O Livro Religioso II - Apocrifia Celeste
08/04/2014 14:40
O Livro Religioso II:
Apocrifia Celeste
Autor: Professor Leandro...
Estar na vida é desemaranhar uma uniformidade de pensamentos sobre Jeová; é não deixar que Deus
Jeová, vá embora; é ter De...
A Bíblia Sagrada ensina tudo isso, porém deixa à história de sua escrita: a árvore genealógica dos seus
autores, além de l...
Quando morrermos seremos alma. Viver eternamente ou não; não gera dor ou frustração.
O paraíso, o céu, o mundo celeste pod...
Se roubares: terá preguiça.
Se matares a alguém terás ódio, avareza e egoísmo.
Se jurares o nome de Deus em vão: terás lux...
Aqui na Terra somente o que existe pode ser visto.
Deus, espírito, tem aqui na Terra apenas palavras parapsicológicas, pro...
Os Budas morreram e o que ficou deles, aqui na Terra foram os seus ensinamentos: a energia do planeta
em sintonia com os s...
O sêmem da família escolhida (a família da Adão) guiou a escrita do livro sagrado. Além dele (o livro
sagrado) houve a esc...
O sobrenatural é material e místico para nós. Porém, aqui na Terra acreditar em Deus ou não é: estar
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3 – A gratificação do sumo bem.
As religiões: cristãs e hindu ensinaram o sumo bem; as religiões judaica e islamista ensin...
4- Porquê Deus relaciona-se com os profetas?
Deus, espírito detém sabedoria; detém bondade; detém vontade de fazer o bem; ...
Este planeta tem um princípio ativo e criador. O sumo bem é parte da natureza ou de uma
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Para os hinduístas (em sua maioria, indianos): deuses como, Xiva, Vixno e Brahma são deuses existentes
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Escrever uma Carta Celeste, por quê houve algo à inspirar (uma visão, presente durante toda a escrita),
demonstra que o pl...
Bibliografia.
DIAS, A Igreja de Jesus Cristo dos Santos. O Livro de Mórmom: o outro testamento de Jesus Cristo.
Edição: Sa...
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  1. 1. O Livro Religioso II - Apocrifia Celeste 08/04/2014 14:40 O Livro Religioso II: Apocrifia Celeste Autor: Professor Leandro Porto Almeida. 1 – A salvação da vida.
  2. 2. Estar na vida é desemaranhar uma uniformidade de pensamentos sobre Jeová; é não deixar que Deus Jeová, vá embora; é ter Deus em si mesmo; é intentar em conhecer um Deus invisível; sonhar com Deus e com o paraíso; é pensar no bem, no sumo bem; o bem a todos; uma benevolência contra os pecados. Ler a bíblia, não significa estar salvo. Mais do que ler a bíblia o ser humano precisa não ter pecados. Deus é uma alma, um espírito de inspiração mediúnica; Ele arranca o mal dos homens (homens e mulheres) através de um livro: a Bíblia Sagrada. Ele ensina a não pecar: a não sentir inveja; a não ter ódio; a não ter avareza; a não ter preguiça; a não termos gula; a não termos luxúria e a não sermos egoístas. Estes sentimentos são geradores do mal a outros seres humanos. Os sete pecados capitais, citados anteriormente prejudicam os outros. Qualquer um dos pecados é o mal e ele toma proporções desastrosas, malévolas e até mesmo de grande maldade; como, por exemplo, atitudes genocidas. O sumo bem, a benevolência, o não pecado: é não deixar nenhum dos sete pecados capitais abaterem- se sobre qualquer ser humano, pois eles sempre irão prejudicar alguém. Deste modo será o mal iniciado e isso propagar-se-á em uma corrente humana. A religião é um mecanismo de não-pecado. Porém a escrita do livro sagrado (a escrita da Bíblia Sagrada), que definiu os pecados como geradores do mal, condicionou o ser humano ao deísmo; à Teologia. O ser humano, sem Deus; sem Teologia não compreenderá o não pecado. O não pecado é: não ter inveja e ao mesmo tempo, não ter: ódio; não ter avareza; não ter preguiça; não ter gula; não ter luxúria e não ter egoísmo.
