Geologia 10º ano II

1.617 visualizações

Publicada em

(Peço desculpa das primeiras páginas em branco, mas houve um problema de escassez de tempo :/) Falta os métodos indiretos do estudo do interior da terra

0 comentários
2 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
1.617
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
10
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
56
Comentários
0
Gostaram
2
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Geologia 10º ano II

  1. 1. by: Renata Sofia1Métodos de estudo da geosfera terrestreMétodos diretos:
  2. 2. by: Renata Sofia2
  3. 3. by: Renata Sofia3VulcanologiaVulcanismo - Os fenómenos de vulcanismo constituem uma manifestação daenergia que existe na Terra.Vulcanismo primário - Caracteriza-se pela ocorrência de erupções vulcânicas.Vulcanismo secundário - Após o período activo, um vulcão entra na fase derepouso, com manifestações secundárias ou formas atenuadas de vulcanismo.Vulcão – Abertura na superfície da Terra, através da qual a lava (magma fundidoe parcialmente desgaseificado) e outros materiais são expelidos do interior da Terra.Erupção vulcânica - Ascensão e desgaseificação de um magma que originará, emconsequência da sua consolidação, lavas e posteriormente rochas vulcânicas.Tipos de erupçõesOrigem do magma - A astenosfera é uma zona do manto superior na qual severifica a fusão de uma pequena fracção de rocha devido aos valores de pressão etemperatura. Esta fracção fundida, menos densa, tende a ascender e a concentrar-seem câmaras magmáticas.Magma - Material silicatado, total ou parcialmente fundido e provido demobilidade. Devido à sua mobilidade e temperatura, as rochas encaixantes (queenvolvem a câmara magmática) estão submetidas a enormes pressões. Quando olimite de resistência é ultrapassado, os materiais rochosos encaixantes quebram e omagma ascende até à superfície.
  4. 4. by: Renata Sofia4Classificação dos magmasMaior percentagem de sílica (>% de sílica) = ácidos ou graníticosMenos percentagem de sílica (<% de sílica) = básicos ou basálticosCaraterísticas dos magmasMagmas graníticos: Grande % de sílica; Ácidos; Viscosos; Claros; Ponto de fusão baixo; Densidade baixa; Formam piroclastos.Magmas basálticos: Pequena % de sílica; Básicas; Fluidos; Escuros; Ponto de fusão elevado; Densidade elevada; Forma lavas.Tipos de materiais expelidos: Sólidos, líquidos e gasosos.Sólidos ou piroclásticos: Poeiras ou cinzas < 2 mm Lapili ou bagacina 2-64 mm Bombas ou blocos < 64 mm Pedras-pomes
  5. 5. by: Renata Sofia5Líquidos Fluidos: Ricos em minerais ferromagnesianos Viscosos: Ricos em sílicaGasosos Dióxido de carbono Vapor de água Monóxido de enxofre Dióxido de enxofre Cloretos Ácido clorídricoTipos de actividade vulcânica – Explosiva, efusiva e mista.Erupções explosivas - As lavas são muito viscosas, fluem com dificuldade eimpedem a libertação de gases, ocorrendo por isso, violentas explosões. Devido à suaviscosidade, a lava, por vezes, não chega a derramar constituindo estruturasarredondadas, chamadas domas ou cúpulas. Noutras situações a lava solidificamesmo dentro da chaminé, formando agulhas vulcânicas, que podem mais tardeficar a descoberto devido à erosão do cone. Nas erupções explosivas os cones sãoessencialmente formados pela acumulação de piroclastos.Erupções efusivas - O magma é fluído, a libertação de gases é fácil e a erupção écalma, com derramamento de lava abundante a altíssima temperatura. A lavadesliza rapidamente, espalhando-se por grandes distâncias. Se os terrenos foremplanos, a lava pode cobrir grandes áreas, constituindo os mantos de lava. Se houverdeclive acentuado, pode formar "rios" ou escoadas de lava, denominados correntes delava ou também escoadas lávicas. Os vulcões predominantemente efusivos, quandoformam cones, são baixos, pois a lava espalha-se por grandes superfícies. Ovulcanismo dos fundos oceânicos é do tipo efusivo.
