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TÍTULO

                   SHAKESPEARES MEMÉTICOS
                   A TRADUÇÃO INTERSEMIÓTICA NAS REDES SOCIAIS DO NOVO SÉCULO
    DATA                                PESQUISADOR
                   04/10/2010                         ERNESTO DINIZ / UFBA
quinta-feira, 16 de junho de 2011
“   TITANIA: “And the ‘mazed
                                        world, by their increase, now
                                        knows not which is which.”
                                                    A Midsummer’s Night Dream
                                                                   Act II, Scene I




                                                      2
quinta-feira, 16 de junho de 2011
PINTURA




                                             Joseph Noel Paton
                                       THE RECONCILIATION
                                    OF OBERON AND TITANIA
                                                          1847

                                      3
quinta-feira, 16 de junho de 2011
PROBLEMAS


                                    4
quinta-feira, 16 de junho de 2011
PROBLEMAS




           COMO A TRADUÇÃO
           E A LITERATURA SE
           APRESENTAM HOJE?


                                             1
                                    5
quinta-feira, 16 de junho de 2011
PROBLEMAS




           TRADUÇÃO
           É CÓPIA?



                                             2
                                    6
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PROBLEMAS




           QUAIS AS RELAÇÕES ENTRE
           TRADUÇÃO, LITERATURA
           e TECNOLOGIA?


                                             3
                                    7
quinta-feira, 16 de junho de 2011
QUADRINHOS




                                    Anthony Del Col, Connor McCreery, Andy B.
                                                KILL SHAKESPEARE
                                                       www.killshakespeare.com

                                               8
quinta-feira, 16 de junho de 2011
QUADRINHOS




                                            Hamlet, edição #5, página 13
                                    HAMLET VÊ O FANTASMA
                                                DE SEU PAI




                                        9
quinta-feira, 16 de junho de 2011
HIPÓTESES


                                    10
quinta-feira, 16 de junho de 2011
HIPÓTESES




           AS ALTERAÇÕES    SOCIAIS E
           TECNOLÓGICAS ALTERAM A
           ABORDAGEM SOBRE A LITERATURA
           E SUA DISTRIBUIÇÃO



                                              1
                                    11
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“          “O que caracteriza a
                            atual revolução
                            tecnológica não é a
                            centralidade de
                            conhecimentos e
                            informação, mas a
                            aplicação desses
                            conhecimentos e
                            dessa informação, em
                            um ciclo de
                            retroalimentação
                            cumulativo entre
                            inovação e seu uso.”

                                     MANUEL CASTELLS
                                    In: “Sociedade em rede”, p.69.




                                                                     12
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HIPÓTESES




           ESSAS ALTERAÇÕES
           RECONFIGURAM OS PAPÉIS DE
           AUTOR, LEITOR E TRADUTOR


                                              2
                                    13
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“          “Apropriando-se dos
                              hipertextos, das
                              multimídias
                              interativas, das
                              realidades virtuais,
                              dos programas de
                              inteligência ou vida
                              artificial, de sistemas
                              de informação
                              interativos,
                              intelectuais coletivos
                              exploram semióticas
                              mutantes. No Espaço
                              do saber, o
                              logocentrismo do
                              Território já não tem
                              vigência.”
                                                    PIERRE LÉVY
                                    In: “A inteligência coletiva”, p.146.


                                                                            14
quinta-feira, 16 de junho de 2011
HIPÓTESES




           A TECNOLOGIA PODE SERVIR COMO
           MEIO DE REAPROXIMAÇÃO DA
           LITERATURA E DE INCENTIVO
           AO IMPULSO TRADUTÓRIO


                                              3
                                    15
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CINEMA




                                         Dirigido por Baz Luhrmann
                                         ROMEO + JULIET
                                                  Capa do DVD, 1996

                                    16
quinta-feira, 16 de junho de 2011
OBJETIVOS


                                    17
quinta-feira, 16 de junho de 2011
OBJETIVOS




           APROFUNDAR AS REFLEXÕES
           SOBRE A CRIAÇÃO E DIFUSÃO
           DE TRADUÇÕES DAS PEÇAS DE
           SHAKESPEARE NAS
           REDES SOCIAIS

                                              1
                                    18
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“    “O texto inconsciente
                                         já está tecido de traços puros,
                                         (…) constituído por arquivos
                                         que são sempre já
                                         transcrições. Estampas
                                         originárias. Tudo começa pela
                                         reprodução. (…) O apelo do
                                         suplemento é aqui originário
                                         e escava aquilo que se
                                         reconstitui mais tarde
                                         como o presente. O
                                         suplemento, aquilo que parece
                                         acrescentar-se como um pleno
                                         a um pleno, é também
                                         aquilo que supre.”
                                                          JACQUES DERRIDA
                                                 In: “A escritura e a diferença”, p.200.




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quinta-feira, 16 de junho de 2011
OBJETIVOS




           ANALISAR COMO A TRADUÇÃO
           INTERSEMIÓTICA TRABALHA
           COMO SUPLEMENTO DO TEXTO




                                              2
                                    20
quinta-feira, 16 de junho de 2011
ANIME




                                         Dirigido por Fumitoshi Oizaki
                                            ROMEO x JULIET
                                             Imagem de divulgação, 2007

                                    21
quinta-feira, 16 de junho de 2011
A ERA DAS
           REVOLUÇÕES POR
           MINUTO
           A VELOCIDADE DAS MUDANÇAS




                                    22
quinta-feira, 16 de junho de 2011
1700
                            HÁ
                            GERAÇÕES
                            A LINGUAGEM SE
                            DESENVOLVEU




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1700
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                            GERAÇÕES
                            A LINGUAGEM SE
                            DESENVOLVEU
                                              300
                                             HÁ
                                             GERAÇÕES
                                             SURGIU A ESCRITA




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1700
                            HÁ
                            GERAÇÕES
                            A LINGUAGEM SE
                            DESENVOLVEU
                                                       300
                                                      HÁ
                                                      GERAÇÕES
                                                      SURGIU A ESCRITA
                                    OS TELEVISÃO SE
                                    POPULARIZOU NA
                                    DÉCADA DE 50
                                                           OS CELULARES SE
                                                           POPULARIZARAM NA
                                                           DÉCADA DE 90

                             A      INTERNET
                             SE POPULARIZOU NO
                             ANO 2000
                                                      25
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1700
                            HÁ
                            GERAÇÕES
                            A LINGUAGEM SE
                            DESENVOLVEU
                                                       300
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                                                      GERAÇÕES
                                                      SURGIU A ESCRITA
                                    OS TELEVISÃO SE
                                    POPULARIZOU NA
                                    DÉCADA DE 50
                                                           OS CELULARES SE
                                                           POPULARIZARAM NA
                                                           DÉCADA DE 90