  3. 3. A Bíblia Sagrada ensina tudo isso, porém deixa à história de sua escrita: a árvore genealógica dos seus autores, além de leis; poemas e professias. Torna Deus o centro de tudo; cria, assim, também o Teocentrismo. Sabemos quem é Deus: é um espírito. Sabemos também o que Ele inspirou como obra: a Bíblia Sagrada. Sabemos o que está escrito em seu livro sagrado: é a história da árvore genealógica de Jesus Cristo; de Adão a Jacó (ancestrais de Jesus). Ainda há na Bíblia: a ancestralidade do nosso saber; a notícia de que fomos criados (auxiliados) por uma energia espiritual, uma energia cósmica (e que Ele, Deus, é esta energia). Para mim, autor de “O Livro Religioso - Psicografia”; das Cartas Celestes; Deus salvou a todos, mesmo como espírito; assim, mantendo o ser humano (e a ser humana) longe dos sete pecados; tornou a terra um local em que o mal foi controlado. O mundo sem os sete pecado é um mundo perfeito. Assim fora necessária a presença de uma força espiritual na história da Terra para que o mundo se tornasse civilizado; mais benevolente; em que os sete pecados capitais fossem rendidos, afastados dos seres humanos (e seres humanas) e a Terra prosperasse em humanismo. É claro que não vemos Deus, Deus é um espírito; como está escrito na primeira página da Bíblia: uma alma. Quem criou o universo foi uma força física cósmica; porém uma alma inspirou livros e neles explicou que Ele, Deus< faz parte desta força. Deus, é a mistura desta força cósmica com uma consciência (a consciência Dele, Deus, espírito), assim inspirador de escritores mediúnicos. Há na Terra um elo ligando os seres humanos a Ele (Deus). O espírito humano é capaz de percebê-lo; como no tempo dos escritores da Bíblia.
  4. 4. Quando morrermos seremos alma. Viver eternamente ou não; não gera dor ou frustração. O paraíso, o céu, o mundo celeste pode existir às almas; onde apenas as consciências existem, os compôr ficarão na Terra. Viver a vida eterna é: morrer sem pecados; segundo a bíblia em sua compreensão. Assim, sem os ensinamentos da Bíblia não viveríamos o saber do “não-pecado”. As leis de Deus inspirador (os Dez Mandamentos): Amará a teu Deus sobre todas as coisas; Amará a teu próximo (pessoas que convivem ou passarão a vida próximo à pessoa) como a ti mesmo; não levantarás falso testemunho; não cobiçará a mulher do teu próximo; honrarás (não tirarás a honra de serem e de admitires serem os teus pais); não roubarás (não tirará o que fará falta a outrem); não matará; não jurará o nome de Deus em vão (não envolver o nome de Deus em mentiras ou usar o seu nome a pecados); não cometerá adultério (não trocará de cônjuge jamais sem a sua aprovação); não terá outros deuses e guardará o dia de sábado (um dia por semana), significam; assim, não cometer pecados. Para cometer algum destes atos, que o espírito inspirador de Deus condenou; terás pecado fortemente em um dos sete pecados capitais; terás prejudicado alguém ou a si mesmo. Se não amares a Deus sobre todas as coisas poderá amar pessoas ou coisas em primeiro lugar: para o espírito inspirador de Deus, poderás estar a cometer o pecado do ódio por Ele (Deus). Se não amares o teu próximo como a ti mesmo; poderás cometer o pecado da avareza contra este. Se levantares um falso testemunho, terás ódio e avareza contra alguém. Se cobiçares a mulher do teu próximo, cometerás ódio; inveja e gula (a gula não é somente gastronômica é também de necessidades exageradas ao corpo humano) contra este e contra a sua cônjuge. Se não honrar o seu pai e a sua mãe (por exemplo, tirar-lhes a honra de serem seus pais); cometerás avareza e preguiça.
  5. 5. Se roubares: terá preguiça. Se matares a alguém terás ódio, avareza e egoísmo. Se jurares o nome de Deus em vão: terás luxúria (usarás o Teu Ser ao inútil). Se cometeres adultério: terás ódio contra a cônjuge (ou ao cônjuge) e luxúria (usar o corpo e a mente ao inútil). Se adorares outros deuses ou não guardares um dia da semana; terás egoísmo. A existência de mandamentos, a observação dos pecados: são assuntos bíblicos, teológicos (do estudo de Deus) e para o espírito inspirador (Deus) conduzem os seres humanos a uma salvação. Assim, não tornando-se os humanos (e as humanas) malévolos; demoníacos e destruidores da vida humana. A Bíblia Sagrada é uma cura às almas: uma obra evangelizadora aos seres humanos (humanos e humanas). Através da sabedoria bíblica é possível adquirir a predileção santa (ser próximo ou mesmo um Santífice) e assim passar a vida sem pecados, sem prejudicar os outros ou a si mesmo. A humanidade conduzida à predileção santa é uma humanidade encaminhada ao sumo bem. O sumo bem é uma hipótese em que todos os seres humanos (humanos e humanas) alcançarão a predileção santa. Deste modo a Terra tornar-se-á um paraíso. Isto é algo quase impossível, apenas uma hipótese. Deus é um espírito, uma alma. Enquanto nós humanos existimos: Ele (Deus),é algo sobrenatural; um salvador de almas.
