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Outro reflexo dos ajustes fiscais e cortes orçamentários é o número de demissões.
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75% dos empresários acreditam que ajuste fiscal tem impacto negativo na economia

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71% afirmam que as medidas também são prejudiciais para a empresa. Para 74% dos entrevistados, o faturamento das empresas irá diminuir com o aumento dos impostos

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75% dos empresários acreditam que ajuste fiscal tem impacto negativo na economia

  1. 1. 75% dos empresários acreditam que ajuste fiscal tem impacto negativo na economia 71% afirmam que as medidas também são prejudiciais para a empresa. Para 74% dos entrevistados, o faturamento das empresas irá diminuir com o aumento dos impostos O recente ajuste fiscal e os cortes orçamentários anunciados pelo Governo Federal não foram bem recebidos pelos empresários brasileiros. É o que mostra uma pesquisa realizada pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) sobre o impacto que estas medidas terão para a economia do Brasil e para seus negócios, na percepção dos empresários. O estudo revela que 90,5% dos entrevistados já ouviram falar das medidas que estão sendo adotadas e 75,4% acreditam que os ajustes e cortes terão um impacto negativo na economia. O pessimismo é igualmente expressivo quando os empresários são indagados sobre os desdobramentos das medidas e as consequências para a sua empresa: 70,6% acreditam que também haverá um impacto negativo, principalmente nas regiões Centro-Oeste (83,3%) e Sul (77,9%). De acordo com o estudo, o ajuste fiscal proposto enfrenta resistência e desconfiança do empresariado. 61,4% das empresas afirmam não ser necessário e que as medidas são um retrocesso para o país, além de aumentar os problemas e retardar a volta do crescimento. Apesar da pesquisa demonstrar uma repulsa às novas medidas por parte dos empresários, os ajustes são importantes, segundo a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti. “É inegável que os ajustes e cortes terão efeitos de retração econômica no curto prazo, e que certamente serão sentidos pelos empresários e pela população”, explica Kawauti. “Mas por outro lado, essas medidas servem para arrumar a situação da economia e são importantes para que a retomada do crescimento aconteça de maneira sustentável no médio e longo prazo”, afirma a economista. 76% dos empresários acreditam que os cortes diminuirão as vendas Além do impacto dos ajustes fiscais, também foram analisadas as consequências previstas para os empresários sobre os cortes orçamentários anunciados pelo governo. Três em cada quatro (75,7%) empresários acreditam que os cortes irão diminuir as vendas de sua empresa e 77,6% afirmam que o lucro diminuirá.
  2. 2. Outro reflexo dos ajustes fiscais e cortes orçamentários é o número de demissões. Para 66,1% dos entrevistados, os empregos serão mantidos, mas outros 26,0% afirmaram que farão cortes em suas equipes. No Nordeste, o número de empresas que demitirão funcionários atinge 39,9%. No Centro-Oeste, o percentual atinge 28,4%; no Sul, 27,2%; Sudeste 21,7% e na região Norte, 14,5%. 74% acreditam na diminuição do faturamento da empresa Para 67,5% dos empresários, os impostos irão aumentar até o final do ano. A consequência disso, para eles, será a diminuição do faturamento da empresa, citado por 73,6%. Aparecem ainda a retração do consumo e a diminuição das vendas (73,1%), e a diminuição do crescimento da empresa (54,6%). Quando perguntados sobre o acesso a crédito, 74,6% dos empresários afirmaram que contratar empréstimos está mais caro, com juros mais altos nos últimos três meses. Para 51,5% dos entrevistados, essa modalidade é importante para o crescimento dos negócios, mas afirmam que agora não é a melhor hora para iniciar essa pendência, já que o cenário econômico está pouco favorável. “Boa parte dos empresários não espera que as medidas resultem em benefícios, chegando até mesmo a piorar a situação econômica do Brasil e de seus negócios. Para eles, as medidas econômicas são equivocadas e poderão trazer graves consequências, diminuindo o consumo dos brasileiros, encolhendo os lucros e dificultando a capacidade de as empresas tomarem capital”, diz o presidente da CNDL, Honório Pinheiro. “Mas é importante ressaltar que, embora a curto prazo possam trazer essas consequências, as medidas são importantes e essenciais para um crescimento do governo e também das empresas, a longo prazo”, analisa o presidente. Metodologia Foram ouvidas 882 proprietários ou responsáveis pela gestão financeira de empresas de todos os portes, situadas nos 27 estados brasileiros. A margem de erro é de 3,5 pontos percentuais e o nível confiança é de 95%. Baixe a pesquisa na íntegra clicando no link: https://www.spcbrasil.org.br/imprensa/pesquisas Informações à imprensa Renan Miret
  3. 3. (11) 3254 8810 | 9 9136 3355 renan.miret@inpresspni.com.br Vinicius Bruno (11) 3251 2035 | 9 7142 0742 vinicius.bruno@spcbrasil.org.br

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