A Guerra Das Trincheiras

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A Guerra Das Trincheiras

  1. 1. A Guerra das Trincheiras Trabalho realizado por: Ariana Peredo Nº8 9ºB
  2. 2. Da Guerra de Movimentos à Guerra das Trincheiras <ul><li>Com o assassinato de Francisco Sarajevo, herdeiro do trono Austro-Húngaro, nas Balcãs, por membros de uma organização Sérvia intitulada por “Mão Preta”, a Áustria declarou guerra há Sérvia. Graças ao mecanismo das alianças existentes, a Alemanha declarou guerra à Rússia e assim sucessivamente, acabando com o clima de “paz armada” na Europa e começando uma guerra que iria durar anos. </li></ul><ul><li>Na manhã de 4 de Agosto de 1914 a cavalaria alemã invade a Bélgica para chegar a França. Quem comanda as tropas é o alemão Erich von Falkenhayn, pensasse que a sua marcha tinha cerca de seiscentos mil homens. </li></ul>
  3. 3. <ul><li>As aldeias belgas que se situavam perto da fronteira foram destruídas uma por uma, logo no primeiro dia da ofensiva. No dia seguinte as tropas estavam às portas da cidade de Liège. </li></ul><ul><li>No início de Agosto, a bem ou a mal, os alemães estavam a três léguas de Paris. </li></ul><ul><li>Aos poucos, a ideia de uma guerra rápida tinha desaparecido e assiste-se a uma guerra de posições: os exércitos vão ficando estancados ao longo de uma linha de oitocentos quilómetros, desde a Bélgica e o Norte de França à Suiça. Estas linhas são vales e abrigos cavados na terra que estavam protegidos por arames farpados e sacos de areia. </li></ul><ul><li>E assim começa a Guerra das Trincheiras. </li></ul>
  4. 4. Trincheiras <ul><li>Alguns meses mais tarde estas trincheiras cobriam já uma área que ia do Mar do Norte até à fronteira Suíça. </li></ul><ul><li>Como os alemães foram os primeiros a usar o sistema de trincheiras, puderam escolher os melhores locais para as fazerem, dando-lhes vantagem e obrigando os franceses e os ingleses a viverem em piores condições. </li></ul><ul><li>Grande parte desta zona estava a menos de um metro acima do nível do mar, por isso, frequentemente, quando os soldados começavam a cavar, encontravam água que inundava ou enlameava as trincheiras, causando um problema constante para estes soldados. </li></ul>
  5. 5. <ul><li>As trincheiras eram abertas por força braçal, estando limitadas pelas condições do terreno. Tinham na sua maioria 2,30 metros de profundidade e 2 metros de largura. Nos parapeitos destas eram colocados sacos de areia para absorverem as balas e os estilhaços das bombas. Com esta profundidade não se conseguia espreitar, por isso, foram feitas uma espécie de elevações no interior conhecidas como &quot;fire step&quot;. </li></ul>
  6. 6. <ul><li>Não eram construídas em linha recta, a maior parte era perpendicular, assim, se o inimigo conseguisse tomar uma parte da trincheira, estava sujeito ao fogo das trincheiras de apoio e das perpendiculares. </li></ul><ul><li>Estavam protegidas pelo arame farpado e por postos de metralhadora. Cavavam-se também trincheiras pelas &quot;terras de ninguém dentro, ouvindo o que se passava na posição inimiga ou para capturar soldados e depois interrogá-los. </li></ul><ul><li>A vida nas trincheiras era horrível pois havia escassez de alimentos, frio, humidade, piolhos, ratos, ataques de gazes venenosos e um cheiro constante a mortos. </li></ul>
  7. 7. “ Terra de Ninguém ” <ul><li>&quot;Terra de ninguém&quot; foi o termo usado pelos soldados para caracterizar o terreno entre duas trincheiras inimigas. A distância entre elas variava, mas entre as alemãs e os franceses e ingleses, era em média, de 230 metros. </li></ul><ul><li>Esta continha grandes quantidades de arame farpado. Nas zonas de onde se previam mais ataques podiam haver 10 barreiras de arame farpado antes da primeira trincheira, e em outras zonas o arame farpado ocupava mais de 30 metros de espessura. </li></ul><ul><li>Se fosse uma área sujeita a ataques constantes, a &quot;terra de ninguém&quot; ficava cheia de equipamento militar destruído e abandonado e de corpos em decomposição. Era, juntamente com as trincheiras, território cheio de ratos e onde facilmente se apanhavam doenças. </li></ul><ul><li>Perante estas condições, era muito difícil atravessar esta área. Os soldados não só tinham que evitar as metralhadoras e as explosões, como tinham que ultrapassar as inúmeras barreiras de arame farpado. </li></ul>
  8. 8. Bibliografia <ul><li>Bibliografia: </li></ul><ul><li> BARREIRA, Aníbal e MORREIRA, Mendes, Rumos da História, Edições Asa, Porto, 2007 </li></ul><ul><li>Webgrafia: </li></ul><ul><li> http://br.geocities.com/guerradastrincheiras/ </li></ul><ul><li> http://www.eb23-diogo-cao.rcts.pt/ </li></ul><ul><li> http://pt.wikipedia.org/ </li></ul>
  9. 9. Fim

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