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SCR / DMED
NTC
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CAIXAS PARA EQUIPAMENTOS DE MEDIÇÃO E DE DISTRIBUIÇÃO - CENTRO DE MEDIÇÃO MODULADO
Fabricação em Chapa de Aço Carbono ou Chapa de Alumínio
Página 1
CAIXAS PARA EQUIPAMENTOS DE MEDIÇÃO
Características básicas e exigências mínimas para fabricação
1 . Objetivo
Estabelecer os aspectos relativos a caixas metálicas para equipamentos de medição, quanto às condições
mínimas para aceitação e as características construtivas, a serem utilizadas em entradas de serviço de unidades
consumidoras atendidas na área de concessão da COPEL.
2 – Características Construtivas
2.1 - Na fabricação das caixas metálicas deverão ser empregados materiais e mão-de-obra de primeira qualidade,
com as melhores técnicas disponíveis.
2.2 - As caixas poderão ser produzidas utilizando-se chapas de aço-carbono ou chapas de alumínio, com a
espessura mínima indicada nos respectivos projetos.
Caixas produzidas com outros materiais poderão ser aceitas desde que a COPEL seja previamente consultada.
2.3 - As caixas deverão receber os seguintes tratamentos e acabamentos:
a) Caixas fabricadas em chapa de aço-carbono:
a.1) Desengraxamento e decapagem ou jato de areia, fosfatização e uma demão de cromato de zinco com
espessura mínima de 25 mícrons.
a.2) Pinturas de acabamento interna e externa em tinta sintética na cor cinza claro com espessura mínima
de 50 mícrons.
a.3) A critério da COPEL, poderão ser aceitos tratamentos diferentes do especificado. Neste caso, o
tratamento proposto deverá possuir características de qualidade igual ou superior ao especificado nesta
norma e ser previamente aprovado pela COPEL.
b) Caixas fabricadas em chapa de alumínio:
Para estas, o fabricante deverá especificar o tratamento anticorrosivo empregado, submetido previamente
à análise e aprovação da COPEL.
2.4 - Em todas as caixas, no corpo e na tampa, deverão ser estampados de forma legível e indelével a marca do
nome ou logotipo do fabricante e mês e ano de fabricação, em local próprio, conforme indicação nas respectivas
NTC.
2.5 - Com exceção das caixas para medição agrupada, as demais caixas padronizadas deverão ser construídas
seguindo as exigências mínimas feitas nos itens anteriores, bem como os detalhes construtivos especificados nas
respectivas NTC.
2.6 . Para a ligação do aterramento, junto com a caixa deverão ser fornecidos: parafuso de latão, Φ 6mm x 25mm,
duas porcas sextavadas, de latão e três arruelas de latão.
3 – Aceitação de Caixas Metálicas
3.2 - As irregularidades eventualmente detectadas quanto aos aspectos construtivos ou referentes a fatores de
qualidade das caixas aprovadas, deverão ser informadas à DDI-SCR-DMED.
3.3 - As instalações existentes antes da vigência desta norma, mesmo para efeito de religação, não ficarão
obrigadas a adotar os novos padrões, desde que as condições a seguir sejam simultaneamente atendidas:
a) . Esteja garantida a inviolabilidade das medições.
b) . Apresentem boas condições técnicas e de segurança.
c) . Ofereçam condições de acesso à leitura.
d) . Permaneçam inalteradas as características originais dos dispositivos de proteção (limitação de
fornecimento), tais como disjuntores termomagnéticos, fusíveis, etc.
3.4 - As instalações existentes antes da vigência desta norma, que não atenderem às condições do item anterior,
deverão adotar as caixas padronizadas.
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Fabricação em Chapa de Aço Carbono ou Chapa de Alumínio
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CENTRO DE MEDIÇÃO MODULADO
Instruções para aplicação e instalação
1 – Objetivo
Orientar sobre as condições gerais para a aplicação e instalação do Centro de Medição Modulado.
2 – Composição do CMM
O CMM é composto basicamente pela utilização conjunta dos módulos de medição e de barramento.
Excepcionalmente, de acordo com as características do agrupamento ou com o tipo de aplicação, pode-se utilizar
apenas módulo de medição ou de barramento.
As quantidades de módulos de cada conjunto serão definidas em função do número de unidades consumidoras
existentes no agrupamento. Os desenhos com os detalhes construtivos dos módulos são apresentados na NTC
910144, folhas 1 e 2.
2.1 - Módulo para instalação de medidores - NTC 910144 - folha 1/2
Módulo destinado à instalação de até três medidores e três disjuntores destinados à proteção e medição da
energia elétrica fornecida às unidades consumidoras;
2.2 - Módulo para instalação de barramento - NTC 910144 - folha 2/2
Módulo destinado à instalação do barramento referente às três fases e o neutro, pertinentes ao fornecimento da
energia elétrica ao agrupamento de unidades consumidoras. Conforme a configuração projetada, o disjuntor
destinado à proteção geral das instalações poderá ser instalado neste módulo, juntamente com o barramento.
Obs.: A NTC 910144 é composta de duas pranchas de desenho em formato A1, com os detalhes construtivos do
Centro de Medição Modulado. Estes desenhos estão disponíveis, em papel, na DDI-SCR=DMED
3 – Limites para utilização do CMM
a) Após o estudo e consequente aplicação dos fatores de demanda sobre as cargas instaladas nas várias
unidades consumidoras do agrupamento, a aplicação do CMM deverá obedecer aos seguintes limites:
- corrente máxima de circulação no barramento: 400 A
- corrente máxima da proteção individual por unidade consumidora: l00 A
b) O conjunto composto pela associação de módulos de medição e de barramento, formando um centro de
medição, deverá atender às seguintes limitações:
Fases
Disjuntor Individual de cada unidade
consumidora (A)
Barramento
Curto Médio Longo
Monofásico
50 9 18 27
63 9 18 24
70 9 18 24
Bifásico
50 9 18 27
63 9 18 24
70 9 18 18
Trifásico
50 9 18 27
63 9 18 24
80 (ou 70) 9 12 12
100 9 12 12
4 – Características de Montagem
4.1 – Disposição dos Módulos
Na montagem do CMM, o módulo para barramento deverá ser posicionado, preferencialmente, entre os módulos
para medidores, instalados em igual número a cada lado. Se o número de módulos para medidores for impar, o
maior número de módulos deverá ficar do lado direito do módulo para barramento.
Estes são arranjos preferenciais. Outros arranjos poderão ser aplicados, se as características da instalação
exigirem. Quando for necessário instalar o módulo para barramento na extremidade do conjunto, é recomendável
o seu posicionamento na extrema esquerda dos módulos para medidores.
4.2 – Instalação da Proteção geral no Módulo de Barramento
O disjuntor destinado à proteção geral do CMM poderá ser instalado no módulo em conjunto com o barramento.
Neste caso, em razão da limitação física e da dificuldade de instalação e conexão dos condutores, recomenda-se
que a capacidade deste disjuntor seja limitada a 200 A.
De acordo com as características de alimentação do centro de medição, o disjuntor de proteção geral poderá ser
instalado na parte superior ou inferior do módulo para barramento
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4.3 – Dimensionamento do Barramento
Capacidades de corrente e dimensões das barras de cobre de seção retangular do barramento do CMM.
Seção Transversal
Corrente
em milímetros em polegadas
25,4 x 2,38 1 x 3/32 170 A
25,4 x 3,18 1 x 1/8 250 A
30,48 x 4,77 1 1/4 x 3/16 340 A
38,1 x 6,35 1 1/2 x 1/4 440 A
4.4 Montagem do Barramento
Tipos de barramento: longo, médio e curto.
O tipo do barramento será escolhido em função do número de medições a serem ligadas ao CMM e da alternativa
adotada quanto à instalação, ou não, da proteção geral no módulo junto ao barramento.
O barramento será montado em estruturas e isoladores próprios para este fim.
Montagem do barramento:
Longo: montado em 4 conjuntos de isoladores (proteção geral instalada em outro local/caixa)
Médio: montado em 3 conjuntos de isoladores (proteção geral pode ser instalada neste módulo)
Curto: montado em 2 conjuntos de isoladores (proteção geral pode ser instalada neste módulo)
Barramento Curto
Barramento Médio
Barramento Longo
4.5 – Conexões dos condutores ao barramento
Quando for utilizado condutor de seção igual a 10 mm², a conexão poderá ser efetuada através de olhal executado
no próprio condutor.
Para a conexão de condutores com seção superior a 10 mm², é necessária a utilização de terminal tipo olhal.
As conexões deverão ser feitas com parafusos, porcas e arruelas de latão ou de aço bicromatizado, cabeça
sextavada, diâmetro 6 mm, comprimento 20 mm.
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4.6 – Alimentação do Módulo para Barramento
4.6.1 - Com proteção geral.
Suporte do disjuntor fixado na parte superior e o barramento médio ou curto na parte inferior, ou vice-versa.
4.6.2 - Sem proteção geral
Retirar o suporte do disjuntor e montar o barramento de acordo com leiaute da instalação.
As alterações de montagens do barramento (curto, médio ou longo) e do suporte de fixação do disjuntor deverão
ser possíveis, de acordo com as orientações construtivas da NTC 910144.
5 - Aquisição dos Centros de Medição Modulados
Os módulos para instalação de barramento, para a instalação de medidores e o barramento poderão ser
adquiridos separadamente, oriundos de fabricantes cadastrados.
6 – Dimensões externas dos Módulos
Nota: O fecho triangular é obrigatório apenas no módulo de disjuntor/barramento. Nos módulos de medição não é
obrigatório o fecho, apenas os dispositivos para lacres e parafusos. No desenho acima um módulo de medição
apresenta o fecho e o outro não, por ser facultativo.
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TABELA 1
GRUPOS DE
CAIXAS
DESCRIÇÃO TIPO
M
E
D
I
D
O
R
UNIDADE
CONSU-
MIDORA
ISOLADA
Caixa para Medidor Monofásico
AN
(Nota 1)
Caixa para medidor Polifásico (ES até 100 A)
CN
(Nota 1)
Caixa para Medidor Polifásico (ES até 200 A) EN
Caixa para Medição, Proteção e TCs até 600 - 5 A
(Caixa “H” alternativa para TCS até 300 – A)
H
(Nota 2)
Caixa para medição e Proteção até 200 A I
Caixa para Medidor Polifásico
Instalação em Muro Frontal
CN
(Especial)
Caixa para Disjuntor e Medidor Polifásico até 200 A
Instalação convencional ou muro/parede frontal
GNE
MEDIÇÕES
AGRU-
PADAS
Caixas geminadas
2 x AN ou 3 x AN
2 x CN ou 3 x CN
AN2 Vertical
AN2 MF Vertical
Centro de medição Modulado
(módulo p/ medidores e módulo para barramento)
CMM
DISTRIBUIÇÃO
AGRUPADA
Caixa de Derivações em Pedestal
(ligação de ramal de entrada em condomínios)
CDP
TRANSFOR-
MADOR
DE
CORRENTE
Caixa para TCs até 300 – 5A DN
Caixa para TCs até 600 - 5 A (Nota 3) FN
Caixa para TCs até 800 - 5 A (Notas 3 e 4) M
Caixa para TCs até 3000 - 5 A J
DISJUNTOR
Disjuntor Geral até 200 A - Agrupamentos de Medição CGN
Disjuntor Geral até 200 A – Unidade consumidora isolada GN
Seccionadora para EUC - até 200 A GN
Seccionadora para EUC - até 400 A NS
Seccionadora para EUC - até 800 A SC
Seccionadora para EUC - até 1400 A TS
DISJUNTOR E
BARRAMENTO
Agrupamentos de Medição
CB 100 – Barramento 100 A + Disjuntor Geral 100 A
CB 200 – Barramento 200 A
CB
Notas
1 . A tampa das caixas CN e AN podem ser produzidas em policarbonato, com tratamento anti UV.
