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ÍNDICE DE REVISÕES
REV. A, B, D, E, F, G e H
Não existe índice de revisões.
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N 0002 - Petrobras

  1. 1. -CORPORATIVO- N-2 REV. K 06 / 2011 PROPRIEDADE DA PETROBRAS 7 páginas, Índice de Revisões e GT Revestimento Anticorrosivo de Equipamento Industrial Procedimento Esta Norma substitui e cancela a sua revisão anterior. Cabe à CONTEC - Subcomissão Autora, a orientação quanto à interpretação do texto desta Norma. A Unidade da PETROBRAS usuária desta Norma é a responsável pela adoção e aplicação das suas seções, subseções e enumerações. CONTEC Comissão de Normalização Técnica Requisito Técnico: Prescrição estabelecida como a mais adequada e que deve ser utilizada estritamente em conformidade com esta Norma. Uma eventual resolução de não segui-la (“não-conformidade” com esta Norma) deve ter fundamentos técnico-gerenciais e deve ser aprovada e registrada pela Unidade da PETROBRAS usuária desta Norma. É caracterizada por verbos de caráter impositivo. Prática Recomendada: Prescrição que pode ser utilizada nas condições previstas por esta Norma, mas que admite (e adverte sobre) a possibilidade de alternativa (não escrita nesta Norma) mais adequada à aplicação específica. A alternativa adotada deve ser aprovada e registrada pela Unidade da PETROBRAS usuária desta Norma. É caracterizada por verbos de caráter não-impositivo. É indicada pela expressão: [Prática Recomendada]. SC - 14 Cópias dos registros das “não-conformidades” com esta Norma, que possam contribuir para o seu aprimoramento, devem ser enviadas para a CONTEC - Subcomissão Autora. As propostas para revisão desta Norma devem ser enviadas à CONTEC - Subcomissão Autora, indicando a sua identificação alfanumérica e revisão, a seção, subseção e enumeração a ser revisada, a proposta de redação e a justificativa técnico-econômica. As propostas são apreciadas durante os trabalhos para alteração desta Norma. Pintura e Revestimentos Anticorrosivos “A presente Norma é titularidade exclusiva da PETRÓLEO BRASILEIRO S.A. - PETROBRAS, de uso interno na PETROBRAS, e qualquer reprodução para utilização ou divulgação externa, sem a prévia e expressa autorização da titular, importa em ato ilícito nos termos da legislação pertinente, através da qual serão imputadas as responsabilidades cabíveis. A circulação externa será regulada mediante cláusula própria de Sigilo e Confidencialidade, nos termos do direito intelectual e propriedade industrial.” Apresentação As Normas Técnicas PETROBRAS são elaboradas por Grupos de Trabalho - GT (formados por Técnicos Colaboradores especialistas da Companhia e de suas Subsidiárias), são comentadas pelas Unidades da Companhia e por suas Subsidiárias, são aprovadas pelas Subcomissões Autoras - SC (formadas por técnicos de uma mesma especialidade, representando as Unidades da Companhia e as Subsidiárias) e homologadas pelo Núcleo Executivo (formado pelos representantes das Unidades da Companhia e das Subsidiárias). Uma Norma Técnica PETROBRAS está sujeita a revisão em qualquer tempo pela sua Subcomissão Autora e deve ser reanalisada a cada 5 anos para ser revalidada, revisada ou cancelada. As Normas Técnicas PETROBRAS são elaboradas em conformidade com a Norma Técnica PETROBRAS N-1. Para informações completas sobre as Normas Técnicas PETROBRAS, ver Catálogo de Normas Técnicas PETROBRAS. .
