Etapas do processo de hominização

Filogénese
Restos fósseis de esqueleto
3.2 milhões de anos
Australopithecus afarensis (Lucy)
Dimensão do cérebro: 400 a 500 centímetros cúbicos
Idade: 3 milhões de anos

Australopiteco
Dimensão do cérebro: 1000 centímetros cúbicos
Idade: 2 milhões de anos

Homo habilis
Homo habilis
(reconstituição)
Dimensão do cérebro: até 1250 centímetros cúbicos
Idade: 1.5 milhões de anos

Homo erectus
Homo erectus
(reconstituição)
Dimensão do cérebro: 1400 centímetros cúbicos
Idade: 150 mil a 300 mil anos

Homo sapiens (Neandertal)
Homo sapiens

Homem de Neandertal
(reconstituição)
Dimensão do cérebro: até 1500 centímetros cúbicos
Idade: 30 mil anos

Homo sapiens sapiens
Homo sapiens sapiens
Homem de Cromagnon
(reconstituição)
Comparação dos esqueletos

Homo sapiens e sapiens sapiens
O que nos torna humanos?

1. O bipedismo e libertação das
mãos.

2. O desenvolvimento cerebral:
expansão e especialização ...
Bipedismo
O desenvolvimento da postura
ereta teve consequências de
vários tipos na modificação da
anatomia:
- reforço dos ...
Bipedismo
Caminhar na posição vertical levou
à especialização das mãos, agora
ocupadas com tarefas distintas da
locomoção:...
Desenvolvimento do cérebro
O alargamento do seu contexto de vida e
a necessidade de adaptação a ambientes
novos, acompanho...
A criação de cultura

Embora aprendam por imitação, os seres humanos
aprendem sobretudo através da linguagem. Somos a
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Hominização

  1. 1. Etapas do processo de hominização Filogénese
  2. 2. Restos fósseis de esqueleto 3.2 milhões de anos Australopithecus afarensis (Lucy)
  3. 3. Dimensão do cérebro: 400 a 500 centímetros cúbicos Idade: 3 milhões de anos Australopiteco
  4. 4. Dimensão do cérebro: 1000 centímetros cúbicos Idade: 2 milhões de anos Homo habilis
  5. 5. Homo habilis (reconstituição)
  6. 6. Dimensão do cérebro: até 1250 centímetros cúbicos Idade: 1.5 milhões de anos Homo erectus
  7. 7. Homo erectus (reconstituição)
  8. 8. Dimensão do cérebro: 1400 centímetros cúbicos Idade: 150 mil a 300 mil anos Homo sapiens (Neandertal)
  9. 9. Homo sapiens Homem de Neandertal (reconstituição)
  10. 10. Dimensão do cérebro: até 1500 centímetros cúbicos Idade: 30 mil anos Homo sapiens sapiens
  11. 11. Homo sapiens sapiens Homem de Cromagnon (reconstituição)
  12. 12. Comparação dos esqueletos Homo sapiens e sapiens sapiens
  13. 13. O que nos torna humanos? 1. O bipedismo e libertação das mãos. 2. O desenvolvimento cerebral: expansão e especialização do cérebro. 3. A criação da cultura. Vénus de Willendorf Idade (aproximada): 22 000 anos
  14. 14. Bipedismo O desenvolvimento da postura ereta teve consequências de vários tipos na modificação da anatomia: - reforço dos ossos da bacia; - aumento da espessura da espinal medula; Hildegard Hahn - alterações na laringe (que terão proporcionado o desenvolvimento da fala).
  15. 15. Bipedismo Caminhar na posição vertical levou à especialização das mãos, agora ocupadas com tarefas distintas da locomoção: - manipulação de objectos (agarrar, etc.); - atividades de caça, trabalho, construção de utensílios, etc. - substituição da boca como órgão de defesa. Hildegard Hahn
  16. 16. Desenvolvimento do cérebro O alargamento do seu contexto de vida e a necessidade de adaptação a ambientes novos, acompanhou uma cerebralização crescente. Foram surgindo as funções tipicamente humanas (ou de nível superior) associadas ao córtex cerebral: Hildegard Hahn - linguagem; - capacidade simbólica; -criatividade; - raciocínio; - planeamento das ações; - transformação (tecnológica) do meio; - curiosidade.
  17. 17. A criação de cultura Embora aprendam por imitação, os seres humanos aprendem sobretudo através da linguagem. Somos a única espécie capaz de aprender à distância: sem a presença daqueles que transmitem a informação e sem estarmos perante os objetos ou acontecimentos de que falam. A linguagem alargou enormemente a possibilidade de transmitir informação e, portanto, o campo das aprendizagens. Pablo Picasso
  18. 18. A produção e transmissão de cultura é um sinal da capacidade de aprendizagem dos seres humanos e da sua capacidade para se adaptarem ao meio e transformá-lo. Ao contrário do que acontece com as outras espécies, a maioria dos nossos comportamentos não são inatos, não são o resultado de padrões de atuação rigidamente inscritos no nosso programa genético. A capacidade de aprendizagem de que os seres humanos dão provas resulta de terem de aprender quase tudo para conseguirem adaptar-se ao meio e sobreviver.

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