2 . Se houver viabilidade para a montagem da proteção e dos transformadores de corrente, a caixa “H”
(alternativa) poderá ser utilizada para atendimento com limitação até 300 A.
3 . Se os condutores do ramal de entrada para 800 A tiverem isolação EPR ou XLPE, portanto apenas 3
condutores 120 mm² por fase, os TCs poderão ser instalados em uma caixa FN.
4 . Excepcionalmente, a caixa “M” poderá ser utilizada para a instalação de TCs 1200-5 A.
5 . As caixas e centros de medição com portas extraíveis, fixadas através de dobradiças, só podem permitir a
retirada das portas quando estiverem abertas.
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CAIXAS PARA EQUIPAMENTOS DE MEDIÇÃO
Desenhos orientativos com dimensões externas e respectivas NTCs.
1) Os desenhos com os detalhes construtivos poderão ser obtidos com a Normalização Técnica – SED/DNOT
2) Cotas em mm.
Caixa “AN” para Medidor monofásico
Caixa “CN” para Medidor Polifásico
Caixa “DN” para Transformador de corrente
Instalação de TCs até 300-5 A
Caixa “EN” para Medidores Polifásicos
a) Medição indireta, com chave de aferição
- medidores convencionais de kW / kWh
- medidor eletrônico
b) Medição direta – medidor de kWh (30 - 200 A);
c) Porta (tampa) do tipo extraível, com dobradiças;
d) Dispositivo para aplicação de 1 lacre, na porta (tampa);
e) O visor para o medidor de kW/kWh deverá ser fixo, sem
sobressalto na tampa e sem dispositivo para lacre;
f) As caixas e centros de medição com portas extraíveis,
fixadas através de dobradiças, só podem permitir a
retirada das portas quando estiverem abertas.
Caixa “GN” para disjuntor Termomagnético
(Seccionadora para Edificações de uso coletivo)
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Caixa AN
Estrutura de fixação do suporte do medidor monofásico
Caixa CN
Estrutura de fixação do suporte do medidor polifásico
Notas
1 . A fixação do suporte nos trilhos na lateral da caixa deverá ser com parafuso cabeça “quadrada” para auto-
retenção e com porca tipo “borboleta”.
3 . O “tostão” superior, lado direito, poderá ser suprimido.
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Caixa AN
Suporte para instalação do medidor monofásico
Notas
1 . O suporte deve ser confeccionado em chapa de aço carbono com espessura mínima de 1,2 mm (18 USG).
2 . As áreas furadas para fixação do medidor poderão ser de chapas perfuradas e soldadas ao suporte ou
executadas na própria chapa do suporte.
3 . Para racionalizar o uso de ferramentas comuns na confecção das áreas furadas para fixação do medidor, nos
suportes das caixas AN e CN, a área de furação poderá ter pequena ampliação.
4 . Para reforçar a rigidez na utilização, é recomendável que haja qualquer “engenho” na dobradura do suporte.
5 . Com a caixa de medição deverão ser fornecidos parafusos rosca soberba, cabeção abaulada com fenda, nas
quantidades e dimensões: 2 un de 4,2 x 35 mm; 2 un de 4,2 x 25 mm; 1 un de 4,2 x 16 mm.
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Caixa CN
Suporte para instalação do medidor polifásico
Notas
1 . O suporte deve ser confeccionado em chapa de aço carbono com espessura mínima de 1,5 mm (16 USG).
2 . As áreas furadas para fixação do medidor poderão ser de chapas perfuradas e soldadas ao suporte ou
executadas na própria chapa do suporte.
3 . Para racionalizar o uso de ferramentas comuns na confecção das áreas furadas para fixação do medidor, nos
suportes das caixas AN e CN, a área de furação poderá ter pequena ampliação.
4 . Para reforçar a rigidez na utilização, é recomendável que haja qualquer “engenho” na dobradura do suporte.
5 . Com a caixa de medição deverão ser fornecidos parafusos rosca soberba, cabeça abaulada com fenda, nas
quantidades e dimensões: 2 un de 4,2 x 35 mm; 2 un de 4,2 x 25 mm; 1 un de 4,2 x 16 mm.
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Caixa de medição AN, com suporte regulável.
Caixa de medição CN, com suporte regulável.
Distância do suporte ao topo da caixa (AN e CN)
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Caixas tipo CB
a) Caixa CB 100 - Com barramento 100 A e disjuntor geral 100 A.
Vista Interna
Barramento (A B C N) Barra de aterramento
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b) Caixa CB 200 - Com barramento 200 A (sem disjuntor, com tampa “cega”)
Vista Interna
Barramento (A B C N)
Barra de aterramento
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Notas Caixas CB
Caixa CB 100
1 . Montagem de barramento em uma caixa CN, utilizando estruturas escalonadas de fixação, semelhante ao
módulo de barramento do Centro de Medição Modulado.
2 . Não alterar o suporte de fixação do disjuntor – neste suporte será fixado o disjuntor de 100 A.
3 . Dimensões do barramento (2 furos para fixação + 6 furos para conexão):
Comprimento = 300 mm; Largura = 1/2”; espessura = 1/8”
4 .As estruturas escalonadas para montagem do barramento poderão ser soldadas ou afixadas com parafusos no
fundo da caixa
5 . O disjuntor, até 100 A, será fixado normalmente no suporte de fixação.
6 . A ligação dos condutores de alimentação ao barramento deverá ser com terminais tipo olhal ou cabo-barra.
7 . A ligação de condutores flexíveis de derivação ao barramento deverá ser com terminais tipo olhal. Para ligação
de condutores rígidos 10 mm², o olhal poderá ser feito no próprio condutor.
8 . O dispositivo para lacres será o mesmo da caixa CN.
9 . A barra de neutro será sempre a mais próxima da tampa (preferencialmente, a mais distante do disjuntor).
10 . Instalar uma barra de aterramento para ligação dos condutores de proteção: 200 mm x 1/2” x 1/8”
11 . Não é necessário o parafuso individual de aterramento.
12 . O fabricante da caixa deverá fornecer 29 parafusos (1/4” x 3/4”), 29 porcas, 58 arruelas, todos produzidos em
latão.
13 . As caixas deverão ter a marcação do logotipo na tampa e do mês/ano de fabricação na tampa e no corpo da
caixa, da forma habitual.
Caixa CB 200
1 . Montagem de barramento em uma caixa CN, utilizando estruturas escalonadas de fixação, semelhante ao
módulo de barramento do Centro de Medição Modulado.
2 . Dimensões do barramento (2 furos para fixação + 6 furos para conexão):
Comprimento = 300 mm; Largura = 1”; espessura = 1/8”
3 . As estruturas escalonadas para montagem do barramento deverão ser fixadas com parafusos no fundo da
caixa, para permitir a inversão de montagem do barramento. Quando a caixa CGN for instalada acima da
caixa CB, a barra de neutro será a barra inferior; quando a caixa CGN for instalada abaixo da caixa CB, a
barra de neutro será a barra superior.
4 . A ligação dos condutores de alimentação do barramento deverá ser com terminais tipo olhal ou cabo-barra.
5 . A ligação dos condutores flexíveis de derivação ao barramento deverá ser com terminais tipo olhal. Para a
ligação de condutores rígidos 10 mm², o olhal poderá ser feito no próprio condutor.
6 . O dispositivo para lacres será o mesmo da caixa CN.
7 . A barra de neutro será sempre a mais próxima da tampa.
8 . Instalar uma barra de terra para ligação dos condutores de proteção: 200 mm x 1” x 1/8”.
9 . Não é necessário o parafuso individual de aterramento.
10 . O fabricante da caixa deverá fornecer 29 parafusos (1/4” x 3/4”), 29 porcas, 58 arruelas, todos produzidos em
latão.
11 . As caixas deverão ter a marcação do logotipo na tampa e do mês/ano de fabricação na tampa e no corpo da
caixa, da forma habitual.
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Caixa “CGN” para disjuntor até 200 A
Notas
1 . Alteração da caixa CN para aplicação de disjuntor até 200 A.
2 . Usar o mesmo suporte de disjuntor da caixa GN, soldado ou aparafusado no centro do fundo da caixa.
3 . O dispositivo de aceso à manopla do disjuntor poderá ser o mesmo utilizado na caixa GN.
4 . O dispositivo para lacres será o mesmo da caixa CN.
5 . Instalar uma barra de terra para ligação do condutor de proteção com no mínimo 5 furos.
6 . Manter o parafuso de aterramento da caixa CN
7 . A furação para os eletrodutos poderá ser de acordo com a necessidade da instalação.
8 . As caixas deverão ter a marcação do logotipo do fabricante na tampa e do mês/ano de fabricação na tampa e
no corpo da caixa, da forma habitual.
Exemplos de aplicação das caixas CB 100, CB 200 e CGN
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MEDIÇÃO AGRUPADA
a) Caixas Geminadas
CAIXA DIMENSÕES (mm)
TIPO A B C
2 x AN 500 320 170
2 x CN 700 450 200
3 x AN 750 320 170
3 x CN 1050 450 200
b) Centro de Medição Modulado
Centro de Medição instalado em Muro ou Parede Frontal
1 -Com sobretampa de proteção sobre o módulo de medição convencional
2 -Fabricação semelhante à da Caixa “ CN “ Especial - com proteção sobre o visor
3 -Porta total sobre a parte frontal
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INSTALAÇÃO EM MURO/PAREDE FRONTAL
Caixa “ CN “ Especial para instalação em Muro ou Parede Frontal
Com tampa de proteção produzida junto ao corpo da caixa, para medidor polifásico,– disjuntor “interno”
ou
Alternativa
Tampa de Proteção para Caixa de Medição
Para aplicação em caixa de medição convencional, já instalada em muro frontal, disjuntor “externo”
Obs.: As tampas para proteção deverão
apresentar as medidas da tabela acima.
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Caixa “GNE” para disjuntor e medidor polifásico até 200 A
Instalação convencional ou em muro/parede frontal.
ou
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Caixa GNE
Notas
1 . A caixa GNE é composta de duas partes:
a) Instalação do medidor na madeira afixada no fundo fixo.
b) Instalação do disjuntor em fundo intercambiável
2 . O fundo fixo para instalação do medidor deverá ter uma chapa de compensado marítimo de 15 mm de
espessura (no mínimo), 360 mm de largura e 500 mm de altura.
3 . O visor deve ficar no centro da metade vertical do compartimento de medição. O centro do visor deve ficar a
120 mm do topo da caixa.