  2. 2. -CORPORATIVO- N-2 REV. K 06 / 2011 2 1 Escopo 1.1 Esta Norma tem por objetivo fixar o procedimento para a seleção do esquema de revestimentos anticorrosivos internos e externos de equipamentos industriais. 1.2 Os revestimentos anticorrosivos internos são aplicáveis em pintura de instalações terrestres e marítimas e os revestimentos anticorrosivos externos apenas em instalações terrestres. 1.3 Esta Norma se aplica a procedimentos iniciados a partir da data de sua edição. 1.4 Esta Norma contém somente Requisitos Técnicos. 2 Referências Normativas Os documentos relacionados a seguir são indispensáveis à aplicação deste documento. Para referências datadas, aplicam-se somente as edições citadas. Para referências não datadas, aplicam-se as edições mais recentes dos referidos documentos. PETROBRAS N-9 - Tratamento de Superfícies de Aço com Jato Abrasivo e Hidrojateamento; PETROBRAS N-13 - Requisitos Técnicos para Serviços de Pintura; PETROBRAS N-268 - Fabricação de Vaso de pressão; PETROBRAS N-1202 - Tinta Epóxi-Óxido de Ferro; PETROBRAS N-1277 - Tinta de Fundo Epóxi-Zinco Poliamida; PETROBRAS N-1514 - Tinta Indicadora de Alta Temperatura; PETROBRAS N-1661 - Tinta de Zinco Etil-Silicato; PETROBRAS N-2137 - Determinação de Descontinuidade em Película Seca de Tinta; PETROBRAS N-2231 - Tinta de Etil - Silicato de Zinco - Alumínio; PETROBRAS N-2288 - Tinta de Fundo Epóxi Pigmentada com Alumínio; PETROBRAS N-2628 - Tinta Epóxi Poliamida de Alta Espessura; PETROBRAS N-2630 - Tinta Epóxi - Fosfato de Zinco de Alta Espessura; PETROBRAS N-2677 - Tinta de Poliuretano Acrílico; PETROBRAS N-2680 - Tinta Epóxi, sem Solventes, Tolerante a Superfícies Molhadas; PETROBRAS N-2912 - Tinta Epóxi “Novolac”; PETROBRAS N-2913 - Revestimentos Anticorrosivos para Tanque, Esfera, Cilindro de Armazenamento e Vaso de Pressão; ABNT NBR 15158 - Limpeza de Superfície de Aço por Compostos Químicos; ABNT NBR 15185 - Inspeção de Superfícies para Pintura Industrial;
  3. 3. -CORPORATIVO- N-2 REV. K 06 / 2011 3 ISO 8501-1 - Preparation of Steel Substrates before Application of Paints and Related Products - Visual Assessment of Surface Cleanliness - Part 1: Rust Grades and Preparation Grades of Uncoated Steel Substrates and of Steel Substrates after Overall Removal of Previous Coatings; ASTM D 610 - Standard Test Method for Evaluating Degree of Rusting on Painted Steel Surfaces; NACE No. 5/SSPC-SP 12 - Surface Preparation and Cleaning of Metals by Waterjetting Prior to Recoating; SSPC SP 11 - Power Tool Cleaning to Bare Metal. 3 Aplicação Para o efeito de aplicação desta Norma, são considerados os equipamentos a seguir: a) braços de carregamento; b) caldeiras; c) chaminés; d) dessalgadoras; e) incineradores; f) fornos; g) permutadores de calor; h) reatores; i) regeneradores; j) tochas; k) torres (exceto torre de transmissão galvanizada); l) outros vasos de pressão, conforme classificação definida na PETROBRAS N-268. NOTA Para revestimentos anticorrosivos interno e externo de esferas e cilindro de armazenamento de GLP e amônia, seguir a PETROBRAS N-2913. 4 Condições Gerais 4.1 Os esquemas de pintura padronizados nesta Norma são estabelecidos levando-se em consideração as condições específicas a que estão sujeitos, a existência ou não de isolamento térmico e a temperatura de operação. 4.2 A pintura promocional ou de fábrica (“shop primer”) porventura aplicada, deve ser removida imediatamente antes da aplicação dos esquemas de pintura especificados nesta Norma. 4.3 No caso de retoque de pintura existente, deve ser repetido o esquema original. Caso haja impossibilidade de efetuar-se jateamento abrasivo, a preparação da superfície deve ser realizada, preferencialmente, por ferramentas mecânico-rotativas conforme SSPC-SP 11 ou tratamento mecânico até o grau de acabamento St 3 da ISO 8501-1. Para o caso de retoques em serviços de pintura de manutenção, utilizar a tinta de fundo epóxi pigmentada com alumínio, conforme PETROBRAS N-2288. Para a condição 4 o retoque deve ser feito com a tinta de fundo epóxi pó de zinco amida curada, conforme a PETROBRAS N-1277. 4.4 Para revestimentos externos, caso seja ultrapassado o intervalo máximo de repintura, deve-se seguir as recomendações estabelecidas na PETROBRAS N-13.
