O documento narra a história da Assembleia de Deus no Brasil, destacando sua origem missionária sob a liderança de Gunnar Vingren e Daniel Berg, e a transição do controle da igreja para obreiros nacionais na década de 1930, em meio a um contexto político nacionalista. Discute também a evolução das estruturas de poder nas igrejas, incluindo a introdução de pastores presidentes e a questão da vitaliciedade. Por fim, critica a personalização da igreja por líderes e a falta de supervisão rígida sobre os pastores, sugerindo que a prática atual é contraditória em relação aos ideais fundacionais.