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POEMAS REALIZADOS PELO 6.ºF COM BASE NA LEITURA
DA OBRA O HOMEM QUE PLANTAVA ÁRVORES NO
ÂMBITO DOS CLUBES DE LEITURA NA ESCOLA.
2021_2022
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A AÇÃO DO HOMEM DE DEUS
A ação do homem de Deus
Curou uma nação,
Fez dizer adeus
Àquela grande solidão.
Antes era tudo tão escuro
As pessoas viviam do carvão,
Até a alma de um só homem
Trazer a ressurreição.
Era tudo tão triste,
Um cenário desértico
Estava tudo em ruínas
E tinha um vento incessante.
Naquela aldeia onde outrora
todos tinham vontade de morrer.
Este atleta de Deus,
trouxe uma razão de viver!
BERNARDO MIGUEL SALVADOR PAIVA 6.º F
3
ATLETA DE DEUS
O Atleta de Deus caminhava enorme
Naquele jardim com flores, juncos e salgueiros
Uma certa esperança pairava no ar
Ouvia-se o sussurro da água a cair por uma represa
E uma brisa doce e salgada de odores incessantes.
Uma floresta com prados verdejantes,
Carvalhos robustos e vales recônditos.
Os bosquezinhos de bétulas traziam
Uma certa razão de viver.
Antigas nascentes voltaram a jorrar e
campos de cevada e centeio não faltavam.
E sentia-se a alma de um único homem
Que por lá caminhava.
MARIA PIRES LOURENÇO 6.º F
4
UMA RAZÃO DE VIVER
Egoísmo, silêncio e solidão
Povoavam as ruínas
Ficara apenas um deserto
De onde toda a vida desaparecera
A alma de um único homem
uma floresta plantou
Prados verdejantes e jardins
que um atleta de Deus criou
O que antes eram ervas ressequidas
eram agora lindíssimas flores
O que era preto e branco
Tornou-se um mar de cores
O sussurro da água a correr
trazia a tranquilidade
E uma certa razão de viver
Este homem fez renascer.
RITA PINHEIRO CAMPOS 6.º F
5
TERRAS DE CANÁ
Antigamente este lugar só tinha
ervas ressequidas, aridez, e em
ruínas as casas, com o vento
a rugir sobre elas
Havia pontes secas e o vento
ensandecido que levava
as pessoas ao suicídio
Mas agora há bétulas, carvalhos
vales, jardins, flores
Ouve-se o sussurro da água a correr
para uma represa onde se
respira a brisa doce da esperança
Bem-vindos às terras de Caná!
BEATRIZ JESUS CARREIRA VENTURA DA SILVA 6.º F
6
MUNDO PERFEITO
Neste mundo perfeito há uma certa razão de viver
jardins, flores, uma brisa doce carregada de odores
Entre bosquezinhos de bétulas e carvalhos
robustos, a beleza da natureza floresce
O sussurro da água a correr para uma represa.
e o brilho do sol radiante carregam a esperança
Ó mundo perfeito de Caná!
ANNA CLARA PERRETA 6.º F
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VIAGEM AO DESERTO
Um homem explorador
decidiu fazer uma viagem
ao deserto, assustado
pois nele não havia ninguém
Depois de tanto andar
avistou uma aldeia de arrepiar
Havia muitos suicídios e solidão
E lá viviam do carvão
Avistou um senhor
A pastar suas ovelhas
O senhor até metia dó
E suas ovelhas já muito velhas
O pastor levou-o para a sua casa
Que até estava muito arrumada
Enquanto as outras pareciam umas carcaças
Já há muito tempo abandonadas
CAROLINA ALEXANDRA PINTO AMARAL 6.º F
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O ATLETA DE DEUS
Um homem vivia na solidão
Em casa o silêncio
Lá fora o vento incessante
Toda a vida desaparecera
Havia egoísmo
Vendia-se carvão
Ervas ressequidas
Tudo era desolação
Depois um dia apareceram
bosquezinhos de bétulas por toda a parte
Jardins verdes e lindos com juncos de agradar
Uma brisa doce carregada de odores
Prados verdejantes e esperança no ar
Graças a um atleta de Deus
Das antigas nascentes voltou a jorrar
uma certa razão de viver!
