Jornal digital 4596_qua_ 28012015

315 visualizações

Publicada em

0 comentários
0 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

  • Seja a primeira pessoa a gostar disto

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
315
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
16
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
1
Comentários
0
Gostaram
0
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Jornal digital 4596_qua_ 28012015

  1. 1. Encontradoprimeiro focodedenguedoano www.grupocorreiodosul.com.br ANO XXIV EDIÇÃO Nº 4.596 QUARTA-FEIRA, 28 DE JANEIRO DE 2015 R$ 2,00 Grupo 29º 23º Sol e aumento de nuvens de manhã. Pancadas de chuva à tarde e à noite. Previsão para hoje Extremo Sul Catarinense Página Projetodealunos põeskate naescola Ladrãorouba irmãsevai preso Mãe procura filhodesaparecido Acompanhe a coluna de Igor Borges Expectativassão dasmelhores paraofestival Amor de pais vence síndrome rara Se deu mal Sombrio SuperaçãoParapenteIpinião Turvo Araranguá Coluna Social 9Página 4e5PáginaCapa 3Página 11Página 19Página 21Página Caderno de Esporte Geral
  2. 2. www.vitaanalise.lablaudo.com.br Geral2 Correio do Sul Quarta-feira, 28 de janeiro de 2015 Fibradabananeiraviraartesanato O produto era descartado, agora pode até gerar renda para várias famílias sendo comercializado na forma de belos objetos Transformação > JACINTO MACHADO Bananeiras, Jacinto Machado tem em abun- dância, artesãs também. Então veio a ideia de transformar o que era descartado, troncos ve- lhos da árvore, em xíca- ras, pratos, laminarias, fôrmas personalizadas e até flores. O material já começou a ser produzido em grande escala por dez moradoras do município, todas participantes de grupos de mulheres. O grupo aprendeu a técnica com a professo- ra Chistine Vaspassos Reuter Mota, que veio especialmente do Espí- rito Santo para ensinar. ³Grupo está aproveitando a fibra de bananeira para confeccionar artesanato > ARARANGUÁ Disposta a deixar a cidade ainda mais boni- ta e propiciar um aspec- to mais convidativo, a prefeituradeAraranguá começou a colocar em prática, ainda no início do mês de novembro, um projeto que visa à recuperação, a jardina- gem e o paisagismo dos principais canteiros de acesso ao município. Uma empresa ter- ceirizada realiza o ser- viço. Por enquanto já receberam novo paisa- gismo, plantio de grama e plantio de flores, locais como o canteiro da rota- tória situada no antigo traçado da BR-101, em frenteaoHoteleRestau- rante Becker, o trevo do RelógiodoSol,aavenida Presidente João Goulart e parte da avenida 7 de Setembro. As vezes esse traba- lhoérealizadoanoiteou durante feriados e finais de semana. A adoção destes horários alterna- tivos possibilita maior rentabilidade do servi- ço, pois o intenso fluxo de veículos acaba atra- sando algumas ações. “Este esforço é válido, até porque em períodos noturnos o clima é mais ameno, o que favorece o plantio de flores e gra- ma”, explica o secretário Floresdeixamcidademaisbonita ³Canteiros floridos dão visual colorido a cidade executivo de ObraAlfredo Afrânio Ronconi. O prefeito Sandro Ro- berto Maciel destaca que o serviço executado de forma contínua integra o projeto da gestão de em- belezamento e cuidado da cidade. “Estamos traba- lhando para atender não só o Centro, mas avenidas que não contavam com paisagismo e as regiões mais afastadas do centro do município Este plano é colocadoempráticadefor- magradativaeplanejada”. Narotatóriadaantiga BR101, as mudas planta- das incluem flores perma- nentescomo:coqueiros,je- rivás, líriopes, cica, fênix, ciprestes e moréias, além das de época como amor perfeito, petúnia, boca de leão e cravina, que garan- “Nosso desejo é que a cidade fique ainda mais conhecida pelo nosso ar- tesanato, que sensibiliza usam algo que é da terra: as bananeiras”, resume uma das artesãs, Sônia Maria Caldienaro. Com o conhecimento adquirido, as mulheres irão multiplicar o que aprenderam com as co- legas de outros grupos. A ideia é diversificar e divulgar o que há de bom no município. “Os pro- dutos serão vendidos em feirinhas, principalmen- te para turistas e isso pode gerar incremento à renda das famílias, além de realizar a divulgação da força da agricultura em nossa região”, desta- ca a diretora de Turismo Rafael Andrade tem um colorido especial – amarelo, vermelho, branco e azul – e serão substituídas conforme a estação. Concluído esse tra- balho, ação semelhante seráfeitaempontoscomo arotatóriadaspraias,na SC-447 e na Avenida Ve- reador Manoel Norberto Costa, no Bairro Jardim das Avenidas. Segundo Sandro, a avenida 7 de Setembro, principal via de acesso ao Centro de Araranguá receberáplantiodeflores e embelezamento dos canteiros desde o trevo situadonoantigotraçado da BR-101, até dois pon- tos extremos: o Colégio Murialdo, e o acesso ao Campus da UFSC, no Mato Alto. de Jacinto Machado, Ali- ne Matias Bernardo. Normalmente, após a colheita das bananas, o tronco da planta é cor- tado e jogado fora pela maioria dos produtores. Apenas uma pequena parte tem máquinas para picar o tronco (duro de- mais para que isso seja feito manualmente) e transformá-lo em adubo. Se a bananeira em que já foi feita a colheita não for retirada do solo, pode atrair um tipo de besouro (broca) que põe ovos na planta.As larvas do besouro se alimentam de tecidos do pseudocau- le, e podem fazer tombar a bananeira. Sem contro- le, a plantação pode ser infestada.
