Choque elétrico apresentação

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Apresentação de choque elétrico

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Choque elétrico apresentação

  1. 1. 11 Aterramento Elétrico Industrial Instrutor: Saad Touma
  2. 2. 22 Objetivos Identificar problemas de aterramento Resolver problemas de aterramento Entender trabalhos sobre aterramento
  3. 3. 33 Perigos da Eletricidade Capítulo 1
  4. 4. 44 Perigos da Eletricidade Choque elétrico Queima de aparelhos eletrônicos Perfuração de dutos enterrados Incêndio em áreas classificadas Corrosão de fundo de tanques
  5. 5. 55 Choque Elétrico Seção 1.1
  6. 6. 66 Etiqueta de Aviso de Perigo
  7. 7. 77 Limiares e Efeitos das Correntes Corrente (mA-rms) Efeito fisiológico 0.3 Limiar de percepção 9 Limiar de despego; a mão que segura o fio energizado ainda consegue se soltar 95 Limiar de fibrilação ventricular; pode ser fatal se o choque durar mais de 3 s *Baseada no trabalho de Dalziel 2.
  8. 8. 88 Limiar de Percepção
  9. 9. Limiar de Percepção – Teste 1 99
  10. 10. Limiar de Percepção – Teste 2 1100
  11. 11. 1111 Limiar de Despego
  12. 12. Limiar de Fibrilação Ventricular 1122
  13. 13. Resistência do Corpo Humano 1133 Resistência calculada em condições secas a 50 Hz V (V) 12.5 31.3 62.5 125 250 500 1000 R (k) 24.0 11.2 6.32 3.56 2.00 1.13 .63 I (mA) 0.52 2.8 9.9 35 125 440 1590 K = 1/1.2 = 0.83; cte calculada para R=2 k e V=250 V; I=V/R. Fonte: W. Fordham Cooper 3
  14. 14. 1144 Modelo do Corpo Humano
  15. 15. 1155 Modelo do Pé Humano
  16. 16. Fatalidades Elétricas nos EUA Dados compilados pelo Serviço Nacional de Estatísticas da Vida como Obtidos do Conselho de Segurança Nacional dos Estados Unidos. 1166 Ano Mortos por choques, exceto de raios Mortos por raios 1944 682* 419 1945 620* 268 1946 725* 231 1947 867* 338 1948 871* 256 1949 1046 249 1950 955 219 *Exclui mortes por choques classificados como de acidentes em maquinários e em meios de transporte (p.ex. barcos) ou acidentes em minas e pedreiras, na agricultura e na silvicultura. Fonte: Dalziel 2.
  17. 17. 1177 Vítimas de Raios nos EUA Ano Feridos Mortos 1989 324 63 1990 255 69 1991 448 66 1992 304 30 1993 305 30 1994 537 69 1995 * 85 1996 * 52 1997 306 42 1998 * 44 Fonte: National Oceanic and Atmospheric Administration (NOAA 5 ). USA.* Informação não disponível.
  18. 18. 1188 Vítimas de Raios nos EUA Fig.9- Estatística do número de vítimas de raios, nos Estados Unidos, no período de 1959 a 1994 Total Feridos Mortos 700 600 500 400 300 200 100 0 1959 1961 1963 1965 1967 1969 1971 1973 1975 1977 1979 1981 1983 1985 1987 1989 1991 1993 Reference : NOAA5 (National Oceanic and Atmospheric Administration )
  19. 19. 1199 Queima de Aparelhos Eletrônicos Seção 1.2
  20. 20. Cromatógrafo Queimado por 2200 Raio
