Comunidade são joão batista 30 anos de caminhada

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Comunidade são joão batista 30 anos de caminhada

  1. 1. ComunidadeSão João Batista<br />Rede de Comunidades São Lucas<br />Diocese do Rio Grande / Rs<br />30 ANOS DE CAMINHADA<br />1977 - 2007<br />
  2. 2. “Comunidade<br />São João Batista<br />há 30 anos prepara os Caminhos do Senhor”<br />
  3. 3. DOS INÍCIOS<br />A Comunidade São João Batista começou de um modo muito simples. Foi na tarde do dia 05 de outubro de 1975, que a Irmã Otília (já falecida) convidou o Padre Nery para visitar um casal, Sr. Américo e D. Nair que moravam ao lado do campo do Clube de Futebol Guarany, cuja sede era de madeira.Daí surgiu a idéiade rezar uma missa no local.<br />
  4. 4. Formou-se um grupo,<br />com o Sr. Américo e a D. Nair,Sr. Napoleão e família, e mais algumas pessoas.Algum tempo depois as missas<br />passaram a ser celebradas naEscola D. Pedro II, quando passou a freqüentar a<br />Santa Missa uma senhora que se tornou a alma da comunidade em formação,<br />“Dona Laura Silveira Braz”<br />
  5. 5. Sede do Guarany<br />
  6. 6. Campo de futebol hoje<br />
  7. 7. As celebrações eram feitas na Escola Dom Pedro II fundada em 1947<br />
  8. 8. Padre Nery e D. Laura em cerimônia na escola<br />
  9. 9. A VILA<br />“A São João é uma vila nova. Em questão de um ano, casas que foram retiradas com moradores e tudo do Porto Novo, foram jogadas na Vila São João sem ter o mínimo de infra-estrutura.”Trecho do Livro Tombo da paróquia São Jorge<br />
  10. 10. DO TERRENO<br />O Padre Nery e Dom Frederico conseguiram dois terrenos para a futura capela, com D. Augusta que era proprietária do loteamento.<br />
  11. 11. “Dia 16 de abril de 1977, foi feita a primeira reunião “in loco” para tratar da<br />construção da Capela São João.Presentes: Padre Nery, Irmã Irma,<br />Dr. José Salomão,Luiz Ortigara, João Cozza.Como era um dia chuvoso, da vila vieram apenas Sr. Joaquim e D. Hilda”Trecho do Livro Tombo da paróquia São Jorge<br />
  12. 12. DA CAPELA<br />Com o apoio da Advenat, da Alemanha, solicitado por Dom Frederico, foi construída a capela da comunidade São João.Padre Nery encarregou três senhores do centro da cidade para dirigir a construção: Dr. José Salomão,Luiz Ortigara e Leôncio da Cruz.Em três meses ficou pronta a capela.<br />
  13. 13. DA BENÇÃO<br />Em 3 de junho de 1977, às 11h30,reuniram-se na Comunidade São João Batista, para a celebração da Santa Missa e benção da capela, os três construtores responsáveis:Dr. José Salomão, Luiz Ortigara eLeôncio da Cruz, a doadora do terreno,Sra. Augusta e umas cem pessoas da vila.A missa foi presidida por Dom Frederico e concelebrada por Padre Nery.<br />
  14. 14. DOS FRANCISCANOS<br />Em 1983, Dom Frederico Didonet, envia uma carta ao Capítulo dos Franciscanos do Rio grande do Sul, solicitando a presença de freis em sua diocese. O Capítulo aprova o pedido e manda Frei Arno Reckziegel<br />
  15. 15. “Junto com o hino de ação de graças ao supremo Doador de todos os dons, envio meus cordiais e profundos agradecimentos a<br />V. Revma., ao Capítulo Provincial e a toda a Província, à qual a diocese do Rio Grande será eternamente grata. E ao já querido frei Arno Reckziegel, nossa acolhida fraterna e amiga.”Trecho da carta de agradecimento aoFrei Irineu Wilges O.F.M.<br />por Dom Frederico Didonet<br />Janeiro de 1984<br />