  6. 6. by: Renata Sofia6Erupções mistas - Assumem aspectos intermédios entre os descritos, observando-sefases explosivas que alternam com fases efusivas. Nas erupções intermédias formam-se cones mistos, em que alternam camadas de lava com camadas de piroclastos. Asexplosões são explicadas pela entrada de água na chaminé ou na câmaramagmática, que devido às altas temperaturas, se vaporizou, originando uma grandequantidade de água. Por essa razão, deu-se um aumento da pressão interior,tornando a erupção periodicamente explosiva.Tipos de lavas – Escoriáceas, encordoadas e “pillow lava”.Escoriáceas - lavas fluidas que se deslocam lentamente. Após a sua solidificaçãooriginam superfícies ásperas, rugosas e irregulares devido à perda rápida de gases.Encordoadas - lavas muito fluidas que fluem sob uma crosta consolidada e que sedeslocam com grande facilidade. Após a sua solidificação originam superfícies lisas ede aspecto semelhante a cordas.Pillow lava - características das erupções submarinas, têm formas arredondadasdevido ao movimento das águas (parecidas com almofadas).Vulcanismo secundário - Após o período activo, um vulcão entra na fase derepouso, com manifestações secundárias ou formas atenuadas de vulcanismo nas suasimediações.Fumarolas - Emissão de produtos residuais gasosos.Mofetas - Ricas em água e dióxido de carbono; temperatura mais baixa.Sulfataras - Ricas em ácido sulfídrico que reage com o oxigénio, dando origem àlibertação de dióxido de carbono e à formação de depósitos de enxofre.
  7. 7. by: Renata Sofia7Nascentes termais - Emanações ricas em água, dióxido de carbono e sais minerais.Temperatura elevada. Origem profunda águas magmáticas ou juvenis águasmeteóricas.Géiseres - Emanações de água a elevadas temperaturas. Repuxos intermitentes eperiódicos atingindo grandes altitudes.Caldeira - Lago ou lagoa formado em consequência da subsidência (abatimento) ecolapso da cratera, devido ao esvaziamento parcial da câmara magmática.Vulcanismo associado às placas tectónicas
  8. 8. by: Renata Sofia8Hot spot
  9. 9. by: Renata Sofia9SismologiaAbalos premonitórios – Movimento brusco da crusta terrestre, de pequenaduração e de fraca intensidade, que ocorre antes do sismo principal. Os abalospremonitórios, também designados preliminares, são, afinal, pequenos sismos queprecedem o sismo principal, claramente mais intenso.Réplicas – Sismos de menor intensidade que ocorrem após o sismo principal.Hipocentro – Local no interior da Terra onde o sismo tem origem.Epicentro – Local à superfície onde o sismo é sentido com maior intensidade,localiza-se na vertical do hipocentro (se for na crosta oceânica, dá-se um maremoto).Fenómenos que estão na origem dos sismosNaturais: Movimentos tectónicos (são os mais frequentes e perigosos) Abatimento de terrenos Fenómenos vulcânicos (o magma ao ascender poe provocar pequenos abalossísmicos)Artificiais: Provocados pelas atividades humanas (enchimento de barragens, explosõesem minas, pedreiras e outros, explosões nucleares)“Por vezes os sismos artificiais são induzidos, para fins investigativos (usadocomo método indirecto para estudar a geosfera terrestre).”
  10. 10. by: Renata Sofia10Forças que desencadeiam sismosForças compressivas – Atuam sobre as rochas e tendem a reduzir o seu volume,podendo originar a sua fratura.Forças distensivas – Atuam sobre as rochas e tendem a alongá-las ou a provocar-lhes fraturas.Forças de cisalhamento – Provocam movimentos paralelos em sentidos opostos etendem a fraturar rochas.Natureza dos materiais: Elástica – Após a aplicação da força os materiais retornam à sua formainicial. Plástica – Após a aplicação da força os materiais mantêm a suadeformação. Rígida – Com a aplicação da força os materiais partem/fraturam.