CAROLINA BRANCO VIANA 6.º F
9
A FLORESTA
Avistava-se agora a bela paisagem
Cheia de bétulas e faias
Árvores imensas que cobriam a vista
Onde outrora apenas solidão se via
Com a harmonia da Floresta
Calmamente uma brisa ficou
Levando para longe
O vento carregado de loucura
Que a todos ensandecia
Ouvindo-se agora apenas a doçura
FRANCISCA JULIÃO SEQUEIRA 6.º F
10
A ALDEIA
Há muitos anos viajei até um cenário desértico,
como tinha de beber água até uma fonte me dirigi, mas estava seca.
Naquelas terras desabrigadas perto do céu,
as ervas estavam ressequidas e ao longe se via um sem-fim de terras despidas.
Enquanto por lá continuava a caminhar um pastor conheci,
Deu-me abrigo e toda a comida de que eu tanto necessitava.
Explicou-me que naquela aldeia, já em ruinas,
os aldeões ganhavam dinheiro com a produção de carvão.
A solidão e o silêncio aquele lugar dominavam,
ao ponto de muitos suicídios haver
e de todos de lá quererem fugir.
LEONOR MARQUES DE FREITAS DA COSTA MARTINS 6.º F
11
RUÍNAS
Ruínas, terra ardente,
o vento rugindo sobre
as carcaças das casas,
ervas ressequidas,
silêncio, suicídios,
Toda a vida desapareceu!
JOÃO PEDRO HENRIQUES DE ALMEIDA 6.º F
12
INSANIDADE
um cenário desértico
onde o silêncio e a solidão são amigos
nesta terra ardente a insanidade
é o último degrau para o suicídio
e este vento incessante
toda a vida varreu
TIAGO HENRIQUE VENDAS GUERRA 6.º F
13
A COR
A cada dia vagueava em terras
ocupadas pela solidão
desertas, ardentes, vazias e secas
Só se ouvia o vento rugindo
O que encontrei em ruínas
Numa bela floresta transformei
Cheia de carvalhos aqui e acolá
Para encher este mundo de cor
EMA MARIANA FOGAÇA 6º F
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ALMAS RESSEQUIDAS
Um cenário desértico
Um sem-fim de terras despidas
Onde o silêncio predomina
E o vento ruge sobre as carcaças das casas
Nesta terra em ruínas
Toda a vida desapareceu
Ficaram as almas ressequidas
TIAGO ÁLVARO LEANDRO 6.º F
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FORTE ERA O VENTO
Numa aldeia deserta
vivia um homem solitário.
Todos os dias plantava
as suas bolotas
para daqui a 30 anos
crescerem em grande beleza.
Forte era o vento
que deixava as casas em ruínas
Todos tão tristes ali viviam
e toda a vida desaparecera.
Mas graças a um só homem
ao serviço de Deus,
uma aldeia refloresceu!
Com prados verdejantes
e carvalhos robustos
a felicidade renasceu!
SOFIA DE PRATA RESENDE 6.º F
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A RAZÃO
Com casas quase a cair já não havia esperança
Naquele local em ruínas só havia suicídio
para as pessoas que viviam do carvão
Mas havia um senhor que vivia em solidão
Por única companhia tinha o seu cão
que decidiu um dia fazer renascer a floresta
Enquanto pastava as ovelhas
plantava as suas árvores
e procurava uma razão
Um cenário desértico
Tornou-se num bosquezinho de bétulas
Um amontoado de ruínas
transformou-se numa grande floresta
e uma razão de viver foi partilhada
JOÃO AFONSO LEITE DOS SANTOS 6.º F
17
O MILAGRE
Num cenário desértico
um sem-fim de terra despida
Terras desabrigadas perto do céu
Solidão a perder de vista
O que iriam fazer aqui?
Talvez nem um milagre nem uma
tempestade trariam água para aqui
Mas um solitário pastor
encontrou a maneira
de fazer jorrar a esperança …
DAVID MIGUEL SILVA REIS 6.º F
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SOLIDÃO DA ALMA
Das fontes secas e terras ardentes
Transformou a vontade de um único homem
Em brisa doce carregada de odores
A esperança de um atleta de deus
Fez da solidão beleza
MIKAELLY RIBEIRO FERNANDES 6.º F
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6.º F_O HOMEM QUE PLANTAVA ÁRVORES

  • 1.