  3. 3. até uma maior participa- ção junto à escola. “Até os profissionais, a direção, ficaram empolgados. A escola ficou ‘diferente’”, salientaram. Com o aval de toda a comunidade escolar, os adolescentes representa- ram Turvo na etapa re- gional, para então verem seu projeto ser um dos escolhidos para represen- tar toda a região na etapa estadual, onde buscaram também desmistificar a marginalização que en- volve o skate, atraindo a atenção de centenas de participantes da feira. “Nosso estande estava sempre movimentado. Geral 3Correio do Sul Quarta-feira, 28 de janeiro de 2015 Valdinei Nichele A feira Pista de skate > TURVO Eles foram os repre- sentantes de todo o ex- tremo sul catarinense na 9ª edição da Feira de Ciências e Tecnologia re- alizada em Florianópolis no final do ano passado e que reuniu mais de 80 trabalhos de várias regi- ões de Santa Catarina. Luiz Gustavo da Silva e Gabriel Candido Baesso representaram o ensino médiodaregiãocomopro- jeto ‘Skate na escola: Uma ação educativa’, em que tornaram o esporte um atrativo para disseminar o conhecimento de várias disciplinas que vivenciam na escola básica João Co- lodel, de Turvo. Baseado num projeto semelhante idealizado em 2013, Luiz Gustavo, de 17 anos e Gabriel, 16, aplicaram na instituição de ensino, para alegria dos colegas, e ainda ultra- passaram três etapas até chegarem à etapa estadu- al da Feira de Ciências e Tecnologia. “O skate é um meio de locomoção bas- tante utilizado na escola, então resolvemos unir corpo e mente, aplicando apráticadoesporteacada uma das disciplinas”, ex- plicaram os jovens alunos, queconcorreramnaescola com outros 50 trabalhos. Querendo praticar skate na escola, os dois resolveram colocar a mão na massa e provar que o esporte tem tudo a ver com o conhecimento. “Eles conseguiram aplicar os cálculos da física, da ma- temática, geometria, os SkateganhadiaespecialnaescolaProjeto une disciplinas através do esporte e busca apoio para conquista de local adequado para a prática no município Ideia de Alunos ³Estudantes se dedicaram a elaborar projetos que tornaram o estudo das disciplinas mais pazeroso ³Projeto com o skate atraiu a atenção nas feiras movimentos do corpo à biologia e assim por dian- te, mostrando a ligação de cada disciplina com a prática do skate”, descre- veu Simone Casagrande, professora orientadora que acompanhou Luiz Gustavo e Gabriel. Através de maquetes, banners e vídeos, o projeto chamou tanto a atenção que foi instituído o Dia do Skate na Escola, quando os experientes na arte do equilíbrio e das mano- bras ensinam os novatos, atraindoaindamaisadep- tos. “Fizemos entrevistas na comunidade escolar, uma pesquisa para ver o nível de interesse do pes- soal”, explicaram. Além do interesse dos alunos, eles verificaram uma empolgação geral e Não somente outros alu- nos, mas até professores nos procuraram com in- teresse em levar o nosso projeto às escolas que eles representavam”, lembra- ram. Com direito até a explanação do projeto através da linguagem de sinais (Libras) Luiz Gus- tavo e Gabriel receberam apoiodoscolegasdaescola João Colodel, que vesti- ram camisetas alusivas ao projeto e fizeram uma grande torcida lá mesmo, na capital. Com apenas um clas- sificado de cada categoria para a etapa nacional, vi- ram uma escola de Floria- nópolis ficar com primeira colocação, mas voltaram para casa com a certeza de que estavam à altura de representar muito bem a região e até o Estado. “Sabíamos do quanto é bom o projeto deles e todos ficamos orgulhosos com os resultados práticos, tanto aqui na escola quanto em cada uma das etapas que participaram”, afirmou professora Simone. Os dois jovens que há quase uma década praticam o esporte em Turvo, buscam dar con- tinuidade à aplicação do projeto Skate na Escola e também ‘um lugar ao sol’ para os skatista no município, onde calculam ter mais cem skatistas que precisam utilizar as ruas, enquanto uma pista não é construída. “Nossa intenção é de convencer as autoridades a constru- írem um local adequado para que possamos andar de skate, evitando que corramos risco andando nas ruas da cidade”, infor- maram os alunos. E, mesmo não fre- quentando mais o ensi- no médio, Luiz Gustavo promete voltar à escola este ano como voluntário para dar continuidade ao projeto. Vende-se Terreno em Baln. Gaivota no Bairro Jardim Ultramar próx. á Escola Dar- ci Ribeiro. Aceito carro no negócio. Fone: (48) 99080293.