  11. 11. by: Renata Sofia11Se for ultrapassado o limite de elasticidade e plasticidade dos materiais,eles vão partir.Comportamento dos materiaisFrágil – Sujeitos a tensões, os materiais tendem a partir facilmente. Este tipo decomportamento está associado a materiais de natureza rígida em condições de baixatemperatura e pressão e relaciona-se com a formação de falhas.Dúctil – Sujeitos a tensões sofrem alterações permanentes de forma e/ou volume,sem chegarem a fraturar. Este tipo de comportamento está associado a materiaisque adquirem uma natureza plástica em condições de temperatura e pressão maiselevadas e relaciona-se com a formação de dobras.Ductilidade – Propriedade que representa o grau de deformação que um materialsuporta até ao momento da sua ruptura. Materiais que suportam pouca, ounenhuma deformação são considerados materiais frágeis.
  12. 12. by: Renata Sofia12Teoria do ressalto elásticoTensões exercidas nas rochas provocam oacumular de energia potencial e a sua lentadeformação (o atrito e a resistência das rochasimpede que ocorra já uma deslocação).Ultrapassado o limite de resistência/elasticidade/ plasticidade e o atrito dessasrochas (comportamento frágil) ocorre oressalto dos blocos rochosos, os quais se irãomovimentar de forma brusca.A energia acumulada (por vezes duranteséculos) é agora libertada (em parte sob aforma de calor, mas também sob a formade ondas sísmicas que se propagam nointerior da Terra).A energia liberta-se em profundidade,mas atinge a superfície terrestre, porquê?Porque as ondas sísmicas são o veículo detransmissão dessa energia.A teoria do ressalto elástico foi estabelecida por H. F. Reidcom base em estudos geodésicos que realizou após o sismode 1906 em São Francisco, Califórnia, de um e do outrolado do segmento da falha de Santo André que sofreuruptura durante este sismo (é bem evidente que ocorreuum deslocamento).Sismo = Relaxamento do planetaVibração elástica de partículas dos materiais rochosos do globo terrestre originadapela libertação de energia acumulada.
  13. 13. by: Renata Sofia13Sismos profundos e superficiaisDificilmente sismos com epicentro num domínio continental apresentam um focosuperior a 20 km de profundidade.  Porquê?É a partir dessa profundidade, com o acréscimo da temperatura, as rochas começama assumir um comportamento mais dúctil. A não ser que se trate de um local de zonade subducção. Aí sim, e devido às enormes pressões, o ponto de fusão dos materiaisrochosos é mais elevado e eles podem comportar-se como frágeis a uma maiorprofundidade.As ondas sísmicasQuando ocorre um sismo, a energia libertada a partir do hipocentro provoca avibração elástica das partículas circundantes mais próximas, fazendo com que estas sedesloquem (oscilam e voltam à posição inicial).Este momento é depois transmitido partícula a partícula pelo interior da Terra,ocorrendo assim a sua propagação – ondas sísmicas.Raio sísmico – Trajectória perpendicular à frente deonda.Frentes de onda – Superfície que separa aspartículas que já entraram em vibração daquelas queainda estão estáticas (nessa superfície todos os pontosse encontram no mesmo estado de vibração).Tipos de ondas sísmicasOndas profundas – Propagam-se no interior da Terra. São muito estudadas, oconhecimento da sua velocidade de propagação é que permite deduzir as diferentespropriedades dos materiais do interior da Terra, bem como a que profundidadesessas diferenças se encontram.  Ondas P e S.Ondas superficiais – Propagam-se apenas à superfície da Terra. A chegada dasondas profundas à superfície desencadeia a formação deste tipo de ondas, que sãomais lentas, responsáveis pela destruição, responsáveis pela destruição e se propagama uma velocidade constante.  Ondas L e R.Os diferentes tipos de ondas sísmicas, distinguem-se: Pelo tipo de movimento que provocam nas partículas; Pelos locais onde se propagam; Pela sua velocidade.
