Pesquisa do Sexto Ano B: os jogos digitais podem influenciar as crianças e os
adolescentes? – Texto coletivo elaborado a partir da palestra com professor Jorge
Brandão do CEPIC/NTM - NH
No dia 25/05, quarta-feira, o professor Jorge do Cepic veio nos dar uma
palestra sobre jogos digitais. Ele respondeu algumas das nossas dúvidas de
pesquisa.
Disse muitas coisas que não havíamos pensado ainda, sobre os jogos.
Como o seu surgimento, que foi nos computadores antigos e depois foi evoluindo.
Os jogos foram ficando com personagens, gráficos e cenários mais realistas.
Os criadores de jogos pesquisam o que adolescentes e adultos gostam nos
jogos, e hoje existe um mercado de jogos digitais que envolve muito dinheiro.
Agora as pessoas esperam as novas edições dos jogos.
Existe classificação indicativa de idade, mas algumas crianças tem acesso
a jogos de fora de sua idade porque os adultos compram e usam os jogos. Mas
tem venda de jogos piratas, e aí o controle de venda é menor. Os pais precisam
conhecer os jogos para seus filhos, fazendo a análise se é adequado ou não.
O perigo maior é quando crianças bem pequenas jogam, pois elas podem
levar para a vida a violência que eles vêem no jogo, ou o contato com drogas,
sexualidade, palavrões e roubos. Mas apesar da violência dos jogos, eles não vão
obrigatoriamente influenciar. Não existem estudos que comprovem uma relação
entre os jogos e os comportamentos violentos ou outros perigos para a saúde,
como dor de cabeça, problemas de visão.
Tem jogos onde o tema é maquiagem e isso pode influenciar também,
especialmente as crianças pequenas e mais novas. Assim como os jogos de
cuidar de animais. Também existem jogos de aprendizagem e educativos.
Então concluímos com a palestra que você pode jogar jogos digitais,
violentos ou não, desde que adequados à sua idade, que você não vai se
influenciar, contanto que não repita coisas ruins que aparecem, na vida real. É
importante ter controle e saber a hora de parar de jogar.

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    Pesquisa do SextoAno B: os jogos digitais podem influenciar as crianças e os adolescentes? – Texto coletivo elaborado a partir da palestra com professor Jorge Brandão do CEPIC/NTM - NH No dia 25/05, quarta-feira, o professor Jorge do Cepic veio nos dar uma palestra sobre jogos digitais. Ele respondeu algumas das nossas dúvidas de pesquisa. Disse muitas coisas que não havíamos pensado ainda, sobre os jogos. Como o seu surgimento, que foi nos computadores antigos e depois foi evoluindo. Os jogos foram ficando com personagens, gráficos e cenários mais realistas. Os criadores de jogos pesquisam o que adolescentes e adultos gostam nos jogos, e hoje existe um mercado de jogos digitais que envolve muito dinheiro. Agora as pessoas esperam as novas edições dos jogos. Existe classificação indicativa de idade, mas algumas crianças tem acesso a jogos de fora de sua idade porque os adultos compram e usam os jogos. Mas tem venda de jogos piratas, e aí o controle de venda é menor. Os pais precisam conhecer os jogos para seus filhos, fazendo a análise se é adequado ou não. O perigo maior é quando crianças bem pequenas jogam, pois elas podem levar para a vida a violência que eles vêem no jogo, ou o contato com drogas, sexualidade, palavrões e roubos. Mas apesar da violência dos jogos, eles não vão obrigatoriamente influenciar. Não existem estudos que comprovem uma relação entre os jogos e os comportamentos violentos ou outros perigos para a saúde, como dor de cabeça, problemas de visão. Tem jogos onde o tema é maquiagem e isso pode influenciar também, especialmente as crianças pequenas e mais novas. Assim como os jogos de cuidar de animais. Também existem jogos de aprendizagem e educativos. Então concluímos com a palestra que você pode jogar jogos digitais, violentos ou não, desde que adequados à sua idade, que você não vai se influenciar, contanto que não repita coisas ruins que aparecem, na vida real. É importante ter controle e saber a hora de parar de jogar.