Documento II– 18 de Março de 2009


Cadeira: Intervenção Psicopedagógica na População Idosa
Atelier de pintura


       Em...
Inicialmente foi difícil escolher uma imagem com a qual me identificasse,
mas depois de alguma procura, pelas revistas enc...
Trabalho realizado por: Helena Isabel Pinto Ribeiro Gonçalves Dias
nº20062269 3º ano psicopedagogia clínica turma diurna
Próximos SlideShares
Carregando em…5
×

Arte - Terapia

2.193 visualizações

Publicada em

Publicada em: Turismo, Negócios
0 comentários
0 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

  • Seja a primeira pessoa a gostar disto

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
2.193
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
2
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
28
Comentários
0
Gostaram
0
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Arte - Terapia

  1. 1. Documento II– 18 de Março de 2009 Cadeira: Intervenção Psicopedagógica na População Idosa Atelier de pintura Em primeiro lugar tenho que referir que pintar um quadro foi uma experiência única e bastante libertadora e relaxante para mim Para mim os dois aspectos mais relevantes da arte e a terapia são os seguintes: Através da pintura a criança/adolescentes/adulto pode exprimir o que vai no seu interior, a pintura é quase como o espelho, se não mesmo o espelho da alma, dai a importância da pintura, esta permite expressar o interior de cada um. Pode também ser utilizado para efeitos terapêuticos, podendo assim resolver alguns problemas de comportamento, como por exemplo, as crianças hiperactivas, pois estas quando estão a pintar estão a expressar toda a sua energia na pintura. Permite igualmente estimular a criatividade da criança, na qual esta estimulação deve ocorrer o mais precocemente possível (infantário). Na minha opinião torna-se muito importante interpretar o que pintamos, pois como referi anteriormente, o que pintamos é o espelho da nossa alma, do nosso estado de espírito, ou seja, ao interpretarmos o desenho estamos a interpretamo-nos a nós mesmo, podendo assim realizar uma auto-reflexão de nós próprios. Esta foi a minha primeira experiência a pintar uma tela e confesso que a sensação foi óptima e libertadora. Confesso que antes de ter realizado esta actividade, nunca me tinha passado no pensamento tal sensação, sempre pensei que pintar seria uma actividade normal, como tantas outras, mas na realidade não o é…confesso que quando era mais pequena nunca tive muito jeito para o desenho e antes de começar a pintar pensava que não iria conseguir pintar algo que gostasse, mas a verdade é que adorei o resultado final; o que pintei tem muito haver comigo e identifico-me com o quadro que pintei.
  2. 2. Inicialmente foi difícil escolher uma imagem com a qual me identificasse, mas depois de alguma procura, pelas revistas encontrei uma imagem abstracta com a qual me identifiquei, gosto imenso de pintura abstracta, pois neste tipo de pintura cada pessoa faz a sua própria interpretação. Depois de ter decidido iniciei a minha aventura pela pintura, mas apesar de me identificar com a imagem logo no inicio quis mudar as cores, pois o azul identificasse muito comigo, ou seja, quis dar o meu toque pessoal e no final a minha pintura pouco tinha a ver com a imagem que escolhi, pois no decorrer da pintura fui sempre dando o meu toque pessoal, mas sempre com ajuda da Prof. Maria, que me deu uma ajuda preciosa. Durante toda a experiência senti-me muito relaxada é como se estivesse a “libertar alma”, senti também uma sensação de tranquilidade, pintar é realmente muito bom, sinceramente não tinha esta noção. Quando estou a pintar tudo aquilo que penso e sinto se reflecte na tela, todo o nosso empenho e dedicação, é sem dúvida uma boa terapia que irei repetir sem dúvida alguma… e este tipo de terapia pode ser realizada em qualquer ocasião em qualquer tipo de população. Basta apenas haver uma tela, pincéis, e o principal a pessoa estar disposta e sobretudo confiante e inspirada para pintar. No que se refere ao meu quadro especificamente, reflecte aquilo que sou, ou seja, a porta tem o horizonte como plano de fundo, o que significa, que gosto sempre de ir além, gosto de ir à descoberta de coisas novas, o vaso das flores significa a minha alegria interior e também exterior, o chão significa o caminho que tenho de percorrer, isto na minha interpretação, e no ponto de vista. A cor predominante foi o azul, que é a cor qual a cor me identifico, talvez por gostar imenso de olhar para o horizonte (mar e céu). Na realidade e por incrível que me possa parecer, o quadro que pintei, é o reflexo daquilo que eu sou. De seguida passo a apresentar o quadro que pintei:
  3. 3. Trabalho realizado por: Helena Isabel Pinto Ribeiro Gonçalves Dias nº20062269 3º ano psicopedagogia clínica turma diurna

×