  4. 4. Especial4 Correio do Sul Quarta-feira, 28 de janeiro de 2015 ³Camila entre os pais, que se dedicam a ajudar a filha a superar os obstáculos encontrados com a doença Djonatha Geremias > ARARANGUÁ Umaadolescentegrá- vida promete entregar sua filha a um casal po- bre, se recusando a doá- -la a desconhecidos ricos. Foi assim que o casal Clailton Jadir dos Santos e Nadir Maria da Costa dos Santos adotaram a recém-nascida Camila de Assis, no ano 2000. É a chamada ‘adoção a brasileira’, que a justiça contesta, mas que o amor uniu. Porém, nove anos depois o destino pegou a família de surpresa, quandoameninafoidiag- nosticada com uma sín- drome rara, que parali- sava parte do seu sistema nervoso. A história dessa famíliadeAraranguáéde vitória, mas que deixou sequelas e sonhos. Camila cresceu ale- gre, jogando futebol e andando de bicicleta, no bairro Urussanguinha, em Araranguá. Não foi rica, mas também nunca lhe faltou nada. Aos 9 anos, começou a recla- mar que estava com leves enjoos e, dias depois, vol- tou da escola com hema- tomas.Dissequecaiutrês tombos durante o ensaio da quadrilha para a festa junina. Também ficou gripada naquela semana, recusando os lanches que tanto gostava. O pai Clailton, que trabalhava como auxiliar de enfermagem, descon- fiado das dores nas per- Logo após o diagnóstico, veio o desafio de conseguir a medicação ur- gente, que precisava ser solicitada ao Governo do Estado, com pelo menos quatro dias de antecedência. “A se- nhora reze”, sugeriu o médico a Nadir. Milagre atendido, o remédio chegou no dia seguinte e as paralisações foram controladas. Por dois anos, Camila precisou fazer fisioterapia. Porém, novamente a intuição do pai enfermeiro alertou que apenas as sessões de fisioterapia não surtiriam resultado. Vendo a filha sem conseguir caminhar por causa das “Pode rezar” Superação PaisajudamfilhaavencerumaPai adotivo trabalha no setor de saúde e reconheceu sintomas da doença de Guillain-Barré. A partir daí fez coisas surpre nas e dos tombos da filha, levou-a para fazer exa- mes. Os dois primeiros não acusaram nada de errado, mas o pai não se contentou. “Os sintomas eram claros”, explica. Um dia, Camila subiu em um pé de bergamota e, lá em cima, não sentiu mais as pernas e caiu.Ao tentar se levantar, sentiu a perna fraca. Na mesma noite Clailton levou a menina para fazer uma tomo- grafia no Hospital Re- gional de Araranguá, e adiantou ao médico a suspeita que tinha. O mé- dico concordou, mas disse que precisava de exames específicos e que, pela falta de neurologistas na cidade,agarotaprecisava ser internada no Hospi- tal São José, em Criciú- ma. Na manhã seguinte, Camila já estava lá. Os resultados dos exames, infelizmente, confirma- ram as suspeitas do pai: Camila tinha a síndrome de Guillain-Barré. DIVERSÃOELAZERGARANTIDOS QUARTA,SÁBADOEDOMINGO BR101-KM413-ARARANGUÁ sequelas da síndrome, Clailton decidiu ele mesmo ajudar em casa. Ao invés de deixá-la o dia todo largada na cama ou no sofá, apenas comendo e dormindo, o pai elaborou pesos para a filha continu- ar fazendo fisioterapia nas horas vagas. “Ele amarrava um quilo de arroz, de feijão ou de terra mesmo, em cada um dos pés da Camila, para ela sentir ao tentar caminhar”, conta a mãe. Com os exercícios extras em casa e recebendo a medicação constantemen- te, a menina conseguiu ‘reeducar’ o cérebro e, assim, se curou da síndrome de Guillain-Barré.
  5. 5. Especial 5Correio do Sul Quarta-feira, 28 de janeiro de 2015 Curada, mas com algumas sequelas, Ca- mila sabe que a luta não terminou. Hoje, aos 14 anos, a garota precisa ainda passar por uma cirurgia na perna direi- ta. Ela já fez uma cirur- gia na perna esquerda, porque os seus pés fi- cam voltados para den- tro, como se ela tivesse pouco controle sobre eles. Hoje ela caminha, às vezes corre, consegue andar de bicicleta (le- vemente), mas ainda se desequilibra por causa dos pés, principalmen- te o direito, que ain- da precisa de cirurgia. O procedimento será uma tentativa de reti- rar parte da membrana do sistema nervoso da perna esquerda para substituir no pé direito o que a síndrome remo- veu. O problema é que, para isso, ela precisa fa- zer um exame chamado eletroneuromiografia, que está tentando agen- dar desde 2 de março de 2014 pelo Sistema Único de Saúde – e até hoje sem previsão de agendamento. Por outro lado, a menina não desanima. A adolescente com rosti- nho de criança tem uma rotina bem adequada para a idade. Durante o ano letivo, de manhã, vai à escola, depois vol- ta para o almoço, lava a louça em seguida. Depois, vai para os fun- dos da casa ajudar a mãe, que é costureira, a desfiar algum tecido ou outra tarefa simples. Só depois é que ela tira um cochilo no fim da tarde. À noite, brinca com os pais, joga cartas, conversa e raramente assiste TV (mas não gosta). No quintal, Camila tem sua grande amiga Serena, uma cachorra Política Rolando Christian Coelho O que é a síndrome de Guillain- -Barré? Cheia de sonhos A síndrome é uma falha do siste- ma de defesa do or- ganismo. Faz o sis- tema imunológico produzir anticorpos contra a membrana natural que reveste os próprios nervos. Em resumo, o cére- bro fica confuso e manda o organismo atacar nada menos que o sistema ner- voso, responsável por levar os estímu- los do cérebro para todas as partes do corpo. Geralmente, a síndrome aconte- ce após a pessoa ter algum tipo de infecção nas vias respiratórias. Ela tem esse nome dife- rente por causa dos cientistas franceses que identificaram a síndrome, Geor- ges Guillain e Jean Barré. N ovo Secretário do Desenvolvi- mentoRegionalaquidoExtremo Sul,empresárioAdemirdaSilva, o Dema (PMDB), tem se esforçado para amainar as arestas que ficaram pendentes com a sua nomeação, especialmente dentro do PSD, que também queria o comando da SDR. Para Dema, a hora é de união de esforçosparaobemdaregião.