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Em 2011, o 1º Levantamento de Índice foi de apenas 0,21%. O 2º houve umaumento nos níveis de infestação em que ultrapassou...
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de controle manejo ambiental: mudanças no meio ambiente que impeçam ouminimizem a propagação do vetor, evitando ou destrui...
Epidemiológicas não houve nenhuma notificação no município.Tabela 06- Semanas Epidemiológicas com Registros de casos de De...
Gráfico 08-Casos Notificados em 2012. Frequência por sexo segundoMunicípio.                                           Nº A...
ConfirmadosFonte: Núcleo de Informações Epidemiológicas/SINAN-NET/ TabwiGráfico 08- Curva Endêmica da Distribuição de Caso...
Caso confirmado, é o caso confirmado laboratorialmente. No curso de umaepidemia, a confirmação pode ser feita através de c...
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Epidemiologia

  1. 1. FRANCISCOPOLISVigilância Entomo/Epidemiológica As atividades de vigilância entomológica devem ser executadasfrequentemente em toda a área urbana do município, com a finalidade delevantar os índices e Infestação predial e traçar estratégia, promover ações emedidas no sentido de reduzir os criadouros de larvas do mosquito.Monitoramento da suscetibilidadeControle Vetorial/ProfilaxiaConsiste na visita domiciliar casa a casa. É atribuição do Agente de Endemias;1º vistoriar os quarteirões existentes, 2º Apresentar para o morador (a),informar ao mesmo sobre a importância do seu trabalho, e posteriormente,iniciar a inspeção por todos os cômodos dos imóveis existentes, começandopelo lado direito para o esquerdo em sentido horário, intra e Peri domiciliardescobrindo e eliminando na medida do possível tudo que possa acumularágua, realizar mutirão de limpeza Usa de larvicidas, e inseticidas devem serusadas em ultimo caso, ou quando necessário e por ultimo realizar praticasanitária, reunir com Agentes comunitários de Saúde com a população e outrasinstituições. Atividades Complementares Outras atividades de emergência como força tarefa, aplicações de inseticidaultrabaixo volume (UBV), são utilizadas em caso de surtos, ou seja, é de usorestrito em epidemias para interromper a transmissão, e eliminar as fêmeasinfectadas. Segundo a Planilha de avaliação e monitoramento do ProgramaNacional do Controle da Dengue da SRS/TO, em 2009, os índices deinfestação Predial no Município mantiveram patamares baixíssimos, ou seja,em números aceitáveis pelo Ministério da Saúde. Vale lembrar que somente no2º e no 3º Levantamento de índice é que houve infestação Predial onde o 2º(Li) mediu cerca de 40% e o 3º (Li) 0,50%. Apesar da presença do vetor aindaque em baixa escala, no referido período, não houve registro de casosConfirmados por dengue nessa Localidade, e portanto, é a certeza que nesteperíodo não houve circulação do vírus, e portanto reforça-se a tese em quepara a ocorrência da doença, não basta apenas a presença do mosquito. Faz-se necessário o conjunto desses fatores: (Vetor) Presencia do mosquito, Vírus,e população. De acordo com o Núcleo de Informações Epidemiológicas (NIE)da Superintendência Regional de Saúde (SRS/TO), No decorrer do ano 2007,2008, 2009, não houve ocorrência de casos de Dengue em Francisco polis. Em2010, no 1º Levantamento, o Índice de Infestação Predial aumentoudrasticamente medindo cerca de 2% em relação ao mesmo período do anoanterior que foi de ,0% O 3º levantamento de Índice do ano anterior teve umamplo perfil entomológico, ou seja os números variaram entre 0,50% e 0,57%.