  21. 21. 2211 Indução em Cabo não Blindado
  22. 22. 2222 Mapa Isoceráunico Mundial
  23. 23. Trançagem de Cabos de Sinal 2233
  24. 24. Trançagem de Cabo de Sinal 2244
  25. 25. 2255 Indução em um “Loop”
  26. 26. 2266 Perfuração de Dutos Enterrados Seção 1.3
  27. 27. 2277 Forma de Onda do Raio
  28. 28. 2288 Raio: Oscilogramas da Descarga
  29. 29. Intensidades de Corrente de 2299 Raios
  30. 30. Mapa Isoceráunico do Brasil 3300
  31. 31. 3311 Área de Captação de Raio
  32. 32. Distribuição de Probabilidades de Queda de Raios em 50 3322 anos. Número de raios (k) P (k) 50 % P (n k) 50 % 0 24.66 1 34.52 24.66 2 24.17 59.18 3 11.28 83.35 4 3.95 94.63 5 1.11 98.58 6 0.26 99.69 7 0.05 99.95
  33. 33. 3333 Nível Básico de Isolamento Classe de Tensão, kV NBI, kV Classe de Tensão, kV NBI, kV Classe de Tensão, kV NBI, kV 1.2 30 23 150 138 650 2.5 45 34.5 200 161 750 5 60 46 250 196 900 8.7 75 69 350 230 1050 95* 92 450 287 1300 15 110 115 550 345 1550 * O NBI de 95 kV foi estabelecido para certos tipos de equipamentos elétricos. Fonte: Donald Beeman1
  34. 34. 3344 Efeito da Sobretensão em Dutos Tensão (kV) Duração (s) Efeito no aço do duto 5 kV Ao fim de 1 s Nenhum dano 10 KV Após 1 s Dano leve 15 kV Em menos de 1 s Perfuração
  35. 35. Efeito do Raio sobre um Duto 3355
  36. 36. 3366 Perfuração de Duto por Corrente de Curto-circuito
  37. 37. 3377 Incêndio em Áreas Classificadas Seção 1.4
  38. 38. 3388 Potencial Transferido
  39. 39. Risco de Incêndio em Áreas 3399 Classificadas
  40. 40. 4400 Corrosão de Fundo de Tanques Seção 1.5
  41. 41. 4411 Ação Galvânica
  42. 42. 4422 Célula Galvânica
  43. 43. 4433 Semicélulas: Cu/SO4Cu e Zn/SO4Zn
  44. 44. 4444 Célula de Daniel
  45. 45. Polarização da Célula Cobre- 4455 Zinco
  46. 46. 4466 Aterramento em Geral Capítulo 2
  47. 47. 4477 Aterramento em Geral Aterramento de sistema Aterramento de equipamento
  48. 48. 4488 Aterramento de Sistema Seção 2.1
  49. 49. 4499 Sistema Isolado
  50. 50. Sistema Isolado: Sobretensão 1 5500
  51. 51. 5511 Sistema Isolado: Choque
  52. 52. 5522 Sistema Isolado: Cálculo da Corrente de Choque
  53. 53. Sistema Solidamente Aterrado 5533
  54. 54. Sistema Solidamente Aterrado: 5544 Diagrama Unifilar
  55. 55. Sistema Solidamente Aterrado: 5555 O Condutor de Retorno
  56. 56. Sistema Isolado: Sobretensão 2 5566
  57. 57. 5577 Sistema Isolado: Cálculo da Sobretensão 2
  58. 58. 5588 Sistema Aterrado por Alta Resistência
  59. 59. 5599 Sistema Aterrado por Alta Resistência: pequena Sobretensão
  60. 60. 6600 Sistema Aterrado por Alta Resistência: pequena Sobretensão
  61. 61. 6611 Sistema Aterrado por Alta Resistência: pequena Sobretensão
  62. 62. 6622 Sistema Aterrado Baixa Resistência Condutor de Retorno: Blindagem
  63. 63. 6633 Sistema Aterrado Baixa Resistência Condutor de Retorno: não existe.