  4. 4. -CORPORATIVO- N-2 REV. K 06 / 2011 4 4.5 Antes do preparo da superfície a ser pintada fazer inspeção visual, em toda a superfície, segundo a norma ABNT NBR 15185. Identificar os pontos que apresentarem vestígios de óleo, graxa ou gordura e outros contaminantes, o grau de corrosão em que se encontra a superfície (A, B, C ou D, de acordo com a ISO 8501-1), assim como os pontos em que a pintura, se existente, estiver danificada. Para superfícies já pintadas, identificar os pontos que apresentarem defeitos ou falhas de pintura conforme os requisitos da ASTM D 610. 4.6 Em quaisquer dos esquemas de pintura previstos nesta Norma, submeter a superfície a ser pintada a processo de limpeza por ação físico-química, segundo a ABNT NBR 15158, apenas nas regiões onde, durante a inspeção, constataram-se vestígios de óleo, graxa ou gordura e outros contaminantes. 4.7 Efetuar, conforme a Tabela 1, o tratamento da superfície, utilizando jato abrasivo ou hidrojateamento. NOTA O hidrojateamento pode ser sempre utilizado em serviços de manutenção. Em obras novas, o hidrojateamento só é permitido se combinado com abrasivos. Tabela 1 - Método de Tratamento da Superfície Condições específicas (Seção 5 desta Norma) Procedimento para tratamento da superfície Grau de acabamento para o jato abrasivo (ISO 8501-1) Grau de acabamento para o hidrojateamento (NACE No. 5/SSPC-SP 12) Todas Tratar com jato abrasivo ou hidrojateamento conforme PETROBRAS N-9 Grau Sa 2 1/2 (mínimo) Grau WJ-2 (mínimo) 4.8 Nas bases dos equipamentos que recebem proteção contra fogo, a superfície metálica deve ser jateada ao grau Sa 2 1/2 e aplicado 1 demão de 150 m da tinta epóxi, sem solventes, tolerante a superfícies molhadas, PETROBRAS N-2680. O intervalo para aplicação do revestimento contra fogo deve ser o mesmo exigido para repintura do revestimento anticorrosivo (PETROBRAS N-2680). 4.9 Na aplicação dos esquemas de pintura devem ser seguidas as recomendações da PETROBRAS N-13. 4.10 Nos cordões de solda, peças de geometria complexa, cantos vivos e cavidades, a aplicação da tinta de fundo deve ser feita obrigatoriamente a trincha, exceto para as “tinta de zinco etil-silicato”, PETROBRAS N-1661 e “tinta de etil silicato de zinco- alumínio”, PETROBRAS N-2231. 4.11 Nos equipamentos cuja temperatura de operação é inferior à 80 °C, mas para os quais se prevê a realização de “steam-out”, utilizar o revestimento da Condição 8. No caso de equipamento sem isolamento termico, aplicar a Condição 2.
  5. 5. -CORPORATIVO- N-2 REV. K 06 / 2011 5 5 Condições Específicas 5.1 Revestimento Externo 5.1.1 Equipamentos sem Isolamento Térmico 5.1.1.1 Condição 1 Ambiente: seco ou úmido, contendo ou não gases derivados de enxofre, com ou sem salinidade. Temperatura de operação: acima de 0 ºC até 80 °C. 5.1.1.1.1 Tinta de Fundo Aplicar 1 demão de tinta epóxi-fosfato de zinco de alta espessura, PETROBRAS N-2630, por meio de rolo, trincha ou pistola. A espessura mínima de película seca deve ser de 100 m. O intervalo entre as demãos deve ser de, no mínimo, 16 h e, no máximo, 48 h. 5.1.1.1.2 Tinta de Acabamento Aplicar 1 demão de tinta de poliuretano acrílico, conforme PETROBRAS N-2677, por meio de trincha, rolo ou pistola convencional, com espessura mínima de película seca de 70 m. 5.1.1.2 Condição 2 Ambiente: seco ou úmido, com ou sem salinidade, contendo ou não gases derivados de enxofre. Temperatura de operação acima de 80 °C até 500 °C. Neste caso utilizar revestimento único aplicando 1 demão de tinta de etil silicato de zinco e alumínio, conforme PETROBRAS N-2231, por meio de pistola convencional (com agitação mecânica) ou pistola sem ar (com agitação mecânica), com espessura mínima de película seca de 75 m. 5.1.1.3 Condição 3 Equipamentos construídos de aço-carbono, com revestimento refratário e/ou isolante interno. Temperatura de operação: acima de 200 °C. Aplicar 2 demãos de “tinta indicadora de alta temperatura”, PETROBRAS N-1514, por meio de rolo ou pistola sem ar, com espessura mínima de película seca de 15 m por demão. O intervalo máximo entre demãos deve ser de 24 h para os Tipo I e de 16 h para o Tipo II. Para temperatura de operação entre 200 °C e 290 °C usar Tipo II. Para temperatura de operação acima de 290 °C usar Tipo I. 5.1.1.4 Condição 4 Equipamento situado na orla marítima ou sobre píer. Temperatura de operação: da temperatura ambiente até 80 °C. NOTA Aplicável a condições especialmente agressivas, causadas por ventos fortes em presença de alta salinidade do ar (névoa salina). Deve-se proceder a uma limpeza entre demãos com água doce.
