Além disso, os homens apontaram algumas causas que contribuem
para a sua baixa procura por serviços de saúde, são elas:
o cuidar-se, em geral, não é visto como uma prática masculina e,
em especial, ações de prevenção são mais associados às mulheres;
ser forte e viril não é compatível com aparentes sinas de fraqueza,
medo e insegurança, atribuídos à busca por um serviço de
prevenção;
os horários de funcionamento das unidades de saúde coincidem
com os horários de trabalho; a precariedade dos serviços públicos,
demandando tempo em filas de espera para ser atendido, por
vezes significa a perda do dia de trabalho, sem a garantia de ter
sua demanda resolvida;
a impossibilidade, por razões econômicas, da busca por serviços
privados;
o medo de descobrir uma doença e ter que se tratar;
vergonha de se expor e de expor seu corpo a outra pessoa;
falta de unidades específicas para cuidar do homem;
a percepção dos espaços, dos serviços públicos de saúde, como
feminilizados, isto é, composto por equipe feminina e frequentado
basicamente por mulheres.;
Além disso, mesmo depois da Lei 11.108/2005, conhecida como
Lei do Acompanhante, os homens muitas vezes são banidos das
salas de parto e de pré-natal Por profissionais de saúde, que os
consideram “obstáculos para a realização de seu trabalho”.,
"obstáculos para a realização de seu trabalho".

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  • 1.
    Além disso, oshomens apontaram algumas causas que contribuem para a sua baixa procura por serviços de saúde, são elas:
  • 2.
    o cuidar-se, emgeral, não é visto como uma prática masculina e, em especial, ações de prevenção são mais associados às mulheres; ser forte e viril não é compatível com aparentes sinas de fraqueza, medo e insegurança, atribuídos à busca por um serviço de prevenção; os horários de funcionamento das unidades de saúde coincidem com os horários de trabalho; a precariedade dos serviços públicos, demandando tempo em filas de espera para ser atendido, por vezes significa a perda do dia de trabalho, sem a garantia de ter sua demanda resolvida;
  • 3.
    a impossibilidade, porrazões econômicas, da busca por serviços privados; o medo de descobrir uma doença e ter que se tratar; vergonha de se expor e de expor seu corpo a outra pessoa; falta de unidades específicas para cuidar do homem;
  • 4.
    a percepção dosespaços, dos serviços públicos de saúde, como feminilizados, isto é, composto por equipe feminina e frequentado basicamente por mulheres.; Além disso, mesmo depois da Lei 11.108/2005, conhecida como Lei do Acompanhante, os homens muitas vezes são banidos das salas de parto e de pré-natal Por profissionais de saúde, que os consideram “obstáculos para a realização de seu trabalho”., "obstáculos para a realização de seu trabalho".