Informativo dos Trabalhadores nas Indústrias de Alimentação do ES - 04 de junho de 2013 - Distribuição: GarotoVitórias no ...
o risco de lesão por excesso deesforço. Um desses trabalhado-res pede apenas por condiçõesdignas de trabalho, pois aindaé ...
O Sindialimentação conquistouum importante progresso para os tra-balhadores do Serenata. O TribunalRegional do Trabalho re...
INFORMATIVO DOS TRABALHADORES NASINDÚSTRIAS DE ALIMENTAÇÃO DO ESEstrada Jerônimo Monteiro, 1732 - Vila Velha - ESTelefone:...
Próximos SlideShares
Carregando em…5
×

[Garoto] 04 06 13

1.335 visualizações

Publicada em

0 comentários
0 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

  • Seja a primeira pessoa a gostar disto

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
1.335
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
1.114
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
0
Comentários
0
Gostaram
0
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

[Garoto] 04 06 13

  1. 1. Informativo dos Trabalhadores nas Indústrias de Alimentação do ES - 04 de junho de 2013 - Distribuição: GarotoVitórias no processo do turnode revezamento representamconquista da categoriaOs trabalhadores con-templados em mais dois gru-pos do processo do turno derevezamento participaramde uma Assembleia promo-vida pelo Sindialimentaçãona segunda-feira (27). Acoordenadora geral do Sin-dialimentação Linda Moraise a diretora Mara Lira con-duziram a Assembleia, expli-caram os detalhes sobre odesdobramento do processoe tiraram dúvidas dos traba-lhadores.Os 51 nomes divulga-dos nas últimas semanas sesomam a cerca de 200 tra-balhadores que tambémvenceram o processo. Sãoapenas os seis primeiros deum total de 51 grupos detrabalhadores. O TribunalSuperior do Trabalho (TST) éo órgão responsável pela di-vulgação dos resultados. As-sim que uma nova sentençaé liberada, o Sindicato con-voca os trabalhadores parareceberem seus direitos.Ação envolve 2.550trabalhadoresEsse é um processo di-fícil, porque o TST optou pordividir o processo em gruposde 50 trabalhadores cada,e ele ainda não chegou aofim. O. Para se ter uma ideia,no grupo que foi contem-Resultado depende de cada juizNo processo, o juiz recebea argumentação do advogadodo Sindialimentação, Luís Fernan-do Nogueira Moreira, e 50 nomes detrabalhadores em ordem alfabética com oscartões de ponto fornecidos pela empresa.Inicialmente, o magistrado lê a argu-mentação e julga o mérito da ação. Se eleavalia que a ação procede, ele dá ganhode causa ao Sindicato e confere cada car-tão de ponto dos trabalhadores para de-terminar quem receberá o benefício. Sãocontemplados aqueles que cumpriram trêsturnos de trabalho de 2001 a 2006, registra-do em cartão de ponto. Quem trabalhou emdois turnos, mesmo que esteja no grupo queganhou a ação, não recebe o benefício.Mas, se o juiz avalia que a argumentaçãonão procede, ele dá ganho de causa à em-presa e todos os trabalhadores desse loteperdem a ação sem que os cartões de pontosejam sequer conferidos.Outros grupos continuam em julgamento. Entendaporque o resultado do processo está sendo liberadoaos poucos e porque algumas sentenças sãodiferentes das outras.Quando a justiça funcionaMarcia Ivete Quindeler – 33 anos emeio de empresa.O grupo da Marcia ganhou a causae, na avaliação do cartão de pon-to, ela foi contemplada pela justiça.Já aposentada, ela comemora oresultado, mesmo depois de tantotempo.