“Euvejocomo legítimo o direito deste ou daquele partido, que faz parte da base do Governo do Estado, querer comandar a SDR, mas esta etapa já passou. Agora o mais sensato é que nos unamos, independente das cores partidárias, para trabalharmos todos juntos”, comenta o secretário, se referindo claramente ao des- contentamento dos pessedistas, que queriam emplacarGiselaScaininaSecretariaRegional. Neste sentido, Dema pretende visitar todososprefeitosdaregiãoparatrocarideias Dema quer paz e harmonia quanto ao funcionamento da SDR. “Quero abrir as portas da Secretaria para a partici- pação de todos. Não teremos distinção entre aqueles que me apoiaram desde o primeiro momento e aqueles que lutaram por outra indicação.Vamos trabalhar na linha da ma- nutenção da paz e da harmonia”, reafirma. Na reunião que teve na segunda-feira à noitecomogovernadorRaimundoColombo (PSD), o novo secretário foi comunicado ofi- cialmentedasmudançasqueacontecerãonas SDRsquantoasuagestão.Colombopretende aprovar o projeto de reforma administrativa do governo até o dia 10 de fevereiro, o que incluialteraçõesnasistemáticadasregionais. “Independente de como funcionará a SDR, o que eu sei é que faremos de tudo para que ela seja o mais útil possível aos interesses da sociedade”, enfatiza Dema, que já está despachandodasededaSecretariaRegional. Só ameaça Ainda que já tenha anunciado aos qua- tro ventos que deixaria o PSD caso Gisela Scaini não fosse indicada para o comando da SDR de Araranguá, o meio político não está acreditando que o prefeito de Balneá- rio Arroio do Silva, Evandro Scaini, de fato tomará tal atitude. De um modo geral, as lideranças mais atentas as mudanças na SDR estão apostando em um blefe de Evan- dro, de modo a barganhar recursos para seu município. A lógica é simples: Evandro estaria ameaçando deixar a sigla para que o governador Colombo o chame para uma conversa de pé de ouvido. Nesta conversa proporia convênios para Arroio em troca da permanência do prefeito no PSD. Inferno astral Definitivamente o inferno astral por que passa o PSDB de Sombrio não parece prestes a acabar. Depois de ser objeto de duras críticas por parte da coordenação regional da sigla, o partido está prestes a perder a filiação de Fabiano Pinho, candi- dato mais votado dentre os tucanos que concorram à Câmara Municipal em 2012. Fabiano está com um pé e meio no PP do deputado estadual José Milton Scheffer. “Estamos nas tratativas finais, mas já me considero um progressista. De minha parte está tudo certo”, comenta o já quase ex-tucano. Em 2016 Fabiano deverá con- correr à Câmara novamente, agora com o apoio de velhos caciques do PP do bairro São Luiz, forte reduto do partido. PMDB dividido Divisão dentro do PMDB de Passo de Torres está se tornando cada vez mais evi- dente. De um lado o grupo do ex-prefeito Áureo André Henrique, tentando trabalhar a construção da candidatura ao executivo de seu filho, Júlio Henrique. Do outro lado o grupo do também ex-prefeito Newton Bit- tencourt da Silva, o Alemão, que admite a possibilidadedeumprojetoalternativo,com oPMDBindicandoatémesmoovicedoatual prefeitoJuarezGodinhoScheffer(DEM),em 2016. No meio da queda de braços entre os dos grupos, que é antiga e nada velada, está o diretório do partido, que precisará ser re- composto em agosto deste ano. O grupo que tiver a maioria emplacará sua tese. Só na boa Leitor entra em contato para questionar números relativos a quantidade de bene- ficiários pelo Bolsa Família na região. Na coluna de ontem publiquei que mais de 6 mil pessoas recebiam o benefício aqui no Extremo Sul, e que supunha que grande parte não precisava dele. Incrédulo, o leitor diz achar impossível que em uma região pequena como a nossa tantas pessoas estejam vinculadas ao programa. Bom, de acordo com o Portal da Transparência, exatamente 6.089 pessoas recebem o Bol- sa Família nos 15 municípios da Amesc. Confrontei alguns nomes de beneficiários com seu perfil em redes sociais. Tem gente usando o Bolsa Família para pagar conta da água na piscina. a síndromerarae endentes para não deixar a garota de 14 anos ficar inválida labradora que morre de ciúmes da dona. Quando tem tempo, a garota sai para conversar com a melhor amiga Laura. Também é fã do cantor canadense Justin Bie- ber, mas o sonho dela não é nada adolescente: Camila quer ser médica ou policial civil. “Quero ajudar as pessoas, sal- vando vidas ou comba- tendo o crime”, explica, dizendo que se inspira no trabalho do delegado Jorge Giraldi. Ela sabe, entretanto, que pode ser mais difícil do que o normal. É que a síndrome deixou-a com dificuldade de aprendi- zado, ela aprende, mas depois o cérebro não retém a informação. “A professora explica, mas eu tenho dificuldade de me concentrar. Quan- do eu presto atenção aprendo na hora, mas depois esqueço”, lamen- ta a jovem, que está en- frentando dificuldades na vida escolar. Ainda assim, a famí- lia não desiste. A mãe Nadir conta que o futuro da filha deve ser muito lindo. “Deus não ia co- locar ela na nossa vida por acaso. Ela poderia ter sido adotada por qualquer pessoa rica, mas a mãe biológica dela sabia que iríamos proteger e cuidar da Camila. E ela veio a ter justamente um pai da área da saúde, hoje com 23 anos de carreira, e que, se não fosse por ele, a gente não saberia que ela teve a síndrome. E mais do que isso, se não fosse por ele insistir nas fisioterapias em casa, talvez a Camila hoje fosse uma jovem aca- mada. Por isso eu confio que Deus tem um sonho muito grande para a nossa filha”, finaliza Nadir emocionada.
