Ferramenta de Apoio a UML e Modelo de Bases Relacionais

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Trabalho Feito por Jander Cerqueira e André Neri, Disciplina: Analise OO, BSI UNIME, 4º Semestre

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Ferramenta de Apoio a UML e Modelo de Bases Relacionais

  1. 1. Ferramentas de Apoio a UML e Modelo de Bases Relacionais
  2. 2. Faculdade: UNIME - União Metropolitana de Educação e Cultura Curso: Bacharelado em Sistemas de Informação Disciplina: Analise Orientada a Objetos Professor: Carlos Eugênio Alunos: André Neri Jander Cerqueira
  3. 3. Ferramentas de Apoio a UML <ul><li>Surgiu no final dos anos 80 e no inicio dos anos 90. </li></ul><ul><li>É a notação (principalmente gráfica) utilizada por métodos para expressar projetos. </li></ul><ul><li>Utilizado para modelagem de sistemas na maioria das empresas que desenvolvem Software Orientados a Objetos. </li></ul>
  4. 4. Ferramentas de Apoio a UML <ul><li>Comerciais e “Free Editions” </li></ul><ul><li>MagicDraw </li></ul><ul><li>Borland Together </li></ul><ul><li>Poseidon </li></ul><ul><li>Enterprise Architect </li></ul><ul><li>Ratinal Rose </li></ul><ul><li>Jude </li></ul><ul><li>Omondo EclipseUML </li></ul>
  5. 5. Ferramentas de Apoio a UML <ul><li>Livres (open souce) </li></ul><ul><li>Umbrello </li></ul><ul><li>ArgoUML </li></ul><ul><li>Dia </li></ul>
  6. 6. Ferramentas de apoio à UML: um modelo para avaliação baseado em requisitos funcionais e não-funcionais
  7. 7. Modelo para avaliação a UML <ul><li>PORQUE USAR FERRAMENTA DE APOIO A UML? </li></ul>
  8. 8. Modelo para avaliação a UML <ul><li>FERRAMENTA CASE </li></ul><ul><li>É uma classificação que abrange dados e ferramentas baseada em computador que auxiliam atividades de engenharia do software , desde analise de requisitos e modelagem até programação e teste. </li></ul>
  9. 9. Modelos propostos e suas características. <ul><li>Baseado na norma ISO/IEC 9126. </li></ul><ul><li>Baseado na UML. </li></ul><ul><li>Baseado no fornecedor . </li></ul><ul><li>Baseado em características de hardware e software. </li></ul><ul><li>Baseado na documentação. </li></ul><ul><li>Baseado nas necessidades. </li></ul>
  10. 10. Critério ISO/IEC 9126 <ul><li>É possível incluir, excluir, mover, agrupar, desaguar e redimensionar objetos? </li></ul><ul><li>É possível gerar código fonte a partir da modelagem criada? </li></ul><ul><li>Existe maneira de prevenir falhas originadas por hardware ou software? </li></ul>
  11. 11. Critério baseado na UML <ul><li>Permite definir intermediaria de caso de uso? </li></ul><ul><li>Permite definição de herança múltipla? </li></ul><ul><li>Permite a criação de todos os diagramas proposto pela UML? </li></ul><ul><li>Qual é a versão da UML suportada pela ferramenta? </li></ul>
  12. 12. Critério baseado no fornecedor <ul><li>Há quanto tempo o fornecedor está no mercado? </li></ul><ul><li>O fornecedor comercializa outros produtos? </li></ul><ul><li>Há quanto tempo a ferramenta esta disponível? </li></ul><ul><li>Como é possível adquirir a ferramenta? </li></ul><ul><li>O produto possui alguma certificação de qualidade? </li></ul>
  13. 13. Critério baseado em características de hardware e software <ul><li>É possível executa a ferramentas em que sistemas operacionais? </li></ul><ul><li>Requisitos mínimos aconselhados pelo fornecedor? </li></ul><ul><li>É preciso uma base de dados especifica para a ferramenta? </li></ul>
  14. 14. Critério baseado na documentação <ul><li>Existe help, manuais e documentação que auxilie o usuário a esclarecer duvidas? </li></ul><ul><li>Existe documentação que esclarece dúvidas quando a istalação? </li></ul>
  15. 15. Critério baseado na necessidades identificadas com a utilização da ferramenta <ul><li>É possível gerar histórico das ações executadas? </li></ul><ul><li>A possível abortar/ desfazer ações executadas? </li></ul><ul><li>Quais são os conhecimentos mínimos para usar? </li></ul>
  16. 16. Modelos propostos e suas características. <ul><li>Aplicação do Modelo </li></ul><ul><li>A fim de validar o modelo proposto foi definido e elaborado um estudo de caso. </li></ul>