  6. 6. Aqui na Terra somente o que existe pode ser visto. Deus, espírito, tem aqui na Terra apenas palavras parapsicológicas, provindas de transcrições mediúnicas. Nós humanos temos uma exemplificação bíblica: de que o pecado dilacera a alma e o espírito. Temos também o encaminhamento teológico ao sumo bem: o bem universal, criador; cósmico; espiritual; parapsicológico e humano. Ser benévolo é não pecar. É cumprir os mandamentos mosaicos (os mandamentos transcritos por Moisés); é estar longe dos pecados, longe de fazer mal aos outros. A religião é buscar um caminho de sumo bem: é salvar a alma, o espírito; é ser celeste na Terra e ser melhor do que muitos, que são pecadores. 2 – Aceitar um Deus invisível. Não será fácil ao materialista ter um Deus que não tenha carne e ossos. Os budistas tiveram nos Budas; pessoas que existiram materialmente e trouxeram suas filosofias. Os Budas filosofaram materialmente. São considerados os semi-deuses; assim para o materialismo: para quê acreditar em Deus, invisível e transcendental?
  7. 7. Os Budas morreram e o que ficou deles, aqui na Terra foram os seus ensinamentos: a energia do planeta em sintonia com os seres; a harmonia dos elementos (fogo, água, ar e terra) com a vida humana, ainda a ancestralidade, etc. ensinamentos de materialismo. Para o Islamismo: Alá constitui-se um Deus espiritual, transcendente; à todos os descendentes de um Islamismo, anti-bíblico. O livro Corão escrito pelo guerreiro Maomé II ensinou uma anti-santífisse (contra os santos daquela era) de sabedoria religiosa; capaz de contrastar a obra e a palavra da Bíblia e tornar religioso e antibíblico o ser humano. Deste modo, o ser Islã é: monoteísta de outro espírito; o espírito de Alá. Mesmo também, dos seus ensinamentos anti-santífices (contra os santos e autores da Bíblia Sagrada); estes religiosos e cultuosos a Ele (Alá). Porém, o misticismo e o transcendentalismo Hindú enumeram deuses; em um politeísmo benévolo e ancestral a qualquer religião. Na Índia o Hinduísmo tem 5 mil anos (aproximadamente), enquanto a Bíblia Sagrada tem 3,5 mil anos. Acreditar nas divindades místicas Hindús e no politeísmo é também: encontrar uma doutrina de sumo bem e criação do universo ancestral à Bíblia. É encontrar, assim a reencarnação como crença, até mesmo em animais; é encontrar várias formas de cultuar a um Deus. É, assim; ser benevolente e encaminhado ao humanismo teológico; próximos à santífisse e ao saber religioso em uma teologia politeísta. Ainda, ser crente no Judaísmo é: crer que Deus Jeová falou apenas com os Judeus (ou os seus ancestrais). Assim, para transcrever os seus livros utilizou o semitismo.
  8. 8. O sêmem da família escolhida (a família da Adão) guiou a escrita do livro sagrado. Além dele (o livro sagrado) houve a escrita dos livros Torá e Talmude. Os livros que os ancestrais religiosos judaicos deixaram aqui na terra constituem-se uma doutrina pronta, o Antigo Testamento da Bíblia e os demais livros judaicos (o Tamulde) são: o sumo bem judaico e assim, os livros do Novo Testamento foram escritos sem o contato com o espírito de Deus. Assim, os livros do Novo testamento: para os religiosos judaicos, seriam os livros escritos pelos discípulos e apóstolos de um homem da casa dos judeus. Estes livros descendem da história de Jesus de Nazaré e não seriam ditados pelo espírito de Deus. Os livros do Novo Testamento, escritos por: Mateus, Marcos, Lucas, João, Saulo de Tarso (São Paulo) e ainda por: Pedro, Tiago e Judas Tadeu e demais livros de João; não constituem-se uma doutrina do Deus Judaico Jeová. Porém, são uma obra religiosa do povo Judaico ou Palestino. Ter uma religião, ser: cristão, islamista, judeu, hinduísta; ateu, incrédulo herege, budista ou mesmo racionalista científico determinará: crença ou ciência. Para mim, historiador, autor do livro das Cartas Celestes: a religião e a não-religião são convicções humanas apuradas ao intelecto; são formas de pensar a respeito de uma vida material cheia de incertezas. Como, por exemplo: por quê há tantas galáxias? Por quê há tantos planetas? O que será a não-matéria (o não-universo)? Sê o universo não existisse o que haveria em seu lugar? Este planeta tem um princípio ativo, criador; Ele (o planeta) nos criou. Foi criado por energias cósmicas; existe; é belo e é o bem. Aqui na terra estamos vivos graças ao equilíbrio do próprio globo terrestre. Assim, a terra é natural para todos os seres humanos e sobrenatural para muitos de nós. Muitos são esotéricos, não acreditam apenas no materialismo, mas; também no sobrenatural.