  64. 64. 6644 Aterramento de Equipamento Seção 2.2
  65. 65. Aterramento de Equipamento: 6655 Diagrama Unifilar Geral
  66. 66. Condutor de Retorno limitando 6666 Tensão
  67. 67. 6677 Condutor de Retorno transferindo Potencial
  68. 68. 6688 Transferência de Potencial dentro da Planta Industrial
  69. 69. 6699 Rede Geral de Terra
  70. 70. 7700 Teoria do Potencial Capítulo 3
  71. 71. 7711 Teoria do Potencial Resistividade do solo Expressão do potencial no solo
  72. 72. 7722 Resistividade do Solo Seção 3.1
  73. 73. 7733 Solo Residual
  74. 74. Decomposição de um Granito 7744 Mineral Composição Alteração Produto Quartzo SiO2 Não se decompõe Grãos de areia Feldspato Silicato de Al e K É solúvel Argila e material solúvel Muscovita (mica) Silicato de Al + K + H2O Não se decompõe Placas de mica Biotita (mica) Silicato de Al, Fe, K, Mg + H2O É solúvel Argila e material solúvel Zircão Silicato de Zr Não se decompõe nem se altera Cristais de Zircão Fonte: Chiossi 2
  75. 75. Rochas e Solos Resultantes 7755 Tipo de rocha Composição Tipo de solo Composição Basalto Plagioclásio, Piroxênios Argiloso (pouca areia) Argila Quartzito Quartzo Arenoso Quartzo Filitos Micas (sericita) Argiloso Argila Granito Quartzo, Feldspato, Mica Areno-argiloso (micáceo) Quartzo e Argila (micáceo) Calcário Calcita Argiloso Argila Fonte: Chiossi 2
  76. 76. 7766 Solo Residual em Área de Gnaisses
  77. 77. Solos Residuais do Granito e 7777 do Basalto
  78. 78. 7788 Solo Transportado
  79. 79. 7799 Solo de Coluvião
  80. 80. Denominação das Frações do 8800 Solo Nome da Partícula Diâmetro da Partícula d (mm) Argila d 0.005 Silte 0.005d0.05 Areia Fina 0.05d0.42 Areia Média 0.42d2.0 Areia Grossa 2.0d4.8 Pedregulho 4.8d76 Fonte: ABGE 2
  81. 81. Índices Físicos: Significado dos 8811 Símbolos
  82. 82. 8822 Índices Físicos: Definições • Porosidade (n): V n = v V • Índice de Vazios (e): V v V s e = V • Grau de Saturação (G): = 100 (%) a V v G P • Umidade (h): = 100 (%) a P s h
  83. 83. 8833 Resistividade X Umidade
  84. 84. Resistividade X Temperatura 8844
  85. 85. 8855 Expressão do Potencial no Solo Seção 3.2
  86. 86. 8866 Fonte Esférica num Solo Infinito
  87. 87. Fonte Semi-esférica num Solo 8877 Semi-infinito
  88. 88. 8888 Solo de Duas camadas
  89. 89. 8899 Lei de Ohm
  90. 90. 9900 Lei de Kirchhoff
  91. 91. 9911 Equação de Laplace 0 V z V y V x 2 2 2 2 2 2 = + +
  92. 92. Expressão Geral do Potencial: 9922 Fonte de Corrente
  93. 93. Expressão Geral do Potencial: 9933 Consumidor de Corrente
  94. 94. Expressão Geral do Potencial: 9944 Fontes e Consumidores
  95. 95. Expressão Geral do Potencial: 9955 Fonte Linear
  96. 96. Expressão Geral do Potencial: 9966 Fonte Bidimensional
  97. 97. 9977 Método das Imagens: Solo e Meio Semi-infinitos
  98. 98. 9988 Método das Imagens: Potencial no Solo Infinito
  99. 99. 9999 Método das Imagens: Potencial no Meio Infinito
  100. 100. 110000 Método das Imagens: Condição de Contorno 1
  101. 101. 110011 Método das Imagens: Condição de Contorno 2
  102. 102. 110022 Método das Imagens: Meio Semi-infinito é o ar.