  14. 14. by: Renata Sofia14Ondas P – (ondas primárias, longitudinais ou compressivas) São as primeiras a seremregistadas pelos sismógrafos; São as mais rápidas; Provocam nas partículasdos materiais rochosos umavibração paralela à direcção depropagação; A sua passagem provocaalternadamente movimentos decompressão e distensão,ocorrendo variação do volume; A sua velocidade varia com a densidade e rigidez dos materiais atravessados; Propagam-se em meios sólidos, líquidos e gasosos.Ondas S – (ondas secundárias ou transversais) São registadas pelos sismógrafosalguns instantes após a chegada dasondas P; São mais lentas que as ondas P; Provocam nas partículas dosmateriais rochosos uma vibraçãoperpendicular à direcção depropagação; A sua passagem provoca mudanças na forma do material (deformação), noentanto, sem ocorrer variação do volume; A sua velocidade varia com a densidade e rigidez dos materiais atravessados; Só se propagam em meios sólidos.A – Ondas PB – Ondas S
  15. 15. by: Renata Sofia15Ondas superficiaisAo atingirem a superfície, as ondas P e S interferem com ela e originam as ondas desuperfície – estas caracterizam-se por apresentarem uma grande amplitude e, porisso são as que causam maiores prejuízos.Ondas R As partículas manifestam movimentos circulares (retrógrados) num planoperpendicular à propagação da onda; São lentas, apresentam grande amplitude e uma velocidade constante.Ondas L As partículas movem-se em “zig-zag” (horizontalmente e perpendicular àpropagação da onda); São lentas, apresentam grande amplitude e uma velocidade constante.Como é possível saber-se que as ondas P se propagam em meiossólidos, líquidos e gasosos?Geram-se ondas de natureza sísmica emlaboratório, às quais se submetemdiferentes tipos de rochas em diferentesestados físicos. Regista-se a velocidade dasondas e compara-se depois com avelocidade real das ondas no interior daTerra (através da análise de sismogramas).Assim e indirectamente, conhece-se ointerior do planeta Terra.
  16. 16. by: Renata Sofia16Propriedades das ondas – (geral)Amplitude – Distânciamáxima de afastamento deuma partícula em relação àsua posição em repouso.Período – Tempo quedecorre entre uma oscilaçãocompleta.Frequência – Número deoscilações num dadoperíodo de tempo.Estudo de ondas sísmicasNum sismograma nunca aparece uma linha perfeitamente reta, é que existe“barulho/ ruído de fundo” – agitação industrial, circulação de automóveis,etc… Todas estas vibrações ficam registadas.Existem vários tipos de sismógrafos: Verticais; Horizontais (N-S) e (E-W).Baixa amplitude.Menos destrutivasque as ondas S oude superfície.As ondas S têm umaamplitude superior às ondasP.As ondas superficiais têmuma grande amplitude esão de longa duração.Destrutivas
  17. 17. by: Renata Sofia17Variação do tempo de chegada das ondas sísmicas e a sua relaçãocom a distância ao epicentroQuanto mais distante do epicentro, maior é o atraso verificado entrea chegada das ondas P, em relação às ondas S.  Porquê?Sendo as ondas S mais lentas, quanto mais distante do epicentro se localiza umaestação sismográfica mais se acentua esta diferença de tempo.É este atraso nos tempos de chegada entre as ondas P e S que permitedeterminar a distância epicentral (distância da estação sismográfica aoepicentro).  Basta recorrer a gráficos padrão de tempo-distância.Maior atraso  Maior distância ao epicentroPara conhecer a localização do epicentro, e não a distância ao epicentro. Paraisso precisamos de 3 ou mais estações sismográficasVelocidade de propagação das ondas sísmicas no interior da TerraSe a Terra fosse uma esfera homogénea, ou seja, se a composição e propriedadesfísicas dos materiais fossem idênticas em qualquer ponto do Globo, a velocidade dasondas sísmicas devia manter-se constante em qualquer direcção e as trajectórias dosraios sísmicos seriam retas.