  6. 6. Fundado em 5 de Junho de 1990 - Dia Mundial do Meio Ambiente Jornalista Rolando Christian Sant’ Helena Coelho - Fundador Jornal Correio do Sul Publicações legais: Tomaz Fonseca Selau l48l 9985.8573 tomaz@grupocorreiodosul.com.br Financeiro Joice Ramos l48l 8802.5883 financeiro@grupocorreiodosul.com.br Comercial: Igor Borges l48l 9968.6084 comercial@grupocorreiodosul.com.br Diretor Geral Jabson Muller l48l 9955.5313 jabsonmuller@grupocorreiodosul.com.br Diagramação/Arte: Cristian Mello l48l 3533-0870 correiodosul@grupocorreiodosul.com.br Sul Gráfica Junior Muller l48l 9931.4716 sulgrafica@grupocorreiodosul.com.br Redação: Marivânia Farias l48l 9995.9290 editor@grupocorreiodosul.com.br Política: Jarbas Vieira l48l 9966.5326 jarbas@grupocorreiodosul.com.br Radio 93FM Cássia Pacheco l48l 9912.9588 radio93fm@grupocorreiodosul.com.br Circulação/Assinatura l48l 3533.0870 assinaturas@grupocorreiodosul.com.br Rua João José Guimarães,176, Centro - Sombrio/SC - Fone: (48) 3533 0870 Editora: J. R. Pereira - ME CNPJ 17.467.695/0001-19 C.S. Empresa Jornalística LTDA. Geral6 Correio do Sul Quarta-feira, 28 de janeiro de 2015 Contraponto à crise PeloEstado M ais dez municípios catarinenses assinaram contratos com o Badesc Cidades Juro Zero. As prefeituras de Bombinhas, Biguaçu, Bocai- na do Sul, Camboriú, Entre Rios, Gravatal, Iraceminha, Palmitos, Papanduva e Santo Amaro da Imperatriz já têm à disposição um total de R$ 16,8 milhões, em valores que variam de R$ 285 mil a R$ 5 milhões. Os recursos serão destinados à aquisição de máquinas e equipamentos, obras de infraestrutura e construção de centro administrativo. O ato de assinatu- ra, realizado ontem, teve a presença do governador Raimundo Colombo, do presidente do Badesc, Wellington Bielecki, e do secretário de Estado de Assuntos Estratégicos, GeraldoAlthoff. Desde que entrou em operação, em meados de 2013, e considerando os novos contratos, o programa já dispo- nibilizou pouco mais de R$ 240 milhões (veja quadro com distribuição por re- gião) de um fundo formado por recursos próprios do Estado, operado pelo Badesc e que pode chegar a R$ 400 milhões. O prefeito de Biguaçu, Ramon Wollinger, primeiro a ser chamado para assinar o contrato no ato de on- tem, disse à Coluna Pelo Estado que “as condições de financiamento são muito favoráveis aos municípios”. Ao falar em nome dos demais prefeitos, Sandro Vidal, chefe do Executivo de Santo Amaro da Imperatriz, destacou o caráter municipalista do governo Colombo. De acordo com Bielecki, a orientação do governador é acelerar a liberação de recursos como forma de se contrapor ao clima de crise que ronda o país. Em sua fala, Colombo disse que quer ampliar o Cidades Juro Zero e também o Fundo deApoio aos Mu- nicípios (Fundam). Entretanto, precisa observar o cronograma das ações já em andamento. “Há municípios que ainda nem acessaram os recursos do convênio. Tenho que ver o melhor momento, mas não tenho dúvidas de que vamos continuar investindo. Esse dinheiro compõe um fundo que não volta para o Estado. Permanece para ser novamente emprestado às prefei- turas, sem juros, sem correção, com um ano de carência e três para paga- mento. São condições de pai para fi- lho”, declarou. Despedida Airton Spies participa hoje de uma de suas últimas atividades como secretário de Estado da Agricultura e da Pesca. Junto com o governador Colombo, estará na abertura da Itaipu Rural Show. Vão lançar o programa estadual Terra Boa 2015, com orçamento aproximado de R$ 48 milhões para subsidiar a aquisição de sementes de milho, calcário, kits forragei- ras e kit apicultura, beneficiando 65 mil produtores rurais. Spies será substituído pelo deputado Moacir Sopelsa e passará a adjunto na condução da pasta. Pelo me- nos por enquanto, preferiu recusar o con- vite feito pessoalmente pela ministra da Agricultura, Kátria Abreu, para compor sua equipe. Enquanto isso... Mesmo antes de assu- mir como secretária da Assistência So- cial, Trabalho e Habitação, a deputada Angela Albino participará de encontro de lideranças comunitárias, políticas e profissionais para debater as ações e de- safios governamentais na área. “Antes de tomar posse já estou levantando os dados das áreas afins e aproveitarei a ofi- cina para saber mais sobre o panorama e desafios da assistência social no estado”, disse. O encontro será no sábado (31). In- formações e inscrições: oficinaassisten- ciasocial@gmail.com ou (48) 91823926. Nova entidade O 1º Encontro Nacional de Advogados de Clube de Futebol, realizado na sede da OAB-SC, em Florianópolis, resultou na criação da Associação Brasi- leira de Advogados de Clubes de Futebol (Abrac-Futebol). O advogado catarinense SandroBarreto,doAvaíFutebolClube,foi escolhido para ser o primeiro presidente. Um dos objetivos da nova entidade é lu- tar pela evolução da legislação que rege o futebol no Brasil. Andréa Leonora ��orian�po�is ����orian�po�is �� 28Jan15 PossenaFecam O prefeito de Chapecó, José Claudio Caramori, tomará posse no início da tarde de hoje como presidente da Fe- deração Catarinense de Municípios (Fecam) para o pe- ríodo 2015-2016. Seu nome deve ser confirmado em As- sembleia Geral Ordinária que ocorre ainda pela manhã. O atual presidente, Hugo Lembeck (Taió/Amavi), passa à primeira vice-presidência, enquanto Leonel José Martins (Balneário Piçarras/Amfri) e Sisi Blind (São Cristóvão do Sul/Amurc) assumem a segunda e a terceira vice-presi- dências, respectivamente. Caramori disse à Pelo Esta- do que dará continuidade ao trabalho em andamento e manterá a pauta municipalista, especialmente no que diz respeito à distribuição do bolo tributário. Outro objetivo é a aquisição da sede própria da Fecam, cuja estrutura atual engloba 50 funcionários. O estatuto da Federação prevê um rodízio na presidência, dando oportuni- dade a prefeitos de todas as regiões e de todos os partidos. DivulgaçãoPrefeituradeChapecó
  7. 7. Geral 7Correio do Sul Quarta-feira, 28 de janeiro de 2015
