Reprodução

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Reprodução

  1. 1. REPRODUÇÃO<br />Professor: André Guimarães Machado<br />dezimsalvatrice@gmail.com<br />(34) 9968 - 1392<br />
  2. 2. INTRODUÇÃO<br />Reprodução é a propriedade que os seres vivos possuem de gerarem descendentes e que lhes permite perpetuar-se no ambiente;<br />A reprodução é o elemento fundamental para definirmos as espécies dos seres vivos;<br />São vários os tipos de reprodução que os seres vivos apresentam. Estes, se agrupam em duas categorias:<br />REPRODUÇÃO ASSEXUADA;<br />REPRODUÇÃO SEXUADA.<br />
  3. 3. REPRODUÇÃO ASSEXUADA<br /> ocorre com a participação de um único indivíduo;<br /> dá origem a outros que são geneticamente idênticos;<br /> não há troca de material genético;<br /> forma reprodutiva, é considerada evolutivamente pior;<br /> diminui as probabilidades de variações nos descendentes.         <br />
  4. 4. 1. DIVISÃO SIMPLES OU CISSIPARIDADE<br />Ocorre em organismos unicelulares, onde uma divisão simples pode dar origem a dois novos indivíduos com composição genética idênticas à célula mãe. <br />Eucarionte unicelular em processo de bipartição ou divisão binária<br />Ameba em processo de reprodução<br />
  5. 5. 2. BROTAMENTO OU GEMIPARIDADE<br />Nesta forma de reprodução um indivíduo adulto emite de seu corpo um "broto" que cresce e forma um novo organismo. Este novo indivíduo formado pode ou não desprender-se do indivíduo que lhe deu origem. Este tipo de reprodução ocorre em organismos que formam colônias, como por exemplo em espongiários e cnidários (corais).<br />Hidra<br />
  6. 6. 3. Propagação Vegetativa<br />A propagação vegetativa é uma modalidade de reprodução assexuada típica dos vegetais. Na agricultura é comum a reprodução de plantas através de pedaços de caules (estaquia), é assim que propagamos cana-de-açúcar, mandioca, batatas, bananeiras, etc. Esse processo é possível porque o vegetal adulto possui tecidos meristemáticos (embrionários). Nesse tipo de propagação, os descendentes são geneticamente iguais à planta mãe.<br />
  7. 7. 4. Esporulação<br />Corresponde a formação de células para reprodução, as quais não necessitam realizar fecundação. Ex. Fungos, plantas, bactérias e protozoários.<br />
  8. 8. REPRODUÇÃO SEXUADA<br />Na reprodução sexuada há três características básicas: <br /> Produção de células haplóides por meiose (gametas). <br /> União de 2 células haplóides para formar um novo indivíduo diplóide. <br />Formação de seres geneticamente diferente dos genitores. <br />Do ponto de vista evolutivo, este tipo de reprodução pode aumentar a probabilidade de uma espécie sobreviver as modificações do meio ambiente (capacidade adaptativa). <br />A união dos gametas (cariogamia) provoca novas combinações de cromossomos, no descendente, levando variações nas suas características aumentando a possibilidade de evolução de espécie. <br />
  9. 9. Reprodução sexuada existe tanto em animais quanto em vegetais, sendo mais comum e evidente nos primeiros. Os gametas se formam em órgãos especiais denominados gônadas ou glândulas sexuais. As gônadas e gametas recebem denominações diferentes, dependendo de o indivíduo ser animal ou vegetal. <br />
  10. 10. Células reprodutoras dos animais<br /><ul><li>Masculino – Espermatozoides. Espermatozoide é a célula reprodutiva masculina de todos os animais. É uma célula com mobilidade ativa, capaz de nadar livremente, consistindo em uma cabeça e uma cauda ou flagelo. A cabeça, que constitui o maior volume do espermatozoide, consiste no núcleo, onde o material genético se encontra concentrado. Os dois terços anteriores do núcleo estão cobertos pelo acrossoma, que, limitado por uma membrana contendo enzimas, facilita a penetração do espermatozoide no oócito II (e em algumas espécies no óvulo). A cauda é responsável pela mobilidade do espermatozoide e na área intermediária da cauda encontramos as mitocôndrias.