“Não tenho nada a reclamardo Sindicato. Tudo que eu quis emtodos esses anos, eu alcancei. Sem-pre que precisei de ajuda, o Sindia-limentação estava pronto para meajudar. Minha saída da empresafoi muito tranquila, me aposenteipor tempo de trabalho e idade econtinuei mais dois anos e meio naempresa. Acho que as coisas de-pendem do trabalhador também,de ter a atitude de participar e lutarjunto ao sindicato. Eu sempre com-pareci a todas as assembleias queeu pude.”plado recentemente, o Sin-dicato perdeu a causa naprimeira instância, recorreuao Tribunal Regional do Tra-balho (TRT), e conquistou avitória no TST, em Brasília.Processo está dividido emgrupos de 50 pessoas cada,em ordem alfabéticaCada grupo foi en-tregue a um juiz diferente.Diferentes juízes avaliandoo mesmo caso geram trêsconsequências: as senten-ças saem sem uma ordemlógica, em tempos diferentese algumas são totalmente di-ferentes umas das outras.O tempo para divulga-ção da sentença dependedo volume de trabalho decada magistrado. Se eletem muitos processos parajulgar, o resultado demoramais a sair, se ele tem menosprocessos, a resposta é di-vulgada mais rapidamente.Apesar dos grupos estaremdivididos em ordem alfabé-tica, os veredictos não ne-cessariamente estão sendopublicados nessa mesma or-dem. Outro problema é quealgumas sentenças são posi-tivas para os trabalhadores eoutras são negativas.Quando a justiça é injustaValdemar Brito – Programa de Visitada Garoto e diretor do Sindialimen-tação.O diretor Valdemar está em um dosgrupos que teve o direito negado.Ele lamenta a existência dediferentes sentenças para o mesmoprocesso.“Quando entramos com aação, eu tinha muita expectativade ver meu direito reconhecido.Mas, infelizmente, a justiça colo-cou juízes diferentes para julgar osgrupos do processo. O resultado foique, no mesmo processo, algunstrabalhadores ganharam e outrosnão. No meu caso, nós perdemos aação. Não tive a oportunidade deter meu direito reconhecido, masnosso Sindicato já entrou com umanova ação na Justiça para evitarque isso aconteça com outros pro-cessos coletivos que nós temos.”
  2. 2. o risco de lesão por excesso deesforço. Um desses trabalhado-res pede apenas por condiçõesdignas de trabalho, pois aindaé jovem e não quer perder suasaúde para o lucro da empresa.Somando-se a toda a situa-ção, não há uma paleteira fixapara cada setor, causando bri-gas entre os trabalhadores queprecisam do equipamento paracompletar o serviço. O eleva-dor também está há dias que-brado, dificultando ainda maiso trabalho. A previsão era deuma semana para o conserto,mas a placa que contém esseaviso está fixada há mais de 15 dias.Como se não bastassem as de-missões que sobrecarregaram ostrabalhadores, a empresa terceiri-zou a manutenção das máquinas.Esse é um dos temas de confron-Muitos trabalhadores vêm re-clamando da situação das pale-teiras, que está precária. Além deultrapassadas, a maioria delas estácom defeito. São rodas quebradas,sem rolamento, falta de peças einúmeros outros defeitos que preju-dicam o trabalho. O diretor do Sin-dialimentação Julio Souza consta-tou, no levantamento somente naoficina de manutenção, 31 paletei-ras com defeito. Um absurdo! Empleno século XXI, é inadmissível queuma multinacional do porte da Ga-roto não tenha novos equipamen-tos que já existem há tanto tempono mercado, muito mais modernose não precisam da tração humana.Mais do que atrapalhar o tra-balhador, o defeito da máquinaprejudica sua saúde. Em algumassituações, o peso do palete podedobrar, obrigando o trabalhadora carregar até 900kg, o que cor-responde aproximadamente aopeso de um carro popular. Muitasvezes, o peso tem que ser carre-gado sozinho, pois trabalhadoresde vários setores estão sendo de-mitidos e quem fica no posto detrabalho