  16. 16. Frei Arno foi o primeiro a chegar<br />
  17. 17. DA MISSÃO<br />Já no dia 27 de janeiro de 1984, Dom Frederico, escreveu ao Provincial dos Franciscanos Frei Irineu Wilges o seguinte:“Ficou então acertado que, morando por enquanto no Bispado, Frei Arno iniciaria seu trabalho numa das áreas mais pobres e necessitadas, onde mais tarde seria organizada uma nova Paróquia essencialmente Operária”.<br />
  18. 18. DA CHEGADA<br />Aos 18 de março de 1984, Frei Arno participa da reunião da Diretoria e Setorescom mais ou menos 50 pessoas.Em 29 de maio de 1984, na presença doBispo Dom Frederico, do Padre Nery,a comunidade, representada por 25 pessoas, assumiu a responsabilidade de providenciar moradia e um salário mínimo para o Frei Arno.Ata nº 18, de 29 de maio de 1984,da Comunidade São João Batista<br />
  19. 19. A VOZ NO DESERTO<br />“Junho é mês de festa,para nós da vila São João.Dupla festa esse ano, primeiro porque comemoramos o nosso padroeiroSão João Batista, no dia 24 de junho.Segundo porque estamos recebendoem nosso meio com“malas e bagagens” o Frei Arno.<br />
  20. 20. Com muita alegria a comunidade mostra bastante interesse na campanha que estamos fazendo para a montagem de sua casa, provando, que apesar da pobreza que nos rodeia, o povo ainda sabe repartir.Aconteceram coisa que nos comoveram e isto só pode nos fazer crescer como comunidade.Nossa alegria é imensa, porque já era tempo de olhar-se para o lado de cá com o mesmo olhar de Cristo e com atitudes de evangelho.”Editorial da edição nº 2 do jornal “Voz no Deserto”<br />
  21. 21. Capa da edição nº 3 de Julho de 1984<br />
  22. 22. NO EMBALO DAS CEBs<br />Os anos 80 e início dos 90, foram o augeda renovação da Igreja, inspirada noConcílio Vaticano II (1962-1966),na Teologia da Libertação quese manifestava através dasComunidades Eclesiais de Base – CEBs,“novo jeito de ser Igreja”.Nossa comunidade participa de encontros Diocesanos, Estaduais e Nacionais de CEBs.A comunidade cresceu muito com isso.<br />
  23. 23. A Roda da CEB’s<br />
  24. 24. Encontro Diocesano de CEB’s<br />
  25. 25. A BÍBLIA NO CENTRO = EIXO<br />Motivados pela fé em Jesus Cristo,tendo a Bíblia como centro, as pessoas eram desafiadas a participar e/ou organizar pastorais específicas, para atender as necessidades mais urgentes dopovo sofrido da periferia da cidade.Era a união Fé e Vida!<br />
  26. 26. Manifestação por mais segurança no trânsito<br />
  27. 27. AS PASTORAIS = OS RAIOS<br />
  28. 28. Pastoral da Criança<br />
  29. 29. Pastoral da Mulher Pobre<br />
  30. 30. Pastoral Operária<br />
  31. 31. Pastoral do Negro<br />
  32. 32. Pastoral do Pescador<br />
  33. 33. Pastoral da Juventude<br />
  34. 34. MOVIMENTOS POPULARES<br />- CDV, Comissão de Defesa das Vilas- Associação de Moradores- Contra a Violência no Trânsito- Por melhoria no corredor do Bosque- Luta por segurança pública (posto policial)- Vaca Mecânica, comunidade Santa Rita- Associação de Pescadores- Movimento por moradia ...<br />
  35. 35. Luta por melhorias no Bosque<br />
  36. 36. Conselho de Defesa das Vilas Luta pela Vida<br />
  37. 37. Manifestação pela segurança do trânsito<br />
  38. 38. “Vaca Mecânica” produzia leite de soja para crianças<br />
  39. 39. Luta por segurança pública<br />
