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Panorama de Negócios – Rodovias
Carlo Alberto Bottarelli
Fluxo de Caixa Marginal
O Fluxo de Caixa Marginal permite tratar eventos não previstos no escopo inicial de uma
Concessão, sem alterar o equilíbrio econômico-financeiro deste escopo inicial.
De forma simplista, chamando o Fluxo de Caixa do escopo inicial de A e o Fluxo de
Caixa Composto, incluindo os eventos não previstos inicialmente de B, o Fluxo de Caixa
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Marginal seria composto dos parâmetros [B – A] conforme veremos a seguir
Desta forma, pode-se tratar o Fluxo da Caixa Marginal [B – A] de forma independente,
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Componentes do Fluxo de Caixa Marginal
Evento Gerador: Evento não previsto no PER Original, que altera parâmetros de Custo,
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Na maioria dos casos, o evento gerador modifica Investimentos e/ou Custos. A Receita
necessária para o re-equilíbrio é a variável da equação. Ela pode ser gerada por
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alteração de tarifa e/ou extensão do prazo da concessão.
O Fluxo de Caixa Marginal é gerado através da modelagem destas variações, a maior ou
a menor, da Receita Marginal, dos Custos Marginais e dos Investimentos Marginais.
Receita Marginal
a) Receita para Tarifa Vigente
- Volume de partida - Real Medido no Ano Anterior
- Taxa de Crescimento - Melhor Estimativa Crescimento Real Futuro
- Volumes não afetados por Eventos Geradores do Re-Equilíbrio
- Receitas calculadas com Tarifa Vigente
b) Receita para Re-Equilíbrio
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b) Receita para Re-Equilíbrio
- Volume de partida - Real Medido no Ano Anterior
- Taxa de Crescimento - Melhor Estimativa Crescimento Real Futuro
- Volumes afetados por Eventos Geradores do Re-Equilíbrio
- Receitas calculadas com Tarifa de Re-Equilíbrio ("atingir meta")
c) Receita Marginal Bruta Calculada por (b - a)
Custo e Despesa Marginal
a) Custos/Despesas Vigentes
- Situação Vigente após última Revisão Aprovada
- Custos/Despesas não afetadas por Eventos Geradores do
Re-Equilíbrio
b) Custos/Despesas para Re-Equilíbrio
5
b) Custos/Despesas para Re-Equilíbrio
- Situação nova, afetada pelos Eventos Geradores do Re-Equilíbrio.
c) Custos/Despesas Marginais
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Investimento Marginal
a) Investimentos/Imobilizações Vigentes
- Situação Vigente após última Revisão Aprovada
- Investimentos/Imobilizações não afetadas por Eventos Geradores do Re-
Equilíbrio
b) Investimentos/Imobilizações para Re-Equilíbrio
6
b) Investimentos/Imobilizações para Re-Equilíbrio
- Situação nova, afetada pelos Eventos Geradores do Re-Equilíbrio
c) Investimentos/Imobilizações Marginais
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Estrutura do Fluxo de Caixa Marginal
Utiliza mesma Estrutura do Contrato Vigente (sem financiamento).
As Receitas, Custos e Investimentos utilizados, são os Valores Marginais acima.
Utiliza o mesmo Regime Tributário da última Revisão Aprovada.
7
Utiliza o mesmo Regime Tributário da última Revisão Aprovada.
O XVPL do Fluxo Resultante, descontado à Taxa Anual acordada com a ANTT, deve
ser 0 (zero).
("Atingir Meta" de XVPL = 0, variando a Tarifa de Re-Equilíbrio)
Aplicação do Conceito na Concepa
CONCEPA
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Evento Gerador do Desequilíbrio Econômico Financeiro: A
necessidade da construção de uma nova ponte sobre o Rio
Guaíba.
Esta nova ponte não era prevista no PER original. Portanto,
todo o custo de implantação da obra e seus anexos, fará parte
8
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todo o custo de implantação da obra e seus anexos, fará parte
do Fluxo de Caixa Marginal para o re-equilíbrio Econômico-
Financeiro do Contrato.
CONCEPA - Nova Ponte do Rio Guaiba
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www.triunfo.com
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Rua Olimpíadas 205 14º andar cj. 142/143 CEP 04551-000 São Paulo SP BR
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Panorama de negócios – rodovias (carlo alberto bottarelli)

  • 1. 1 Panorama de Negócios – Rodovias Carlo Alberto Bottarelli
  • 2. Fluxo de Caixa Marginal O Fluxo de Caixa Marginal permite tratar eventos não previstos no escopo inicial de uma Concessão, sem alterar o equilíbrio econômico-financeiro deste escopo inicial. De forma simplista, chamando o Fluxo de Caixa do escopo inicial de A e o Fluxo de Caixa Composto, incluindo os eventos não previstos inicialmente de B, o Fluxo de Caixa 2 Marginal seria composto dos parâmetros [B – A] conforme veremos a seguir Desta forma, pode-se tratar o Fluxo da Caixa Marginal [B – A] de forma independente, mantendo inalterado o Fluxo de Caixa inicial A.