                             A      INTERNET
                             SE POPULARIZOU NO
                             ANO 2000
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Revista VEJA
             INFOGRÁFICO: EM RITMO ELETRIZANTE
             Edição Especial Tecnologia, Setembro 2008




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quinta-feira, 16 de junho de 2011
A ERA DAS REVOLUÇÕES
          POR MINUTO
           UM CENÁRIO TRADUTÓRIO COMPLEXO




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quinta-feira, 16 de junho de 2011
A ERA DAS REVOLUÇÕES
          POR MINUTO
           UM CENÁRIO TRADUTÓRIO COMPLEXO


                                    1   BOOMERS, GERAÇÃO X,
                                        GERAÇÃO Y, GERAÇÃO Z




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Boomers                Geração X                            Geração Y
              Diversidade como causa       Aceita a diversidade               Vive a diversidade
              Idealismo                    Pragmatismo/Cinismo                Otimista/Realista
              Autodeterminação             Autoconfiança                      Auto invenção
              Foco em movimento de massa   Rejeita o que não funciona         Recria as regras
              Instituições                 Desconfia de instituições          Instituições são irrelevantes
              TV                           Internet                           Mobile
              Tecnologia distante          Tecnologia para consumo            Tecnologia onipresente
              Foco em tarefa               Foco em experiência                Multitudo
              TV/Rua/Vizinhança            TV/VCR/DVD                         Celular/iPod/Game/Social



                     1945 a 1965               1966 a 1979                        1980 a 1994



                                                       Fonte: Apresentação do planner Keid Sammour, da agência CUBOCC

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Geração Z
                                    Vive a diversidade
                                    Realista/Ativista
                                    Onisciência
                                    Recria as regras
                                    Instituições são irrelevantes
                                    Touchscreens
                                    Tecnologia para viver
                                    Tudo que interessa
                                    Smartphone/iPad/Apps/Social/Geolocalização



                                                1995 a 2000



                                                       Fonte: Apresentação do planner Keid Sammour, da agência CUBOCC

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A ERA DAS REVOLUÇÕES
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          POR MINUTO
           UM CENÁRIO TRADUTÓRIO COMPLEXO
                                    96% DA GERAÇÃO Y PARTICIPA DAS REDES SOCIAIS
                                    AS GERAÇÕES Y E Z CONSIDERAM O EMAIL
                                    ULTRAPASSADO
                                    90 TRILHÕES DE EMAILS FORAM ENVIADOS PELA
                                    INTERNET EM 2009
                                    SÃO ENVIADOS, POR DIA, 27,3 MILHÕES DE TUÍTES
                                    O FACEBOOK POSSUI 400 MILHÕES DE USUÁRIOS
                                    1 BILHÃO DE VÍDEOS SÃO ASSISTIDOS POR DIA NO
                                    YOUTUBE
                                                                       Fonte: Vídeo “The State of the Internet”
                                                                    (disponível em www.vimeo.com/9641036)

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A ERA DAS REVOLUÇÕES
          POR MINUTO
           UM CENÁRIO TRADUTÓRIO COMPLEXO


                                    1   BOOMERS, GERAÇÃO X,
                                        GERAÇÃO Y, GERAÇÃO Z

                                    2   O ETERNO RETORNO
                                        (TRENDING)




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“    “A errância pós-moderna é
                                         aquela mesma que pode
                                         permitir lançar uma ponte
                                         entre o mundo
                                         contemporâneo e os valores
                                         tradicionais. (...) O ‘eu’ tem
                                         uma infinidade de facetas,
                                         assim como a sociedade é
                                         uma sucessão de
                                         potencialidades.”
                                                     MICHEL MAFFESOLI
                                              In: “Sobre o nomadismo”, p.112-113.




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A ERA DAS REVOLUÇÕES
          POR MINUTO
           UM CENÁRIO TRADUTÓRIO COMPLEXO


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                                        GERAÇÃO Y, GERAÇÃO Z

                                    2   O ETERNO RETORNO
                                        (TRENDING)

                                    3   TECNOLOGIA E
                                        LITERATURAS GLOBAIS

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TEATRO




                                                Grupo Teatro Vivo (Londres)
                                    SUPERMARKET SHAKESPEARE
                                                           Setembro de 2010

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A CULTURA DO
           SÉCULO XXI
           A VIRADA PARTICIPATIVA




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A CULTURA DO
          SÉCULO XXI
          A VIRADA PARTICIPATIVA

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                                                                                    PADRÃO DE ORGANIZAÇÃO




                        Gráfico contido no artigo “Scaffolds for building
                  everyday creativity” de Elizabeth B.-N. Sanders (2006)




                                                                           38
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A CULTURA DO
          SÉCULO XXI
          A VIRADA PARTICIPATIVA

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                                                                                    PADRÃO DE ORGANIZAÇÃO

                                                                                2   O CARÁTER MULTIMÍDIA
                                                                                    E MULTISENSORIAL DA
                                                                                    CULTURA CONTEMPORÂNEA


                        Gráfico contido no artigo “Scaffolds for building
                  everyday creativity” de Elizabeth B.-N. Sanders (2006)




                                                                           39
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“    “Com o agigantamento
                                    crescente dos meios de
                                    comunicação, no século XX,
                                    foram também crescendo as
                                    dificuldades para se
                                    estabelecer distinções
                                    claras entre o popular, o
                                    erudito e o massivo.”
                                                    LUCIA SANTAELLA
                                     In: “Culturas e artes do pós humano”, p.52.




                                                                   40
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A CULTURA DO
          SÉCULO XXI
          A VIRADA PARTICIPATIVA

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                                                                                    PADRÃO DE ORGANIZAÇÃO

                                                                                2   O CARÁTER MULTIMÍDIA
                                                                                    E MULTISENSORIAL DA
                                                                                    CULTURA CONTEMPORÂNEA

                                                                                3   AUTOR-LEITOR-TRADUTOR
                        Gráfico contido no artigo “Scaffolds for building
                  everyday creativity” de Elizabeth B.-N. Sanders (2006)




                                                                           41
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A CULTURA DO
          SÉCULO XXI
          A VIRADA PARTICIPATIVA

                                                                                1   A REDE COMO
                                                                                    PADRÃO DE ORGANIZAÇÃO

                                                                                2   O CARÁTER MULTIMÍDIA
                                                                                    E MULTISENSORIAL DA
                                                                                    CULTURA CONTEMPORÂNEA

                                                                                3   AUTOR-LEITOR-TRADUTOR
                        Gráfico contido no artigo “Scaffolds for building
                  everyday creativity” de Elizabeth B.-N. Sanders (2006)
                                                                                4   PASSADO-PRESENTE-FUTURO


                                                                           42
quinta-feira, 16 de junho de 2011
SOMOS TODOS
           TRADUTORES
           E O MUNDO É UM PALCO




                                    43
quinta-feira, 16 de junho de 2011
“   “Por seu caráter de transmutação de
                                        signo em signo, qualquer pensamento é
                                        necessariamente tradução.”
                                                                          JULIO PLAZA
                                                          In: “Tradução intersemiótica”, p.18.