  6. 6. -CORPORATIVO- N-2 REV. K 06 / 2011 6 5.1.1.4.1 Tinta de Fundo Aplicar 1 demão de tinta de zinco etil-silicato, conforme especificada na PETROBRAS N-1661, por meio de pistola convencional (com agitação mecânica) ou pistola sem ar (com agitação mecânica), com espessura mínima de película seca de 75 μm. O intervalo para aplicação da tinta intermediária deve ser de, no mínimo, 30 h e, no máximo, 48 h. 5.1.1.4.2 Tinta Intermediária Aplicar 2 demãos, sendo a 1a de tinta epóxi-óxido de ferro, conforme especificada na PETROBRAS N-1202, por meio de rolo, pistola convencional ou pistola sem ar, com espessura mínima de película seca de 30 μm. Após um intervalo de, no mínimo, de 8 h e, no máximo, de 72 h, aplicar a 2a demão de tinta intermediária epóxi poliamida de alta espessura, PETROBRAS N-2628, por meio de rolo, pistola convencional ou pistola sem ar, com espessura mínima de película seca de 100 μm. O intervalo de aplicação entre a tinta intermediária e a tinta de acabamento deve ser de, no mínimo, 16 h e, no máximo, 48 h. 5.1.1.4.3 Tinta de Acabamento Aplicar 1 demão de tinta de poliuretano acrílico, conforme especificada na PETROBRAS N-2677 por meio de pistola convencional ou pistola sem ar, com espessura mínima de película seca de 70 μm. 5.1.1.5 Condição 5 Chaminés e tochas, com temperatura da chaparia em operação até 120 °C. Utilizar revestimento único aplicando 1 demão de “tinta de etil silicato de zinco-alumínio”, PETROBRAS N-2231, por meio de pistola sem ar (com agitação mecânica) com espessura mínima de película seca de 100 m. 5.1.2 Equipamentos com Isolamento Térmico 5.1.2.1 Condição 6 Ambiente: seco ou úmido, com ou sem salinidade, contendo ou não gases derivados de enxofre. Temperatura de operação: de -45 °C a 15 °C. NOTA Aplicar revestimento único em 2 demãos de tinta epóxi, sem solventes, tolerante a superfícies molhadas, especificada na PETROBRAS N-2680, por meio de rolo, trincha ou pistola sem ar, com espessura mínima de película seca de 160 m, por demão. 5.1.2.2 Condição 7 Ambiente: seco ou úmido, com ou sem salinidade, contendo ou não gases derivados de enxofre. Temperatura de operação acima de 15 °C até 80 °C. Utilizar revestimento único aplicando 1 demão de tinta epóxi-fosfato de zinco de alta espessura, especificada na PETROBRAS N-2630, por meio de rolo, trincha ou pistola. A espessura mínima de película seca deve ser de 100 m.
