Este documento discute a importância da fé qualitativa, que envolve tanto a fé quanto a inteligência. Ele argumenta que a fé do centurião era qualitativa porque ele reconhecia a autoridade de Jesus. Também cita exemplos bíblicos como Abraão, Jacó e Moisés que tinham uma fé qualitativa que os levou a rejeitar a derrota. O documento conclui que Deus busca pessoas com uma fé qualitativa para ser verdadeiramente glorificado no mundo.