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SOMOS TODOS
           TRADUTORES
           E O MUNDO É UM PALCO




                                         SHAKESPEARE
                                    NAS REDES SOCIAIS
                                     EXEMPLOS
                                      45
quinta-feira, 16 de junho de 2011
YOUTUBE                           1
                                    46
quinta-feira, 16 de junho de 2011
Pesquisa no Youtube
                                         pela palavra
                                         “shakespeare”

                                         74.600
                                         VÍDEOS
                                         EM 25/09/2010




       YOUTUBE                                                 1
                                    47
quinta-feira, 16 de junho de 2011
Criado por DaveMcDevitt
                                         FAST HAMLET
                                                Tempo: 41s




       YOUTUBE                                               1
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quinta-feira, 16 de junho de 2011
“    “O escriptor moderno nasce
                                         ao mesmo tempo que seu
                                         texto; não é, de forma
                                         alguma, dotado de um ser
                                         que precedesse ou
                                         excedesse a sua escritura,
                                         não é em nada o sujeito de
                                         que o seu livro fosse
                                         predicado; outro tempo não
                                         há senão o da enunciação, e
                                         todo texto é escrito
                                         eternamente aqui e agora.”
                                                    ROLAND BARTHES
                                                  In: “O rumor da língua”, p.61.




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quinta-feira, 16 de junho de 2011
Rompendo barreiras,
                                    misturando mídias e
                                    reterritorializando o texto
                                    SHAKESPEARE+
                                    TWITTER

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                                     50
quinta-feira, 16 de junho de 2011
JULIETA
                                         passeia pelo
                                         século XXI




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quinta-feira, 16 de junho de 2011
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quinta-feira, 16 de junho de 2011
JULIETA
                                    vive no
                                    século XXI


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quinta-feira, 16 de junho de 2011
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quinta-feira, 16 de junho de 2011
Vídeo do canal “94Juliet”
                                                   JULIET1
                                                    Tempo: 1m48s




       SITE+TWITTER+YOUTUBE                                   2
                                    55
quinta-feira, 16 de junho de 2011
SUBVERTENDO AS
                                    FERRAMENTAS
                                    ROMEO AND
                                    JULIET
                                    ARE NOW FRIENDS


       FACEBOOK                                       3
                                    56
quinta-feira, 16 de junho de 2011
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quinta-feira, 16 de junho de 2011
“     “Milhares de cópias quase indênticas de carros,
                                    livros e jornais são produzidas. Esse carros e livros
                                    não são copiados novamente, eles competem por
                                    nossa atenção e, se provarem sua popularidade,
                                    então novas cópias são feitas a partir do mesmo
                                    modelo. (...) Esse é um sistema ‘copie as
                                    instruções’ e não ‘copie o modelo’.”
                                                                               SUSAN BLACKMORE
                                                                        In: “The Third Replicator” (online em
                                             opinionator.blogs.nytimes.com/2010/08/22/the-third-replicator).


                                                                58
quinta-feira, 16 de junho de 2011
A CULTURA DO
          SÉCULO XXI
          A VIRADA PARTICIPATIVA



                      ENTENDER A TECNOLOGIA


                                    59
quinta-feira, 16 de junho de 2011
A CULTURA DO
          SÉCULO XXI
          A VIRADA PARTICIPATIVA



                      ENTENDER A TECNOLOGIA
                                    COMPORTAMENTOS
                                    LINGUAGENS


                                    60
quinta-feira, 16 de junho de 2011
EIXOS DE ANÁLISE
           LIMITANDO O INFINITO




                                    61
quinta-feira, 16 de junho de 2011
EIXOS DE ANÁLISE
             LIMITANDO O INFINITO


                                    1   SEMIÓTICA CULTURAL,
                                        MEMÉTICA E CIBERCULTURA




                                                62
quinta-feira, 16 de junho de 2011
EIXOS DE ANÁLISE
             LIMITANDO O INFINITO


                                    1   SEMIÓTICA CULTURAL,
                                        MEMÉTICA E CIBERCULTURA

                                    2   TRADUÇÃO INTERSEMIÓTICA
                                        E SEMIÓTICA APLICADA



                                                63
quinta-feira, 16 de junho de 2011
EIXOS DE ANÁLISE
             LIMITANDO O INFINITO


                                    1   SEMIÓTICA CULTURAL,
                                        MEMÉTICA E CIBERCULTURA

                                    2   TRADUÇÃO INTERSEMIÓTICA
                                        E SEMIÓTICA APLICADA



                                                64
quinta-feira, 16 de junho de 2011
APPS




                                                   Playshakespeare.com e Readle
                                    ‘SHAKESPEARE PRO’ PARA IPAD
                                         Todas as obras e informações em um aplicativo

                                                   65
quinta-feira, 16 de junho de 2011
A PESQUISA CONTINUA
           EXPLORANDO O INFINITO




                                    66
quinta-feira, 16 de junho de 2011
A PESQUISA CONTINUA
             EXPLORANDO O INFINITO


                                    1   MICHAEL D. BRISTOL:
                                        SHAKESPEARE COMO COMMODITY CULTURAL




                                                    67
quinta-feira, 16 de junho de 2011
A PESQUISA CONTINUA
             EXPLORANDO O INFINITO


                                    1   MICHAEL D. BRISTOL:
                                        SHAKESPEARE COMO COMMODITY CULTURAL

                                        MARJORIE GARBER:
                                    2   SHAKESPEARE E A CULTURA MODERNA




                                                     68
quinta-feira, 16 de junho de 2011
A PESQUISA CONTINUA
             EXPLORANDO O INFINITO


                                    1   MICHAEL D. BRISTOL:
                                        SHAKESPEARE COMO COMMODITY CULTURAL

                                        MARJORIE GARBER:
                                    2   SHAKESPEARE E A CULTURA MODERNA

                                        HENRY JENKINS:
                                    3   NARRATIVAS TRANSMIDIÁTICAS




                                                     69
quinta-feira, 16 de junho de 2011
A PESQUISA CONTINUA
             EXPLORANDO O INFINITO


