O trabalho explora a relação entre o conceito de imanência, conforme discutido por Georges Didi-Huberman, e a prática do desenho, enfatizando a conexão entre o corpo do desenhador e suas experiências. O desenho é apresentado como uma forma de ação que captura o movimento e a vitalidade do tempo e espaço, sendo uma síntese perceptiva da experiência do ato de desenhar. A análise se aprofunda na modalidade do esboço, que integra pensamento e prática, refletindo a imanência no processo artístico.