  9. 9. O sobrenatural é material e místico para nós. Porém, aqui na Terra acreditar em Deus ou não é: estar veiculado a uma corrente religiosa ou; de pensamento filosófico racionalista. Assim, podemos optar pelo racionalismo ou pelo místico como filosofia. O psicológico e o parapsicológico. Eu, historiador, autor teologista sou: esotérico; acredito que na Terra há algo sobrenatural e que a para- normalidade seria uma simbiose entre o natural e o sobrenatural. Acredito no sumo bem, o bem pré-estabelecido por leis místicas. Assim, considero o materialismo como algo sujeito à interferência humana; passível de enganar-nos, por adequar-se ao exclusivismo; criando um homocentrismo (o homem ou a mulher no centro de tudo) no cosmos. Vejo que acreditar no místico é usar a passagem da vida obedecendo o sumo bem; utilizando o sumo bem para evitar o pecado; pois o pecado, danifica sempre os outros ou a si mesmo. Transcender a mente em religião é fácil: é só considerar que; neste mundo, coisas que não vê-mos são indispensáveis; como, por exemplo: o ar; a gravidade; o magnetismo terrestre, etc. Deste modo, também este místico faz parte da terra como ente. Quando morrermos teremos uma vida espiritual (suposta), seremos como Deus: um espírito. Nesta vida que tivemos aqui na Terra usamos o nosso livre arbítrio para não sermos malévolos; para, assim não pecarmos; não sermos luxuriosos e sermos, assim superiores aos pecadores.
  10. 10. 3 – A gratificação do sumo bem. As religiões: cristãs e hindu ensinaram o sumo bem; as religiões judaica e islamista ensinaram também a matança. Para os cristãos há algumas incompreensões: Por quê os hebreus fizeram guerras? Por quê Josué invadiu Jericó e assassinou pessoas e depois assassinou mais quarenta povos? Por quê o seu livro é considerado um livro sagrado (fazendo parte da Bíblia Sagrada)? Por quê Deus teria ordenado este massacre? Talvez Josué seja o falso profeta! Talvez Ele (Josué) tenha usado o seu contato e a sua liderança (dada a Ele por Moisés) para engrandecer-se; assim, desfrutar de privilégios e como Ele está na história do Torá ou Pentateuco; a escrita da Bíblia Sagrada tenha caído nas mãos de um tirano. Com Josué talvez, tenha ocorrido a não-religião! Josué era um genocida! Assim, a sua matança não é digna do sumo bem! As suas atitudes são atitudes de: ódio, ganância, avareza; o pecado à prejudicar os outros (ou a si mesmo). O sumo bem é o não-pecado; a não-matança. Ele é uma semente de fertilização humana. O sumo bem; é uma forma de livre arbítrio; evoluída ao discernimento coletivo; anti-exclusivista; gerado aos direitos coletivos à vida; ao desfrute do planeta; com coletividade e benevolência, afinal todos respiramos o ar, vivemos no mesmo planeta e não somos melhores uns que os outros: a não ser os santos, pois estes são melhores e superiores aos pecadores.
  11. 11. 4- Porquê Deus relaciona-se com os profetas? Deus, espírito detém sabedoria; detém bondade; detém vontade de fazer o bem; é generoso; não perde tempo e não quer tudo para si mesmo (mesmo sendo uma energia cósmica). Deus é o avesso dos sete pecados capitais. O sumo bem chegou até os profetas (pessoas com predileção santa) como livre arbítrio Dele, Deus (espírito). Os profetas escreveram os seus livros inspirados. Eles tornaram possível ao mundo o conhecimento de uma salvação espiritual. Sem a Bíblia o mundo desconheceria os pecados. Não teria mandamentos; não saberia quem foi Jesus Cristo ou quem pertenceu a árvore genealógica semita. Sem os profetas haveria o politeísmo hindu voltado ao sumo bem e o materilismo. Sem o sumo bem haveria a degeneração humana. A incredulidade gera sempre o pecado e o pecado a destruição.