4 . A sobretampa do visor, quando houver, deve ser montada com abertura para cima, para ficar sempre fechada,
mesmo quando o fecho com chave triangular sofrer avaria.
5 . O fundo para fixação do disjuntor deverá ser soldado à tampa intercambiável.
6 . A tampa com abertura para operação da manopla do disjuntor e a tampa com o suporte de fixação do disjuntor
devem ser intercambiáveis, para permitir a instalação da caixa da forma convencional (disjuntor e medidor
voltados para a frente) ou da forma muro/parede frontal (medidor voltado para a calçada e disjuntor voltado
para o interior do imóvel.
7 . O suporte do disjuntor pode ser o mesmo utilizado na caixa GN, fixado por solda ou parafusos.
8 . O dispositivo de alojamento da manopla do disjuntor pode ser o mesmo utilizado na caixa GN.
9 . O dispositivo para instalação do lacre ficará na parte inferior da tampa do compartimento de medição.
10 . As tampas do compartimento do disjuntor deverão ser encaixadas na parte superior, semelhante à caixa CN,
com aba mínima de 20 mm e fixadas na parte inferior pelo lado de dentro, com parafusos e porcas em um
suporte em “L” soldado no fundo caixa. A retirada dessas tampas só poderá ser feita após a retirada da
tampa frontal do compartimento do medidor (que é lacrável) e que estará voltada para a calçada.
11 . As caixas deverão ter a marcação do logotipo na tampa e do mês/ano de fabricação na tampa e no corpo da
caixa, da forma habitual.
12 . A caixa deve ser produzida em chapa de aço carbono nº 16 USG ou chapa de alumínio com espessura
mínima de 2mm.
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NTC
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CAIXAS PARA EQUIPAMENTOS DE MEDIÇÃO E DE DISTRIBUIÇÃO - CENTRO DE MEDIÇÃO MODULADO
Fabricação em Chapa de Aço Carbono ou Chapa de Alumínio
Página 19
Caixas Geminadas na vertical, Convencional e Muro Frontal, com tampa de proteção do visor
Caixa “AN2” Vertical, convencional Caixa “AN2 MF” Vertical
Caixa “CN2” Vertical Caixa “CN2 MF” Vertical
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CAIXAS PARA EQUIPAMENTOS DE MEDIÇÃO E DE DISTRIBUIÇÃO - CENTRO DE MEDIÇÃO MODULADO
Fabricação em Chapa de Aço Carbono ou Chapa de Alumínio
Página 20
Caixa “J “ para Transformador de corrente
Instalação de TCs até 3000-5 A
Caixa “H” conjugada, para Medição, Proteção e Transformadores de corrente
Instalação de disjuntor até 600 A, TCs até 600-5 A e medição indireta.
Nota:
As caixas e centros de medição com portas extraíveis, fixadas através de dobradiças, não podem permitir a
retirada das portas quando estiverem fechadas e lacradas.
ALTERNATIVA
Caixa “H” conjugada
Disjuntor até 300 A, TCs até 300-5 A e medição indireta
Dobradiças tipo extraíveis
SCR / DMED
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CAIXAS PARA EQUIPAMENTOS DE MEDIÇÃO E DE DISTRIBUIÇÃO - CENTRO DE MEDIÇÃO MODULADO
Fabricação em Chapa de Aço Carbono ou Chapa de Alumínio
Página 21
Caixa “FN” para transformadores de Corrente
Instalação de TCs até 600-5 A
(Instalação de TCs até 800 – 5 A - com 3 condutores EPR ou XLPE 120 mm² por fase)
260
375
375
750
570
lacres
260
375
375
750
570
lacres
Caixa “I” para Medição e Proteção
Instalação de disjuntor até 200 A e medidor até 200 A (medição direta)
Notas:
1 . Ver tabela 1
2 . Dimensões em milímetros
3 . Dobradiças tipo extraíveis
4 . As caixas e centros de medição com portas extraíveis, fixadas através de dobradiças, não podem permitir a
retirada das portas quando estiverem fechadas e lacradas.
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CAIXAS PARA EQUIPAMENTOS DE MEDIÇÃO E DE DISTRIBUIÇÃO - CENTRO DE MEDIÇÃO MODULADO
Fabricação em Chapa de Aço Carbono ou Chapa de Alumínio
Página 22
Caixa ”NS” para Disjuntor Termomagnético
Caixas Seccionadoras para Disjuntor até 400 A - alternativas vertical e horizontal
Portas com dobradiças tipo extraíveis
Notas:
1 . A caixa NS deve ser produzida em chapa de aço carbono nº 16 USG ou chapa de alumínio com espessura
mínima de 2mm.
2 . Dimensões externas:
Horizontal: comprimento: 800 a 1400 mm altura: 500 a 700 mm profundidade: 260 mm
Vertical: altura: 800 a 1400 mm largura: 500 a 700 mm profundidade: 260 mm.
3 - Os barramentos devem ser de cobre eletrolítico estanhado, com a seção transversal compatível com a corrente
de projeto, dando preferência à utilização de barras com maior largura e menor espessura, para permitir
melhor contato entre as barras e os terminais.
Dimensões dos barramentos: corrente 300 A - 1 ½” x 3/16”
corrente 400 A - 1 ½” x ¼”.
4 . Além dos barramentos / fases, deverão ser previstas barras para conexão do neutro/condutor de proteção.
5 . Para sustentação e isolação dos barramentos, deverão ser utilizados isoladores 50 x 50 x M10.
6 . As três barras de cobre devem ter comprimentos e níveis de montagem escalonados.
7 . O dispositivo para lacre deverá ser instalados na tampa externa ou na tampa interna (“espelho”, se houver).
8 . A construção da caixa deverá prever condições de vedação e estanqueidade.
9 . Os parafusos, porcas e arruelas deverão ser de latão (uso no litoral) ou aço bicromatizado.
10 . Proteção contra corrosão para chapa de aço (ou esquemas equivalentes):
- Tratamento de base: -desengraxamento, decapagem ou jato de areia, fosfatização e uma demão de
cromato de zinco.
- Acabamento: - pintura interna e externa, esmalte sintético de primeira linha, espessura mínima 50 microns.
11 . A logomarca do fabricante deverá ser estampada no canto inferior direito da tampa.
12 . A caixa NS pode ser montada com o barramento na horizontal ou na vertical. Em qualquer posição, a
”chegada” e a “saída” dos condutores sempre devem ser perpendiculares ao barramento para possibilitar a correta
conexão dos terminais. Observar a posição de montagem da tampa de proteção da manopla do disjuntor.
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Fabricação em Chapa de Aço Carbono ou Chapa de Alumínio
Página 23
Caixa “SC” para Disjuntor Termomagnético
Caixa Seccionadora para disjuntor até 800 A – alternativa horizontal
Portas com dobradiças tipo extraíveis
Detalhes construtivos
Nota:
Quando for viável e aplicável, de acordo com o leiaute das instalações, a caixa SC pode ser montada na vertical,
com as devidas alterações mecânicas e adaptação das formas de barramentos, afim de facilitar a montagem, a
conexão dos condutores e a manutenção.
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CAIXAS PARA EQUIPAMENTOS DE MEDIÇÃO E DE DISTRIBUIÇÃO - CENTRO DE MEDIÇÃO MODULADO
Fabricação em Chapa de Aço Carbono ou Chapa de Alumínio
Página 24
Caixa “TS” para Disjuntor Termomagnético
Caixa seccionadora para disjuntor até 1400 A
Portas com dobradiças tipo extraíveis
Alternativa horizontal
Furos 100 mm
600 mm700 mm 700 mm
800
mm
lacres
Fecho triangular
dobradiças extraíveis
internas
40 mm
Min
150
mm
Min
150
mm
Min 100 mm
barra de neutro/aterramento
barras duplas cobre eletrolítico
50 mm x 10 mm- mínimo 13 furos
Deve ficar o mais próximo
possível do disjuntor
40 mm
barras duplas cobre eletrolítico 50 mm x 10 mm
Notas:
a) As caixas e centros de medição com portas extraíveis, fixadas através de dobradiças, não podem permitir a
retirada das portas quando estiverem fechadas e lacradas.
b) A fim de atender as necessidades de adaptação ao leiaute das instalações, economia, facilidade de montagem,
conexões com os condutores e a manutenção, os barramentos poderão ter conformações diferentes das
apresentadas nesta norm para as caixas NS, SC e TS
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CAIXAS PARA EQUIPAMENTOS DE MEDIÇÃO E DE DISTRIBUIÇÃO - CENTRO DE MEDIÇÃO MODULADO
Fabricação em Chapa de Aço Carbono ou Chapa de Alumínio
Página 25
Alternativa Vertical
Min 150 mm
Min 150 mm
M
in
1
0
0
m
m
barramento de
neutro/aterramento
barras duplas cobre
eletrolítico
50 mm x 10 mm
mínimo 13 furos
Deve ficar o mais próximo
possível do disjuntor
40 mm
700
mm
700
mm
600
mm
2000
mm
800 mm
Fecho triangular
lacres
dobradiças extraíveis
internas
Notas:
1 . A caixa TS deve ser produzida em chapa de aço carbono nº 16 USG ou chapa de alumínio com espessura
mínima de 2 mm.
2 . Dimensões externas:
Horizontal: comprimento: 2000 mm altura: 800 mm profundidade: 350 mm
Vertical: altura: 2000 mm largura: 800 mm profundidade: 350 mm
3 - Os barramentos devem ser de cobre eletrolítico estanhado.
Dimensões das barras: corrente 1400 A – 2 barras por fase - 50 mm x 10 mm (2 x 3/8”)
4 . Além das barras / fases, deverá ser prevista a barra de neutro / aterramento (2 barras 50 mm x 10 mm).
5 . Para sustentação/fixação e isolação das barras, utilizar isoladores 50 x 50 x M10.
6 . As barras de cobre, por fase, devem ter comprimentos e níveis de montagem escalonados.
7 . Os dispositivos para lacres devem ser instalados nas tampas externas ou na tampa interna (“espelho”, se
houver).
8 . A construção da caixa deverá prever condições de vedação e estanqueidade.
9 . Os parafusos, porcas e arruelas deverão ser de latão ou aço bicromatizado (no litoral, somente de latão).
10 . Proteção contra corrosão para chapa de aço (ou esquemas equivalentes):
Desengraxamento, decapagem ou jato de areia, fosfatização, uma demão de cromato de zinco (80 microns).
Acabamento: pintura interna e externa, esmalte sintético de primeira linha, espessura mínima 50 microns.
11 . A logomarca do fabricante deverá ser estampada:
caixa horizontal - no canto inferior direito da tampa da direita, ou,
caixa vertical - no canto inferior direito da tampa inferior
12 . A ”chegada” e a “saída” dos condutores sempre devem ser perpendiculares ao barramento para possibilitar a
correta conexão dos terminais. Observar a posição de montagem da tampa de proteção da manopla do disjuntor.
13 . A caixa TS pode ser executada na horizontal ou na vertical, com as devidas alterações de fixação das portas,
dos fechos, dos dispositivos para lacres, das furações para os eletrodutos e da tampa da manopla do disjuntor.