    1 POEMAS REALIZADOS PELO6.ºF COM BASE NA LEITURA DA OBRA O HOMEM QUE PLANTAVA ÁRVORES NO ÂMBITO DOS CLUBES DE LEITURA NA ESCOLA. 2021_2022
  • 2.
    2 A AÇÃO DOHOMEM DE DEUS A ação do homem de Deus Curou uma nação, Fez dizer adeus Àquela grande solidão. Antes era tudo tão escuro As pessoas viviam do carvão, Até a alma de um só homem Trazer a ressurreição. Era tudo tão triste, Um cenário desértico Estava tudo em ruínas E tinha um vento incessante. Naquela aldeia onde outrora todos tinham vontade de morrer. Este atleta de Deus, trouxe uma razão de viver! BERNARDO MIGUEL SALVADOR PAIVA 6.º F
  • 3.
    3 ATLETA DE DEUS OAtleta de Deus caminhava enorme Naquele jardim com flores, juncos e salgueiros Uma certa esperança pairava no ar Ouvia-se o sussurro da água a cair por uma represa E uma brisa doce e salgada de odores incessantes. Uma floresta com prados verdejantes, Carvalhos robustos e vales recônditos. Os bosquezinhos de bétulas traziam Uma certa razão de viver. Antigas nascentes voltaram a jorrar e campos de cevada e centeio não faltavam. E sentia-se a alma de um único homem Que por lá caminhava. MARIA PIRES LOURENÇO 6.º F
  • 4.
    4 UMA RAZÃO DEVIVER Egoísmo, silêncio e solidão Povoavam as ruínas Ficara apenas um deserto De onde toda a vida desaparecera A alma de um único homem uma floresta plantou Prados verdejantes e jardins que um atleta de Deus criou O que antes eram ervas ressequidas eram agora lindíssimas flores O que era preto e branco Tornou-se um mar de cores O sussurro da água a correr trazia a tranquilidade E uma certa razão de viver Este homem fez renascer. RITA PINHEIRO CAMPOS 6.º F
  • 5.
    5 TERRAS DE CANÁ Antigamenteeste lugar só tinha ervas ressequidas, aridez, e em ruínas as casas, com o vento a rugir sobre elas Havia pontes secas e o vento ensandecido que levava as pessoas ao suicídio Mas agora há bétulas, carvalhos vales, jardins, flores Ouve-se o sussurro da água a correr para uma represa onde se respira a brisa doce da esperança Bem-vindos às terras de Caná! BEATRIZ JESUS CARREIRA VENTURA DA SILVA 6.º F
  • 6.
    6 MUNDO PERFEITO Neste mundoperfeito há uma certa razão de viver jardins, flores, uma brisa doce carregada de odores Entre bosquezinhos de bétulas e carvalhos robustos, a beleza da natureza floresce O sussurro da água a correr para uma represa. e o brilho do sol radiante carregam a esperança Ó mundo perfeito de Caná! ANNA CLARA PERRETA 6.º F
  • 7.
    7 VIAGEM AO DESERTO Umhomem explorador decidiu fazer uma viagem ao deserto, assustado pois nele não havia ninguém Depois de tanto andar avistou uma aldeia de arrepiar Havia muitos suicídios e solidão E lá viviam do carvão Avistou um senhor A pastar suas ovelhas O senhor até metia dó E suas ovelhas já muito velhas O pastor levou-o para a sua casa Que até estava muito arrumada Enquanto as outras pareciam umas carcaças Já há muito tempo abandonadas CAROLINA ALEXANDRA PINTO AMARAL 6.º F
  • 8.
    8 O ATLETA DEDEUS Um homem vivia na solidão Em casa o silêncio Lá fora o vento incessante Toda a vida desaparecera Havia egoísmo Vendia-se carvão Ervas ressequidas Tudo era desolação Depois um dia apareceram bosquezinhos de bétulas por toda a parte Jardins verdes e lindos com juncos de agradar Uma brisa doce carregada de odores Prados verdejantes e esperança no ar Graças a um atleta de Deus Das antigas nascentes voltou a jorrar uma certa razão de viver! CAROLINA BRANCO VIANA 6.º F
  • 9.