acaba sobrecarregado.Isso aumenta consideravelmentePaleteiras obsoletasprejudicam trabalhadoresAlguns trabalhadores chegam asuportar com o próprio corpo o pesode um carro popular.A dúvida que fica é: como que umaempresa que prega o “Acidentes Zero”não dá uma condição digna para suacategoria trabalhar?Trabalho no Baton há 13anos, onde comecei a sentirdores no ombro direito, que co-mecei depois de um tempo a tratar.Fiz uma cirurgia de reparação e co-loquei três âncoras de silicone paraamenizar as dores. Fiquei afastadopor seis meses pelo INSS, a direçãodo Sindialimentação me orientou eo departamento médico me assistiue me atendeu bem.Após seis meses, o INSS me deu altae retornei ao trabalho. Entretanto,a fábrica acabou me demitindoe, mais uma vez, fui orientado peloSindicato e meu caso foi acompa-nhado pelo departamento jurídico.Ganhamos a ação na justiça e o juizdeterminou minha reintegração. Mi-nha doença foi reconhecida comodoença do trabalho. Para mim, issorepresentou uma grande vitória.Não podemos abrir mão dos nossosdireitos e oriento que nenhum traba-lhador faça isso.Procure o Sindicato!Jacimar da Silva(18 anos de Garoto)Dores no ombro foramreconhecidas comodoença do trabalho.Ele recomenda aostrabalhadores quebusquem seus direitos pormeio do SindialimentaçãoMais uma reintegração! Trabalhadoracidentado é demitido mas Justiça obrigaempresa a voltar atrásto entre o Sindicato e a fábrica. OSindialimentação irá cobrar, alémdos postos de trabalho da manu-tenção, mais paleteiras e a moder-nização delas. Se continuar nesteritmo, não existirá trabalhador queaguente tanto sobrepeso!QUEBRADOO Sindialimentação já cobrou vá-rias vezes e vai continuar exigindoque um técnico de manutenção deelevadores trabalhe dentro da fá-brica para solucionar os constantesproblemas com os equipamentos.Quando um trabalhador fica presodentro de um elevador quebrado,ele chega a esperar mais de umahora para ser resgatado, porque otécnico vem de Vitória para fazer amanutenção. O problema tem seagravado, já que alguns elevadoresnão foram concertados e estão forade uso.Elevadores quebrados:que vergonha!
  3. 3. O Sindialimentação conquistouum importante progresso para os tra-balhadores do Serenata. O TribunalRegional do Trabalho reconheceuque todos do setor devem receberadicional de insalubridade e os eletri-cistas têm direito ao adicional de pe-riculosidade. O acórdão do processoNº RO-0143000-76.2011.5.17.0001 foiunânime.No Serenata,apenas os trabalha-dores do Waffer re-cebem adicional deinsalubridade. Mas orelatório do TRT con-sidera que todos osdemais trabalhadoresdo setor são expostosa ruído superior ao li-mite de tolerância daNorma Regulamen-tadora (NR) Nº15, doMinistério do Trabalho.Além disso, os relato-res afirmam que nãofoi apresentada fichade controle do uso de EPI’s e que osequipamentos fornecidos apenas ameni-zam e não neutralizam o agente insalubre.O advogado do Sindialimentação LuísFernando Nogueira Moreira explica queessa vitória é resultado do recurso abertoapós a sentença da 1ª Vara do Trabalho,que havia sido contrária para os trabalha-dores. O resultado ainda não é definitivo,cabendo recurso por parte da Garoto. O Sindialimentação permanecerá defendendo os direitos dos trabalhadoresdo Serenata, que merecem o adicional garantido pela atividades de risco às quais são expostos.Serenata: Sindialimentação conquistaprogresso na ação por insalubridadeO Tribunal Regional do Trabalhoafirmou que todos os trabalhadoresdo Serenata têm direito aobenefício. Sentença ainda podeser questionada pela empresaem última instância. O Sindicatopermanecerá na luta para queo direito dos trabalhadores sejaassegurado.