  2. 2. Em 2011, o 1º Levantamento de Índice foi de apenas 0,21%. O 2º houve umaumento nos níveis de infestação em que ultrapassou 1%. Em 2012, os níveisde infestação mantiveram satisfatórios oscilando entre 0% e, 3% em relação ao1º ao 3º. do ano de 2007 a 2012.Veja a seguir.Figura 01- Índice de Infestação Predial por Aedes aegypti Município deFranciscópolis Ano 2009 Indide de Infestação Predial 0,60% 0,50% 0,40% 0,30% 0,20% 0,10% 0,00% 1º 2º 3º 4º 5º 6º LevantamLevantamLevantamLevantamLevantamLevantam ento de ento de ento de ento de ento de ento de Indice Indice Indice Indice Indice Indice Idide de Infstação Predial 0,00% 0,44% 0,50% 0,00% 0,00% 0,00% 0Fonte: PNCD/SRS/TO.Figura 02- Índice de Infestação Predial por Aedes aegypti Município deFranciscópolis Ano 2010. 2,50% 2,00% 1,50% 1,00% 0,50% 0,00% 1º 2º 3º 4º 5º 6º Levant Levant Levant Levant Levant Levant ament ament ament ament ament ament o de o de o de o de o de o de Indice Indice Indice Indice Indice Indice Indice de Infestação Predial 2,29% 0,00% 0,57% 0,23% 0,00% 0,00% 0Fonte: PNCD/SRS/TO.KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK.
  3. 3. Figura 03- Índices de Infestação predial por Aedes aegypti MunicípioFranciscópolis Ano 2011 Índice de Ínfestação Predial 1,40% 1,20% 1,00% 0,80% 0,60% 0,40% 0,20% 0,00% 1º 2º 3º 4º 5º 6º Levant Levant Levant Levant Levant Levant ament ament ament ament ament ament o de o de o de o de o de o de Índice Índice Índice Índice Índice Índice Índice de Ínfestação Predial 0,21% 1,38% 0,37% 0,00% 0,00% 0,00%Fonte: PNCD/SRS/TO.Figura 04- Índices de Infestação predial por Aedes aegypti MunicípioFranciscópolis Ano 2012. Índice de Ínfestação Predial 0,35% 0,30% 0,25% 0,20% 0,15% 0,10% 0,05% 0,00% 1º 2º 3º 4º 5º 6º Levanta Levanta Levanta Levanta Levanta Levanta mento mento mento mento mento mento de de de de de de Índice Índice Índice Índice Índice Índice Índice de Ínfestação Predial 0,00% 0,33% 0,00% 0Fonte: PNC D/SRS/TO.A única garantia para que não exista a dengue é a ausência do vetor. Emboranão esteja determinado um limite do qual se possa ter a certeza de que nãoocorrerão surtos de dengue, este nível deve ser bem próximo de zero. Dessaforma, em áreas com Aedes, o monitoramento do vetor deve ser realizadorotineiramente para conhecer as áreas infestadas e desencadear as medidas
  4. 4. de controle manejo ambiental: mudanças no meio ambiente que impeçam ouminimizem a propagação do vetor, evitando ou destruindo os criadourospotenciais do Aedes; melhoria de saneamento básico, participação comunitária,no sentido de evitar a infestação domiciliar do Aedes, através da redução decriadouros potenciais do vetor (saneamento domiciliar);controle químico:consiste em tratamento focal (elimina larvas), perifocal (em pontos estratégicosde difícil acesso) e por ultra baixo volume (elimina alados) com uso restrito emepidemias.Tabela 05- Semanas Epidemiológicas com Registros de Notificações de casossuspeitos Dengue Município Franciscópolis até a vigésima semanaepidemiológica ano, 2012. Caso suspeito é aquele cujo diagnóstico laboratorialnegativo é compatível com outras patologias.Semana 2ª 3ª 4ª 5ª 6ª 7ª 9ª 11ª 13ª 14ª 15ª 16ª 17ª 19ª 20ª Totas Epid lNº de 1 1 2 1 10 5 5 5 3 1 2 3 2 1 1 43NotificaçõesFonte: Núcleo de Informações Epidemiológicas/SINA-NET/ Tabwin*.Gráfico 05- Curva Endêmica da distribuição semanal de Notificações de Casossuspeitos de Dengue município Franciscipolis ano 2012. 10 5 5 5 3 3 2 2 2 1 1 1 1 1 1Fonte: Núcleo de Informações Epidemiológicas/SINA-NET/Tabwin*.Na figura numero-05 é que se podem verificar somente as semanasepidemiológicas em que houve notificações de casos com suspeita de Dengueno município de Franciscópolis. Nas 1ª, 8ª, 10ª, 12ª, 18ºsemanasepidemiológicas.FFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF.