  8. 8. Entretenimento Novelas - Horóscopo - Diversão Cruzadinha Novelas Boogie oogie -18h Alto Astral -19h Império -21h L aura descobre que não mora ninguém com a idade de tia Conceição no prédio em que Tina entra. Gaby fala para todos do clube que Emerson não roubou o bazar. Gaby termina o namoro com Gustavo. Emerson vence a prova de natação. Aurélia diz a Suzana que recebeu uma intimação da polícia sobre o sumiço de Oscar. Suzana confidencia a Aurélia que se entregará à polícia e confessará que tirou a vida do ex-marido. B eto impede que Ricardo confira as contas da empresa. Car- lota faz insinuações contra Beatriz para Cláudia e Otávio. Ricardo e Luisa conhecem a nova contadora da Vip Turis- mo. Leonor pede ajuda a Rafael. Diana conta para Cristina que Paulo pode ser pai de Vitória. Rafael afirma que somente Sandra pode tirar os irmãos da mansão. Luisa e Ricardo reclamam da administração de Beto na Vip Turismo para Madalena. Carlota afirma que não deixará Cláudia e Otávio irem embora. J osué acredita que José Alfredo tenha que mudar de es- conderijo. Cora ouve Cristina falando com o pai. Silviano desconfia de Téo e Maria Marta marca um encontro com o blogueiro. Xana suspeita de que Lorraine esteja escondendo algo. Érika vai atrás de Robertão no aeroporto. Bruna ouve uma ligação entre Danielle e Maurílio. José Pedro sente ciúmes de Leonardo. Vicente fica incomodado com a ligação de Maria Clara. Reginaldo pensa em Cora. Rapidinhas Correio do Sul Quarta-feira, 28 de janeiro de 2015 Áries 21/03 a 20/04 Hoje evite a realização de negócios e assinatura de contra- tos, ariano. É um dia importante para você refletir sobre o que verdadeiramente tem valor. Momento em que deve cuidar com a tendência a agir como mártir ou vítima nos relacionamentos. Leão 21/07 a 20/08 Sagitário 21/11 a 20/12 Hoje é mais importante se concentrar nas demandas pes- soaisdoquenasprofissionais.Éumdiaquedesfavoreceas questões práticas e lógicas que envolvem o trabalho e as negociações.Momentodeolharmaisparaasdemandasda famíliaeparaasuasubjetividade. Gêmeos 21/05 a 20/06 Odiaenalteceocontatocomasubjetividadeecomques- tõesespirituais,geminiano.Nãoéumdiafavorávelparaa produtividadeeaobjetividade.Momentoqueoportuniza apercepçãodoquerealmentetemvalorparavocê. Libra 21/09 a 20/10 Hoje é um dia desfavorável para negócios e questões envolvendo o trabalho e as finanças. É importante que perceba a necessidade de aprimorar a sua conduta emocional.Éummomentomuitosignificativoparasedar conta dos aspectos espirituais e emocionais. Aquário 21/01 a 18/02 Percepção de que cada membro da família tem um ritmo diferente, aquariano. É um momento importante para você agir mais segundo seus próprios valores. É exigidodevocêacapacidadedeauxiliaredesersensível e empático. Touro 21/04 a 20/05 Hoje pode se sentir um tanto confuso e perdido, taurino. É um momento importante para valorizar mais as questões espirituais e a expressão da sensibilidade. Conectar-se com uma força interior por meio da espiritualidade e do autoco- nhecimento está favorecido. Virgem 21/08a20/09 A praticidade, a lógica e a objetividade não estão fa- vorecidas hoje. É um dia significativo para perceber as demandasemocionaiseespirituaisdosrelacionamentos. Cuidadocomatendênciaasilusõeseconfusõesemseus relacionamentos. Capricórnio 21/12 a 20/01 Cuidado com a tendência a um comportamento ciumento ou possessivo, em termos emocionais. É um momento em que deve procurar deixar claras as suas ideiasedemandas.Podehaverdificuldadesenvolvendo a comunicação e também fatores ligados à família. Câncer 21/06 a 20/07 Concentre-senoseudesenvolvimentointernoemocionale espiritual.Hojepodehaverconfusãoouatritosemquestões que envolvem amigos e grupos. É um dia que desfavorece as questões objetivas, mas enaltece o autoconhecimento e a subjetividade. Escorpião 21/10 a 20/11 Cuidado com a tendência a um comportamento carente na vida afetiva. É importante aceitar as pessoas como elas são,issofazpartedoensinamentoatual.Umdiaquepode desfavorecer as questões objetivas que envolvem os seus relacionamentos. Peixes 19/02 a 20/03 Crescemasdemandasemocionaisdospiscianosnestemomen- to. É um dia que desfavorece as questões práticas, objetivas e profissionais. É importante que se comunique com clareza, a fimdeevitarmalentendidos. Horóscopo Hoje pode sentir dificuldade de foco e de concentração, leonino. As questões profissionais estão desfavorecidas, éummomentodecuidarmaisdesituaçõesemocionais. Éimportanteagircomsensibilidadeeempatia,sabendo secolocarnolugardeoutraspessoas. Adriana Calcanhoto está de luto. Morreu noiníciodamanhãdestaterça-feira(27),aatriz ecineastaSuzanadeMoraes,de74anos. A assessoria do hospital confirmou à reportagem de O Fuxico que Suzana foi vítima deumainfecçãorespiratóriaemdecorrênciade umcâncernoendométrio. Filha mais velha de Vinícius de Moraes, ela era companheira de Adriana há 25 anos e se casaram oficialmente em 2010. Ela estava internadanaclínicaSãoVicente,naZonaSuldo RiodeJaneiro,desdeoúltimodia5. Em setembro do ano passado, durante uma participação no programa Mais Você, exibidonaGlobo,acantorafalousobreasaúde desuacompanheira. “Queria que você mandasse muita força a ela. Eu sei que ela está no momento mais delicado da vida. E desejo muita boa sorte para vocês”, disse Ana Maria, que também já enfrentouadoença. “São 25 anos. Dou muita força a ela diariamente. Ela está melhor”, respondeu Cal- canhotto,sempremuitoreservada. JustinBieberéonovogarotopropaganda da Calvin Klein e está animando as fãs com o corpo para lá de sarado com várias tatuagens. Ogalãcanadensetempegopesadonaacade- miaemostradotodoseucorposexynosshows pelomundo.Recentemente,eleconfessounas redes sociais que está tomando suplementos alimentaresparaacompanharostreinoseque pretendeficarmaisdefinidoeforteem2015. “O suplemento MYO-X(TM) me ajudou nos treinos, obrigada Carlon Colker”, declarou Biebernomicroblog,contouaorevelaramarca quetemusadoparaengordar. Mas,oastroteennãoéoúnicoquefazuso de produtos para controlar a dieta e ficar mais sarado. Além dele, galãs como Sérgio Marone e Felipe Franco também já escolheram outros produtossimilaresparaacompanharadieta. Entreasmeninas,JaqueKhuryeFernanda D’Ávila, quem ficou conhecida por seu corpão sarado, também usam o mesmo suplemento queJustin.Éumtimeetantodemusasemusos fitness.
