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Firmitas: construção e    configuração
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Parte do acervo do museu                            Na exposição do Museu de                           Quixadá observa-se ...
REFERÊNCIAS•   ALBERNAZ, Maria Paula; LIMA, Cecília Modesto. Dicionário Ilustrado de Arquitetura. 3 ed. São Paulo:    ProE...
OBRIGADA!•   Contatos•   E-mail: gislayne.viana@hotmail.com•   Facebook: www.facebook.com/gislayne.viana•   Blog: gislayne...
Museu Histórico de Quixadá/CE - A forma em função do seu uso.
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Só com o conhecimento e o entendimento do real conceito de patrimônio cultural − todos os bens, materiais e imateriais, naturais ou construídos, que uma pessoa ou um povo possui ou consegue acumular (LEMOS, 2004) − é possível quebrar um inconsciente coletivo instaurado no povo brasileiro: prédios antigos só podem funcionar como abrigo de museus ou outras atividades ditas “culturais”.
"Todos somos responsáveis de traçarmos nossa própria história. Mas antes devemos saber compreender o passado, para lidar com o presente, só assim conseguiremos projetarmos um futuro.
"

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Museu Histórico de Quixadá/CE - A forma em função do seu uso.

  1. 1. V Congresso de Iniciação Científica emArquitetura e Urbanismo da Regional Nordeste da FeNEA MUSEU HISTÓRICO DE QUIXADÁ/CE A FORMA EM FUNÇÃO DO SEU USO Autora: Gislayne Viana Orientadora: Prof. Me. Ana Paula Gurgel
  2. 2. OBJETIVO Analisar o Museu Histórico de Quixadá/CE a partir dos três pilares vitruvianos da arquitetura: Utilitas – utilidade; Venustas – beleza; Firmitas – estrutura.
  3. 3. JUSTIFICATIVAInquietação inicial• Falta de políticas públicas patrimoniais “Prédios antigos só podem funcionar como abrigo de Museus ou Centros Culturais”
  4. 4. PATRIMÔNIO E PRESERVAÇÃOHoje é possível afirmar que a preservação do patrimônio constitui umcampo do conhecimento que assegura sua unidade existencial, que é constituído, identificado por uma história; (SANTOS, 2012; p. 02). A preservação e a ideia de patrimônio sofreram transformações tãoviolentas que é possível afirmar que estamos sendo confrontados poruma verdadeira “crise de identidade do patrimônio”. É inegável que o patrimônio ganhou amplitude, também é indiscutível anecessidade de aprofundar o debate, com seriedade e fundamento. (SANTOS, 2012).
  5. 5. Planta de situação do museu. Destaca-se no cenário urbano por seu bom estado de preservação e conservação de sua estrutura física frente à destruição da arquitetura histórica que predomina na cidade de Quixadá.
  6. 6. Venustas: o eclético “bolo de noiva”• Antiga residência construída em 1922 com predominância de características formais do estilo eclético.
  7. 7. Firmitas: construção e configuração
  8. 8. Utilitas: residência x museu O prédio abriga hoje um museu, os espaços são preenchidos pelo o acervo histórico da cidade: nas salas e alcovas ficam os artefatos e na administração os arquivos documentais.
  9. 9. Parte do acervo do museu Na exposição do Museu de Quixadá observa-se que não há na organização do acervo uma linha evolutiva clara, embora sejam agrupados por temáticas.
  10. 10. REFERÊNCIAS• ALBERNAZ, Maria Paula; LIMA, Cecília Modesto. Dicionário Ilustrado de Arquitetura. 3 ed. São Paulo: ProEditores, 2003. 670p.• DZIURA. Giselle luzia. Três tratadistas da arquitetura e a ênfase no uso do espaço. 2006. Disponível em: <http://www.up.com.br/davinci/3/303_tres_tratadistas_da_arquitetura.pdf >. Acesso em 14 dez. 2012.• GURGEL, Ana Paula C. Crato: formação e transformações morfológicas do seu centro histórico. 2008. 213f. Trabalho Final de Graduação (Graduação em Arquitetura e Urbanismo) – Departamento de Arquitetura, Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, 2008. 9• IBGE. Contagem da População 2010. Disponível em: <http://www.censo2010.ibge.gov.br/sinopse>. Acesso em: 10 jun. 2011.• LEMOS, Carlos. O que é patrimônio histórico. 5ª ed. de 1987. São Paulo: Brasiliense, 2004. (Coleção Primeiros Passos).• MANENTI, Leandro. Princípios de ordem projetual na obra de Vitrúvio. In Arquitetura Revista, v. 06, n. 1, jan/jul 2010.• QUIXADÁ. Lei nº 2.266: cria o museu histórico de Quixadá Jacinto de Sousa e dá outras providências. 09. nov. 2006.• QUIXADÁ. Decreto Municipal Nº 007/2007: Tombamento Municipal. 14.jul.2007• REIS FILHO, Nestor Goulart. Quadro da arquitetura no Brasil. 10ª ed. São Paulo: Perspectiva, 2004. 211 p. (Debates)• SANTOS, Myrian S. dos. A escrita do passado nos museus históricos. Rio de Janeiro: Garamond, MinC, IPHAN, DEMU, 2006. 144p. (Coleção Museu, memória e cidadania).• SANTOS, Cecília R. dos. A noção de patrimônio e a origem das idéias e das práticas da preservação no Brasil. In Arquitextos, São Paulo, 13.149, Vitruvius, out. 2012. Disponível em: <http://www.vitruvius.com.br/revistas/read/arquitextos/13.149/4528>. Acesso em 15 dez. 2012.• SCHNEIDER, Luiz Carlos. Rio Prado: evolução urbana e patrimônio arquitetônico-urbanístico. Santa Cruz do Sul: EDUNISC, 2005. 231 p.
  11. 11. OBRIGADA!• Contatos• E-mail: gislayne.viana@hotmail.com• Facebook: www.facebook.com/gislayne.viana• Blog: gislayneviana.tumblr.com

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