                                    1   MICHAEL D. BRISTOL:
                                        SHAKESPEARE COMO COMMODITY CULTURAL

                                        MARJORIE GARBER:
                                    2   SHAKESPEARE E A CULTURA MODERNA

                                        HENRY JENKINS:
                                    3   NARRATIVAS TRANSMIDIÁTICAS




                                                     70
quinta-feira, 16 de junho de 2011
FOTO E TEATRO




                                           Bando de Teatro Olodum (Vila Velha)
                                    SONHO DE UMA NOITE DE VERÃO
                                                    Foto de Ernesto Diniz, 02/02/2007

                                               71
quinta-feira, 16 de junho de 2011
MUITO OBRIGADO
                                    ELIZABETH RAMOS, CAROL CUSTODIO, ANTONIA LEMOS
                                    E A TODOS OS QUE ME ACOMPANHAM NA FELICIDADE DE SER PESQUISADOR




quinta-feira, 16 de junho de 2011
REFERÊNCIAS
                                                                                                         EVEN-ZOHAR, Itamar. Polysystem studies. In: Poetics today, volume 11, número 1. Tel
                                                                                                         Aviv: Porter Institute, 1990.

                                                                                                         FISH, Stanley. Is there a text in this class?. Cambridge, Harvard University Press, 1980.

                                                                                                         FOUCAULT, Michel. As palavras e as coisas: uma arqueologia das ciências humanas.
             ADORNO, Theodor. Indústria Cultural e Sociedade. Trad. Julia Elisabeth Levy. São São        Trad. Salma Tannus Muchail. São Paulo: Martins Fontes, 2007.
             Paulo: Editora Paz e Terra, 2002.
                                                                                                         GARBER, Marjorie. Shakespeare And Modern Culture. Flórida: Anchor, 2009.
             BARBOSA, Ricardo. Experiência estética e racionalidade comunicativa. In: Comunicação
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                                                                                                         Newman and Claude Doubinsky. London: University of Nebraska Press, 1997.
             BARTHES, Roland. A aventura seimológica. Trad. Mario Laranjeira. São Paulo: Martins
             Fontes, 2001.                                                                               HALL, Stuart. A identidade cultural na pós-modernidade.Trad. Tomaz Tadeu da Silva. Rio
                                                                                                         de Janeiro: DP&A, 2006.
             ______, Roland. O rumor da língua. Trad. Mario Laranjeira. São Paulo: Martins Fontes,
             2004.                                                                                       HAUSER, Arnold. História Social da Arte e da Literatura. Trad. Álvaro Cabral. São Paulo:
                                                                                                         Martins Fontes, 1998.
             BENJAMIM, Walter. A obra de arte no tempo de suas técnicas de reprodução. In:
             Sociologia da Arte, IV. Rio de Janeiro, Zahar, 1969.                                        HUNTCHEON, Linda. A theory of adaptation. Nova Yorque: Routledge, 2006.

             BLACKMORE, Susan. The meme machine. Oxford: Oxford University Press, 1999.                  JAKOBSON, Roman. On linguistic aspects of translation. In: Jakobson, R., Selected
                                                                                                         Writings. 2. Word and Language. The Hague: Mouton, 1971, p. 260–266.
             BLOOM, Harold. Shakespeare: a invenção do humano. Trad: José Roberto O’Shea. Rio de
             Janeiro: Objetiva, 2001.                                                                    LEVY, Pierre. As tecnologias da inteligência. Rio de Janeiro: Editora 34, 1993.

             ______, Harold. O Cânone Ocidental. Trad.: Marcos Santarrita. Rio de Janeiro: Objetiva,     ______, Pierre. Cibercultura. Trad. Carlos Irineu da Costa. São Paulo: Editora 34, 1999.
             2010.
                                                                                                         MAFFESOLI, Michel. Sobre o nomadismo: vagabundagens pós-modernas. Trad. Marcos
             BURGESS, Anthony. A Literatura Inglesa. São Paulo: Editora Ática, 1996.                     de Castro. Rio de Janeiro: Record, 2001.

             BRYSSON, Bill. Shakespeare: o mundo é um palco: biografia. Trad. José Rubens                 MORIN, Edgar. Cultura de Massas no Século XX: Neurose. Trad. Maura Ribeiro Sardinha.
             Siqueira. São Paulo: Companhia das Letras, 2008.                                            Rio de Janeiro: Forense Universitária, 2005.

             CAMPOS, Haroldo de. Da transcriação: poética e semiótica da operação tradutora. IN:         ______, Edgar. Introdução ao pensamento complexo. Porto Alegre: Sulina, 2007.
             OLIVEIRA, A.C. e SANTELLA, L. (orgs). Semiótica da literatura, São Paulo: Educ/Cadernos
             PUC, 1987.                                                                                  OTTONI, Paulo. Tradução Manifesta. Campinas: Editora UNICAMP, 2005.

             CASTELLS, Manuel. A sociedade em rede. Trad.: Roneide Venâncio Majer. São Paulo: Paz        PAZ, Octavio. Traducción: literatura y literalidad. Barcelona: Tusquets Editor, 1971.
             e Terra, 1999.
                                                                                                         PLAZA, Julio. Arte e Interatividade: autor-obra-recepção. Revista de Pós-graduação,
             COMPAGNON, Antoine. O demônio da teoria. Trad. Cleonice Paes Barreto Mourão. Belo           CPG, Instituto de Artes. Disponível em: <www.cap.eca.usp.br/ars2/
             Horizonte: Editora UFMG, 2001.                                                              arteeinteratividade.pdf>. Consultado em: 10 abril de 2010.

             DELEUZE, Gilles. Lógica do sentido. São Paulo: Perspectiva, 1998.                           ______, Julio. Tradução Intersemiótica. São Paulo: Editora Perspectiva, 2003. 

             DERRIDA, Jacques. A escritura e diferença. São Paulo: Perspectiva, 1979.                    RECUERO, Raquel. Redes sociais na internet. Porto Alegre: Sulina, 2009.

             ______, Jacques. Torres de Babel. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2002.                       SAMOYAULT, Tiphaine. A Intertextualidade. Trad. Sandra Nitrini. São Paulo: Editora
                                                                                                         Hucitec, 2008.
             DINIZ, Thais F. N. Literatura e Cinema: da semiótica à tradução cultural. Ouro Preto: Ed.
             UFOP, 1999.                                                                                 SANTAELLA, Lucia. Culturas e artes do pós-humano. São Paulo: Paulus, 2003.