••• A empresa ainda pode recorrer à terceira instância, no TribunalSuperior do Trabalho (TST), em Brasília.Segunda instância: Tribunal Regional do Trabalho (Vitória)Julgamento: 14/05/2013Resultado: Procedente. Vitória do SindicatoAcompanhe o processoPrimeira instância: 1ª Vara do Trabalho (Vitória)Julgamento: 13/08/2012Resultado: Improcedente. Vitória da empresa (Sindicato recorreu)21••• Trechos doresultado dojulgamento dasegunda instânciaPara os magistrados,todos que trabalhamno Serenata estão emcondições insalubres.Além disso, elesentendem que oseletricistas estão emárea de risco.Na conclusão, oTribunal é unanimeao condenar a“reclamada” (Garoto)ao pagamentoda insalubridadepara todos ostrabalhadoresdo Serenata e apericulosidade aoseletricistas.A empresa instalou barras deferro paralelas às catracas de en-trada dos trabalhadores e elasestão afunilando a passagem debicicletas. A iniciativa da empresa,que aparentemente não tem moti-vo plausível, dificulta a entrada da-queles trabalhadores que usam abicicleta como meio de transporte,principalmente aquelas que têmcestas, bagageiros ou cadeirinhasde criança.O Sindialimentação vai agen-dar uma reunião com a empresapara que o motivo da colocaçãodas barras seja esclarecido e dis-cutir um meio que facilite a vidade quem vem pedalando para oserviço.Barras de ferro dificultam a entrada de bicicletasNuma onda eco-sustentável, quando se incentiva o uso dasbikes e outros meios de transportes não-poluentes, a atitudeda empresa além de insensata é ecologicamente incorreta.
  4. 4. INFORMATIVO DOS TRABALHADORES NASINDÚSTRIAS DE ALIMENTAÇÃO DO ESEstrada Jerônimo Monteiro, 1732 - Vila Velha - ESTelefone: 3339-5027E-mail: comunica.sindi@terra.com.brCOORDENADORA GERAL DO SINDICATOLinda MoraisCOORDENADOR DA SECRETARIA DE COMUNICAÇÃOElifas MedeirosEDIÇÃO E DIAGRAMAÇÃOSylvia RuthESTAGIÁRIAMarina DenadaiSindicato cobra e empresa suspende alteração na escalaTrabalhadores denunciaram, oSindicato cobrou da empresa e asalterações de escalas que prejudi-cariam trabalhadores de folga foramsuspensas.Supervisores e coordenadores daUnidade 1 tinham trocado a letra dostrabalhadores da escala 6x2 que te-riam folga no fim de semana e no fe-riado de Corpus Christi para que elestivessem que trabalhar, mesmo tendodireito de folgar. Mas, o Sindicato in-terviu e a escala anterior foi mantida.Há cerca de dois anos, a Garotoimplantou containeres no lugar dosvestiários dos trabalhadores do CDES,tanto os da própria empresa quantoos terceirizados. Na época, o Sindica-to discutiu as condições daquela ati-tude e a empresa respondeu que erauma situação provisória. Diante daspromessas de que logo sairiam novosvestiários, com melhores condiçõesde conforto e higiene, concordamoscom a situação desde que o prazode entrega não se estendesse muito.Os vestiários ficaram prontos noano passado, entretanto, ainda nãoestão funcionando. A empresa ale-ga que falta a instalação elétricaVestiários inativos obrigamtrabalhadores a usar containerdo local e que providencias já foramtomadas. Mas os trabalhadores con-tinuam usando os containeres quesão quentes, desconfortáveis e vivemlotados. O absurdo é que se fossemmáquinas de produzir bombons, aempresa já tinha arranjado um ele-tricista para consertar o problema. Otrabalhador vem sofrendo há mesesno calor e pouco está sendo feitopara contornar a situação.O Sindialimentação vai, nova-mente, questionar a empresa sobreos novos vestiários e cobrar urgênciana instalação elétrica. O que se acor-da em mesa