    9 A FLORESTA Avistava-se agoraa bela paisagem Cheia de bétulas e faias Árvores imensas que cobriam a vista Onde outrora apenas solidão se via Com a harmonia da Floresta Calmamente uma brisa ficou Levando para longe O vento carregado de loucura Que a todos ensandecia Ouvindo-se agora apenas a doçura FRANCISCA JULIÃO SEQUEIRA 6.º F
  • 10.
    10 A ALDEIA Há muitosanos viajei até um cenário desértico, como tinha de beber água até uma fonte me dirigi, mas estava seca. Naquelas terras desabrigadas perto do céu, as ervas estavam ressequidas e ao longe se via um sem-fim de terras despidas. Enquanto por lá continuava a caminhar um pastor conheci, Deu-me abrigo e toda a comida de que eu tanto necessitava. Explicou-me que naquela aldeia, já em ruinas, os aldeões ganhavam dinheiro com a produção de carvão. A solidão e o silêncio aquele lugar dominavam, ao ponto de muitos suicídios haver e de todos de lá quererem fugir. LEONOR MARQUES DE FREITAS DA COSTA MARTINS 6.º F
  • 11.
    11 RUÍNAS Ruínas, terra ardente, ovento rugindo sobre as carcaças das casas, ervas ressequidas, silêncio, suicídios, Toda a vida desapareceu! JOÃO PEDRO HENRIQUES DE ALMEIDA 6.º F
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    12 INSANIDADE um cenário desértico ondeo silêncio e a solidão são amigos nesta terra ardente a insanidade é o último degrau para o suicídio e este vento incessante toda a vida varreu TIAGO HENRIQUE VENDAS GUERRA 6.º F
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    13 A COR A cadadia vagueava em terras ocupadas pela solidão desertas, ardentes, vazias e secas Só se ouvia o vento rugindo O que encontrei em ruínas Numa bela floresta transformei Cheia de carvalhos aqui e acolá Para encher este mundo de cor EMA MARIANA FOGAÇA 6º F
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    14 ALMAS RESSEQUIDAS Um cenáriodesértico Um sem-fim de terras despidas Onde o silêncio predomina E o vento ruge sobre as carcaças das casas Nesta terra em ruínas Toda a vida desapareceu Ficaram as almas ressequidas TIAGO ÁLVARO LEANDRO 6.º F
  • 15.
    15 FORTE ERA OVENTO Numa aldeia deserta vivia um homem solitário. Todos os dias plantava as suas bolotas para daqui a 30 anos crescerem em grande beleza. Forte era o vento que deixava as casas em ruínas Todos tão tristes ali viviam e toda a vida desaparecera. Mas graças a um só homem ao serviço de Deus, uma aldeia refloresceu! Com prados verdejantes e carvalhos robustos a felicidade renasceu! SOFIA DE PRATA RESENDE 6.º F
  • 16.
    16 A RAZÃO Com casasquase a cair já não havia esperança Naquele local em ruínas só havia suicídio para as pessoas que viviam do carvão Mas havia um senhor que vivia em solidão Por única companhia tinha o seu cão que decidiu um dia fazer renascer a floresta Enquanto pastava as ovelhas plantava as suas árvores e procurava uma razão Um cenário desértico Tornou-se num bosquezinho de bétulas Um amontoado de ruínas transformou-se numa grande floresta e uma razão de viver foi partilhada JOÃO AFONSO LEITE DOS SANTOS 6.º F
  • 17.
    17 O MILAGRE Num cenáriodesértico um sem-fim de terra despida Terras desabrigadas perto do céu Solidão a perder de vista O que iriam fazer aqui? Talvez nem um milagre nem uma tempestade trariam água para aqui Mas um solitário pastor encontrou a maneira de fazer jorrar a esperança … DAVID MIGUEL SILVA REIS 6.º F
  • 18.
    18 SOLIDÃO DA ALMA Dasfontes secas e terras ardentes Transformou a vontade de um único homem Em brisa doce carregada de odores A esperança de um atleta de deus Fez da solidão beleza MIKAELLY RIBEIRO FERNANDES 6.º F
  • 19.