             ECO, Umberto. Apocalípticos e Integrados. Trad.: Pérola de Carvalho. São Paulo:             TOROP, Peeter. Translation as translating as culture. Disponível em: <http://
             Perspectiva, 2006.                                                                          semiotics.nured.uowm.gr/pdfs/TRANSLATION_TOROP.pdf>. Consultado em 30 de maio
                                                                                                         de 2010.




quinta-feira, 16 de junho de 2011
ERNESTO DINIZ
                                    DOUTORANDO EM LÍNGUA E CULTURA NO PROGRAMA DE PÓS-
                                         GRADUAÇÃO EM LETRAS E LINGUÍSTICA DA UFBA

                                         email ernesto@intersemiotica.com
                                               twitter @ernestodiniz
                                               www ernestodiniz.com




quinta-feira, 16 de junho de 2011
www.intersemiotica.com


quinta-feira, 16 de junho de 2011
TÍTULO

                   SHAKESPEARES MEMÉTICOS
                   A TRADUÇÃO INTERSEMIÓTICA NAS REDES SOCIAIS DO NOVO SÉCULO
    DATA                                PESQUISADOR
                   04/10/2010                         ERNESTO DINIZ / UFBA
quinta-feira, 16 de junho de 2011

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Shakespeare nos memes

  • 1. TÍTULO SHAKESPEARES MEMÉTICOS A TRADUÇÃO INTERSEMIÓTICA NAS REDES SOCIAIS DO NOVO SÉCULO DATA PESQUISADOR 04/10/2010 ERNESTO DINIZ / UFBA quinta-feira, 16 de junho de 2011
  • 2. TITANIA: “And the ‘mazed world, by their increase, now knows not which is which.” A Midsummer’s Night Dream Act II, Scene I 2 quinta-feira, 16 de junho de 2011
  • 3. PINTURA Joseph Noel Paton THE RECONCILIATION OF OBERON AND TITANIA 1847 3 quinta-feira, 16 de junho de 2011
  • 4. PROBLEMAS 4 quinta-feira, 16 de junho de 2011
  • 5. PROBLEMAS COMO A TRADUÇÃO E A LITERATURA SE APRESENTAM HOJE? 1 5 quinta-feira, 16 de junho de 2011
  • 6. PROBLEMAS TRADUÇÃO É CÓPIA? 2 6 quinta-feira, 16 de junho de 2011
  • 7. PROBLEMAS QUAIS AS RELAÇÕES ENTRE TRADUÇÃO, LITERATURA e TECNOLOGIA? 3 7 quinta-feira, 16 de junho de 2011
  • 8. QUADRINHOS Anthony Del Col, Connor McCreery, Andy B. KILL SHAKESPEARE www.killshakespeare.com 8 quinta-feira, 16 de junho de 2011
  • 9. QUADRINHOS Hamlet, edição #5, página 13 HAMLET VÊ O FANTASMA DE SEU PAI 9 quinta-feira, 16 de junho de 2011
  • 10. HIPÓTESES 10 quinta-feira, 16 de junho de 2011
  • 11. HIPÓTESES AS ALTERAÇÕES SOCIAIS E TECNOLÓGICAS ALTERAM A ABORDAGEM SOBRE A LITERATURA E SUA DISTRIBUIÇÃO 1 11 quinta-feira, 16 de junho de 2011
  • 12. “O que caracteriza a atual revolução tecnológica não é a centralidade de conhecimentos e informação, mas a aplicação desses conhecimentos e dessa informação, em um ciclo de retroalimentação cumulativo entre inovação e seu uso.” MANUEL CASTELLS In: “Sociedade em rede”, p.69. 12 quinta-feira, 16 de junho de 2011
  • 13. HIPÓTESES ESSAS ALTERAÇÕES RECONFIGURAM OS PAPÉIS DE AUTOR, LEITOR E TRADUTOR 2 13 quinta-feira, 16 de junho de 2011
  • 14. “Apropriando-se dos hipertextos, das multimídias interativas, das realidades virtuais, dos programas de inteligência ou vida artificial, de sistemas de informação interativos, intelectuais coletivos exploram semióticas mutantes. No Espaço do saber, o logocentrismo do Território já não tem vigência.” PIERRE LÉVY In: “A inteligência coletiva”, p.146. 14 quinta-feira, 16 de junho de 2011
  • 15. HIPÓTESES A TECNOLOGIA PODE SERVIR COMO MEIO DE REAPROXIMAÇÃO DA LITERATURA E DE INCENTIVO AO IMPULSO TRADUTÓRIO 3 15 quinta-feira, 16 de junho de 2011
  • 16. CINEMA Dirigido por Baz Luhrmann ROMEO + JULIET Capa do DVD, 1996 16 quinta-feira, 16 de junho de 2011
  • 17. OBJETIVOS 17 quinta-feira, 16 de junho de 2011
  • 18. OBJETIVOS APROFUNDAR AS REFLEXÕES SOBRE A CRIAÇÃO E DIFUSÃO DE TRADUÇÕES DAS PEÇAS DE SHAKESPEARE NAS REDES SOCIAIS 1 18 quinta-feira, 16 de junho de 2011
  • 19. “O texto inconsciente já está tecido de traços puros, (…) constituído por arquivos que são sempre já transcrições. Estampas originárias. Tudo começa pela reprodução. (…) O apelo do suplemento é aqui originário e escava aquilo que se reconstitui mais tarde como o presente. O suplemento, aquilo que parece acrescentar-se como um pleno a um pleno, é também aquilo que supre.” JACQUES DERRIDA In: “A escritura e a diferença”, p.200. 19 quinta-feira, 16 de junho de 2011
  • 20. OBJETIVOS ANALISAR COMO A TRADUÇÃO INTERSEMIÓTICA TRABALHA COMO SUPLEMENTO DO TEXTO 2 20 quinta-feira, 16 de junho de 2011
  • 21. ANIME Dirigido por Fumitoshi Oizaki ROMEO x JULIET Imagem de divulgação, 2007 21 quinta-feira, 16 de junho de 2011
  • 22. A ERA DAS REVOLUÇÕES POR MINUTO A VELOCIDADE DAS MUDANÇAS 22 quinta-feira, 16 de junho de 2011
