DESCARTES
VIDA, OBRA E CONTRIBUIÇÃO
Componentes do grupo:
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Débora Trindade Coelho
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René Descartes é um marco histórico no âmbito da
matemática e da filosofia é produto de um momento em que havia uma
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Nosso objetivo não é fazer um estudo aprofundado da vida e
obra de René Descartes, mas sim uma breve reflexão que nos perm...
Em essência, a geometria analítica pensada por
Descartes seria uma tradução das operações algébricas em linguagem
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Foi também um dos fundadores da filosofia moderna, com um
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Sua grande influência é tão grande que causa repercussão
desde séculos passados até os dias atuais, algumas de suas teoria...
Entre as facetas de Descartes pode-se dizer que era um
apaixonado por pesquisas de rituais, assim como pelas diversas
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Já em seus primeiros anos de aprendizado, aluno de uma escola
tradicional, considerou que esta não ensinava a verdade das
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Sugeriu a união entre os estudos da Álgebra e Geometria, criando a
Geometria Analítica.
- Desenvolveu o Sistema de Coorden...
Seu interesse pela matemática surgiu cedo, no College de la Flèche,
escola do mais alto padrão, dirigida por jesuítas, na ...
A engrenagem de Descartes:
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independe e
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• Penso, logo existo.
• O bom senso é a coisa mais bem dividida no mundo: todos pensam
ter em abundância.
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A dúvida é origem
da sabedoria.
Regras para a direção do espírito (1628) - a obra da
juventude inacabada na qual o método aparece em forma de
numerosas re...
“ Se quiser buscar realmente a verdade, é preciso que pelo menos
uma vez em sua vida você duvide, ao máximo que puder, de ...
CONCLUSÃO:
Finalmente conclui-se este trabalho, de modo simples e
conciso, procurando mostrar através de uma reflexão sobr...
Referências Bibliográficas:
DESCARTES, René. Discurso do Método. São Paulo: Nova Cultura.
Col. Os Pensadores.
DESCARTES, R...
DESCARTES, René. Discurso do Método. Coleção Fundamentos
do Direito
Ícone Editora Ltda., 2006. Introdução e notas de Lourd...
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  1. 1. DESCARTES VIDA, OBRA E CONTRIBUIÇÃO Componentes do grupo: Daiani Saldanha Martins Débora Trindade Coelho Cláudia Torbis Brum Chália Terezinha Haddad Vieira Marineuza Fantinel Cassol
  2. 2. René Descartes é um marco histórico no âmbito da matemática e da filosofia é produto de um momento em que havia uma crise de hegemonia pela qual a racionalidade burguesa ainda não se afirmara de todo e a metafísica escolástica ainda não houvera perdido totalmente a sua hegemonia, embora estivesse significativamente debilitada, ou seja, ele fazia parte de um rito de passagem entre a velha e a nova ordem. Sua influência teve grande impacto sobre o pensamento europeu e sob diversos filósofos de sua época e de época posteriores. Descartes propunha um método que poderia aparentar uma conciliação entre o velho e o novo, mas, a rigor, por meio de uma prudente e sofisticada sutileza, ele se posiciona contra a velha ordem e a favor da nova. Busca-se mostrar seu trabalho também na área matemática onde desenvolveu importante trabalho. É criador do importante ramo da geometria analítica, que inclusive o homenageia no chamado “plano cartesiano”, que traz o sistema de coordenadas cartesianas – permitindo que equações algébricas sejam expressas em formas geométricas, num sistema de coordenadas em duas dimensões.
  3. 3. Nosso objetivo não é fazer um estudo aprofundado da vida e obra de René Descartes, mas sim uma breve reflexão que nos permita conhecer sua importância e sua influência para a matemática e a filosofia. René Descartes nasceu em 31 de março de 1596, em Haia, França. Tido como um menino fisicamente debilitado, mas que sempre desejava conhecer a causa de todas as coisas que existiam. Estudante de lógica, ética, metafísica, história, ciências e literatura, porém, começou a dedicar-se a álgebra e geometria. Quando ingressou, como voluntario, no exército demonstrou seus conhecimentos desse modo conquistando um amigo e mentor para o resto de sua vida, os métodos dos geômetras gregos para chegar a conclusões sem um sistema fundamental o inquietavam sobremaneira, por isso se propôs a corrigi- los utilizando linhas e figuras tridimensionais em um gráfico.