  5. 5. Epidemiológicas não houve nenhuma notificação no município.Tabela 06- Semanas Epidemiológicas com Registros de casos de DengueConfirmados por Critério Laboratorial, Município Francisco polis Ano, 2012.Caso confirmado considera-se aquele confirmado por diagnóstico laboratorial.Nº de Casos 2ª 6º 9ª 11ª 13ª 14ª 15ª 16ª 17ª TotalConfirmadosNº Casos 1 2 1 4 1 1 3 2 1 16confirmadosFonte: Núcleo de Informações Epidemiológicas/SINA-NET/Tabwin.*Gráfico 06- Curva Endêmica da distribuição Semanal de Casos confirmados deDengue por Critério Laboratorial segundo Município Franciscópolis Ano2012. .Caso confirmado considera-se aquele confirmado por diagnóstico laboratorial. 4 3 2 1 2 1 1 1 1Fonte: Núcleo de Informações Epidemiológicas/SINA-NET/ Tabwin*.Do total de casos notificados apenas 37,2% teve diagnóstico reativo.Caracteres Epidemiológicos Reativos a pessoaTabela 07- Frequência por sexo segundo MunicípioMasculino Feminino Ignorado Total Total em Masculino Feminino %19 25 0 44 100% 43,2% 56,8%Fonte: Núcleo de Informações Epidemiológicas/SINA-NET/ Tabwin*.
  6. 6. Gráfico 08-Casos Notificados em 2012. Frequência por sexo segundoMunicípio. Nº Absolutos Percetual 25 19 0 0% 43,20% 56,80% Ignorado Masculino FemininoFonte: Núcleo de Informações Epidemiológicas/SINA-NET/ Tabwin*.De acordo com a figura 08, entre estas duas categorias (Homens, Mulheres),determinou um numero de situações em que as mulheres, foram submetidasao risco mais elevados da totalidade das notificações tendo em vista, que elasforam as mais atingidas.Tabela 08- Frequência por Faixa Etária segundo Munícipio Francisco polis ano2012.Idade <1 1-4 5-9 10-14 15-19 20-34 35-49 50-64 65-79 80+ Total AnoNº de 1 0 2 5 8 8 9 6 2 3 44PessoasFonte: Núcleo de Informações Epidemiológicas/SINA-NET/ Tabwin*.Tabela 08- Evolução da Série Histórica de Casos Confirmados de Dengue porCritério Laboratorial no Município de Francisco polis, Período de 2007 a 2012.A figura descrita abaixo é Importante para garantir a comparabilidade dosdados de uma série histórica, que é a definição de Casos assim como astécnicas Laboratoriais que se utiliza para o diagnóstico da doença ou suaeliminação.Ano da 2007 200 2009 2010 2011 2012Notificação 8Nº de Casos 0 0 0 82 4 16
  7. 7. ConfirmadosFonte: Núcleo de Informações Epidemiológicas/SINAN-NET/ TabwiGráfico 08- Curva Endêmica da Distribuição de Casos confirmados de Denguepor Critério Laboratorial por Ano da Notificação segundo Município Franciscopolis. 82 0 0 0 16 2007 4 2008 2009 2010 2011 2012Fonte: Núcleo de Informações Epidemiológicas-SINAN/NET/ Tawin*Gráfico 09- Serie histórica da Distribuição por ano da notificação de Casos deDengue por Critério Laboratorial. Título do Eixo 100 50 0 2010 2007 Nível Nível Nível Surto Nível 1 Caso Endemico Endemico Endemico Epidemico Endemico Endemico 2007 0 0 2008 0 2009 0 2010 82 2011 4 2012 16Fonte: Núcleo de Informações Epidemiológicas/SI NA-NET/ TabwiN*
  8. 8. Caso confirmado, é o caso confirmado laboratorialmente. No curso de umaepidemia, a confirmação pode ser feita através de critério clínico-epidemiológico, menos nos primeiros casos. A descrição da ocorrência de uma doença segundo distribuição espacial(local), nos oferece uma visão da dispersão desse problema (DENGUE) noterritório bem como facilita a localização dos casos, e onde há maior incidênciadessa patologia, e tem como referencia, um amplo espaço geográfico taiscomo: um País, Estado, Cidade, Residência, comércios, ou seja, hospitais,áreas de lazer, local de trabalho. Devem-se levar em conta as característicasgeográficas dessa área pelo fato de a Dengue ser transmitida apenas por vetore ainda que seu agente etiológico tenha como hospedeiro o homem.

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