  18. 18. by: Renata Sofia18Se a velocidade de propagação das ondas sísmicas é tanto maior quanto maisprofundamente elas mergulham, tem de concluir-se que a rigidez aumenta muitomais com a profundidade do que a densidade.Por que motivo as trajectórias dos raios sísmicos através da Terra sãocurvilíneas?Se considerarmos vários meios em que haja umaumento regular da velocidade com aprofundidade o trajeto dos vários raios sísmicos,através desses meios, terá a concavidade viradapara a superfície em virtude de a série derefracções dar origem a ondas com a concavidadevoltada para cima.Descontinuidade – Superfície que separa meioscom propriedades físicas diferentes.1 - Como se explica que a estaçãoA receba apenas um conjunto deondas P e S?2 - Relacione a informação dadapor Mohorovicic com os dados dosesquemas.3 - Que caraterísticas dos materiaispodem explicar o diferentecomportamento dos dois conjuntosde ondas P e S, registados emdeterminadas estações.
  19. 19. by: Renata Sofia191 – Conhecendo exactamente a distância epicentral, bem como o momento precisoem que ocorreu o sismo, Mohorovicic pensou que um grupo de ondas P e S seguiu umcaminho mais direto entre o foco e a estação com a velocidade prevista,correspondente à velocidade calculada pela crosta.2 – Um grupo de ondas P e S seguiu um caminho mais direto entre o foco e aestação. Outro grupo de ondas devia ter encontrado um meio com rigidez e outrascaraterísticas físicas diferentes e teria desviado a trajectória e modificado avelocidade das ondas. Este último grupo devia ter sido refratado no interior da Terra,a sua velocidade aumentou tendo chegado à estação C antes das ondas do primeirogrupo.3 – Às estações localizadas até 200 km do epicentro só chegam as ondas que sepropagam através da crosta, com uma velocidade mais baixa. As estaçõeslocalizadas entre 200 e 800 km dois tipos de ondas P e dois tipos de ondas S: asondas propagadas na crosta e ondas refratadas no manto, que chegam mais cedo,pois atingem maior velocidade. Estações localizadas a maiores distâncias apenasrecebem ondas refratadas no manto. Os meios apresentam densidade e rigidezdiferentes.Descontinuidade de MohorovicicPresumiu que existia um limiteque define a transição entre acrosta e o manto. Atualmentedesigna-se por descontinuidadede Mohorovicic oudescontinuidade de Moho. Estadescontinuidade situa-se aprofundidades entre os 5 a 10 kmnas placas oceânicas e os 35 a 70km nas placas continentais.A maior velocidade das ondas sísmicas nas placasoceânicas é explicada pelo facto de seremformadas por rochas basálticas maís rígidas doque as rochas graníticas que compõem oscontinentes.
  20. 20. by: Renata Sofia20Zona de baixas velocidades1 – A partir da descontinuidade de Moho a velocidade das ondas aumenta,começando a diminuir a partir dos 100 km.2 – Entre os 100 e os 210 km a velocidade das ondas diminui, voltam a partir daí aaumentar lentamente.3 – A zona de baixa velocidade deve justificar-se pela mudança de estado físico damatéria que constitui a zona em questão. Será uma zona pouco rígida, mais plástica.4 – Um dos pontos da teoria da tectónica de placas assenta no facto das placasflutuarem sob uma zona mais plástica, a astenosfera, o que corresponderá à zona debaixas velocidades1 – As ondas sísmicas sofrem refracção e descontinuidade entre o meio I e o meio II.2 – As ondas terão passado por um meio mais rígido, pelo que a velocidade depropagação das ondas aumentou.3 – Pelo facto de a velocidade de propagação aumentar, pode-se inferir que o meioII é mais rígido do que o meio I.

×