus que eles sejam capacitados
(Efésios 3:13-21). É interessante perceber que de certo modo as
duas orações se complementam. Isso porque na primeira oração o
apóstolo ora para que eles entendam sua nova condição; e na
segunda oração o apóstolo ora para que eles possam viver de
acordo com essa realidade maravilhosa.
Nesse sentido Paulo ora para que os cristãos sejam fortalecidos
com poder mediante o Espírito, e que o coração dos crentes seja,
pela fé, uma habitação confortável para Cristo. Assim eles podem
conhecer o amor de Cristo que excede todo entendimento, e ser
tomados de “toda a plenitude de Deus” (Efésios 3:19). Por fim, o
apóstolo conclui sua intercessão pelos efésios testificando que a
ação do poder de Deus na vida do cristão é ilimitada e está além
da compreensão humana. E finalmente Paulo encerra sua
intercessão com uma doxologia.
oração
há vários tipo de oração
Quando de e o centro da oração; não pede nada .
Louvando ou adorando.
2 as nossas causas ou objetivo e o centro da oração.oração de
perdição pede algum
Oração de consagração
3 oração de intercessão, quando você não ora por você .
Pensar no outro......

A intercessão na Bíblia.docx

  • 1.
    Seminário de intercessão “Confessaias vossas culpas uns aos outros e orai uns pelos outros, para que sareis; a oração feita por um justo pode muito em seus efeitos” (Tiago 5:16). A intercessão na Bíblia Na Bíblia temos muitos exemplos de intercessão. Logo no livro de Gênesis, por exemplo, Abraão aparece como sendo alguém que tinha o dom da intercessão (Gênesis 20:7). O livro de Êxodo também mostra como Moisés intercedeu em favor de Israel (Êxodo 32:31,32). Os profetas, de modo geral, eram todos intercessores, ou seja, frequentemente oravam a Deus em favor do povo. O próprio Senhor Jesus também é relatado na Bíblia como o intercessor do seu povo junto ao Pai (Romanos 8:34; Hebreus 7:25; 1 João 2:1,2). Inclusive, os Evangelhos registram orações de Jesus ao Pai em favor dos seus discípulos (João 17:15). Isso fica particularmente claro naquela passagem em que Jesus declara ter rogado em favor de Pedro (Lucas 22:32). Na Carta aos Romanos, o apóstolo Paulo destaca que a intercessão também faz parte do ministério do Espírito Santo. O Espírito Santo intercede pelos crentes com “gemidos inexprimíveis” (Romanos 8:26). O mesmo apóstolo Paulo também é um grande exemplo de intercessor. Frequentemente ele orava a Deus intercedendo pelos crentes (cf. Efésios 3:14-21). A intercessão na vida cristã A intercessão deve ser uma prática constante na vida cristã. O crente deve interceder a Deus em oração por seus familiares, amigos e irmãos na fé. Tiago, por exemplo, registra um dos
  • 2.
    versículos mais lembradosda Bíblia quando o assunto é a intercessão entre os membros do Corpo de Cristo. Ele escreve: “Confessai as vossas culpas uns aos outros e orai uns pelos outros, para que sareis; a oração feita por um justo pode muito em seus efeitos” (Tiago 5:16). Mas o crente não é chamado a interceder apenas por quem ele tem alguma afinidade pessoal. Na verdade o cristão também deve se apresentar diante de Deus em intercessão por aquelas pessoas que não fazem parte do seu círculo social. Nesse sentido o próprio apóstolo Paulo aborda esse tema ao dizer: “Admoesto-te, pois, antes de tudo, que se façam deprecações, orações, intercessões e ações de graças por todos os homens, pelos reis e por todos os que estão em eminência, para que tenhamos uma vida quieta e sossegada, em toda a piedade e honestidade” (1 Timóteo 2:1,2). Na sequência o mesmo apóstolo ainda completa dizendo que “isto é bom e agradável diante de Deus” (1 Timóteo 2:3). Mas considerando que interceder é orar por alguém, então talvez o aspecto mais difícil da intercessão seja aquele ensinado pelo Senhor Jesus no contexto do ensino de que devemos amar os nossos inimigos. Nesse ponto o ensino é bem claro: “Eu, porém, vos digo: Amai a vossos inimigos, bendizei os que vos maldizem, fazei bem aos que vos odeiam e orai pelos que vos maltratam e vos perseguem” (Mateus 5:44). Também é importante observar que nem sempre Deus responde a uma intercessão da maneira como esperamos. O patriarca Abraão, por exemplo, intercedeu pela cidade de Sodoma sem o sucesso pretendido por ele (Gênesis 18:23-30). Então entendemos que a intercessão do povo de Deus tem um papel importante na forma com que Deus cumpre seus decretos eternos. Mas isso ocorre de um modo em que nem a intercessão perde o seu significado e muito menos a vontade de Deus deixa de ser soberana. Como devemos interceder uns pelos outros?
  • 3.
    A Bíblia Sagradanos ensina a como devemos interceder a Deus em favor de outras pessoas. Na Carta aos Efésios, por exemplo, encontramos o registro da intercessão do apóstolo Paulo pelos crentes de Éfeso. Esse registro fornece uma boa orientação de como deve ser o conteúdo da intercessão na Igreja. Primeiro, o apóstolo intercede a Deus para que os efésios tenham esclarecimento acerca de tudo o que eles desfrutavam em Cristo mediante a obra da redenção (Efésios 1:15-23). Depois, Paulo intercede pelos efésios pedindo a Deus que eles sejam capacitados (Efésios 3:13-21). É interessante perceber que de certo modo as duas orações se complementam. Isso porque na primeira oração o apóstolo ora para que eles entendam sua nova condição; e na segunda oração o apóstolo ora para que eles possam viver de acordo com essa realidade maravilhosa. Nesse sentido Paulo ora para que os cristãos sejam fortalecidos com poder mediante o Espírito, e que o coração dos crentes seja, pela fé, uma habitação confortável para Cristo. Assim eles podem conhecer o amor de Cristo que excede todo entendimento, e ser tomados de “toda a plenitude de Deus” (Efésios 3:19). Por fim, o apóstolo conclui sua intercessão pelos efésios testificando que a ação do poder de Deus na vida do cristão é ilimitada e está além da compreensão humana. E finalmente Paulo encerra sua intercessão com uma doxologia. oração há vários tipo de oração Quando de e o centro da oração; não pede nada . Louvando ou adorando. 2 as nossas causas ou objetivo e o centro da oração.oração de perdição pede algum Oração de consagração 3 oração de intercessão, quando você não ora por você . Pensar no outro......