Historia Alcoolico Nicole Cristina Andreia

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Trabalho realizado em Práticas de Acção Social 10º ano na Esc. Sec. de Vagos.
No 2º período e com o tema - áreas de intervenção da Acção Social.

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Historia Alcoolico Nicole Cristina Andreia

  1. 1. Uma História Sobre um Alcoólico Trabalho Realizado Por: Andreia Silva Nº06 Cristina Freire Nº07 Nicole Cipriano Nº17
  2. 2. <ul><li>Durante este caso, esperávamos conhecer melhor um caso de alcoolismo e os seus problemas numa sociedade. Com este trabalho conseguimos ouvir a história de uma pessoa, ficámos a conhecer a sua vida quotidiana, os seus problemas, as suas alegrias e tristezas. Achamos que esta situação nos sensibilizou e que de certa maneira nos faz pensar duas vezes antes de criticar e de comentar outras pessoas. Por vezes as pessoas parecem que estão bem, mas têm problemas difíceis com que lidar. </li></ul>Introdução
  3. 3. <ul><li>O alcoolismo é geralmente definido como o consumo consistente e excessivo e preocupação com bebidas alcoólicas ao ponto que este comportamento interfira com a vida pessoal, familiar, social e profissional da pessoa. O alcoolismo pode potencialmente resultar em condições (doenças) psicológicas e fisiológicas, assim como, por fim, na morte. O alcoolismo é um dos problemas mundiais de uso de drogas que mais traz custos. Com excepção do tabagismo, o alcoolismo é mais custoso para os países do que todos os problemas de consumo de droga combinados. </li></ul><ul><li>O álcool é considerado uma droga depressiva, pois diminui a capacidade de pensar com clareza e de reagir a tempo. Não importa que o tipo de álcool seja cerveja, vinho ou licor. É a quantidade de álcool ingerida, não o tipo de bebida, que nos vai afectar. </li></ul>Introdução
  4. 4. <ul><li>O senhor Miguel vive numa pequena aldeia com a sua mulher e três filhos (ao todos são cinco filhos). Trabalha seis dias por semana como padeiro das quatro da manhã às duas da tarde. Apesar de ganhar um ordenado razoável, a sua esposa só lhe dá 200€ por mês por causa da sua doença. Pode-se dizer que o senhor Miguel é uma pessoa conversadora, simpática e amigo do seu amigo. É uma pessoa muito sociável. Para tentar tratar-se, este senhor inscreveu-se numa associação de alcoólicos anónimos com o ápio da sua mulher. </li></ul><ul><li>Com 54 anos, o senhor Miguel afirma que ainda tem esperanças de se curar pois ainda é novo e tem o resto da vida pela frente. O senhor Miguel é alcoólico há doze anos. Ele esteve na Venezuela e um dia decidiu vir para Portugal para abrir uma pastelaria. O trabalho era muito. Trabalhavam todos juntos, ele, a sua esposa e os filhos mais velhos. Parece que cada dia que passava, o trabalho era mais e chegou a certo ponto de se tornar insuportável. O senhor Miguel começou a beber. </li></ul>História
  5. 5. <ul><li>Nessa altura achava que o acalmava e que era um refúgio para os seus problemas mas, hoje, arrepende-se profundamente de ter essa ideia. Começou por beber pouco, e sem dar por ela, havia dias que já não se encontrava consciente de si mesmo. Isto, tornando-se em vício, a sua esposa e família começaram a ficar preocupados. Com este problema que estava cada vez pior, a família decidiu por o negócio abaixo. Esta decisão não foi bem aceite pelo senhor Miguel. Com o passar do tempo, este arranjou trabalho como padeiro em Aveiro, mas, antes, trabalhou em outras pastelarias em Coimbra. </li></ul><ul><li> Hoje, colegas que já trabalharam com o senhor Miguel dizem que é pena ele ter este vício. Dizem que ele trabalhava muito bem e até afirmam que ele tinha gosto no que ele fazia. O senhor Miguel já foi internado várias vezes em vários lugares para fazer tratamento, mas caia sempre na tentação e acabava por fugir das clínicas para ir beber. </li></ul>História
  6. 6. Por causa do álcool, já houve grandes mudanças nesta família. Infelizmente, o pior desta doença é que o senhor Miguel torna-se um pouco violento e agressivo quando bebe. Por esta razão principalmente, os filhos que na altura que ele começou a beber eram pequenos, ficaram marcados para sempre! Alexandre, o seu filho mais novo, contou-nos alguns episódios que nos chocaram bastante. O senhor Miguel já ameaçou a sua mulher com uma faca, já bateu nos filhos sem razão nenhuma entre outras coisas. Mas também, magoa-se a si próprio. Ele próprio diz que já teve muito perto da morte. Já caiu vezes sem conta de bicicleta, já bateu com a cabeça no chão (o que lhe causou feridas bastante graves) e também já partiu uma perna, isto tudo, fora as pisaduras, os arranhões etc. … Alexandre contou-nos que adorava passear com o pai, mas desde que ele é alcoólico, tem um pouco de receio. Alexandre também nos disse que já não tem o mesmo pai do que antes infelizmente. História
  7. 7. Neste caso, poucos aspectos positivos foram encontrados. O que ainda dá alguma esperança à sua esposa e filhos, é o facto do senhor Miguel pertencer a uma associação e aceitar ser internado para fazer tratamento. No verão, o senhor Miguel esteve internado na clínica de Oiã durante dois meses. A mulher e os filhos ficaram bastante contentes, pois pensavam que ele já tinha sido curado, mas afinal, com o tempo, o senhor Miguel voltou a beber. O único aspecto que a família gosta de reconhecer é que apesar de tudo, o senhor Miguel encontra-se perfeitamente bem de saúde e não tem quaisquer problemas no fígado. História
  8. 8. Nós achámos que o senhor Miguel deveria ter algo com que ocupar o seu tempo e não estar tanto tempo sozinho. O senhor Miguel devia de ter alguém com quem falar. Podia ficar mais encorajado se tivesse a ajuda de alguém fora da família. O senhor Miguel sente-se carente e desiludido consigo mesmo pois ele nota que os filhos estão diferentes em relação a ele. O que lhe magoa mais é que os filhos agora preocupam-se mais com a mãe do que com ele. Viu-se que o senhor Miguel é uma boa pessoa, simplesmente precisa de muito apoio e de força de vontade. Conclusão
  9. 9. Conclusão, nós devemos de dar mais atenção às pessoas que necessitam. Às vezes um gesto de carinho ou um simples elogio já tornaria o dia do senhor Miguel e de muitos outros um pouco melhor. Durante este trabalho, despertou-nos o interesse de ajudar os outros, sejam ele alcoólicos, toxicodependentes, etc. … Este caso mostrou-nos que as vezes os vícios são suficientes para destruir uma família e um bom lar. Mas, mesmo assim, devíamos de ter em preocupação nunca excluir ninguém de uma sociedade ou família. Conclusão
  10. 10. F I M Não deixe que o álcool acabe com a sua vida!

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