  4. 4. Em essência, a geometria analítica pensada por Descartes seria uma tradução das operações algébricas em linguagem geométrica, e a essa nova forma de proceder segue uma enorme crença do autor no novo método como uma forma organizada e clara de resolver problemas de natureza geométrica e o melhor caminho para a compreensão de um problema é a ordem e a clareza com que processamos nossas reflexões. Um problema sempre será mais bem compreendido se o dividirmos em uma série de pequenos problemas que serão analisados isoladamente do todo, dessa maneira ele fragmentava o problema para que chegasse de uma forma mais precisa a conclusão do todo. Com o objetivo de ilustrar o alcance do seu método filosófico para o raciocínio e a busca da verdade, ele utilizou o terceiro apêndice de sua obra para a descrição de um tratado geométrico com os fundamentos daquilo que conhecemos hoje como geometria analítica, sendo assim em 1637, o mundo conheceu sua geometria analítica, primeiramente de uma maneira modesta, para posteriormente se solidificar como sua obra mestra: “O Discurso do Método”.
  5. 5. Foi também um dos fundadores da filosofia moderna, com um sistema baseado no sujeito do conhecimento da ciência para fundamentar o mundo representado. Na física, contribuiu para a óptica e é considerado o fundador do mecanicismo. Para Descartes, há algo de que não se pode duvidar do entendimento, ou seja, do raciocínio. Ainda que os sentidos nos enganem, ainda que haja confusão entre sonho e realidade há de se concordar que dois mais três sempre serão cinco e que um quadrado nunca terá mais de quatro lados. Porém, ele ainda não está totalmente convencido, e se questiona se Deus seria um tipo de um gênio maligno que sente prazer em induzi-lo ao erro, enganando-o inclusive nas certezas matemáticas. (…) como julgo que algumas vezes os outros se enganam até nas coisas que eles acreditam saber com maior clareza, pode ocorrer que Deus tenha desejado que eu me engane todas as vezes em que faço a adição de dois mais três, ou em que enumero os lados de um quadrado, ou em que julgo alguma coisa ainda mais fácil, se é que pode imaginar algo mais fácil que isto. (DESCARTES, 1979, p. 87)
  6. 6. Sua grande influência é tão grande que causa repercussão desde séculos passados até os dias atuais, algumas de suas teorias são ainda hoje contestadas na evolução da filosofia da mente, por exemplo. Um dos seus maiores clássicos, obrigatório em quase todos os cursos de filosofia, é o conjunto de seis “Meditações sobre a Filosofia Primeira”. Descartes é um inquieto e faz da dúvida, no seu grau máximo, uma verdade inquestionável: “enquanto duvido de tudo não posso duvidar que esteja duvidando, eu sou algo que duvida, sou algo que pensa dúvida, sou algo que existe por pensar, se penso, logo existo.” Sem dúvida era um inquieto, característica peculiar de quem busca o verdadeiro conhecimento, conhecimento não imutável, não estático, mas, sim descobridor. Usando o método de indagação e pesquisa da verdade soube distinguir o certo do errado, observando que, a sabedoria é a modalidade mais importante para o ser humano e, que todos almejam consumir racionalmente algum assunto intelectual, ou mesmo, nos especializarmos em algo mais minucioso, porém, no entanto, temos uma forte tendência de desistência, pois, não perseveramos nas primeiras idéias, deixando-nos dispersos por novas causas e propósitos que, concomitantemente, acomoda-nos.
  7. 7. Entre as facetas de Descartes pode-se dizer que era um apaixonado por pesquisas de rituais, assim como pelas diversas culturas, hábitos e outras manifestações humanas. Adequou-se a realidade imposta de sua época e, portanto, aderiu às precauções e, usou da jurisprudência com os tempos e não publicou algumas de suas conclusões ocultas de censuras culturais, por exemplo, visto que, temia escândalos e intolerâncias, mesmo sendo um buscador do saber.
  8. 8. Já em seus primeiros anos de aprendizado, aluno de uma escola tradicional, considerou que esta não ensinava a verdade das coisas, mas sim a repetição dos ensinamentos antigos. Graduou-se em Direito, porém nunca exerceu a profissão. E desta inquietação com o tipo de ensinamento recebido nasceu o impulso para a viajem e para a aventura. “Se ao menos fosse possível aplicar o modo matemático à filosofia e a ciência, pensava ele, poderíamos esperar estabelecer um conhecimento indiscutível e duradouro do mundo. Assim descobriu sua ambição: estabelecer os fundamentos e a estrutura de todo o conhecimento humano vindouro, unificando a ciência num único sistema.”