  103. 103. 110033 Método das Imagens: Meio Semi-infinito é um Metal
  104. 104. 110044 Aplicação da Teoria do Potencial Capítulo 4
  105. 105. 110055 Aplicação da Teoria do Potencial Resistência dos eletrodos de terra Dimensionamento de redes de terra
  106. 106. 110066 Resistência dos Eletrodos de Terra Seção 4.1
  107. 107. Conceito de Resistência de 110077 Terra
  108. 108. 110088 Semi-esfera: Cálculo do Potencial
  109. 109. 110099 Semi-esfera: Resistência de Terra
  110. 110. 111100 Disco Circular: Resistência de Terra
  111. 111. 111111 Eletrodo Linear
  112. 112. 111122 Eletrodo Linear Cálculo do Potencial
  113. 113. 111133 Teorema do Valor Médio
  114. 114. 111144 Eletrodo Linear Resistência
  115. 115. 111155 Anel: Resistência
  116. 116. 111166 Eletrodo Horizontal
  117. 117. 111177 Eletrodo Horizontal Cálculo do Potencial
  118. 118. 111188 Eletrodo Horizontal Resistência
  119. 119. 111199 Rede de Terra
  120. 120. 112200 Haste de Terra
  121. 121. 112211 Haste de Terra Cálculo do Potencial
  122. 122. 112222 Haste de Terra Resistência
  123. 123. 112233 Dimensionamento de Redes de Terra Seção 4.2
  124. 124. 112244 Tensão de Passo
  125. 125. 112255 Tensão de Passo: Circuito Equivalente
  126. 126. 112266 Tensão de Toque
  127. 127. 112277 Tensão de Toque: Circuito Equivalente
  128. 128. 112288 Cuba Eletrolítica Experiência de Koch
  129. 129. 112299 Cuba Eletrolítica Experiência de Koch
  130. 130. 113300 Cuba Eletrolítica Experiência de Koch
  131. 131. 113311 Equação da Cuba Valores dos potenciais medidos e calculados nas malhas extremas Número da Figura Potencial medido % Potencial calculado % 1 36 2 55 55 3 70 70 4 80 80 − 1 b 0.67n Vn = +
  132. 132. 113322 Rede Geral de Terra
  133. 133. 113333 Rede Geral de Terra Dimensionamento
  134. 134. 113344 Rede de Terra: Esquema Básico
  135. 135. 113355 Rede de Terra: O Equacionamento
  136. 136. 113366 Rede de Terra: Equação Geral =
  137. 137. R R . R 11 12 1n R R . R 21 22 2n . . . . R R . R n1 n2 nn R =
  138. 138. V 1 V 2 . V n V =
  139. 139. I 1 2 I . n I I V = R I
  140. 140. 113377 Medições de Aterramento Capítulo 5
  141. 141. 113388 Medições de Aterramento Medição da resistividade do solo Medição da resistência de terra
  142. 142. 113399 Medição da Resistividade do Solo Seção 5.1
  143. 143. 114400 Método de Wenner
  144. 144. 114411 Método de Wenner: Tabela de Valores Medidos Quadro 1 - Valores de resistência () obtidos pelo método de Wenner. LOCAL a=32m a=24m a=16 m a=8m a=4m a=2m A 1.6 2.4 6.7 20 43 71 B 1.7 1.4 1.0 2.0 5.8 15 C 4.3 4.8 5.0 9.4 9.4 9.5 D 3.4 3.6 4.7 25 46 64 E 4.4 5.0 6.0 14 24 48 F 1.2 1.1 1.5 7.0 24 30 Valores obtidos pelo autor em local seco, plano, em 31/07/1992.
  145. 145. 114422 Método de Wenner: Tabela de Resistividade Aparente Quadro 2 - Valores de resistividade aparente (-m) obtidos a partir do Quadro 1. LOCAL a=32m a=24m a=16 m a=8m a=4m a=2m A 320 360 670 1000 1100 890 B 340 210 100 100 150 190 C 860 720 500 470 240 120 D 680 540 470 1300 1200 800 E 880 750 600 700 600 600 F 240 170 150 350 600 380
  146. 146. 114433 Método de Wenner: Solo Semi-infinito
  147. 147. 114444 Método de Wenner: Fórmula
  148. 148. 114455 Método de Wenner: Solo de Duas camadas
  149. 149. 114466 Solo de Duas camadas Formação das Imagens: Etapa 1
  150. 150. 114477 Solo de Duas camadas Formação das Imagens: Etapas 2/3
  151. 151. 114488 Solo de Duas camadas Formação das Imagens: Etapas 4/5
  152. 152. 114499 Estratificação Quadro 3- Valores medidos e calculados. Medição Espaçamento Resistência 1 a1 R1 1 2 a2 R2 2 … … … … m am Rm m
  153. 153. 115500 Medição da Resistência de Terra Seção 5.2
  154. 154. 115511 Método dos Dois Pontos
  155. 155. 115522 Método dos Três Pontos
  156. 156. Método da Queda do Potencial 115533
  157. 157. 115544 Regra dos 61.8 %
  158. 158. 115555 Método da Queda do Potencial; Curva da Resistência Aparente 1
  159. 159. 115566 Método da Queda do Potencial; Curva da Resistência Aparente 2

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