  11. 11. Vivem em média 24 horas no trato genital feminino, porém alguns espermatozoides são capazes de fecundar o oócito II (em algumas espécies o óvulo) após três dias.</li></li></ul><li>Feminino – Óvulos. é a célula sexual feminina (gâmeta feminino) que, depois de fertilizada por um gâmeta masculino, dá origem ao zigoto, durante o processo da reprodução sexuada.<br />O óvulo é uma célula haploide, formada após a meiose de uma ovogônia, no processo denominado ovogênese. Após a cariogamia (fusão do núcleo do óvulo, haplóide - n) com o núcleo do espermatozóide (haplóide - n) forma-se uma célula denominada ovo ou zigoto (diplóide – 2n).<br />Nos seres humanos, bem como na maioria dos mamíferos, o óvulo só se formará após a fecundação de um ovócito II (ovócito de 2ª ordem, oócito II ou oócito de 2ª ordem) que se encontra em metáfase II e que é a célula libertada a quando da ovulação do ovário. Esta célula, em virtude do "estimulo" da fecundação, termina a meiose originando o óvulo e o 2º glóbulo polar.<br />
  12. 12. GAMETOGÊNESE<br />A REPRODUÇÃO SEXUADA SE INICIA COM A FORMAÇÃO DOS GAMETAS, PROCESSO DENOMINADO GAMETOGÊNESE.<br />
  13. 13. ESPERMATOGÊNESE<br />Ocorre nos tubos seminíferos,das paredes para a luz de cada tubo.<br />
  14. 14. Etapas da Espermatogênese<br /><ul><li>Mitoses na fase de multiplicação que dura a vida inteira.
  15. 15. Fase de Crescimento sem divisões celulares.
  16. 16. Meiose somente na fase de maturação que origina espermátides que se transformarão em espermatozóides
  17. 17. Espermiogênese</li></li></ul><li>ESPERMATOGÊNESE:<br /> Na infância - os testículos do menino estão inativos com grande quantidade de células germinativas primordiais (2n).<br /> Aos sete anos de idade - as células germinativas primordiais iniciam a espermatogênese.<br /> Espermatogênese - É uma seqüência de eventos pelos quais as células germinativas primitivas se transformam em espermatozoides, tem início na puberdade (quando o organismo começa a secretar altos níveis de testosterona) e vai até a velhice.<br />
  18. 18. Gametogênese (espermatogênese)<br />Mitoses<br />Período<br />germinativo<br />2n<br />Mitose<br />2n<br />2n<br />Período de crescimento<br />Crescimento<br />sem divisão<br />celular<br />Espermatogônia<br />2n<br />Espermatócito I (2n)<br />Meiose<br />n<br />n<br />Período de maturação<br />Espermatócitos II (n cromossomos duplicados)<br />n<br />n<br />n<br />n<br />Espermátides(n)<br />Período de diferenciação<br />Espermatozóides<br />n<br />n<br />n<br />n<br />Células germinativas (2n)<br />
  19. 19. Portanto, cada espermatócito primário diplóide que participa da espermatogênese origina, ao final do processo, quatro espermatozóideshaplóides. Isso justifica o grande número de espermatozóides encontrados no esperma, em cada ejaculação, com um número oscilante entre 300 a 500 milhões. <br />Durante a ejaculação os espermatozóides são propelidos ao longo dos vasos deferentes e uretra e são misturados com secreções provenientes das vesículas seminais, próstata e glândulas bulbouretrais. <br /> Dos milhões de espermatozóides que são depositados na vagina, mas apenas algumas centenas atingirão as tubas uterinas, onde podem manter a sua capacidade fertilizante por até 3 dias. <br />
  20. 20. OVULOGÊNESE<br />Seqüência de eventos através dos quais as células germinativas primitivas, denominadas ovogônias se transformam em ovócitos maduros. Tem início antes do nascimento e termina após a maturação sexual.<br />Após o nascimento as ovogônias já se diferenciaram em ovócitos primários (cuja meiose está interrompida em prófase I), que são envolvidos por uma camada única de células epiteliais achatadas constituindo o folículo primordial.<br />Na puberdade, o ovócito cresce e as células foliculares tornam-se cubóides e depois colunares formando o folículo primário. O ovócito passa a ser envolvido por uma camada de glicoproteínas chamado zona pelúcida. Quando adquire mais uma camada de células foliculares passa a se chamar folículo secundário ou em maturação.<br />
  21. 21. Ovogônias (2n)<br />Período germinativo<br />2n<br />Mitose<br />Ovogônias (2n)<br />2n<br />2n<br />Crescimento sem divisão celular<br />Período de crescimento<br />Ovócito I (2n)<br />Meiose I<br />2n<br />Primeiro glóbulo polar (n cromossomos duplicados)<br />Ovócito II (n cromossomos duplicados)<br />n<br />n<br />Período de maturação<br />Meiose II (só se completa se ocorre fecundação)<br />glóbulos polares (n)<br />n<br />n<br />n<br />Óvulo (n)<br />n<br />São formados eventualmente<br />Gametogênese (ovulogênese)<br />Células germinativas (2n)<br />
  22. 22. OVULAÇÃO <br /><ul><li>A ovulação começa no início da puberdade, geralmente com a maturação de um folículo por mês retomando o processo que ocorreu antes do nascimento da menina.