  9. 9. Correio Especial Igor Borges igor.borges@grupocorreiodosul.com.br www.facebook.com/igor.borges @igormborges Correio do Sul Quarta-feira, 28 de janeiro de 2015 Outlet Conceitos como o novo Shop- ping Outlet Japonês podem e vão ajudar muito a confecção a escoar suas sobras de produção e aumentar o faturamento, uma vezqueospreçospodemsermaioresdo que os vendidos por quilo. Em poucos dias de funcionamento os turistas já estão conhecendo e a noticia se espa- lhando. A marca será fixada logo. Esse pessoal trabalha duro.. O QUE VOCÊ ESTÁ PENSANDO Foto do Dia #fotododiacorreiodosul Como ainda estamos no pri- meiro mês do ano esta foto ainda vale. Ela representa bem um momento único re- gistrado. Na foto o casal Déda Soares e Vitor Tuon na noite de ré- veillon brindando o amor. “Quem com porcos anda, farelo come. Por outro lado, quem se junta a pessoas otimistas e com força de vontade, vai mais longe. “Esteja sempre no time das pessoas motivadas e disposta a fazer acontecer” - Carlos Hilsdorf” Diego Schwartz 2015 A perspectiva da Abit é que o PIB não crescerá, por consequente apro- dução da confecção crescerá 0,7% e a têxtil 0,3% com o varejo de vestuário crescendo 0,4%. Ainda prevêqueaeconomiavaidesacelerar, o Real desvalorizar, terá ajuste fiscal para o setor, revisão da linha do BN- DES, crise da água e energia, além do fraco desempenho da economia global e baixo preço das commodi- ties.Dos setedesafioselencados,dois apenas são externos. ³Equipe Nota 10 do ABC Supermercado. Importação As confecções de Santa Catari- na sofrem com o aumento de quase 10% da importação. Isso beneficia o importador e o cliente, mas acaba deixando vários trabalha- dores sem emprego. Por outro lado, o desafio de sobreviver acaba por man- ter uma empresa e alguns empregos indiretos. Têxtil e Confecção SemanapassadaaAssociaçãoBrasi- leira das Indústrias Têxtil e Confecção, a Abit, apresentou os dados de 2014 e planos para 2015. Mesmo tendo ajuda do governo com algumas desonerações, houve uma diminuição de 20 mil postos de trabalho, fechando oanocom1,6milhõesdetrabalhadores em todo Brasil. Houve uma retração na produção de vestuário em 2% e 5 % na produção têxtil. Diminuição da exportação em quase 7% e aumento da importação em aproximadamente 5%, consequentementecaiuoinvestimentos em 30% e o faturamento em 5%. Empreender Concebida para ser uma fran- queadora pela Sabrina Magenis, o quiosqueemarcaDonaMoça que estreou no Novo Shopping Outlet Japonês poucos dias atrás já recebeu convite para inaugurar uma filial no Novo Center Fábrica e já tem um interessado em abrir uma franquia em Criciúma. R$ 21 milhões Foi o faturamento da cadeia têxtil e de confecção do estado de Santa Catarina, colocando-a na 2ª posição em todo o Brasil.
  10. 10. 10 Correio do Sul Quarta-feira, 28 de janeiro de 2015 Publicidade
  11. 11. Geral 11Correio do Sul Quarta-feira, 28 de janeiro de 2015 > ARARANGUÁ A estudante Maria Luíza, de 10 anos, irradia- va alegria na tarde des- sa terça-feira,enquanto divertia-senosbrinquedos do novo playground infan- til da Praça Hercílio Luz, no Centro de Araranguá. Ao observar as brinca- deiras da filha, a dona de casa Simone Miranda Martins, moradora da Vila São José elogiou a obra. “O novo parquinho está muito melhor do que o antigo.Agora ficou mais seguro e as crianças po- dem brincar à sombra de uma árvore”, disse. Aprovada para o quinto ano e aproveitando os últimos dias das férias escolares, Maria Luíza foi uma das primeiras a brin- car no playground infantil depois que a empreiteira realizou acabamentos e instalou os novos brinque- dos, entre os quais castelo mágico, escorregadores e balanços. O novo parquinho foi inaugurado no dia 23 Parque recebe novos brinquedos de dezembro, mas ainda faltava promover alguns ajustes estruturais e ins- talar placas indicando que o local só pode ser frequentado por crianças de até 12 anos. “Pedi- mos que a empreiteira providenciasse o reforço na base de sustentação do gira-gira e da roda, que haviam apresentado problema. Isto foi feito da melhor maneira possível. Agora, o local dispõe de estrutura completa e é mais um atrativo para o público jovem”, disse o prefeito Sandro Roberto Maciel. Na estrutura do par- quinho, que inclui grama sintética, alambrado, por- tão, bancos de concreto, meio fio, pavimentação, tóten informativo, arqui- bancada, a prefeitura investiu R$ 134.748,83. Já na implantação dos brinquedos, alguns deles destinados ao uso dos Por- tadores de Necessidades Especiais (PNDEs) foram aplicados recursos na or- dem de R$ 84 mil. Transmissão ³Parque na praça voltou a ser liberado ao uso ³Joelcio inspeciona locais propícios ao aedes > ARARANGUÁ Aequipe do Programa Municipal de Controle da Dengue da prefeitura de Araranguá registrou o primeiro foco do mosquito Aedes Aegypti na cidade em 2015. Foram encon- tradas 50 larvas em uma empresa de transporte situada às margens da BR 101, na Sanga da Toca. O local era monitorado pelos agentes semanalmente através da estratégia de armadilha. A coleta deste material foi feita na se- gunda feira e confirmada pelo exame de laboratório na manhã de ontem. De acordo com o co- ordenador do programa Joélcio Anastácio, desde a tarde desta terça-feira foi iniciada a atividade de delimitação, cujo