  • 23. 1700 HÁ GERAÇÕES A LINGUAGEM SE DESENVOLVEU 23 quinta-feira, 16 de junho de 2011
  • 24. 1700 HÁ GERAÇÕES A LINGUAGEM SE DESENVOLVEU 300 HÁ GERAÇÕES SURGIU A ESCRITA 24 quinta-feira, 16 de junho de 2011
  • 25. 1700 HÁ GERAÇÕES A LINGUAGEM SE DESENVOLVEU 300 HÁ GERAÇÕES SURGIU A ESCRITA OS TELEVISÃO SE POPULARIZOU NA DÉCADA DE 50 OS CELULARES SE POPULARIZARAM NA DÉCADA DE 90 A INTERNET SE POPULARIZOU NO ANO 2000 25 quinta-feira, 16 de junho de 2011
  • 26. 1700 HÁ GERAÇÕES A LINGUAGEM SE DESENVOLVEU 300 HÁ GERAÇÕES SURGIU A ESCRITA OS TELEVISÃO SE POPULARIZOU NA DÉCADA DE 50 OS CELULARES SE POPULARIZARAM NA DÉCADA DE 90 A INTERNET SE POPULARIZOU NO ANO 2000 26 quinta-feira, 16 de junho de 2011
  • 27. Revista VEJA INFOGRÁFICO: EM RITMO ELETRIZANTE Edição Especial Tecnologia, Setembro 2008 27 quinta-feira, 16 de junho de 2011
  • 28. A ERA DAS REVOLUÇÕES POR MINUTO UM CENÁRIO TRADUTÓRIO COMPLEXO 28 quinta-feira, 16 de junho de 2011
  • 29. A ERA DAS REVOLUÇÕES POR MINUTO UM CENÁRIO TRADUTÓRIO COMPLEXO 1 BOOMERS, GERAÇÃO X, GERAÇÃO Y, GERAÇÃO Z 29 quinta-feira, 16 de junho de 2011
  • 30. Boomers Geração X Geração Y Diversidade como causa Aceita a diversidade Vive a diversidade Idealismo Pragmatismo/Cinismo Otimista/Realista Autodeterminação Autoconfiança Auto invenção Foco em movimento de massa Rejeita o que não funciona Recria as regras Instituições Desconfia de instituições Instituições são irrelevantes TV Internet Mobile Tecnologia distante Tecnologia para consumo Tecnologia onipresente Foco em tarefa Foco em experiência Multitudo TV/Rua/Vizinhança TV/VCR/DVD Celular/iPod/Game/Social 1945 a 1965 1966 a 1979 1980 a 1994 Fonte: Apresentação do planner Keid Sammour, da agência CUBOCC 30 quinta-feira, 16 de junho de 2011
  • 31. Geração Z Vive a diversidade Realista/Ativista Onisciência Recria as regras Instituições são irrelevantes Touchscreens Tecnologia para viver Tudo que interessa Smartphone/iPad/Apps/Social/Geolocalização 1995 a 2000 Fonte: Apresentação do planner Keid Sammour, da agência CUBOCC 31 quinta-feira, 16 de junho de 2011
  • 32. A ERA DAS REVOLUÇÕES ] POR MINUTO UM CENÁRIO TRADUTÓRIO COMPLEXO 96% DA GERAÇÃO Y PARTICIPA DAS REDES SOCIAIS AS GERAÇÕES Y E Z CONSIDERAM O EMAIL ULTRAPASSADO 90 TRILHÕES DE EMAILS FORAM ENVIADOS PELA INTERNET EM 2009 SÃO ENVIADOS, POR DIA, 27,3 MILHÕES DE TUÍTES O FACEBOOK POSSUI 400 MILHÕES DE USUÁRIOS 1 BILHÃO DE VÍDEOS SÃO ASSISTIDOS POR DIA NO YOUTUBE Fonte: Vídeo “The State of the Internet” (disponível em www.vimeo.com/9641036) 32 quinta-feira, 16 de junho de 2011
  • 33. A ERA DAS REVOLUÇÕES POR MINUTO UM CENÁRIO TRADUTÓRIO COMPLEXO 1 BOOMERS, GERAÇÃO X, GERAÇÃO Y, GERAÇÃO Z 2 O ETERNO RETORNO (TRENDING) 33 quinta-feira, 16 de junho de 2011
  • 34. “A errância pós-moderna é aquela mesma que pode permitir lançar uma ponte entre o mundo contemporâneo e os valores tradicionais. (...) O ‘eu’ tem uma infinidade de facetas, assim como a sociedade é uma sucessão de potencialidades.” MICHEL MAFFESOLI In: “Sobre o nomadismo”, p.112-113. 34 quinta-feira, 16 de junho de 2011
  • 35. A ERA DAS REVOLUÇÕES POR MINUTO UM CENÁRIO TRADUTÓRIO COMPLEXO 1 BOOMERS, GERAÇÃO X, GERAÇÃO Y, GERAÇÃO Z 2 O ETERNO RETORNO (TRENDING) 3 TECNOLOGIA E LITERATURAS GLOBAIS 35 quinta-feira, 16 de junho de 2011
  • 36. TEATRO Grupo Teatro Vivo (Londres) SUPERMARKET SHAKESPEARE Setembro de 2010 36 quinta-feira, 16 de junho de 2011
  • 37. A CULTURA DO SÉCULO XXI A VIRADA PARTICIPATIVA 37 quinta-feira, 16 de junho de 2011
  • 38. A CULTURA DO SÉCULO XXI A VIRADA PARTICIPATIVA 1 A REDE COMO PADRÃO DE ORGANIZAÇÃO Gráfico contido no artigo “Scaffolds for building everyday creativity” de Elizabeth B.-N. Sanders (2006) 38 quinta-feira, 16 de junho de 2011
  • 39. A CULTURA DO SÉCULO XXI A VIRADA PARTICIPATIVA 1 A REDE COMO PADRÃO DE ORGANIZAÇÃO 2 O CARÁTER MULTIMÍDIA E MULTISENSORIAL DA CULTURA CONTEMPORÂNEA Gráfico contido no artigo “Scaffolds for building everyday creativity” de Elizabeth B.-N. Sanders (2006) 39 quinta-feira, 16 de junho de 2011
  • 40. “Com o agigantamento crescente dos meios de comunicação, no século XX, foram também crescendo as dificuldades para se estabelecer distinções claras entre o popular, o erudito e o massivo.” LUCIA SANTAELLA In: “Culturas e artes do pós humano”, p.52. 40 quinta-feira, 16 de junho de 2011
  • 41. A CULTURA DO SÉCULO XXI A VIRADA PARTICIPATIVA 1 A REDE COMO PADRÃO DE ORGANIZAÇÃO 2 O CARÁTER MULTIMÍDIA E MULTISENSORIAL DA CULTURA CONTEMPORÂNEA 3 AUTOR-LEITOR-TRADUTOR Gráfico contido no artigo “Scaffolds for building everyday creativity” de Elizabeth B.-N. Sanders (2006) 41 quinta-feira, 16 de junho de 2011