  12. 12. Este planeta tem um princípio ativo e criador. O sumo bem é parte da natureza ou de uma sobrenatureza; o sobrenatural, uma consciência cósmica; voltada à perpetuação humana, assim, como a perpetuação do cosmos; do planeta. O sumo bem é uma forma de defesa sobrenatural à perpetuação do ser humano; como bem do planeta. Bem melhor que o pecado que destrói (destrói tudo, até o planeta, além dos seres humanos). O sumo bem é: superior ao pecado. É um livre arbítrio do cosmos, benévolo criador e eterno. 5- O que é o hinduísmo politeísta. O hinduísmo politeísta é ver Deus em formas variadas; ver mais de um Deus; ver e conferir o sumo bem. O hinduísmo politeísta é tudo isto sem Deus Jeová; ancestral a Bíblia; mais transcendente do que o cristianismo; uma religião de espíritos, matéria e história sobre um cosmos criador. O hinduísmo é: uma pré-versão do cristianismo. É a inserção do sumo bem no planeta; nos tempos de Krsna (Crischna). Há mais ou menos cinco mil anos. Nesta versão; alguns seres humanos encarnados transmitiram a sabedoria a respeito do cosmos criador ao povo Véda; a chamada cultura védica.
  13. 13. Para os hinduístas (em sua maioria, indianos): deuses como, Xiva, Vixno e Brahma são deuses existentes como espíritos no Cosmos e as teologias seriam repassadas por Reis Santos; vedas, indianos e sábios desta religião. O conhecimento védico é algo transcendente, divino e voltado ao sumo bem. Na minha opinião, de historiador e autor do “Livro Religioso – Psicografia”: o hinduísmo é uma pré- religião; de onde derivam todas as outras; é o exercício de um sumo bem ancestral; é o uso do livre arbítrio do cosmos de modo produtivo. Conclusão: Assim, para mim, autor encontrar uma encarnação da suprema personalidade de Deus (do hinduísmo) nos dias de hoje é algo possível. Assim, ser um autor de doutrinas religiosas; psicografias, talvez biblianas (da Bíblia Sagrada) é: apostar que o sumo bem e o planeta são criadores. Pois, deste modo criam uma perpetuação do saber religioso.
  14. 14. Escrever uma Carta Celeste, por quê houve algo à inspirar (uma visão, presente durante toda a escrita), demonstra que o planeta e o sumo bem agem de modo místico. Isto é superior ao pecado; é superior ao paganismo; por quê produzimos, nós escritores médiuns, obras inspiradas ou não e elas são perpétuas como o universo, o sumo bem e o transcendentalismo. Nosso saber contrasta-se com um saber místico. Revela deste modo, leis de uma sobrenatureza. Nosso universo consolidar-se-á com o saber humano e cósmico, desta força cósmica transcendente. Para a evolução, a palavra de médiuns e do cosmos místico serão: uma única força a regular um universo humano. A mente humana é dotada de sentidos e através deles saberemos transcrever doutrinas para as populações, povos e pessoas; agora, então doutrinadas. As pessoas saberão, assim discernir pecados, normas para o comportamento humano e condutas para uma evolução em conjunto com um saber místico. Nossas religiões são, assim; o contato de forças místicas com os seres humanos.
  15. 15. Bibliografia. DIAS, A Igreja de Jesus Cristo dos Santos. O Livro de Mórmom: o outro testamento de Jesus Cristo. Edição: Salt Lake City. Utah. USA. 1995. JEOVÁ, Os Testemunhas de. O Conhecimento. (estudos Bíblicos). Watch Tower Bible and Tract Society of New York. Usa. 2006. JEOVÁ, Os Testemunhas de. O que a Bíblia realmente ensina? (Estudos Bíblicos). Watch Tower Bible and Tract Society of New York. USA. 2006 COMPLETA, Bíblia Sagrada. Edições Paulinas. São Paulo. 2005. ALMEIDA, Leandro Porto. O Livro Religioso – Psicografia. Ed. Do Autor. Florianópolis – SC. 2013. MACEDO. Bispo. Estudos Bíblicos. Unipro Editora. Rio de Janeiro. 2006.

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