  • 3. Componentes do Fluxo de Caixa Marginal Evento Gerador: Evento não previsto no PER Original, que altera parâmetros de Custo, Investimento e/ou Receita. Na maioria dos casos, o evento gerador modifica Investimentos e/ou Custos. A Receita necessária para o re-equilíbrio é a variável da equação. Ela pode ser gerada por 3 alteração de tarifa e/ou extensão do prazo da concessão. O Fluxo de Caixa Marginal é gerado através da modelagem destas variações, a maior ou a menor, da Receita Marginal, dos Custos Marginais e dos Investimentos Marginais.
  • 4. Receita Marginal a) Receita para Tarifa Vigente - Volume de partida - Real Medido no Ano Anterior - Taxa de Crescimento - Melhor Estimativa Crescimento Real Futuro - Volumes não afetados por Eventos Geradores do Re-Equilíbrio - Receitas calculadas com Tarifa Vigente b) Receita para Re-Equilíbrio 4 b) Receita para Re-Equilíbrio - Volume de partida - Real Medido no Ano Anterior - Taxa de Crescimento - Melhor Estimativa Crescimento Real Futuro - Volumes afetados por Eventos Geradores do Re-Equilíbrio - Receitas calculadas com Tarifa de Re-Equilíbrio ("atingir meta") c) Receita Marginal Bruta Calculada por (b - a)
  • 5. Custo e Despesa Marginal a) Custos/Despesas Vigentes - Situação Vigente após última Revisão Aprovada - Custos/Despesas não afetadas por Eventos Geradores do Re-Equilíbrio b) Custos/Despesas para Re-Equilíbrio 5 b) Custos/Despesas para Re-Equilíbrio - Situação nova, afetada pelos Eventos Geradores do Re-Equilíbrio. c) Custos/Despesas Marginais - Calculados por (b - a)
  • 6. Investimento Marginal a) Investimentos/Imobilizações Vigentes - Situação Vigente após última Revisão Aprovada - Investimentos/Imobilizações não afetadas por Eventos Geradores do Re- Equilíbrio b) Investimentos/Imobilizações para Re-Equilíbrio 6 b) Investimentos/Imobilizações para Re-Equilíbrio - Situação nova, afetada pelos Eventos Geradores do Re-Equilíbrio c) Investimentos/Imobilizações Marginais - Calculados por (b - a)
  • 7. Estrutura do Fluxo de Caixa Marginal Utiliza mesma Estrutura do Contrato Vigente (sem financiamento). As Receitas, Custos e Investimentos utilizados, são os Valores Marginais acima. Utiliza o mesmo Regime Tributário da última Revisão Aprovada. 7 Utiliza o mesmo Regime Tributário da última Revisão Aprovada. O XVPL do Fluxo Resultante, descontado à Taxa Anual acordada com a ANTT, deve ser 0 (zero). ("Atingir Meta" de XVPL = 0, variando a Tarifa de Re-Equilíbrio)
  • 8. Aplicação do Conceito na Concepa CONCEPA Porto Alegre Evento Gerador do Desequilíbrio Econômico Financeiro: A necessidade da construção de uma nova ponte sobre o Rio Guaíba. Esta nova ponte não era prevista no PER original. Portanto, todo o custo de implantação da obra e seus anexos, fará parte 8 Guaíba Eldorado do Sul Porto Alegre Canoas Cachoeirinha Glorinha Osório BR 290 Gravatai Sto. Antonio da Patrulha Cidades Principal Rodovia Rodovias auxiliares Divisas • Período de concessão: 1997-2017 • 121 km • 3 Praças de pedágio • Participação da Triunfo: 100% • Empresa de serviços: Rio Guaíba todo o custo de implantação da obra e seus anexos, fará parte do Fluxo de Caixa Marginal para o re-equilíbrio Econômico- Financeiro do Contrato.
  • 9. CONCEPA - Nova Ponte do Rio Guaiba 9
  • 10. 10
  • 11. 11
  • 12. www.triunfo.com 12 Rua Olimpíadas 205 14º andar cj. 142/143 CEP 04551-000 São Paulo SP BR Fone 55 11 2169 3999 Fax 55 11 2169 3939