  9. 9. Sugeriu a união entre os estudos da Álgebra e Geometria, criando a Geometria Analítica. - Desenvolveu o Sistema de Coordenadas, também conhecido como Plano Cartesiano. - Desenvolveu o Método Cartesiano no qual defende que só se deve considerar algo como verdadeiramente existente, caso possa ser comprovada sua existência. Também conhecido como Ceticismo Metodológico, segue o princípio de que devemos duvidar de todos conhecimentos que não possuem explicações evidentes. Este método também se baseia na realização de quatro tarefas: verificar, analisar, sintetizar e enumerar. O pensamento de Descartes é revolucionário para uma sociedade feudalista, foi um dos precursores do movimento, considerado o pai do racionalismo defendeu a tese de que a dúvida era o primeiro passo para se chegar ao conhecimento.
  10. 10. Seu interesse pela matemática surgiu cedo, no College de la Flèche, escola do mais alto padrão, dirigida por jesuítas, na qual ingressara aos oito anos de idade. Mas por uma razão muito especial e que já revelava seus pendores filosóficos: a certeza que as demonstrações ou justificativas matemáticas proporcionam. Descartes divide: Matéria Pensamento
  11. 11. A engrenagem de Descartes: ou substância pensante independe e é separada da matéria. O pensamento
  12. 12. • Penso, logo existo. • O bom senso é a coisa mais bem dividida no mundo: todos pensam ter em abundância. • Além do nosso pensamento, nada está realmente sobre nosso controle. • Conquiste você mesmo, não o mundo. • Nada vem do nada. • As melhores mentes podem ter as maiores virtudes ou os maiores vícios.
  13. 13. A dúvida é origem da sabedoria.
  14. 14. Regras para a direção do espírito (1628) - a obra da juventude inacabada na qual o método aparece em forma de numerosas regras; O Mundo ou Tratado da Luz (1632-1633) - a obra contém algumas das conquistas definitivas da física clássica: a lei da inércia, a da refração da luz e, principalmente, as bases epistemológicas contrárias ao que seria denominado de princípio da ciência escolástica, radicada no aristotelismo; Discurso sobre o método (1637); Geometria (1637); Meditações Metafísicas (1641); As Paixões da Alma (1649).
  15. 15. “ Se quiser buscar realmente a verdade, é preciso que pelo menos uma vez em sua vida você duvide, ao máximo que puder, de todas as coisas.” (René Descartes)
  16. 16. CONCLUSÃO: Finalmente conclui-se este trabalho, de modo simples e conciso, procurando mostrar através de uma reflexão sobre a importância de René Descartes no mundo da Filosofia, da Matemática e sua enorme contribuição e influência em várias áreas das Ciências Humanas e Exatas. Por meio deste trabalho podemos perceber a profundidade e a coerência das ideias de Descartes, visto que ele escolheu a dúvida para alcançar seu objetivo e através dela chegou a uma certeza e este é um método interessante que pode contribuir sobremaneira para a busca do conhecimento. O método proposto por René Descartes pode aparentar uma conciliação entre o velho e o novo, mas, a rigor, por meio de uma prudente e sofisticada sutileza, ele se posiciona contra a velha ordem e a favor da nova, percebendo desta forma o conhecimento como uma unidade onde todos os saberes estão interligados.
  17. 17. Referências Bibliográficas: DESCARTES, René. Discurso do Método. São Paulo: Nova Cultura. Col. Os Pensadores. DESCARTES, René. Meditações Metafísicas. São Paulo: Nova Culturas. Col. Os Pensadores. DESCARTES, René. Coleção Logos Cogito ergo sun. A Metafísica da Modernidade de Franklin Leopoldo e Silva, livre docente. Bacharel em Filosofia Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo (USP). Editora Moderna, 1ª edição em 1993.
  18. 18. DESCARTES, René. Discurso do Método. Coleção Fundamentos do Direito Ícone Editora Ltda., 2006. Introdução e notas de Lourdes Nascimento Franco. Tradução de J. Nascimento Franco. REALE, Giovanni; ANTISERI, Dario. História da filosofia: do humanismo a Descartes. Tradução de Ivo Storniolo. São Paulo: Paulus, 2004. v. 3.

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