  7. 7. -CORPORATIVO- N-2 REV. K 06 / 2011 7 5.1.2.3 Condição 8 Ambiente: seco ou úmido, com ou sem salinidade, contendo ou não gases derivados de enxofre. Temperatura de operação acima de 80 °C até 500 °C. Neste caso utilizar revestimento único aplicando 1 demão de tinta de zinco etil silicato, conforme PETROBRAS N-1661, por meio de pistola convencional (com agitação mecânica) ou pistola sem ar (com agitação mecânica), com espessura mínima de película seca de 75 m. 5.2 Revestimento Interno 5.2.1 Condição 9 Equipamento sujeito a corrosão com elevada taxa de desgaste (acima de 0,1 mm/ano). Temperatura de operação: até 80 ºC. Aplicar demão única com espessura mínima de película seca de 400 µm do revestimento tipo II, especificado na PETROBRAS N-2912, obrigatoriamente por meio de pistola sem ar. NOTA 1 Como alternativa aplicar 2 demãos da tinta epóxi sem solventes tolerante a superfícies molhadas, conforme especificado na PETROBRAS N-2680 com espessura mínima de película seca de 200 μm por demão. O intervalo para aplicação da 2a demão deve ser de seca ao toque até 120 h. NOTA 2 A aplicação deve ser executada sobre superfícies apresentando até “flash rust” leve. NOTA 3 Deve ser feito controle de continuidade da película com emprego de detector de descontinuidade (“holiday detector”) de acordo com as PETROBRAS N-13 e N-2137. 5.2.2 Condição 10 Equipamento sujeito a corrosão com elevada taxa de desgaste (acima de 0,1 mm/ano). Temperatura de operação: acima de 80 ºC até 150 °C. Aplicar demão única com espessura mínina de película seca de 400 µm do revestimento tipo III especificado na PETROBRAS N-2912, obrigatoriamente por meio de pistola sem ar, exceto para produtos aplicados por espátula. NOTA 1 A aplicação deve ser executada sobre superfícies até “flash rust” leve. NOTA 2 Deve ser feito controle de continuidade da película com emprego de detector de descontinuidade (“holiday detector”) de acordo com as PETROBRAS N-13 e N-2137. NOTA 3 Para condições de temperatura de operação acima de 150 °C deve ser avaliada a utilização de alternativas existentes no mercado.
  8. 8. -CORPORATIVO- N-2 REV. K 06 / 2011 IR 1/1 ÍNDICE DE REVISÕES REV. A, B, D, E, F, G e H Não existe índice de revisões. REV. J Partes Atingidas Descrição da Alteração Todas Revisadas REV. K Partes Atingidas Descrição da Alteração Todas Revisadas
  9. 9. -CORPORATIVO- N-2 REV. K 06 / 2011 GRUPO DE TRABALHO - SC-14 Membros Nome Lotação Telefone Chave Carlos Cunha Dias Henriques (Coordenador) CENPES/PDEP/TMEC 812-6508 Q080 Álvaro Antonio Terra Martins da Silva UO-BC/ENGP/EIS 861-7594 KMQ7 André Koebsch ENGENHARIA/IETEG/ETEG/EDUT 819-3014 CSMR Carlos Alexandre Martins da Silva TRANSPETRO/PRES/SE/ENG/INTEG/DUTOS 811-9245 CAL3 Carlos Augusto dos Reis Correia TRANSPETRO/DTM/TM/TLOG/TEC 811-7627 FPB6 Erik Barbosa Nunes ENGENHARIA/IETEG/ETEG/EDUT 819-3015 UP82 Fernando Gonçalves Enes TRANSPETRO/PRES/SE/ENG/STSE/INSP 813-6754 TGI4 Francisco Carlos Rodrigues Marques E&P-ENGP/OPM/EMI 814-0851 W05C Francisco Otavio Pereira da Silva ENGENHARIA/SL/SEQUI/CI 855-6715 ED4F Joaquim Pereira Quintela CENPES/PDEP/TMEC 812-6502 BW20 José Antonio Lima Viana RPCC/MIIE 836-5692 QNF3 Luiz Carlos Baptista do Lago ENGENHARIA/AG/NORTEC-GC 819-3081 ELZQ Pedro Paulo Barbosa Leite ENGENHARIA/AG/NORTEC-GC 819-3071 ED9M Ricardo Monteiro de Oliveira Cruz MATERIAIS/OGBS/CMS 819-2859 EMRD Victor Solymossy CENPES/PDEP/TMEC 812-6556 BECM Wagner Pinto Cardoso AB-RE/ES/TEE 814-7790 ED17 Secretário Técnico Marina Hitomi Ishizaki ENGENHARIA/AG/NORTEC-GC 819-3066 E2HP

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