Notas:
a) Nas caixas seccionadoras NS, SC e TS, o barramento após o disjuntor geral poderá ter configurações
diversas e ser acomodado em compartimentos diferentes das orientações desta norma, afim de acomodar
os disjuntores de proteção dos ramais de alimentação dos centros de medição (ou medições individuais),
de acordo com o leiaute e a conveniência técnico econômica das instalações e do projeto.
b) A análise de projeto verificará a instalação de lacres e a segurança técnica e comercial da solução
projetada.
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CAIXAS PARA EQUIPAMENTOS DE MEDIÇÃO E DE DISTRIBUIÇÃO - CENTRO DE MEDIÇÃO MODULADO
Fabricação em Chapa de Aço Carbono ou Chapa de Alumínio
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Caixa de Derivações em Pedestal
Caixa “CDP” para ligação de ramais de entrada subterrâneos
Alimentação via rede de distribuição subterrânea
Atendimento até 9 unidades consumidoras:
Montagem de 1 barramento com 10 posições
Dimensões:
Largura = 600 mm - Profundidade = 300 mm (+ porta externa 25 mm)
Altura = 800 mm (+ cobertura 50 mm)
Atendimento até 12 unidades consumidoras:
Montagem de 1 barramento com 10 posições + 1 barramento com 5 posições (para fases e neutro)
Dimensões:
Largura = 600 mm - Profundidade = 300 mm (+ porta externa 25 mm)
Altura = 1200 mm (+cobertura 50 mm)
Porta interna maior: fecho triangular, rasgo para manopla do disjuntor geral e dispositivo para lacres
Porta interna menor: fecho triangular; (sem lacres)
Porta externa: fecho comum e dispositivo para cadeado.
Barramento conector para múltiplas conexões Alternativa - barramento horizontal
Alimentação via poste da rede aérea
SCR / DMED
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CAIXAS PARA EQUIPAMENTOS DE MEDIÇÃO E DE DISTRIBUIÇÃO - CENTRO DE MEDIÇÃO MODULADO
Fabricação em Chapa de Aço Carbono ou Chapa de Alumínio
Página 27
Pedestal para instalação da CDP
Pedestal em concreto armado
Dimensões: 1200 mm x 640 mm x 340 mm - espessura da parede: 80 mm -
Notas:
1 . Aplicação:
Quando houver impossibilidade de se instalar a caixa de derivações (NTC 813200) no poste
Quando o número de derivações de ramais de entrada naquele poste for superior a 4 ramais.
Quando for conveniente ou necessária a instalação de proteção geral para os ramais de entrada.
Nas derivações de ramais de entrada ligados à rede de distribuição aérea ou subterrânea.
Quando for econômica e/ou tecnicamente viável em relação a outras alternativas de derivações.
Nas instalações com medições individuais no corpo das UCs, em condomínios horizontais.
2 . A CDP deve ser produzida em chapa de aço carbono, espessura mínima 18 USG (1,2 mm).
3 . Tratamento e acabamento:
Desengraxamento e decapagem ou jato de areia, fosfatização e uma demão de cromato de zinco com
espessura mínima de 25 mícrons.
Pinturas de acabamento interna e externa em tinta sintética cinza claro com espessura mínima de 50
mícrons.
A critério da COPEL, poderão ser aceitos tratamentos diferentes do especificado. Neste caso, o tratamento
proposto deverá possuir características de qualidade igual ou superior ao especificado nesta norma.
4 . As dimensões sugeridas nesta norma poderão sofrer alterações, de acordo com as necessidades das
instalações, baseadas na quantidade e nas categorias dos ramais.
5 . Em todas as caixas, na tampa, deverão ser estampados de forma legível e indelével a marca do nome ou
logotipo do fabricante e mês e ano de fabricação.
6 . A CDP deverá ser instalada em pedestal de concreto, fixada através de 4 parafusos chumbados no concreto.
7 . O pedestal de concreto deverá ter 1200 mm de altura (parte enterrada: 600 mm e a parte externa: 600 mm),
podendo ser enterrado junto ao poste de derivação da rede aérea ou alimentado por rede subterrânea
8 . Os orifícios de passagem dos ramais de entrada deverão ser identificados de acordo com as respectivas UCs e
protegidos por anéis de plásticos para evitar avaria nos condutores.
9 . Quando a rede de distribuição for subterrânea, a CDP poderá conter circuito de “chegada” e circuito de “saída”
(para alimentação de outra CDP), ligados na barra de entrada do disjuntor geral.
10 . Os conectores para múltiplas derivações (barramento) poderão ser montados na vertical ou na horizontal.
11 . Poderão ser aplicados barramentos para 10 e/ou 5 conexões.
12 . Quando a CDP for instalada junto ao poste, alimentação pela rede aérea, a conexão do eletroduto com a
parte superior deve ser perfeitamente vedada, com flanges e aplicação de pasta siliconada.
SCR / DMED
NTC
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CAIXAS PARA EQUIPAMENTOS DE MEDIÇÃO E DE DISTRIBUIÇÃO - CENTRO DE MEDIÇÃO MODULADO
Fabricação em Chapa de Aço Carbono ou Chapa de Alumínio
Página 28
Caixa “M” para Transformadores de Corrente
Instalação de TCs até 800-5 A, excepcionalmente, 1200-5 A
Opção I: Com flanges parafusadas nos quatro lados, para furação por ocasião da instalação.
Opção 2: Sem flanges, laterais com chapa lisa.
Caixas sob encomenda, com a furação definida em projeto e executada durante a fabricação.
Observações:
1 - A madeira para afixação dos transformadores de corrente (tipo janela) e dos suportes dos barramentos deve
ser em compensado resinado, com as dimensões de 900x900x18 mm.
2 - A estrutura de fixação da madeira deverá permitir a montagem do conjunto na posição vertical ou horizontal.
3 - Em cada face da caixa (laterais, topo e fundo) deverá haver uma flange aparafusada, com dimensões de
900x200 mm, onde serão efetuados os furos e conexões dos eletrodutos por ocasião da instalação/montagem,
na opção 1.
4 - O barramento deverá ser de cobre eletrolítico, estanhado.
Dimensões: barramento para 800 A 50,8 x 9,5mm (2” x 3/8”) x 400 mm
barramento para 1200 A 76,9 x 9,5mm (3” x 3/8”) x 400 mm.
5 – Além do barramento (fases A, B, C), deverão ser previstas barras para a conexão do neutro/proteção.
6 – Para sustentação e isolamento do barramento-fases, deverão ser utilizados isoladores 50x50xM10.
7 – A caixa deverá possuir duas portas, montadas em dobradiças que permitam sua remoção, quando abertas,
para facilitar os trabalhos de montagem e manutenção.
8 – Uma das portas deverá possuir dispositivos para lacres, com parafusos, trancando a outra quando fechada.
9 – Deverá ser previsto sistema de vedação e estanqueidade.
10 – A logomarca do fabricante deverá se estampada no canto inferior direito da porta da direita.
11 – Os parafusos, porcas e arruelas, deverão ser de latão ou aço bicromatizado.
12 – Proteção contra corrosão, para chapa de aço:
- Tratamento de base: -desengraxamento, decapagem ou jato de areia, fosfatização e uma demão de
cromato de zinco.
- Acabamento: - pintura interna e externa, com esmalte sintético de primeira linha, espessura mínima de 50
microns.
Ou esquemas equivalentes.
13 – Material: chapa de aço-carbono nº 16 USG (1,9 mm) ou chapa de alumínio com espessura de 2 mm.
SCR / DMED
NTC
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Fabricação em Chapa de Aço Carbono ou Chapa de Alumínio
Página 29
Caixa “M”

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  • 1. SCR / DMED NTC 910100 Emis: Out / 2001 Rev.: Ago / 2011 Vers.: Ago / 2013 CAIXAS PARA EQUIPAMENTOS DE MEDIÇÃO E DE DISTRIBUIÇÃO - CENTRO DE MEDIÇÃO MODULADO Fabricação em Chapa de Aço Carbono ou Chapa de Alumínio Página 1 CAIXAS PARA EQUIPAMENTOS DE MEDIÇÃO Características básicas e exigências mínimas para fabricação 1 . Objetivo Estabelecer os aspectos relativos a caixas metálicas para equipamentos de medição, quanto às condições mínimas para aceitação e as características construtivas, a serem utilizadas em entradas de serviço de unidades consumidoras atendidas na área de concessão da COPEL. 2 – Características Construtivas 2.1 - Na fabricação das caixas metálicas deverão ser empregados materiais e mão-de-obra de primeira qualidade, com as melhores técnicas disponíveis. 2.2 - As caixas poderão ser produzidas utilizando-se chapas de aço-carbono ou chapas de alumínio, com a espessura mínima indicada nos respectivos projetos. Caixas produzidas com outros materiais poderão ser aceitas desde que a COPEL seja previamente consultada. 2.3 - As caixas deverão receber os seguintes tratamentos e acabamentos: a) Caixas fabricadas em chapa de aço-carbono: a.1) Desengraxamento e decapagem ou jato de areia, fosfatização e uma demão de cromato de zinco com espessura mínima de 25 mícrons. a.2) Pinturas de acabamento interna e externa em tinta sintética na cor cinza claro com espessura mínima de 50 mícrons. a.3) A critério da COPEL, poderão ser aceitos tratamentos diferentes do especificado. Neste caso, o tratamento proposto deverá possuir características de qualidade igual ou superior ao especificado nesta norma e ser previamente aprovado pela COPEL. b) Caixas fabricadas em chapa de alumínio: Para estas, o fabricante deverá especificar o tratamento anticorrosivo empregado, submetido previamente à análise e aprovação da COPEL. 2.4 - Em todas as caixas, no corpo e na tampa, deverão ser estampados de forma legível e indelével a marca do nome ou logotipo do fabricante e mês e ano de fabricação, em local próprio, conforme indicação nas respectivas NTC. 2.5 - Com exceção das caixas para medição agrupada, as demais caixas padronizadas deverão ser construídas seguindo as exigências mínimas feitas nos itens anteriores, bem como os detalhes construtivos especificados nas respectivas NTC. 2.6 . Para a ligação do aterramento, junto com a caixa deverão ser fornecidos: parafuso de latão, Φ 6mm x 25mm, duas porcas sextavadas, de latão e três arruelas de latão. 3 – Aceitação de Caixas Metálicas 3.2 - As irregularidades eventualmente detectadas quanto aos aspectos construtivos ou referentes a fatores de qualidade das caixas aprovadas, deverão ser informadas à DDI-SCR-DMED. 3.3 - As instalações existentes antes da vigência desta norma, mesmo para efeito de religação, não ficarão obrigadas a adotar os novos padrões, desde que as condições a seguir sejam simultaneamente atendidas: a) . Esteja garantida a inviolabilidade das medições. b) . Apresentem boas condições técnicas e de segurança. c) . Ofereçam condições de acesso à leitura. d) . Permaneçam inalteradas as características originais dos dispositivos de proteção (limitação de fornecimento), tais como disjuntores termomagnéticos, fusíveis, etc. 3.4 - As instalações existentes antes da vigência desta norma, que não atenderem às condições do item anterior, deverão adotar as caixas padronizadas.
