Geologia geografia 9 ano

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Geologia geografia 9 ano

  1. 1. Thiago Leite, Bernard Barros, Victor HugoSouto . 9º ano “A”
  2. 2. Grupo Araí <ul><li>Grupo Araí: Formação Arraias </li></ul><ul><li>Grupo Paranoá </li></ul><ul><li>Grupo Bambuí:Formação Paraopeba </li></ul><ul><li>                         Formação Três Marias </li></ul><ul><li>         Alem dessas unidades de idade Pré Cambriana, ocorrem ainda coberturas detrítico-lateríticas correlacionadas ao Terciário e coberturas aluvionares do Quaternário. </li></ul><ul><li>         Na coluna Crono-Estratigráfica em anexo é mostrado um resumo das unidades geológicas ocorrentes no município de Alto Paraíso.  Ver geology.pdf </li></ul><ul><li>Grupo Araí: </li></ul><ul><li>         Este grupo é costumeiramente dividido em duas formações: </li></ul><ul><li>- Formação Arraias - inferior </li></ul><ul><li>- Formação Traíras – superior </li></ul><ul><li>Formação Arraias: </li></ul><ul><li>         Esta unidade tem boas exposições em afloramentos a noroeste da Chapada dos Veadeiros, sendo constituída por quartzitos de granulação média, cor creme-claro, bastante puros, às vezes arcozianos ou sericíticos, apresentando estruturas sinsedimentares tais como: estratificação cruzada e marcas de ondas. Localmente essas rochas são recortadas por fraturas preenchidas por quartzo. Intercalados a estes quartzitos encontram-se clorita-xistos de granulação fina, textura lepidoblástica e cor esverdeada passando a rosa-amarelada quando decompostos. </li></ul><ul><li>         Observa-se grande semelhança entre os quartzitos da Formação Arraias e alguns quartzitos do Grupo Paranoá. Sugere-se que a distinção entre os mesmos pode ser feita pela completa ausência de veios de quartzo economicamente exploráveis (cristal de rocha) nos quartzitos do Grupo Paranoá </li></ul>
  3. 3. Formação Traíras <ul><li>Formação Traíras: </li></ul><ul><li>         Esta formação aflora sobretudo no fundo dos vales escavados em anticlinais do Grupo Paranoá, numa região abrangida pelo curso médio dos rios Tocantinzinho, Bagaginha e seus pequenos tributários. É predominantemente constituída por uma sequência de quartzitos finos, metassiltitos e filitos, com intercalações em camadas de calcoxistos. O contato com a formação Arraias é concordante e caracterizado somente pela frequência mais constante de metapelitos, o que leva a crer tratar-se de contato transicional. </li></ul><ul><li>         A leste do rio Tocantinzinho esta unidade jaz sobre sedimentos mais novos do Grupo Paranoá, através de falhamento de empurrão com direção NNW-SSE, o qual é truncado por falha de rasgamento de direção ESSE-NSW nas proximidades da Serra do Segredo. Ao contrário da Formação Arraias, esta sequência superior do Grupo Araí não mostra relações de contato com a Formação Paraopeba. </li></ul>
  4. 4. Grupo Paranoá <ul><li>Os metamorfitos do Grupo Paranoá ocupam grande parte da área do município de Alto Paraíso. A sequência litológica que o compõe é iniciada por um conglomerado basal designado por &quot;conglomerado São Miguel&quot;, constituído predominantemente por seixos de quartzitos e metassiltitos, imersos numa matriz de natureza síltico-argilosa com cimento carbonático, apresentando coloração cinza-esverdeada e mostrando cristais encarnados de calcita. Este tipo de rocha encontra-se bem exposto no Vale da Lua, as margens do Ribeirão São Miguel. A natureza de deposição destes conglomerados ainda é controvertida. O autor destas linhas acredita no entanto, levando em contra o formato dos seixos, a constituição da matriz assim como sua coloração, que esse conglomerado seja de origem glacial, depositado por antiga geleira Pré-Cambriana. </li></ul><ul><li>         Segue-se a esse conglomerado, uma sequência de quartzitos e rochas pelíticas, estas últimas constituídas por metassiltitos com intercalações de metargilitos e ardósias. </li></ul><ul><li>         Os quartzitos são geralmente de granulação média, coloração branca e rósea, textura sacaroidal, bem classificados e bastante puros. Nestas rochas, são frequentes estruturas sedimentares bem preservadas, como marcas de onda e estratificação cruzada. </li></ul><ul><li>         Os metargilitos ocorrem predominantemente laminados e a coloração varia de castanho-escuro a cinza-claro. Intercalados aos metassiltitos aparecem termos litológicos constituindo ardósias típicas, com colorações róseas a lilás, às vezes laminadas.   </li></ul><ul><li>Os metassiltitos constituem a litologia dominante na área. Mostram-se bem laminados e sua coloração varia de creme a avermelhada. </li></ul>
