Como promover uma EDUCAÇÃO que valorize a diversidade cultural e, ao mesmo tempo, respeite diretrizes determinadas por políticas curriculares homogeneizadoras e centralizadoras?
Como trabalhar com a construção das identidades culturais sem, no entanto, homogeneizá-las?
De que forma preservar padrões étnicos e culturais singulares sem, no entanto, “guetizá-los” em currículos diferenciados, ou diluí-los em currículos centralizados?