  • 2. SCR / DMED NTC 910100 Emis: Out / 2001 Rev.: Ago / 2011 Vers.: Ago / 2013 CAIXAS PARA EQUIPAMENTOS DE MEDIÇÃO E DE DISTRIBUIÇÃO - CENTRO DE MEDIÇÃO MODULADO Fabricação em Chapa de Aço Carbono ou Chapa de Alumínio Página 2 CENTRO DE MEDIÇÃO MODULADO Instruções para aplicação e instalação 1 – Objetivo Orientar sobre as condições gerais para a aplicação e instalação do Centro de Medição Modulado. 2 – Composição do CMM O CMM é composto basicamente pela utilização conjunta dos módulos de medição e de barramento. Excepcionalmente, de acordo com as características do agrupamento ou com o tipo de aplicação, pode-se utilizar apenas módulo de medição ou de barramento. As quantidades de módulos de cada conjunto serão definidas em função do número de unidades consumidoras existentes no agrupamento. Os desenhos com os detalhes construtivos dos módulos são apresentados na NTC 910144, folhas 1 e 2. 2.1 - Módulo para instalação de medidores - NTC 910144 - folha 1/2 Módulo destinado à instalação de até três medidores e três disjuntores destinados à proteção e medição da energia elétrica fornecida às unidades consumidoras; 2.2 - Módulo para instalação de barramento - NTC 910144 - folha 2/2 Módulo destinado à instalação do barramento referente às três fases e o neutro, pertinentes ao fornecimento da energia elétrica ao agrupamento de unidades consumidoras. Conforme a configuração projetada, o disjuntor destinado à proteção geral das instalações poderá ser instalado neste módulo, juntamente com o barramento. Obs.: A NTC 910144 é composta de duas pranchas de desenho em formato A1, com os detalhes construtivos do Centro de Medição Modulado. Estes desenhos estão disponíveis, em papel, na DDI-SCR=DMED 3 – Limites para utilização do CMM a) Após o estudo e consequente aplicação dos fatores de demanda sobre as cargas instaladas nas várias unidades consumidoras do agrupamento, a aplicação do CMM deverá obedecer aos seguintes limites: - corrente máxima de circulação no barramento: 400 A - corrente máxima da proteção individual por unidade consumidora: l00 A b) O conjunto composto pela associação de módulos de medição e de barramento, formando um centro de medição, deverá atender às seguintes limitações: Fases Disjuntor Individual de cada unidade consumidora (A) Barramento Curto Médio Longo Monofásico 50 9 18 27 63 9 18 24 70 9 18 24 Bifásico 50 9 18 27 63 9 18 24 70 9 18 18 Trifásico 50 9 18 27 63 9 18 24 80 (ou 70) 9 12 12 100 9 12 12 4 – Características de Montagem 4.1 – Disposição dos Módulos Na montagem do CMM, o módulo para barramento deverá ser posicionado, preferencialmente, entre os módulos para medidores, instalados em igual número a cada lado. Se o número de módulos para medidores for impar, o maior número de módulos deverá ficar do lado direito do módulo para barramento. Estes são arranjos preferenciais. Outros arranjos poderão ser aplicados, se as características da instalação exigirem. Quando for necessário instalar o módulo para barramento na extremidade do conjunto, é recomendável o seu posicionamento na extrema esquerda dos módulos para medidores. 4.2 – Instalação da Proteção geral no Módulo de Barramento O disjuntor destinado à proteção geral do CMM poderá ser instalado no módulo em conjunto com o barramento. Neste caso, em razão da limitação física e da dificuldade de instalação e conexão dos condutores, recomenda-se que a capacidade deste disjuntor seja limitada a 200 A. De acordo com as características de alimentação do centro de medição, o disjuntor de proteção geral poderá ser instalado na parte superior ou inferior do módulo para barramento
  • 3. SCR / DMED NTC 910100 Emis: Out / 2001 Rev.: Ago / 2011 Vers.: Ago / 2013 CAIXAS PARA EQUIPAMENTOS DE MEDIÇÃO E DE DISTRIBUIÇÃO - CENTRO DE MEDIÇÃO MODULADO Fabricação em Chapa de Aço Carbono ou Chapa de Alumínio Página 3 4.3 – Dimensionamento do Barramento Capacidades de corrente e dimensões das barras de cobre de seção retangular do barramento do CMM. Seção Transversal Corrente em milímetros em polegadas 25,4 x 2,38 1 x 3/32 170 A 25,4 x 3,18 1 x 1/8 250 A 30,48 x 4,77 1 1/4 x 3/16 340 A 38,1 x 6,35 1 1/2 x 1/4 440 A 4.4 Montagem do Barramento Tipos de barramento: longo, médio e curto. O tipo do barramento será escolhido em função do número de medições a serem ligadas ao CMM e da alternativa adotada quanto à instalação, ou não, da proteção geral no módulo junto ao barramento. O barramento será montado em estruturas e isoladores próprios para este fim. Montagem do barramento: Longo: montado em 4 conjuntos de isoladores (proteção geral instalada em outro local/caixa) Médio: montado em 3 conjuntos de isoladores (proteção geral pode ser instalada neste módulo) Curto: montado em 2 conjuntos de isoladores (proteção geral pode ser instalada neste módulo) Barramento Curto Barramento Médio Barramento Longo 4.5 – Conexões dos condutores ao barramento Quando for utilizado condutor de seção igual a 10 mm², a conexão poderá ser efetuada através de olhal executado no próprio condutor. Para a conexão de condutores com seção superior a 10 mm², é necessária a utilização de terminal tipo olhal. As conexões deverão ser feitas com parafusos, porcas e arruelas de latão ou de aço bicromatizado, cabeça sextavada, diâmetro 6 mm, comprimento 20 mm.
  • 4. SCR / DMED NTC 910100 Emis: Out / 2001 Rev.: Ago / 2011 Vers.: Ago / 2013 CAIXAS PARA EQUIPAMENTOS DE MEDIÇÃO E DE DISTRIBUIÇÃO - CENTRO DE MEDIÇÃO MODULADO Fabricação em Chapa de Aço Carbono ou Chapa de Alumínio Página 4 4.6 – Alimentação do Módulo para Barramento 4.6.1 - Com proteção geral. Suporte do disjuntor fixado na parte superior e o barramento médio ou curto na parte inferior, ou vice-versa. 4.6.2 - Sem proteção geral Retirar o suporte do disjuntor e montar o barramento de acordo com leiaute da instalação. As alterações de montagens do barramento (curto, médio ou longo) e do suporte de fixação do disjuntor deverão ser possíveis, de acordo com as orientações construtivas da NTC 910144. 5 - Aquisição dos Centros de Medição Modulados Os módulos para instalação de barramento, para a instalação de medidores e o barramento poderão ser adquiridos separadamente, oriundos de fabricantes cadastrados. 6 – Dimensões externas dos Módulos Nota: O fecho triangular é obrigatório apenas no módulo de disjuntor/barramento. Nos módulos de medição não é obrigatório o fecho, apenas os dispositivos para lacres e parafusos. No desenho acima um módulo de medição apresenta o fecho e o outro não, por ser facultativo.
  • 5. SCR / DMED NTC 910100 Emis: Out / 2001 Rev.: Ago / 2011 Vers.: Ago / 2013 CAIXAS PARA EQUIPAMENTOS DE MEDIÇÃO E DE DISTRIBUIÇÃO - CENTRO DE MEDIÇÃO MODULADO Fabricação em Chapa de Aço Carbono ou Chapa de Alumínio Página 5 TABELA 1 GRUPOS DE CAIXAS DESCRIÇÃO TIPO M E D I D O R UNIDADE CONSU- MIDORA ISOLADA Caixa para Medidor Monofásico AN (Nota 1) Caixa para medidor Polifásico (ES até 100 A) CN (Nota 1) Caixa para Medidor Polifásico (ES até 200 A) EN Caixa para Medição, Proteção e TCs até 600 - 5 A (Caixa “H” alternativa para TCS até 300 – A) H (Nota 2) Caixa para medição e Proteção até 200 A I Caixa para Medidor Polifásico Instalação em Muro Frontal CN (Especial) Caixa para Disjuntor e Medidor Polifásico até 200 A Instalação convencional ou muro/parede frontal GNE MEDIÇÕES AGRU- PADAS Caixas geminadas 2 x AN ou 3 x AN 2 x CN ou 3 x CN AN2 Vertical AN2 MF Vertical Centro de medição Modulado (módulo p/ medidores e módulo para barramento) CMM DISTRIBUIÇÃO AGRUPADA Caixa de Derivações em Pedestal (ligação de ramal de entrada em condomínios) CDP TRANSFOR- MADOR DE CORRENTE Caixa para TCs até 300 – 5A DN Caixa para TCs até 600 - 5 A (Nota 3) FN Caixa para TCs até 800 - 5 A (Notas 3 e 4) M Caixa para TCs até 3000 - 5 A J DISJUNTOR Disjuntor Geral até 200 A - Agrupamentos de Medição CGN Disjuntor Geral até 200 A – Unidade consumidora isolada GN Seccionadora para EUC - até 200 A GN Seccionadora para EUC - até 400 A NS Seccionadora para EUC - até 800 A SC Seccionadora para EUC - até 1400 A TS DISJUNTOR E BARRAMENTO Agrupamentos de Medição CB 100 – Barramento 100 A + Disjuntor Geral 100 A CB 200 – Barramento 200 A CB Notas 1 . A tampa das caixas CN e AN podem ser produzidas em policarbonato, com tratamento anti UV. 2 . Se houver viabilidade para a montagem da proteção e dos transformadores de corrente, a caixa “H” (alternativa) poderá ser utilizada para atendimento com limitação até 300 A. 3 . Se os condutores do ramal de entrada para 800 A tiverem isolação EPR ou XLPE, portanto apenas 3 condutores 120 mm² por fase, os TCs poderão ser instalados em uma caixa FN. 4 . Excepcionalmente, a caixa “M” poderá ser utilizada para a instalação de TCs 1200-5 A. 5 . As caixas e centros de medição com portas extraíveis, fixadas através de dobradiças, só podem permitir a retirada das portas quando estiverem abertas.