de negociação tem queser cumprido!Problema se arrasta há dois anos. O novo vestiário já está pronto,mas pendências estruturais ainda não foram solucionadas.Sindicato vai cobrar novamente da empresa.EditorialLinda MoraisCoordenadora Geral do SindialimentaçãoTemos emnosso jornal Atitu-de desta semanauma extensa pau-ta de interesse dacategoria, cominformações, conquistas, denúncias ereivindicações que são frutos de umtrabalho Sindical construído dia a diacom muita determinação e respeitoàs decisões da categoria.A nossa categoria é compostade trabalhadores, de diversas áreas,mas todos com objetivos comuns: sa-lários dignos, melhores condições detrabalho, benefícios, perspectivas dereconhecimento, segurança no em-prego, relações de trabalho respei-tosas. Reivindicações fazem parte donosso dia a dia. Sejam exigências co-letivas ou individuais, elas estão sem-pre no centro das disputas e conflitosinerentes à luta de classe. Daí a im-portância do Sindicato. Quanto maisorganizado o trabalhador estiver,mais chances de vitória ele terá. Epara vencer a queda de braço comas empresas, é imprescindível que ostrabalhadores tenham um Sindicatoforte, representativo e combativo. Aconstrução deste Sindicato compos-to por homens e mulheres tem sidoincisivo na luta na defesa dos direitosdos trabalhadores. Direitos e conquis-tas não surgem do nada, são fruto deuma luta coletiva que só é possívelatravés da estrutura sindical, com-posta pela diretoria, unida aos tra-balhadores. Ao sindicalizar-se, vocêtrabalhador, assume o seu papel deprotagonista nas lutas e conquistasda categoria.A determinação de lutarmosjuntos é o elo que nos torna forte. OSindicato é o nosso principal elo deunião e transformação. Assim, te-mos a convicção da importância daparticipação de cada trabalhadorem todas as ações sindicais. Juntossomos mais fortes e com muito maiscondições de ampliar nossos direitos,denunciar irregularidades e avançarna luta por novas conquistas. A dire-toria do Sindicato estará planejandoainda mais, atividades formativas ede integração para todos os traba-lhadores, com foco no fortalecimen-to das nossas lutas e por mais conquis-tas, porque você faz a diferença.Bebedouros e máquinasde café vão passar pormanutençãoEm reunião com a direção daempresa nessa segunda-feira (3), oSindicato exigiu o reparo nos bebe-douros que precisam de manuten-ção. Além disso, cobrou o reabas-tecimento das máquinas de caféque estão sem o produto. A empre-sa se comprometeu a solucionar asquestões o quanto antes.Continuaremos acompanhan-do esses casos. Colabore conoscofiscalizando os bebedouros e má-quinas de café do seu setor e infor-me ao Sindicato caso o problemanão seja solucionado.Hora extra sem hora extraAlguns trabalhadores tambémdenunciaram que a empresa requisi-tou pessoas para trabalharem duran-te o feriado sem o registro no cartãode ponto, para evitar o pagamentode hora extra. No entanto, o Sindica-to levou o questionamento para aGerência de Recursos Humanos daempresa, e ela garantiu que todosque trabalhassem durante o feriadoteriam as horas registradas no cartãode ponto.O Sindialimentação conseguiuadiantar o pagamento de quem foicontemplado no processo de horaextra. Os trabalhadores que estãoagendados para receber a quantiajá podem comparecer à nossa sedepara buscar seu ressarcimento.Pagamento do processo de hora extra é adiantadoPara fazer a retirada, apresenteRG e CPF no departamento financei-ro do Sindicato.A sede do Sindialimentação fun-ciona de segunda à sexta-feira, das9h às 17h. Mais informações pelo tele-fone 3339-5027.Juntos,podemosmais

×