  • 42. A CULTURA DO SÉCULO XXI A VIRADA PARTICIPATIVA 1 A REDE COMO PADRÃO DE ORGANIZAÇÃO 2 O CARÁTER MULTIMÍDIA E MULTISENSORIAL DA CULTURA CONTEMPORÂNEA 3 AUTOR-LEITOR-TRADUTOR Gráfico contido no artigo “Scaffolds for building everyday creativity” de Elizabeth B.-N. Sanders (2006) 4 PASSADO-PRESENTE-FUTURO 42 quinta-feira, 16 de junho de 2011
  • 43. SOMOS TODOS TRADUTORES E O MUNDO É UM PALCO 43 quinta-feira, 16 de junho de 2011
  • 44. “Por seu caráter de transmutação de signo em signo, qualquer pensamento é necessariamente tradução.” JULIO PLAZA In: “Tradução intersemiótica”, p.18. 44 quinta-feira, 16 de junho de 2011
  • 45. SOMOS TODOS TRADUTORES E O MUNDO É UM PALCO SHAKESPEARE NAS REDES SOCIAIS EXEMPLOS 45 quinta-feira, 16 de junho de 2011
  • 46. YOUTUBE 1 46 quinta-feira, 16 de junho de 2011
  • 47. Pesquisa no Youtube pela palavra “shakespeare” 74.600 VÍDEOS EM 25/09/2010 YOUTUBE 1 47 quinta-feira, 16 de junho de 2011
  • 48. Criado por DaveMcDevitt FAST HAMLET Tempo: 41s YOUTUBE 1 48 quinta-feira, 16 de junho de 2011
  • 49. “O escriptor moderno nasce ao mesmo tempo que seu texto; não é, de forma alguma, dotado de um ser que precedesse ou excedesse a sua escritura, não é em nada o sujeito de que o seu livro fosse predicado; outro tempo não há senão o da enunciação, e todo texto é escrito eternamente aqui e agora.” ROLAND BARTHES In: “O rumor da língua”, p.61. 49 quinta-feira, 16 de junho de 2011
  • 50. Rompendo barreiras, misturando mídias e reterritorializando o texto SHAKESPEARE+ TWITTER SITE+TWITTER+YOUTUBE 2 50 quinta-feira, 16 de junho de 2011
  • 51. JULIETA passeia pelo século XXI SITE+TWITTER+YOUTUBE 2 51 quinta-feira, 16 de junho de 2011
  • 52. SITE+TWITTER+YOUTUBE 2 52 quinta-feira, 16 de junho de 2011
  • 53. JULIETA vive no século XXI SITE+TWITTER+YOUTUBE TWITTER 2 53 quinta-feira, 16 de junho de 2011
  • 54. SITE+TWITTER+YOUTUBE TWITTER 2 54 quinta-feira, 16 de junho de 2011
  • 55. Vídeo do canal “94Juliet” JULIET1 Tempo: 1m48s SITE+TWITTER+YOUTUBE 2 55 quinta-feira, 16 de junho de 2011
  • 56. SUBVERTENDO AS FERRAMENTAS ROMEO AND JULIET ARE NOW FRIENDS FACEBOOK 3 56 quinta-feira, 16 de junho de 2011
  • 57. FACEBOOK 3 57 quinta-feira, 16 de junho de 2011
  • 58. “Milhares de cópias quase indênticas de carros, livros e jornais são produzidas. Esse carros e livros não são copiados novamente, eles competem por nossa atenção e, se provarem sua popularidade, então novas cópias são feitas a partir do mesmo modelo. (...) Esse é um sistema ‘copie as instruções’ e não ‘copie o modelo’.” SUSAN BLACKMORE In: “The Third Replicator” (online em opinionator.blogs.nytimes.com/2010/08/22/the-third-replicator). 58 quinta-feira, 16 de junho de 2011
  • 59. A CULTURA DO SÉCULO XXI A VIRADA PARTICIPATIVA ENTENDER A TECNOLOGIA 59 quinta-feira, 16 de junho de 2011
  • 60. A CULTURA DO SÉCULO XXI A VIRADA PARTICIPATIVA ENTENDER A TECNOLOGIA COMPORTAMENTOS LINGUAGENS 60 quinta-feira, 16 de junho de 2011
  • 61. EIXOS DE ANÁLISE LIMITANDO O INFINITO 61 quinta-feira, 16 de junho de 2011
  • 62. EIXOS DE ANÁLISE LIMITANDO O INFINITO 1 SEMIÓTICA CULTURAL, MEMÉTICA E CIBERCULTURA 62 quinta-feira, 16 de junho de 2011
  • 63. EIXOS DE ANÁLISE LIMITANDO O INFINITO 1 SEMIÓTICA CULTURAL, MEMÉTICA E CIBERCULTURA 2 TRADUÇÃO INTERSEMIÓTICA E SEMIÓTICA APLICADA 63 quinta-feira, 16 de junho de 2011
  • 64. EIXOS DE ANÁLISE LIMITANDO O INFINITO 1 SEMIÓTICA CULTURAL, MEMÉTICA E CIBERCULTURA 2 TRADUÇÃO INTERSEMIÓTICA E SEMIÓTICA APLICADA 64 quinta-feira, 16 de junho de 2011
  • 65. APPS Playshakespeare.com e Readle ‘SHAKESPEARE PRO’ PARA IPAD Todas as obras e informações em um aplicativo 65 quinta-feira, 16 de junho de 2011
  • 66. A PESQUISA CONTINUA EXPLORANDO O INFINITO 66 quinta-feira, 16 de junho de 2011
  • 67. A PESQUISA CONTINUA EXPLORANDO O INFINITO 1 MICHAEL D. BRISTOL: SHAKESPEARE COMO COMMODITY CULTURAL 67 quinta-feira, 16 de junho de 2011
  • 68. A PESQUISA CONTINUA EXPLORANDO O INFINITO 1 MICHAEL D. BRISTOL: SHAKESPEARE COMO COMMODITY CULTURAL MARJORIE GARBER: 2 SHAKESPEARE E A CULTURA MODERNA 68 quinta-feira, 16 de junho de 2011
  • 69. A PESQUISA CONTINUA EXPLORANDO O INFINITO 1 MICHAEL D. BRISTOL: SHAKESPEARE COMO COMMODITY CULTURAL MARJORIE GARBER: 2 SHAKESPEARE E A CULTURA MODERNA HENRY JENKINS: 3 NARRATIVAS TRANSMIDIÁTICAS 69 quinta-feira, 16 de junho de 2011
  • 70. A PESQUISA CONTINUA EXPLORANDO O INFINITO 1 MICHAEL D. BRISTOL: SHAKESPEARE COMO COMMODITY CULTURAL MARJORIE GARBER: 2 SHAKESPEARE E A CULTURA MODERNA HENRY JENKINS: 3 NARRATIVAS TRANSMIDIÁTICAS 70 quinta-feira, 16 de junho de 2011
  • 71. FOTO E TEATRO Bando de Teatro Olodum (Vila Velha) SONHO DE UMA NOITE DE VERÃO Foto de Ernesto Diniz, 02/02/2007 71 quinta-feira, 16 de junho de 2011
  • 72. MUITO OBRIGADO ELIZABETH RAMOS, CAROL CUSTODIO, ANTONIA LEMOS E A TODOS OS QUE ME ACOMPANHAM NA FELICIDADE DE SER PESQUISADOR quinta-feira, 16 de junho de 2011