objetivo é fazer o isolamento de uma área num raio de 300 metros em torno do foco identificado, a fim de avaliar e impedir o avan- ço da espécie para outras áreas. Este trabalho, segun- do Joélcio, ocorre através de visitas domiciliares dos agentes, que realizam inspeção nos imóveis, buscando eliminar depó- sitos de água parada e orientando a comunidade para auxiliar no controle do vetor através de ações conscientes. O coordenador ainda chama atenção da socie- dade para a necessidade de vigilância total neste período quente de verão por ser o mais propício ao desenvolvimento de mosquito e consequen- temente aumentando a possibilidade encontrar a espécies do tipoAedesAe- Encontrado primeiro foco da dengue Perigo Equipe de controle do mosquito Aedes Aegypti está alerta depois que 50 larvas foram encontradas na Sanga da Toca gypti e Aedes Albopictus, transmissores da dengue e da chikungunya. Em Santa Catarina, até o momento, já fo- ram notificados 88 casos suspeito da doença, sen- do12 casos confirmados, enquanto 20 continuam sobre investigação. O mu- nicípio que registrou o maior número foi Itajaí, com 11 casos confirmados. Em segundo lugar está a cidade de Três Barras, com um caso. Araranguá teve uma notificação, mas não foi confirmada. A única forma de transmissão é por meio da picada da fêmea do mosquito Aedes aegypti infectada pelo vírus da dengue. Não há trans- missão através do contato direto de um doente ou de suas secreções com uma pessoa sadia. O vírus também não é transmi- tido através da água ou alimento. A transmissão nos mosquitos ocorre quando ele suga o sangue de uma pessoa já infectada com o vírus da dengue. Após um período de incubação, que inicia logo depois do contato do mosquito com o vírus e dura entre 8 e 12 dias, o mosquito está pronto para transmitir a doença. Normalmente, nos seres humanos, os sinto- mas da dengue aparecem de cinco a seis dias após a picada infectante. Mas, o vírus pode permanecer em incubação durante um período de 3 a 15 dias. As pessoas que estiverem com dengue devem usar repelentes, mosquiteiros ou outras formas de evi- tar picadas de um novo mosquito Aedes aegypti. Assim, é possível inter- romper a cadeia de trans- missão do vírus. Ge- ral- mente as larvas são encon- tradas em vasos e pratos de plantas, latas, garrafas, pneus, e embalagens em geral jogadas no pátio, calhas e ralos sujeitas à retenção da água da chuva, além de utensílios utilizados para armazenamento de água para consumo doméstico, animal, lazer e outros. Então, para evitar a prolife- ração do mosquito vetor é necessário: - retirar os pratos dos vasos de plantas ou enchê-los até a borda com areia; - eliminar todos os materiais que não tem serventia do pátio; - colocar telas mili- métricas (malha de 1mm entre os nós) nos ralos; - fazer limpeza se- manal das calhas e manter bem vedados os recipientes com armazenamento de água para consumo. Como evitar a dengue
  12. 12. 12 Correio do Sul Quarta-feira, 28 de janeiro de 2015 Geral > ARARANGUÁ Apartir de feverei- ro, os vereadores mirins eleitos e empossa- dos durante uma sessão em dezembro passarão a atuar no legislativo, rea- lizando reuniões e apre- sentando proposições, as- sim como os legisladores adultos. A oportunidade faz parte do Programa Câmara Mirim, ação re- tomada neste ano e que envolve alunos de escolas municipais, estaduais e particulares eleitos nas escolas durante o ano passado. No total, há 15 vereadores mirins e seus suplentes. Naquela oportunida- de, também foi eleita a Mesa Diretora, integrada pela presidente Karoline Costa Pereira, pelo 1º CâmaraMirimassumeemfevereiro Chegando Alunos começam a trabalhar pela comunidade no próximo mês, apresentando projetos e discutindo problemas vice-presidente Rodrigo Costa Teixeira, 1º secre- tária Hellen Costa dos Reis, 2º vice-presidente Andreyna de Freitas Rol- dão e pelo 2º secretário Guilherme Machado Gon- çalves. Para o vereador Ozair da Silva, o Banha, que presidiu a câmara em 2014, o programa é uma grande oportunidade para os jovens. “A Câmara Mirim foi um projeto de- senvolvido há alguns anos e é importante porque possibilita que os verea- dores mirins conheçam melhor a política e como funciona o Legislativo”, ressaltou Banha. Em fevereiro, após o recesso na Casa, os ado- lescentes farão as reuni- ões legislativas sempre às 15 horas, na última semana de cada mês, nas terças-feiras. A iniciativa permite que os estudantes entre 12 e 15 anos dos 6º, 7º, 8º e 9º anos do ensino fundamental atuem como vereadores por um ano, realizando sessões e apre- sentando projetos para a comunidade. Os alunos eleitos receberão uma ca- pacitação gratuita de for- mação, que será realizada pela Escola do Legislativo Deputado Lício Mauro da Silveira, vinculada à Alesc, a Assembleia Legislativa do Estado de Santa Catarina. Vereadores mirins participaram de eleição nas escolas e tomaram posse em 2014, para assumir em fevereiro
  13. 13. Publicações Legais 13Correio do Sul Quarta-feira, 28 de janeiro de 2015                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                     
  14. 14. Publicações Legais14 Correio do Sul Quarta-feira, 28 de janeiro de 2015                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                     

×