  40. 40. COMUNIDADE MISSIONÁRIA<br />Foi dentro desseEspírito Comunitário e Missionário que,a partir da Comunidade São João Batista, nos anos 80, foram formadasoutras 7 comunidades.<br />
  41. 41. Comunidade São Miguelfundada em 15 de março de 1987<br />
  42. 42. Comunidade N. Sª dos Navegantesfundada em 25 de outubro de 1988<br />
  43. 43. Comunidade São Francisco de Assisfundada em 1988<br />
  44. 44. Comunidade N. Sª de Fátimafundada em 5 de janeiro de 1987<br />
  45. 45. Comunidade Santa Rita de Cássiafundada em 25 de dezembro de 1986<br />
  46. 46. Comunidade Santo Antôniofundada em 11 de janeiro de 1987<br />
  47. 47. Comunidade Sagrado Coração de Jesusfundada em 13 de março de 1988<br />
  48. 48. Outras três comunidades daRede de Comunidades São Lucastiveram outras origem.<br />
  49. 49. Comunidade São Joséfundada em 24 de junho de 1981<br />
  50. 50. Comunidade São Carlosfundada em 1997<br />
  51. 51. Comunidade N. Sª Aparecidafundada em 22 de dezembro de 1999<br />
  52. 52. CENTRO DE PASTORAL<br />Para atender à demandapor espaço para as reuniões de articulação e encontros de formação, foi construído o Centro de Pastoral dasComunidades da Zona Oeste,nos fundos da Igreja São João Batista.Frei Mário, com a comunidade,propôs um projeto para a Alemanha,o qual foi aprovado.<br />
  53. 53. Aos fundos da igreja vê-se parte do Centro de Pastoral<br />
  54. 54. KOMBI<br />De muita utilidade, mas quase folclórica,foi a Kombi que por muitos anosserviu para transportar as pessoas das Comunidades e Pastorais,para encontros de Articulação e Formação.<br />
  55. 55. Frei Mário e um grupo de lideranças junto à Kombi<br />
  56. 56. SENTIMENTO DE PERDA<br />Com a morte do Padre José Cafaratte e Frei Mário Aloísio Schuh, com o surgimento de tantas comunidades e com a retração da CEBs e dos Movimentos Popularesa nível de Brasil, a nossa comunidade passou a sofrer com a síndrome da perda...foi parar na “UTI”<br />
  57. 57. Frei Mário<br />Padre Zé Cafaratte<br />
  58. 58. NOVO MILÊNIO, NOVAS INICIATIVAS<br />A partir do ano 2000, a antiga “Roda” que simbolizava a CEBs foi dando lugar à “Rede”.Em março de 2002 o Conselho das“Comunidades da Zona Oeste” aprovou a proposta de nova denominação para esta parte do povo de Deus:“Rede de Comunidades da Zona Oeste”.<br />
  59. 59. Já no segundo semestre de 2006<br />foi realizado o processo de escolha do<br />santo padroeiro da Rede.Em eleição em dois turnos<br />foi escolhido São Lucas.<br />Hoje nossa denominação é“Rede de Comunidades São Lucas”.<br />
  60. 60. Festa de integração da Rede de Comunidadesem 2004<br />
  61. 61. SÃO JOÃO BATISTAÉ UMA COMUNIDADE DA REDE<br />Neste Espírito de “Rede de Comunidades” não existe a figura de Igreja Matriz” e “Capelas”.Todas as Comunidades da região formam a “Rede de Comunidades”, sem distinção de grau entre elas, nem privilégios. Sendo assim a comunidade São João Batista, mesmo sendo a mais antiga e a maior dentre as comunidades, é simplesmente uma comunidade da Rede.<br />
  62. 62. Hoje com muita alegria somos uma dascomunidades da Rede. Festa de 2004<br />
  63. 63. A Rede de Comunidades tem investido na formação de lideranças,<br />no trabalho em forma de<br />Conselhos e no protagonismo dos leigos.<br />
  64. 64. O SONHO DO JORNAL VOLTA<br />O jornal “Voz no Deserto” teve poucas edições, mas o sonho de ter um “jornalzinho” próprio das comunidades não morreu.Em julho de 2002 ressurgiucom o nome “A Rede”.Já está completando 5 anosde circulação interrupta.<br />