  • 73. REFERÊNCIAS EVEN-ZOHAR, Itamar. Polysystem studies. In: Poetics today, volume 11, número 1. Tel Aviv: Porter Institute, 1990. FISH, Stanley. Is there a text in this class?. Cambridge, Harvard University Press, 1980. FOUCAULT, Michel. As palavras e as coisas: uma arqueologia das ciências humanas. ADORNO, Theodor. Indústria Cultural e Sociedade. Trad. Julia Elisabeth Levy. São São Trad. Salma Tannus Muchail. São Paulo: Martins Fontes, 2007. Paulo: Editora Paz e Terra, 2002. GARBER, Marjorie. Shakespeare And Modern Culture. Flórida: Anchor, 2009. BARBOSA, Ricardo. Experiência estética e racionalidade comunicativa. In: Comunicação e experiência estética. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2006. GENETTE, Gérard. Palimpsests: Literature in the Second Degree. Translated by Channa Newman and Claude Doubinsky. London: University of Nebraska Press, 1997. BARTHES, Roland. A aventura seimológica. Trad. Mario Laranjeira. São Paulo: Martins Fontes, 2001. HALL, Stuart. A identidade cultural na pós-modernidade.Trad. Tomaz Tadeu da Silva. Rio de Janeiro: DP&A, 2006. ______, Roland. O rumor da língua. Trad. Mario Laranjeira. São Paulo: Martins Fontes, 2004. HAUSER, Arnold. História Social da Arte e da Literatura. Trad. Álvaro Cabral. São Paulo: Martins Fontes, 1998. BENJAMIM, Walter. A obra de arte no tempo de suas técnicas de reprodução. In: Sociologia da Arte, IV. Rio de Janeiro, Zahar, 1969. HUNTCHEON, Linda. A theory of adaptation. Nova Yorque: Routledge, 2006. BLACKMORE, Susan. The meme machine. Oxford: Oxford University Press, 1999. JAKOBSON, Roman. On linguistic aspects of translation. In: Jakobson, R., Selected Writings. 2. Word and Language. The Hague: Mouton, 1971, p. 260–266. BLOOM, Harold. Shakespeare: a invenção do humano. Trad: José Roberto O’Shea. Rio de Janeiro: Objetiva, 2001. LEVY, Pierre. As tecnologias da inteligência. Rio de Janeiro: Editora 34, 1993. ______, Harold. O Cânone Ocidental. Trad.: Marcos Santarrita. Rio de Janeiro: Objetiva, ______, Pierre. Cibercultura. Trad. Carlos Irineu da Costa. São Paulo: Editora 34, 1999. 2010. MAFFESOLI, Michel. Sobre o nomadismo: vagabundagens pós-modernas. Trad. Marcos BURGESS, Anthony. A Literatura Inglesa. São Paulo: Editora Ática, 1996. de Castro. Rio de Janeiro: Record, 2001. BRYSSON, Bill. Shakespeare: o mundo é um palco: biografia. Trad. José Rubens MORIN, Edgar. Cultura de Massas no Século XX: Neurose. Trad. Maura Ribeiro Sardinha. Siqueira. São Paulo: Companhia das Letras, 2008. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 2005. CAMPOS, Haroldo de. Da transcriação: poética e semiótica da operação tradutora. IN: ______, Edgar. Introdução ao pensamento complexo. Porto Alegre: Sulina, 2007. OLIVEIRA, A.C. e SANTELLA, L. (orgs). Semiótica da literatura, São Paulo: Educ/Cadernos PUC, 1987. OTTONI, Paulo. Tradução Manifesta. Campinas: Editora UNICAMP, 2005. CASTELLS, Manuel. A sociedade em rede. Trad.: Roneide Venâncio Majer. São Paulo: Paz PAZ, Octavio. Traducción: literatura y literalidad. Barcelona: Tusquets Editor, 1971. e Terra, 1999. PLAZA, Julio. Arte e Interatividade: autor-obra-recepção. Revista de Pós-graduação, COMPAGNON, Antoine. O demônio da teoria. Trad. Cleonice Paes Barreto Mourão. Belo CPG, Instituto de Artes. Disponível em: <www.cap.eca.usp.br/ars2/ Horizonte: Editora UFMG, 2001. arteeinteratividade.pdf>. Consultado em: 10 abril de 2010. DELEUZE, Gilles. Lógica do sentido. São Paulo: Perspectiva, 1998. ______, Julio. Tradução Intersemiótica. São Paulo: Editora Perspectiva, 2003.  DERRIDA, Jacques. A escritura e diferença. São Paulo: Perspectiva, 1979. RECUERO, Raquel. Redes sociais na internet. Porto Alegre: Sulina, 2009. ______, Jacques. Torres de Babel. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2002. SAMOYAULT, Tiphaine. A Intertextualidade. Trad. Sandra Nitrini. São Paulo: Editora Hucitec, 2008. DINIZ, Thais F. N. Literatura e Cinema: da semiótica à tradução cultural. Ouro Preto: Ed. UFOP, 1999. SANTAELLA, Lucia. Culturas e artes do pós-humano. São Paulo: Paulus, 2003. ECO, Umberto. Apocalípticos e Integrados. Trad.: Pérola de Carvalho. São Paulo: TOROP, Peeter. Translation as translating as culture. Disponível em: <http:// Perspectiva, 2006. semiotics.nured.uowm.gr/pdfs/TRANSLATION_TOROP.pdf>. Consultado em 30 de maio de 2010. quinta-feira, 16 de junho de 2011
  • 74. ERNESTO DINIZ DOUTORANDO EM LÍNGUA E CULTURA NO PROGRAMA DE PÓS- GRADUAÇÃO EM LETRAS E LINGUÍSTICA DA UFBA email ernesto@intersemiotica.com twitter @ernestodiniz www ernestodiniz.com quinta-feira, 16 de junho de 2011
  • 76. TÍTULO SHAKESPEARES MEMÉTICOS A TRADUÇÃO INTERSEMIÓTICA NAS REDES SOCIAIS DO NOVO SÉCULO DATA PESQUISADOR 04/10/2010 ERNESTO DINIZ / UFBA quinta-feira, 16 de junho de 2011