  • 6. SCR / DMED NTC 910100 Emis: Out / 2001 Rev.: Ago / 2011 Vers.: Ago / 2013 CAIXAS PARA EQUIPAMENTOS DE MEDIÇÃO E DE DISTRIBUIÇÃO - CENTRO DE MEDIÇÃO MODULADO Fabricação em Chapa de Aço Carbono ou Chapa de Alumínio Página 6 CAIXAS PARA EQUIPAMENTOS DE MEDIÇÃO Desenhos orientativos com dimensões externas e respectivas NTCs. 1) Os desenhos com os detalhes construtivos poderão ser obtidos com a Normalização Técnica – SED/DNOT 2) Cotas em mm. Caixa “AN” para Medidor monofásico Caixa “CN” para Medidor Polifásico Caixa “DN” para Transformador de corrente Instalação de TCs até 300-5 A Caixa “EN” para Medidores Polifásicos a) Medição indireta, com chave de aferição - medidores convencionais de kW / kWh - medidor eletrônico b) Medição direta – medidor de kWh (30 - 200 A); c) Porta (tampa) do tipo extraível, com dobradiças; d) Dispositivo para aplicação de 1 lacre, na porta (tampa); e) O visor para o medidor de kW/kWh deverá ser fixo, sem sobressalto na tampa e sem dispositivo para lacre; f) As caixas e centros de medição com portas extraíveis, fixadas através de dobradiças, só podem permitir a retirada das portas quando estiverem abertas. Caixa “GN” para disjuntor Termomagnético (Seccionadora para Edificações de uso coletivo)
  • 7. SCR / DMED NTC 910100 Emis: Out / 2001 Rev.: Ago / 2011 Vers.: Ago / 2013 CAIXAS PARA EQUIPAMENTOS DE MEDIÇÃO E DE DISTRIBUIÇÃO - CENTRO DE MEDIÇÃO MODULADO Fabricação em Chapa de Aço Carbono ou Chapa de Alumínio Página 7 Caixa AN Estrutura de fixação do suporte do medidor monofásico Caixa CN Estrutura de fixação do suporte do medidor polifásico Notas 1 . A fixação do suporte nos trilhos na lateral da caixa deverá ser com parafuso cabeça “quadrada” para auto- retenção e com porca tipo “borboleta”. 3 . O “tostão” superior, lado direito, poderá ser suprimido.
  • 8. SCR / DMED NTC 910100 Emis: Out / 2001 Rev.: Ago / 2011 Vers.: Ago / 2013 CAIXAS PARA EQUIPAMENTOS DE MEDIÇÃO E DE DISTRIBUIÇÃO - CENTRO DE MEDIÇÃO MODULADO Fabricação em Chapa de Aço Carbono ou Chapa de Alumínio Página 8 Caixa AN Suporte para instalação do medidor monofásico Notas 1 . O suporte deve ser confeccionado em chapa de aço carbono com espessura mínima de 1,2 mm (18 USG). 2 . As áreas furadas para fixação do medidor poderão ser de chapas perfuradas e soldadas ao suporte ou executadas na própria chapa do suporte. 3 . Para racionalizar o uso de ferramentas comuns na confecção das áreas furadas para fixação do medidor, nos suportes das caixas AN e CN, a área de furação poderá ter pequena ampliação. 4 . Para reforçar a rigidez na utilização, é recomendável que haja qualquer “engenho” na dobradura do suporte. 5 . Com a caixa de medição deverão ser fornecidos parafusos rosca soberba, cabeção abaulada com fenda, nas quantidades e dimensões: 2 un de 4,2 x 35 mm; 2 un de 4,2 x 25 mm; 1 un de 4,2 x 16 mm.
  • 9. SCR / DMED NTC 910100 Emis: Out / 2001 Rev.: Ago / 2011 Vers.: Ago / 2013 CAIXAS PARA EQUIPAMENTOS DE MEDIÇÃO E DE DISTRIBUIÇÃO - CENTRO DE MEDIÇÃO MODULADO Fabricação em Chapa de Aço Carbono ou Chapa de Alumínio Página 9 Caixa CN Suporte para instalação do medidor polifásico Notas 1 . O suporte deve ser confeccionado em chapa de aço carbono com espessura mínima de 1,5 mm (16 USG). 2 . As áreas furadas para fixação do medidor poderão ser de chapas perfuradas e soldadas ao suporte ou executadas na própria chapa do suporte. 3 . Para racionalizar o uso de ferramentas comuns na confecção das áreas furadas para fixação do medidor, nos suportes das caixas AN e CN, a área de furação poderá ter pequena ampliação. 4 . Para reforçar a rigidez na utilização, é recomendável que haja qualquer “engenho” na dobradura do suporte. 5 . Com a caixa de medição deverão ser fornecidos parafusos rosca soberba, cabeça abaulada com fenda, nas quantidades e dimensões: 2 un de 4,2 x 35 mm; 2 un de 4,2 x 25 mm; 1 un de 4,2 x 16 mm.
  • 10. SCR / DMED NTC 910100 Emis: Out / 2001 Rev.: Ago / 2011 Vers.: Ago / 2013 CAIXAS PARA EQUIPAMENTOS DE MEDIÇÃO E DE DISTRIBUIÇÃO - CENTRO DE MEDIÇÃO MODULADO Fabricação em Chapa de Aço Carbono ou Chapa de Alumínio Página 10 Caixa de medição AN, com suporte regulável. Caixa de medição CN, com suporte regulável. Distância do suporte ao topo da caixa (AN e CN)
  • 11. SCR / DMED NTC 910100 Emis: Out / 2001 Rev.: Ago / 2011 Vers.: Ago / 2013 CAIXAS PARA EQUIPAMENTOS DE MEDIÇÃO E DE DISTRIBUIÇÃO - CENTRO DE MEDIÇÃO MODULADO Fabricação em Chapa de Aço Carbono ou Chapa de Alumínio Página 11 Caixas tipo CB a) Caixa CB 100 - Com barramento 100 A e disjuntor geral 100 A. Vista Interna Barramento (A B C N) Barra de aterramento
  • 12. SCR / DMED NTC 910100 Emis: Out / 2001 Rev.: Ago / 2011 Vers.: Ago / 2013 CAIXAS PARA EQUIPAMENTOS DE MEDIÇÃO E DE DISTRIBUIÇÃO - CENTRO DE MEDIÇÃO MODULADO Fabricação em Chapa de Aço Carbono ou Chapa de Alumínio Página 12 b) Caixa CB 200 - Com barramento 200 A (sem disjuntor, com tampa “cega”) Vista Interna Barramento (A B C N) Barra de aterramento
  • 13. SCR / DMED NTC 910100 Emis: Out / 2001 Rev.: Ago / 2011 Vers.: Ago / 2013 CAIXAS PARA EQUIPAMENTOS DE MEDIÇÃO E DE DISTRIBUIÇÃO - CENTRO DE MEDIÇÃO MODULADO Fabricação em Chapa de Aço Carbono ou Chapa de Alumínio Página 13 Notas Caixas CB Caixa CB 100 1 . Montagem de barramento em uma caixa CN, utilizando estruturas escalonadas de fixação, semelhante ao módulo de barramento do Centro de Medição Modulado. 2 . Não alterar o suporte de fixação do disjuntor – neste suporte será fixado o disjuntor de 100 A. 3 . Dimensões do barramento (2 furos para fixação + 6 furos para conexão): Comprimento = 300 mm; Largura = 1/2”; espessura = 1/8” 4 .As estruturas escalonadas para montagem do barramento poderão ser soldadas ou afixadas com parafusos no fundo da caixa 5 . O disjuntor, até 100 A, será fixado normalmente no suporte de fixação. 6 . A ligação dos condutores de alimentação ao barramento deverá ser com terminais tipo olhal ou cabo-barra. 7 . A ligação de condutores flexíveis de derivação ao barramento deverá ser com terminais tipo olhal. Para ligação de condutores rígidos 10 mm², o olhal poderá ser feito no próprio condutor. 8 . O dispositivo para lacres será o mesmo da caixa CN. 9 . A barra de neutro será sempre a mais próxima da tampa (preferencialmente, a mais distante do disjuntor). 10 . Instalar uma barra de aterramento para ligação dos condutores de proteção: 200 mm x 1/2” x 1/8” 11 . Não é necessário o parafuso individual de aterramento. 12 . O fabricante da caixa deverá fornecer 29 parafusos (1/4” x 3/4”), 29 porcas, 58 arruelas, todos produzidos em latão. 13 . As caixas deverão ter a marcação do logotipo na tampa e do mês/ano de fabricação na tampa e no corpo da caixa, da forma habitual. Caixa CB 200 1 . Montagem de barramento em uma caixa CN, utilizando estruturas escalonadas de fixação, semelhante ao módulo de barramento do Centro de Medição Modulado. 2 . Dimensões do barramento (2 furos para fixação + 6 furos para conexão): Comprimento = 300 mm; Largura = 1”; espessura = 1/8” 3 . As estruturas escalonadas para montagem do barramento deverão ser fixadas com parafusos no fundo da caixa, para permitir a inversão de montagem do barramento. Quando a caixa CGN for instalada acima da caixa CB, a barra de neutro será a barra inferior; quando a caixa CGN for instalada abaixo da caixa CB, a barra de neutro será a barra superior. 4 . A ligação dos condutores de alimentação do barramento deverá ser com terminais tipo olhal ou cabo-barra. 5 . A ligação dos condutores flexíveis de derivação ao barramento deverá ser com terminais tipo olhal. Para a ligação de condutores rígidos 10 mm², o olhal poderá ser feito no próprio condutor. 6 . O dispositivo para lacres será o mesmo da caixa CN. 7 . A barra de neutro será sempre a mais próxima da tampa. 8 . Instalar uma barra de terra para ligação dos condutores de proteção: 200 mm x 1” x 1/8”. 9 . Não é necessário o parafuso individual de aterramento. 10 . O fabricante da caixa deverá fornecer 29 parafusos (1/4” x 3/4”), 29 porcas, 58 arruelas, todos produzidos em latão. 11 . As caixas deverão ter a marcação do logotipo na tampa e do mês/ano de fabricação na tampa e no corpo da caixa, da forma habitual.
  • 14. SCR / DMED NTC 910100 Emis: Out / 2001 Rev.: Ago / 2011 Vers.: Ago / 2013 CAIXAS PARA EQUIPAMENTOS DE MEDIÇÃO E DE DISTRIBUIÇÃO - CENTRO DE MEDIÇÃO MODULADO Fabricação em Chapa de Aço Carbono ou Chapa de Alumínio Página 14 Caixa “CGN” para disjuntor até 200 A Notas 1 . Alteração da caixa CN para aplicação de disjuntor até 200 A. 2 . Usar o mesmo suporte de disjuntor da caixa GN, soldado ou aparafusado no centro do fundo da caixa. 3 . O dispositivo de aceso à manopla do disjuntor poderá ser o mesmo utilizado na caixa GN. 4 . O dispositivo para lacres será o mesmo da caixa CN. 5 . Instalar uma barra de terra para ligação do condutor de proteção com no mínimo 5 furos. 6 . Manter o parafuso de aterramento da caixa CN 7 . A furação para os eletrodutos poderá ser de acordo com a necessidade da instalação. 8 . As caixas deverão ter a marcação do logotipo do fabricante na tampa e do mês/ano de fabricação na tampa e no corpo da caixa, da forma habitual. Exemplos de aplicação das caixas CB 100, CB 200 e CGN
  • 15. SCR / DMED NTC 910100 Emis: Out / 2001 Rev.: Ago / 2011 Vers.: Ago / 2013 CAIXAS PARA EQUIPAMENTOS DE MEDIÇÃO E DE DISTRIBUIÇÃO - CENTRO DE MEDIÇÃO MODULADO Fabricação em Chapa de Aço Carbono ou Chapa de Alumínio Página 15 MEDIÇÃO AGRUPADA a) Caixas Geminadas CAIXA DIMENSÕES (mm) TIPO A B C 2 x AN 500 320 170 2 x CN 700 450 200 3 x AN 750 320 170 3 x CN 1050 450 200 b) Centro de Medição Modulado Centro de Medição instalado em Muro ou Parede Frontal 1 -Com sobretampa de proteção sobre o módulo de medição convencional 2 -Fabricação semelhante à da Caixa “ CN “ Especial - com proteção sobre o visor 3 -Porta total sobre a parte frontal
  • 16. SCR / DMED NTC 910100 Emis: Out / 2001 Rev.: Ago / 2011 Vers.: Ago / 2013 CAIXAS PARA EQUIPAMENTOS DE MEDIÇÃO E DE DISTRIBUIÇÃO - CENTRO DE MEDIÇÃO MODULADO Fabricação em Chapa de Aço Carbono ou Chapa de Alumínio Página 16 INSTALAÇÃO EM MURO/PAREDE FRONTAL Caixa “ CN “ Especial para instalação em Muro ou Parede Frontal Com tampa de proteção produzida junto ao corpo da caixa, para medidor polifásico,– disjuntor “interno” ou Alternativa Tampa de Proteção para Caixa de Medição Para aplicação em caixa de medição convencional, já instalada em muro frontal, disjuntor “externo” Obs.: As tampas para proteção deverão apresentar as medidas da tabela acima.