  5. 5. Grupo Bambuí <ul><li>Com base no caráter puramente litológico, o grupo Bambuí foi dividido em três grandes unidades: </li></ul><ul><li>Formação Paranoá: inferior, constituida por quartzitos e pelitos, estes últimos intimamente associados às mineralizações de manganês; </li></ul><ul><li>Formação Paraopeba: intermediária, predominantemente pelítica e carbonática; </li></ul><ul><li>Formação Três Marias: composta essencialmente por psamitos arcosianos. </li></ul><ul><li>         A passagem de uma unidade para outra é concordante e gradativa, refletindo somente mudanças no ambiente de sedimentação. Ocorrem também alguns contatos tectônicos entre essas unidades, originados por falhas de empurrão posteriores. </li></ul><ul><li>         A idade sugerida atualmente para o Grupo Bambuí é de 950 a 1350 m.a </li></ul>
  6. 6. Pré Cambriano Superior <ul><li>Atualmente há uma tendência em classificar a Formação Paranoá como um grupo distinto, separando-a do Grupo Bambuí. Não cabe neste trabalho maiores discussões sobre este assunto, mas seguimos a tendência dos pesquisadores mais modernos. Desta forma, a antiga formação pertencente ao Grupo Bambuí foi tratada como um Grupo à parte. </li></ul><ul><li>Formação Paraopeba: </li></ul><ul><li>         Com a mudança no ambiente de sedimentação da Bacia Bambuí, ocorrente após a deposição do Grupo Paranoá, iniciou-se a deposição da Formação Paraopeba, caracterizada por uma alternância pelito-psamítica associada a fácies carbonáticas. Litologicamente é constituída por metassiltitos, metargilitos, quartzitos, margas e lentes descontínuas de calcário escuro, as vezes dolomiticos e silicosos. </li></ul><ul><li>         As melhores exposições da Formação Paraopeba são encontradas no vale do Rio São Bartolomeu, na região designada por &quot;Sertão&quot;. </li></ul>
  7. 7. Formação Três Marias <ul><li>         É a unidade de menor representação espacial dentro do município, ocorrendo apenas no extremo este. </li></ul><ul><li>         Litologicamente esta Formação é constituida por arcósios finos e siltitos, os quais se encontram em camadas sub-horizontais ou levemente onduladas. </li></ul>
  8. 8. Coberturas Detrito-Lateríticas: <ul><li>Ocorrem em grande parte da área do município, especialmente nas áreas de menor declividade, onde se desenvolve uma capa de natureza areno-argilosa, parcial ou totalmente laterizada, com uma carapaça ferruginosa constituita por concreções de limonita. </li></ul><ul><li>         Essa cobertura atinge espessuras de até 15 metros, dificultando a reconstituição da litologia original subjascente. </li></ul><ul><li>         Nos pelitos da Formação Paranoá é que os lateritos são mais extensos e representativos, chegando a recobrir extensas áreas. </li></ul><ul><li>         Esses sedimentos, desenvolvidos no Terciário, não foram representados nos mapas geológicos elaborados para o município de Alto Paraíso. </li></ul><ul><li>         Depósitos Aluvionares: </li></ul><ul><li>         Constituem depósitos recentes (Quaternários) realizados pelos atuais rios. Os aluviões mais importantes desta região estão ligados ao rio Paranã e alguns de seus afluentes. </li></ul><ul><li>         Esses depósitos são formados por sedimentos arenosos e conglomeráticos, inconsolidados, frequentemente compostos por materiais de natureza quartzosa. </li></ul><ul><li>         No âmbito do município de Alto Paraíso não foram constatados aluviões de grande extensão, razão pela qual deixaram de ser representados nos mapas geológicos. </li></ul><ul><li>  </li></ul>

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