  23. 23. A longa duração da primeira divisão meiótica, até 45 anos, pode ser responsável pela freqüência relativamente alta de erros na meiose.
  24. 24. A primeira divisão meiótica se completa um pouco antes da ovulação, com a maturação do folículo – a divisão de citoplasma é desigual.</li></li></ul><li><ul><li>Na fase de maturação, cada ovócito I (diplóide) dá, por meiose I (reducional) duas células haplóides: o ovócito II (secundário), relativamente grande, e o 1º glóbulo polar, de tamanho reduzido.
  25. 25. Logo a seguir, o ovócito II se divide por meiose II (equacional), dando duas células também diferentes em tamanho: ovótide, bem desenvolvida, e o 2º glóbulo polar, muito menor. Essa fase acontece caso venha a ocorrer a fecundação. Algumas vezes, o 1º glóbulo polar também se divide por meiose II. A ovótide se transforma em óvulo.
  26. 26. Portanto, cada ovócito I dará origem a um óvulo e a três glóbulos polares, geralmente estéreis. </li></li></ul><li>SISTEMA REPRODUTOR FEMININO<br />Órgãos Internos:<br />Órgãos Externos:<br />
  27. 27. SISTEMA REPRODUTOR MASCULINO<br />
  28. 28. Diferenças entre os sistemas reprodutores:<br />Feminino: basicamente os órgãos são internos<br />Masculino: presença de órgãos internos e externos<br />
  29. 29. FECUNDAÇÃO<br />Fecundação é o nome dado ao evento no qual ocorre a união entre o gameta masculino e o feminino: espermatozoide e ovócito secundário, respectivamente. Ele ocorre geralmente na tuba uterina, e em até trinta e seis horas após a ovulação.<br />Ovulação é o fenômeno no qual o sistema genital feminino libera o ovócito, anteriormente abrigado em uma estrutura localizada no ovário chamada folículo. Tal evento ocorre graças à ação de hormônios específicos, os estrogênios.<br />O ovócito secundário, erroneamente chamado de óvulo, é envolto por uma estrutura glicoproteica denominada zona pelúcida que, por sua vez, fica interna a uma camada rica em nutrientes e que confere proteção ao gameta.<br />
  30. 30. Durante o ato sexual, na ejaculação, o homem libera, juntamente com o esperma, cerca de 350 milhões de espermatozoides. Esses, cuja formação se inicia somente na puberdade, se direcionam da vagina para o útero, e dele para as trompas, buscando atingir o gameta feminino, que exerce forte atração química sobre eles. Durante o percurso, muitos ficam para trás; e somente um, ou um número um pouco maior que esse, consegue atingir o ovócito.<br />Chegando ali, uma glicoproteína da zona pelúcida, chamada ZP3 se une ao gameta masculino, permitindo com que ele atravesse essa estrutura e atinja a membrana plasmática do ovócito, graças à ação de enzimas que ele é estimulado a liberar. Em seguida, proteínas da membrana plasmática do espermatozoide permitem a união entre as membranas de ambos, impedindo que novos espermatozoides se direcionem.<br />A cauda do espermatozoide se degenera, e seu cromossomo se condensa ao ovócito após este sofrer meiose. Depois, todo o zigoto sofre meiose, apresentando, ao final, 23 cromossomos maternos e 23 paternos.<br />
  31. 31. Cerca de nove dias após a ovulação já há como detectar se a mulher está grávida ou não, já que, em caso positivo, a fecundação propicia a produção de gonadotrofina coriônica humana (HCG). Esta glicoproteína é liberada pelo corpo-lúteo, estrutura formada a partir do folículo ovariano, após a liberação do ovócito. Ela impede que o corpo feminino tenha novas menstruações e ovulações.<br />O encontro entre o espermatozoide e o ovócito.<br />
  32. 32. Obrigada pela atenção!<br />

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