  • 17. SCR / DMED NTC 910100 Emis: Out / 2001 Rev.: Ago / 2011 Vers.: Ago / 2013 CAIXAS PARA EQUIPAMENTOS DE MEDIÇÃO E DE DISTRIBUIÇÃO - CENTRO DE MEDIÇÃO MODULADO Fabricação em Chapa de Aço Carbono ou Chapa de Alumínio Página 17 Caixa “GNE” para disjuntor e medidor polifásico até 200 A Instalação convencional ou em muro/parede frontal. ou
  • 18. SCR / DMED NTC 910100 Emis: Out / 2001 Rev.: Ago / 2011 Vers.: Ago / 2013 CAIXAS PARA EQUIPAMENTOS DE MEDIÇÃO E DE DISTRIBUIÇÃO - CENTRO DE MEDIÇÃO MODULADO Fabricação em Chapa de Aço Carbono ou Chapa de Alumínio Página 18 Caixa GNE Notas 1 . A caixa GNE é composta de duas partes: a) Instalação do medidor na madeira afixada no fundo fixo. b) Instalação do disjuntor em fundo intercambiável 2 . O fundo fixo para instalação do medidor deverá ter uma chapa de compensado marítimo de 15 mm de espessura (no mínimo), 360 mm de largura e 500 mm de altura. 3 . O visor deve ficar no centro da metade vertical do compartimento de medição. O centro do visor deve ficar a 120 mm do topo da caixa. 4 . A sobretampa do visor, quando houver, deve ser montada com abertura para cima, para ficar sempre fechada, mesmo quando o fecho com chave triangular sofrer avaria. 5 . O fundo para fixação do disjuntor deverá ser soldado à tampa intercambiável. 6 . A tampa com abertura para operação da manopla do disjuntor e a tampa com o suporte de fixação do disjuntor devem ser intercambiáveis, para permitir a instalação da caixa da forma convencional (disjuntor e medidor voltados para a frente) ou da forma muro/parede frontal (medidor voltado para a calçada e disjuntor voltado para o interior do imóvel. 7 . O suporte do disjuntor pode ser o mesmo utilizado na caixa GN, fixado por solda ou parafusos. 8 . O dispositivo de alojamento da manopla do disjuntor pode ser o mesmo utilizado na caixa GN. 9 . O dispositivo para instalação do lacre ficará na parte inferior da tampa do compartimento de medição. 10 . As tampas do compartimento do disjuntor deverão ser encaixadas na parte superior, semelhante à caixa CN, com aba mínima de 20 mm e fixadas na parte inferior pelo lado de dentro, com parafusos e porcas em um suporte em “L” soldado no fundo caixa. A retirada dessas tampas só poderá ser feita após a retirada da tampa frontal do compartimento do medidor (que é lacrável) e que estará voltada para a calçada. 11 . As caixas deverão ter a marcação do logotipo na tampa e do mês/ano de fabricação na tampa e no corpo da caixa, da forma habitual. 12 . A caixa deve ser produzida em chapa de aço carbono nº 16 USG ou chapa de alumínio com espessura mínima de 2mm.
  • 19. SCR / DMED NTC 910100 Emis: Out / 2001 Rev.: Ago / 2011 Vers.: Ago / 2013 CAIXAS PARA EQUIPAMENTOS DE MEDIÇÃO E DE DISTRIBUIÇÃO - CENTRO DE MEDIÇÃO MODULADO Fabricação em Chapa de Aço Carbono ou Chapa de Alumínio Página 19 Caixas Geminadas na vertical, Convencional e Muro Frontal, com tampa de proteção do visor Caixa “AN2” Vertical, convencional Caixa “AN2 MF” Vertical Caixa “CN2” Vertical Caixa “CN2 MF” Vertical
  • 20. SCR / DMED NTC 910100 Emis: Out / 2001 Rev.: Ago / 2011 Vers.: Ago / 2013 CAIXAS PARA EQUIPAMENTOS DE MEDIÇÃO E DE DISTRIBUIÇÃO - CENTRO DE MEDIÇÃO MODULADO Fabricação em Chapa de Aço Carbono ou Chapa de Alumínio Página 20 Caixa “J “ para Transformador de corrente Instalação de TCs até 3000-5 A Caixa “H” conjugada, para Medição, Proteção e Transformadores de corrente Instalação de disjuntor até 600 A, TCs até 600-5 A e medição indireta. Nota: As caixas e centros de medição com portas extraíveis, fixadas através de dobradiças, não podem permitir a retirada das portas quando estiverem fechadas e lacradas. ALTERNATIVA Caixa “H” conjugada Disjuntor até 300 A, TCs até 300-5 A e medição indireta Dobradiças tipo extraíveis
  • 21. SCR / DMED NTC 910100 Emis: Out / 2001 Rev.: Ago / 2011 Vers.: Ago / 2013 CAIXAS PARA EQUIPAMENTOS DE MEDIÇÃO E DE DISTRIBUIÇÃO - CENTRO DE MEDIÇÃO MODULADO Fabricação em Chapa de Aço Carbono ou Chapa de Alumínio Página 21 Caixa “FN” para transformadores de Corrente Instalação de TCs até 600-5 A (Instalação de TCs até 800 – 5 A - com 3 condutores EPR ou XLPE 120 mm² por fase) 260 375 375 750 570 lacres 260 375 375 750 570 lacres Caixa “I” para Medição e Proteção Instalação de disjuntor até 200 A e medidor até 200 A (medição direta) Notas: 1 . Ver tabela 1 2 . Dimensões em milímetros 3 . Dobradiças tipo extraíveis 4 . As caixas e centros de medição com portas extraíveis, fixadas através de dobradiças, não podem permitir a retirada das portas quando estiverem fechadas e lacradas.
  • 22. SCR / DMED NTC 910100 Emis: Out / 2001 Rev.: Ago / 2011 Vers.: Ago / 2013 CAIXAS PARA EQUIPAMENTOS DE MEDIÇÃO E DE DISTRIBUIÇÃO - CENTRO DE MEDIÇÃO MODULADO Fabricação em Chapa de Aço Carbono ou Chapa de Alumínio Página 22 Caixa ”NS” para Disjuntor Termomagnético Caixas Seccionadoras para Disjuntor até 400 A - alternativas vertical e horizontal Portas com dobradiças tipo extraíveis Notas: 1 . A caixa NS deve ser produzida em chapa de aço carbono nº 16 USG ou chapa de alumínio com espessura mínima de 2mm. 2 . Dimensões externas: Horizontal: comprimento: 800 a 1400 mm altura: 500 a 700 mm profundidade: 260 mm Vertical: altura: 800 a 1400 mm largura: 500 a 700 mm profundidade: 260 mm. 3 - Os barramentos devem ser de cobre eletrolítico estanhado, com a seção transversal compatível com a corrente de projeto, dando preferência à utilização de barras com maior largura e menor espessura, para permitir melhor contato entre as barras e os terminais. Dimensões dos barramentos: corrente 300 A - 1 ½” x 3/16” corrente 400 A - 1 ½” x ¼”. 4 . Além dos barramentos / fases, deverão ser previstas barras para conexão do neutro/condutor de proteção. 5 . Para sustentação e isolação dos barramentos, deverão ser utilizados isoladores 50 x 50 x M10. 6 . As três barras de cobre devem ter comprimentos e níveis de montagem escalonados. 7 . O dispositivo para lacre deverá ser instalados na tampa externa ou na tampa interna (“espelho”, se houver). 8 . A construção da caixa deverá prever condições de vedação e estanqueidade. 9 . Os parafusos, porcas e arruelas deverão ser de latão (uso no litoral) ou aço bicromatizado. 10 . Proteção contra corrosão para chapa de aço (ou esquemas equivalentes): - Tratamento de base: -desengraxamento, decapagem ou jato de areia, fosfatização e uma demão de cromato de zinco. - Acabamento: - pintura interna e externa, esmalte sintético de primeira linha, espessura mínima 50 microns. 11 . A logomarca do fabricante deverá ser estampada no canto inferior direito da tampa. 12 . A caixa NS pode ser montada com o barramento na horizontal ou na vertical. Em qualquer posição, a ”chegada” e a “saída” dos condutores sempre devem ser perpendiculares ao barramento para possibilitar a correta conexão dos terminais. Observar a posição de montagem da tampa de proteção da manopla do disjuntor.
  • 23. SCR / DMED NTC 910100 Emis: Out / 2001 Rev.: Ago / 2011 Vers.: Ago / 2013 CAIXAS PARA EQUIPAMENTOS DE MEDIÇÃO E DE DISTRIBUIÇÃO - CENTRO DE MEDIÇÃO MODULADO Fabricação em Chapa de Aço Carbono ou Chapa de Alumínio Página 23 Caixa “SC” para Disjuntor Termomagnético Caixa Seccionadora para disjuntor até 800 A – alternativa horizontal Portas com dobradiças tipo extraíveis Detalhes construtivos Nota: Quando for viável e aplicável, de acordo com o leiaute das instalações, a caixa SC pode ser montada na vertical, com as devidas alterações mecânicas e adaptação das formas de barramentos, afim de facilitar a montagem, a conexão dos condutores e a manutenção.