  65. 65. Edição nº 1 de Julho de 2002<br />Edição nº 54 de Junho de 2007<br />
  66. 66. ENCONTROS, ROMARIAS, ...<br />Outra característica de nossa comunidadeé sua disposição em participar de encontros, romarias, profissões religiosas,ordenações sacerdotais...Tudo é motivo para uma excursão com muita disposição e alegria.<br />
  67. 67. Ordenação do Frei Milton Backes em Cândido Godoi<br />
  68. 68. Romaria da Terra<br />
  69. 69. Frei João Osmar na Lagoa da Harmonia.Roteiro da excursão ao encontro vocacional emDaltro Filho, Imigrante / RS<br />
  70. 70. MELHORIAS NA INFRAESTRUTURA<br />Ultimamente nossa comunidade tem recuperado sua disposição esua auto-estima. Isto pode ser notado nas melhorias em sua estrutura física:<br />
  71. 71. Muro e cerca da comunidade<br />
  72. 72. Melhoria no revestimento interno da cozinha<br />
  73. 73. Piso e cadeiras novas<br />
  74. 74. ATIVIDADES SÓCIO-CULTURAIS<br />O nosso Centro Comunitáriotêm servido como espaço para diversas ações sociais como as seguintes:<br />
  75. 75. Oficina de remédios caseiros<br />
  76. 76. Grupo de mulheres “Mãos de Marta”<br />
  77. 77. Grupo de capoeira<br />
  78. 78. Grupo de capoeira<br />
  79. 79. REPERCUSSÃO NA VIDA ECLESIAL<br />A nossa comunidade reflete em suas celebrações e catequeses o momento novo em que está vivendo:<br />
  80. 80. Celebrações dos sacramentos feitas com esmero.<br />
  81. 81. Catequese com adultos<br />
  82. 82. Catequese com crianças<br />
  83. 83. Celebrações dinâmicas<br />
  84. 84. Celebrações bem preparadas<br />
  85. 85. Celebração do Natal<br />
  86. 86. Infância Missionária<br />
  87. 87. Projeto Missionário do Dízimocom a presença de Dom José Mario<br />
  88. 88. Escola Bíblica<br />
  89. 89. GRANDE FESTA MARCA A PASSAGEM DOS 30 ANOS DA COMUNIDADE<br />Para marcar a passagem dos 30 anos de fundação, a Comunidade São João Batista organizou muitas atividades sócio-culturais e religiosas, tais como: Caminhada pela Vida, Pedalada da Família, Almoço Festivo, Mateada e Coral da Ipiranga. Da parte religiosa houve Tríduo Preparatório e Procissão e Missa Solene.<br />
  90. 90. O CONSELHO DA COMUNIDADE COORDENOU AS AÇÕES<br />Coordenadora: Lourdes Martina Duarte Lopes;<br />Seg. Coordenador: Ronei Salgado dos Santos;<br />Secretária: Adriana Apolinário Escouto;<br />Seg. secretária: Eliana Araujo de Freitas;<br />Tesoureira: Tânia Maria Gonçalves Martins<br />Seg. Tesoureira: Élida de Lima Pedroso;<br />
  91. 91. Suplentes: Loiraci Meireles; Enildo Quiroga Costa; Terzinha F. Dias; Sônia Maria Picaluga Gonçalves; <br />Catequistas: Eliana Araujo de Freitas e Lourdes Martina Duarte Lopes;<br />Prep. Do Batismo: Maria Solange Soares dos Santos, Eunice Barros de Barros, Sônia Maria Gonçalves Picaluga;<br />Coord. Projeto Missionário do Dízimo: Maria Solange Soares dos Santos.<br />
  92. 92. FICHA TÉCNICA<br />Equipe responsável pela produção deste documentário: Eunice Barros de Barros, Maria Solange Soares dos Santos, Sonia Maria Gonçalves Picaluga e Frei João Osmar D’Ávila;<br />Digitação e arte final: Patrick Gonçalves Picaluga.<br />
  93. 93. “Comunidade São João Batista<br />há 30 anos prepara os Caminhos do Senhor”<br />Fim<br />Parabéns Comunidade São João Batista<br />Rio Grande, 24 de junho de 2007<br />

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