REPORT
BRASIL	U-20
Confederação	Brasileira	de	Futebol
2	x	1
Estados	Unidos Brasil
Data: 08.06.2015 Hora:	15h15 Estádio: St...
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Formação Final
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REPORT GAME UNITED STATES 2x1 BRAZIL

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Stadium Stub Hub Center, Carson/ Califórnia - CA.

Confederação Brasileira de Futebol - CBF

Publicada em: Esportes
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REPORT GAME UNITED STATES 2x1 BRAZIL

  1. 1. REPORT BRASIL U-20 Confederação Brasileira de Futebol 2 x 1 Estados Unidos Brasil Data: 08.06.2015 Hora: 15h15 Estádio: Stub Hub Center Local: California - CA (EUA) VideObserver
  2. 2. 1-4-2-3-1 Formação Inicial 1 4 3 15 9 6 14 10 7 8 16 4 3 156 14 10 7 8 1 1811 Formação Final 1-4-3-3 46’ 83’ Confederação Brasileira de Futebol ANALISTA DE DESEMPENHO: Rodrigo Saffi Mello
  3. 3. Confederação Brasileira de Futebol A Seleção Brasileira apresentou grandes dificuldades já na 1ª fase de construção, sendo executada através da circulação de bola lenta e em zona de risco, 70% do desenvolvimento dos processos se apresentaram com passes no sentido horizontal. Nota-se também através do heatmaps, que houve uma grande concentração de passes na entrada da grande área defensiva. P R O C E S S O O F E N S I V O No campograma acima nota-se, que a Seleção Brasileira realizou 88% dos passes nas linhas 3, 4 e 5 e somente 12% dos passes, ou seja apenas 23 passes foram realizados nas linhas 1 e 2. Nota-se que das 4 Jogadoras que mais completaram passes no jogo,3 são da última linha defensiva, incluindo a goleira Carla com 18 passes completos. PASSES COMPLETOS
  4. 4. Confederação Brasileira de Futebol P R O C E S S O O F E N S I V O PERDA DA POSSE DE BOLA No campograma ao lado, percebe-se que 27 bolas perdidas, ou seja 57% do total aconteceram nas linhas 2 e 3. Gabi Nunes com 11, Julia e Yasmim com 9 foram as jogadoras que mais perderam a posse de bola.
  5. 5. Confederação Brasileira de Futebol T R A N S I Ç Ã O O F E N S I V A A Seleção Brasileira demonstrou deficiências no momento das transições ofensivas, onde só conseguiram finalizar 2 vezes das 18 oportunidades, o que significa um aproveitamento de 11%. Brena, Júlia e Carol Matos as principais jogadoras responsáveis pela armação do jogo erraram 32 passes, 43,8% do total, sendo um dos indicadores do insucesso nas Transições Ofensivas.
  6. 6. Confederação Brasileira de Futebol P R O C E S S O O F E N S I V O FINALIZAÇÕES BRASIL A Seleção Brasileira apresentou grandes dificuldades de transitar da 1ª para a 2ª fase de construção, e por não conseguir avançar a 2ª fase de construção e posteriormente a criação, praticamente não conseguiram penetrar na grande área adversária com o controle da bola; O campograma ao lado somente tem por finalidade comprovar essas informações, pois das 6 finalizações conseguidas, 5 delas foram de fora da área, sendo que a única finalização dentro da área, e que resultou no gol brasileiro foi resultante de uma bola parada (escanteio).
  7. 7. Confederação Brasileira de Futebol C A N T O S O F E N S I V O S A Seleção Brasileira teve a seu favor somente três tiros de cantos, sendo que em um deles originou o gol brasileiro e nos outros dois geraram dois contra-ataques perigosíssimos, e que em um destes resultou no 2º gol da Seleção Americana.
  8. 8. Confederação Brasileira de Futebol P R O C E S S O D E F E N S I V O DESARMES No campograma ao lado, ilustra-se as zonas do campo, onde aconteceram os DESARMES. Somando- se os todos os desarmes conseguidos nas linhas 3, 4 e 5 resultam um total de 95%, tendo conquistado somente 2 desarmes na linha 2 e nenhum desarme na linha 1. Estes dados vão de encontro as outros dados estatísticos, onde aponta que a equipe atuou boa parte do jogo em bloco baixo.
  9. 9. Confederação Brasileira de Futebol P R O C E S S O D E F E N S I V O RECUPERAÇÃO DA POSSE No campograma ao lado ilustra-se as zonas do campo onde houveram as RECUPERAÇÃO DA POSSE de bola; Percebe-se que esses dados são muito semelhante com as ações de desarmes, pois conforme salientado anteriormente, a equipe jogou em bloco baixo na maior parte do tempo, e a grande maioria das recuperações de bola aconteceram nos setores (linhas 3, 4 e 5) sendo 85% do total das recuperações.
  10. 10. Confederação Brasileira de Futebol A Seleção Brasileira apresentou grandes dificuldades de recuperar imediatamente a posse da bola após a sua perda, obtendo êxito em somente 6% de todas as ações; Um dos fatores deve-se ao fato de fato de haver muito espaço entre as jogadoras. (deficiência na compactação em bloco estreito e curto). T R A N S I Ç Ã O D E F E N S I V A
  11. 11. Confederação Brasileira de Futebol P R O C E S S O D E F E N S I V O A Seleção Americana finalizou 6 vezes, sendo que seu aproveitamento no alvo foi de 50%, e sua eficácia foi de 33%, ou seja, das 3 finalizações 2 foram gols. FINALIZAÇÕES DA SELEÇÃO AMERICANA
  12. 12. Confederação Brasileira de Futebol C A N T O S D E F E N S I V O S A Seleção Americana apresentou grande variedade de tipos de cobranças, não ficando caracterizado padrões de batida, de movimentações, ou de buscar determinadas jogadoras alvo. As cobranças foram executadas das mais variadas formas, ora buscando o 1º poste, ora o 2º poste, ora a marca penal, ora a cobrança curta, ora a cobrança curta com combinações, batidas mais fechadas, batidas mais aberta, etc. A única coisa que ficou caracterizado como comportamento padrão é o fato de elas realizarem bloqueios em todas as cobranças, com o intuito de propiciar que alguma jogadora apareça livre de marcação para finalizar.
  13. 13. Confederação Brasileira de Futebol ASPECTO DISCIPLINAR P R O C E S S O D E F E N S I V O

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