  • 24. SCR / DMED NTC 910100 Emis: Out / 2001 Rev.: Ago / 2011 Vers.: Ago / 2013 CAIXAS PARA EQUIPAMENTOS DE MEDIÇÃO E DE DISTRIBUIÇÃO - CENTRO DE MEDIÇÃO MODULADO Fabricação em Chapa de Aço Carbono ou Chapa de Alumínio Página 24 Caixa “TS” para Disjuntor Termomagnético Caixa seccionadora para disjuntor até 1400 A Portas com dobradiças tipo extraíveis Alternativa horizontal Furos 100 mm 600 mm700 mm 700 mm 800 mm lacres Fecho triangular dobradiças extraíveis internas 40 mm Min 150 mm Min 150 mm Min 100 mm barra de neutro/aterramento barras duplas cobre eletrolítico 50 mm x 10 mm- mínimo 13 furos Deve ficar o mais próximo possível do disjuntor 40 mm barras duplas cobre eletrolítico 50 mm x 10 mm Notas: a) As caixas e centros de medição com portas extraíveis, fixadas através de dobradiças, não podem permitir a retirada das portas quando estiverem fechadas e lacradas. b) A fim de atender as necessidades de adaptação ao leiaute das instalações, economia, facilidade de montagem, conexões com os condutores e a manutenção, os barramentos poderão ter conformações diferentes das apresentadas nesta norm para as caixas NS, SC e TS
  • 25. SCR / DMED NTC 910100 Emis: Out / 2001 Rev.: Ago / 2011 Vers.: Ago / 2013 CAIXAS PARA EQUIPAMENTOS DE MEDIÇÃO E DE DISTRIBUIÇÃO - CENTRO DE MEDIÇÃO MODULADO Fabricação em Chapa de Aço Carbono ou Chapa de Alumínio Página 25 Alternativa Vertical Min 150 mm Min 150 mm M in 1 0 0 m m barramento de neutro/aterramento barras duplas cobre eletrolítico 50 mm x 10 mm mínimo 13 furos Deve ficar o mais próximo possível do disjuntor 40 mm 700 mm 700 mm 600 mm 2000 mm 800 mm Fecho triangular lacres dobradiças extraíveis internas Notas: 1 . A caixa TS deve ser produzida em chapa de aço carbono nº 16 USG ou chapa de alumínio com espessura mínima de 2 mm. 2 . Dimensões externas: Horizontal: comprimento: 2000 mm altura: 800 mm profundidade: 350 mm Vertical: altura: 2000 mm largura: 800 mm profundidade: 350 mm 3 - Os barramentos devem ser de cobre eletrolítico estanhado. Dimensões das barras: corrente 1400 A – 2 barras por fase - 50 mm x 10 mm (2 x 3/8”) 4 . Além das barras / fases, deverá ser prevista a barra de neutro / aterramento (2 barras 50 mm x 10 mm). 5 . Para sustentação/fixação e isolação das barras, utilizar isoladores 50 x 50 x M10. 6 . As barras de cobre, por fase, devem ter comprimentos e níveis de montagem escalonados. 7 . Os dispositivos para lacres devem ser instalados nas tampas externas ou na tampa interna (“espelho”, se houver). 8 . A construção da caixa deverá prever condições de vedação e estanqueidade. 9 . Os parafusos, porcas e arruelas deverão ser de latão ou aço bicromatizado (no litoral, somente de latão). 10 . Proteção contra corrosão para chapa de aço (ou esquemas equivalentes): Desengraxamento, decapagem ou jato de areia, fosfatização, uma demão de cromato de zinco (80 microns). Acabamento: pintura interna e externa, esmalte sintético de primeira linha, espessura mínima 50 microns. 11 . A logomarca do fabricante deverá ser estampada: caixa horizontal - no canto inferior direito da tampa da direita, ou, caixa vertical - no canto inferior direito da tampa inferior 12 . A ”chegada” e a “saída” dos condutores sempre devem ser perpendiculares ao barramento para possibilitar a correta conexão dos terminais. Observar a posição de montagem da tampa de proteção da manopla do disjuntor. 13 . A caixa TS pode ser executada na horizontal ou na vertical, com as devidas alterações de fixação das portas, dos fechos, dos dispositivos para lacres, das furações para os eletrodutos e da tampa da manopla do disjuntor. Notas: a) Nas caixas seccionadoras NS, SC e TS, o barramento após o disjuntor geral poderá ter configurações diversas e ser acomodado em compartimentos diferentes das orientações desta norma, afim de acomodar os disjuntores de proteção dos ramais de alimentação dos centros de medição (ou medições individuais), de acordo com o leiaute e a conveniência técnico econômica das instalações e do projeto. b) A análise de projeto verificará a instalação de lacres e a segurança técnica e comercial da solução projetada.
  • 26. SCR / DMED NTC 910100 Emis: Out / 2001 Rev.: Ago / 2011 Vers.: Ago / 2013 CAIXAS PARA EQUIPAMENTOS DE MEDIÇÃO E DE DISTRIBUIÇÃO - CENTRO DE MEDIÇÃO MODULADO Fabricação em Chapa de Aço Carbono ou Chapa de Alumínio Página 26 Caixa de Derivações em Pedestal Caixa “CDP” para ligação de ramais de entrada subterrâneos Alimentação via rede de distribuição subterrânea Atendimento até 9 unidades consumidoras: Montagem de 1 barramento com 10 posições Dimensões: Largura = 600 mm - Profundidade = 300 mm (+ porta externa 25 mm) Altura = 800 mm (+ cobertura 50 mm) Atendimento até 12 unidades consumidoras: Montagem de 1 barramento com 10 posições + 1 barramento com 5 posições (para fases e neutro) Dimensões: Largura = 600 mm - Profundidade = 300 mm (+ porta externa 25 mm) Altura = 1200 mm (+cobertura 50 mm) Porta interna maior: fecho triangular, rasgo para manopla do disjuntor geral e dispositivo para lacres Porta interna menor: fecho triangular; (sem lacres) Porta externa: fecho comum e dispositivo para cadeado. Barramento conector para múltiplas conexões Alternativa - barramento horizontal Alimentação via poste da rede aérea
  • 27. SCR / DMED NTC 910100 Emis: Out / 2001 Rev.: Ago / 2011 Vers.: Ago / 2013 CAIXAS PARA EQUIPAMENTOS DE MEDIÇÃO E DE DISTRIBUIÇÃO - CENTRO DE MEDIÇÃO MODULADO Fabricação em Chapa de Aço Carbono ou Chapa de Alumínio Página 27 Pedestal para instalação da CDP Pedestal em concreto armado Dimensões: 1200 mm x 640 mm x 340 mm - espessura da parede: 80 mm - Notas: 1 . Aplicação: Quando houver impossibilidade de se instalar a caixa de derivações (NTC 813200) no poste Quando o número de derivações de ramais de entrada naquele poste for superior a 4 ramais. Quando for conveniente ou necessária a instalação de proteção geral para os ramais de entrada. Nas derivações de ramais de entrada ligados à rede de distribuição aérea ou subterrânea. Quando for econômica e/ou tecnicamente viável em relação a outras alternativas de derivações. Nas instalações com medições individuais no corpo das UCs, em condomínios horizontais. 2 . A CDP deve ser produzida em chapa de aço carbono, espessura mínima 18 USG (1,2 mm). 3 . Tratamento e acabamento: Desengraxamento e decapagem ou jato de areia, fosfatização e uma demão de cromato de zinco com espessura mínima de 25 mícrons. Pinturas de acabamento interna e externa em tinta sintética cinza claro com espessura mínima de 50 mícrons. A critério da COPEL, poderão ser aceitos tratamentos diferentes do especificado. Neste caso, o tratamento proposto deverá possuir características de qualidade igual ou superior ao especificado nesta norma. 4 . As dimensões sugeridas nesta norma poderão sofrer alterações, de acordo com as necessidades das instalações, baseadas na quantidade e nas categorias dos ramais. 5 . Em todas as caixas, na tampa, deverão ser estampados de forma legível e indelével a marca do nome ou logotipo do fabricante e mês e ano de fabricação. 6 . A CDP deverá ser instalada em pedestal de concreto, fixada através de 4 parafusos chumbados no concreto. 7 . O pedestal de concreto deverá ter 1200 mm de altura (parte enterrada: 600 mm e a parte externa: 600 mm), podendo ser enterrado junto ao poste de derivação da rede aérea ou alimentado por rede subterrânea 8 . Os orifícios de passagem dos ramais de entrada deverão ser identificados de acordo com as respectivas UCs e protegidos por anéis de plásticos para evitar avaria nos condutores. 9 . Quando a rede de distribuição for subterrânea, a CDP poderá conter circuito de “chegada” e circuito de “saída” (para alimentação de outra CDP), ligados na barra de entrada do disjuntor geral. 10 . Os conectores para múltiplas derivações (barramento) poderão ser montados na vertical ou na horizontal. 11 . Poderão ser aplicados barramentos para 10 e/ou 5 conexões. 12 . Quando a CDP for instalada junto ao poste, alimentação pela rede aérea, a conexão do eletroduto com a parte superior deve ser perfeitamente vedada, com flanges e aplicação de pasta siliconada.
  • 28. SCR / DMED NTC 910100 Emis: Out / 2001 Rev.: Ago / 2011 Vers.: Ago / 2013 CAIXAS PARA EQUIPAMENTOS DE MEDIÇÃO E DE DISTRIBUIÇÃO - CENTRO DE MEDIÇÃO MODULADO Fabricação em Chapa de Aço Carbono ou Chapa de Alumínio Página 28 Caixa “M” para Transformadores de Corrente Instalação de TCs até 800-5 A, excepcionalmente, 1200-5 A Opção I: Com flanges parafusadas nos quatro lados, para furação por ocasião da instalação. Opção 2: Sem flanges, laterais com chapa lisa. Caixas sob encomenda, com a furação definida em projeto e executada durante a fabricação. Observações: 1 - A madeira para afixação dos transformadores de corrente (tipo janela) e dos suportes dos barramentos deve ser em compensado resinado, com as dimensões de 900x900x18 mm. 2 - A estrutura de fixação da madeira deverá permitir a montagem do conjunto na posição vertical ou horizontal. 3 - Em cada face da caixa (laterais, topo e fundo) deverá haver uma flange aparafusada, com dimensões de 900x200 mm, onde serão efetuados os furos e conexões dos eletrodutos por ocasião da instalação/montagem, na opção 1. 4 - O barramento deverá ser de cobre eletrolítico, estanhado. Dimensões: barramento para 800 A 50,8 x 9,5mm (2” x 3/8”) x 400 mm barramento para 1200 A 76,9 x 9,5mm (3” x 3/8”) x 400 mm. 5 – Além do barramento (fases A, B, C), deverão ser previstas barras para a conexão do neutro/proteção. 6 – Para sustentação e isolamento do barramento-fases, deverão ser utilizados isoladores 50x50xM10. 7 – A caixa deverá possuir duas portas, montadas em dobradiças que permitam sua remoção, quando abertas, para facilitar os trabalhos de montagem e manutenção. 8 – Uma das portas deverá possuir dispositivos para lacres, com parafusos, trancando a outra quando fechada. 9 – Deverá ser previsto sistema de vedação e estanqueidade. 10 – A logomarca do fabricante deverá se estampada no canto inferior direito da porta da direita. 11 – Os parafusos, porcas e arruelas, deverão ser de latão ou aço bicromatizado. 12 – Proteção contra corrosão, para chapa de aço: - Tratamento de base: -desengraxamento, decapagem ou jato de areia, fosfatização e uma demão de cromato de zinco. - Acabamento: - pintura interna e externa, com esmalte sintético de primeira linha, espessura mínima de 50 microns. Ou esquemas equivalentes. 13 – Material: chapa de aço-carbono nº 16 USG (1,9 mm) ou chapa de alumínio com espessura de 2 mm.
  • 29. SCR / DMED NTC 910100 Emis: Out / 2001 Rev.: Ago / 2011 Vers.: Ago / 2013 CAIXAS PARA EQUIPAMENTOS DE MEDIÇÃO E DE DISTRIBUIÇÃO - CENTRO DE MEDIÇÃO MODULADO Fabricação em Chapa de Aço Carbono ou Chapa de Alumínio Página 29 Caixa “M”