  17. 17. Ferramentas UML <ul><li>As ferramentas escolhidas para este estudo foram : </li></ul><ul><li>Rational Rose C++ Demo2 da IBM/Rational. </li></ul><ul><li>PowerDesigner 9.03 da Sybase. </li></ul><ul><li>Together ControlCenter 6.14 da Borland. </li></ul><ul><li>AllFusion Component Modeler 4.15 da CA ( Computer Associates). </li></ul><ul><li>Enterprise Architect 3.516 da Sparx Systems. </li></ul><ul><li>Poseidon for UML Community Edition 1.67. </li></ul><ul><li>ArgoUML 0.148. </li></ul><ul><li>A Rational Rose foi escolhida por ser desenvolvida pela mesma empresa da UML; a Po werDesigner 9.0 por ser uma ferramenta de modelagem muito utilizada no meio acadêmico em geral; a Poseidon e a ArgoUml por serem ferramentas de código aberto; a Together ControlCenter, a AllFusion Modeler e a Enterprise Architect por serem ferramentas encontradas nas referências utilizadas. </li></ul><ul><li>Além disso, foi possível encontrar cópias de demonstração de todas as ferramentas acima citadas. </li></ul>
  18. 18. Resumo do estudo de caso <ul><li>Durante a avaliação foi possível criar </li></ul><ul><li>modelagem de acordo com as exigências da </li></ul><ul><li>UML. </li></ul><ul><li>Constatou- se que cada ferramenta possui padrões e características diferentes. </li></ul>
  19. 19. Observação finais sobre a avaliação <ul><li>Verificou que dependendo da ferramenta o nível de dificuldade era maior. </li></ul><ul><li>Todas as ferramentas estudadas ofereciam varias forma de documentar os projetos reforçando uma das principais características da UML que é ser de uma linguagem documentada. Além dos diagramas da Together ControlCenter, Enterprise Architec e Allfusion Component Modeler , oferecem modelagem de negócios, e a PowerDesigner possibilita modelagem física ou conceitual. </li></ul><ul><li>Observou-se, com exceção da versão da Rational Rose estudada, que todas as ferramentas preocupam-se com a portabilidade dos seus modelos, mesmo as que não possuem versões para outros sistemas operacionais, pois elas oferecem exportações de seus modelos em XML. </li></ul><ul><li>A maioria das ferramentas é bem construídas graficamente a Poseidon e a Together ControlCenter possui ícones com os desenhos na forma dos diagramas correspondentes facilitando a compreensão e agilizando a construção dos mesmos. </li></ul><ul><li>Além disto, com excesão da AllFusion Component Modeler, todos os diagramas podem ser visualizados facilmente através do browser, pois são agrupados conforme o tipo de diagrama de acordo com a UML. As empresas que não possuem recursos financeiros ou não desejam gastar para adquirir uma ferramenta pode utilizar a Argouml e a Poseidon, porque são de código aberto e distribuídas gratuitamente. </li></ul>
  20. 20. Modelo de Bases Relacionais <ul><li>É um sistema de gestão de informação relativamente complexo. </li></ul><ul><li>Uma boa técnica de desenho é crucial para a eficácia do sistema. </li></ul><ul><li>A associação entre os dados é o ponto forte dos sistemas relacionais. </li></ul><ul><li>Neste tipo de aplicação os dados e os programas estão completamente separados </li></ul>
  21. 21. Modelo de Bases Relacionais <ul><li>Os sistemas de gestão de bases de dados relacionais (SGBDR) são aplicações informáticas complexas onde grandes quantidades de informação necessitam ser combinadas. </li></ul>
  22. 22. Modelo de Bases Relacionais <ul><li>As principais vantagens dos SGBDR são: </li></ul><ul><li>Resposta rápida aos pedidos de informação. </li></ul><ul><li>Acesso múltiplo . </li></ul><ul><li>Flexibilidade. </li></ul><ul><li>Integridade da informação . </li></ul><ul><li>Melhor gestão da informação. </li></ul>
  23. 23. Modelo de Bases Relacionais <ul><li>A principal desvantagem do SGBDR é o seu custo elevado </li></ul>
  24. 24. Referências Bibliográficas <ul><li>Booch, G. et al (2000) “UML : Guia do Usuário”. Rio de Janeiro: Campus, 2000. </li></ul><ul><li>Foresti, J. (2003) “Avaliação de Ferramentas de Apoio à UML”, Monografia, Ciência da Computação, Universidade de Passo Fundo. </li></ul><ul><li>Furlan, J.D. (1998) “Modelagem de Objetos através a UML”. São Paulo: Makron Books. </li></ul><ul><li>Maldonado, J.C. et al (2001) Qualidade de Software: Teoria e Prática. São Paulo: Prentice Hall </li></ul><ul><li>Matos, A.V. (2002) “UML: Prático Descomplicado”. São Paulo: Érica, 2002. </li></ul><ul><li>Medeiros, E. (2004) Desenvolvendo Software com UML 2.0. São Paulo: Pearson Makron Books. </li></ul><ul><li>Objects By Design. Disponível em http://www.objectsbydesign.com/tools/modeling_too ls.html. Acesso 25 de novembro . 2010. </li></ul>

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