Ibirapuera Beto renzo
    Mas Quando? Num canto o meu riso se reserva dos afetos plásticos daqui.
Numa estante algum retrato, Uma chaminé e uns compadres a combinar um país.  
Eu sou além... Eu fiz um sim! O que há em mim
Que no Ibirapuera desordena as passadas
Daquele sonoro chafariz?  
Eu fui além... Eu vi teu sim! O que há em ti que eu não possa conferir?
Num calendário um tempo estático feito para a platéia dormir.
Numa calçada a miséria aflita, Uma esmola enquanto a Bovespa não enxerga os Dali.
Num manto o dono do negócio protege o rosto desalmado.
Num banco algo é bem cuidado, Num asilo alguém é recrutado pra ser esquecido.  
Eu sou alguém... Eu sou você! Eu sou a lente que não queima o fósforo daquele tolo teatro!
Eu sou alguém... Eu sou você! E já está na hora das vozes formarem o tom único
Do grito que a nação espera pra cantar de verdade.
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I B I R A P U E R A[ B E T O]

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I B I R A P U E R A[ B E T O]

  1. 1. Ibirapuera Beto renzo
  2. 2.     Mas Quando? Num canto o meu riso se reserva dos afetos plásticos daqui.
  3. 3. Numa estante algum retrato, Uma chaminé e uns compadres a combinar um país.  
  4. 4. Eu sou além... Eu fiz um sim! O que há em mim
  5. 5. Que no Ibirapuera desordena as passadas
  6. 6. Daquele sonoro chafariz?  
  7. 7. Eu fui além... Eu vi teu sim! O que há em ti que eu não possa conferir?
  8. 8. Num calendário um tempo estático feito para a platéia dormir.
  9. 9. Numa calçada a miséria aflita, Uma esmola enquanto a Bovespa não enxerga os Dali.
  10. 10. Num manto o dono do negócio protege o rosto desalmado.
  11. 11. Num banco algo é bem cuidado, Num asilo alguém é recrutado pra ser esquecido.  
  12. 12. Eu sou alguém... Eu sou você! Eu sou a lente que não queima o fósforo daquele tolo teatro!
  13. 13. Eu sou alguém... Eu sou você! E já está na hora das vozes formarem o tom único
  14. 14. Do grito que a nação espera pra cantar de verdade.

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