Estrutura da Terra

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Estrutura da Terra

  1. 1. Estrutura Interna da Terra 1
  2. 2. Estrutura Interna da TerraO conhecimento da estrutura interna da terra éessencial ao entendimento dos fenômenos que semanifestam em sua superfície, como o vulcanismo eos terremotos responsáveis por modificações namodelagem da superfície terrestre. Os terremotos, porexemplo, afetam a vida de milhões de pessoas eprovocam graves catástrofes naturais na Califórnia(Estados Unidos), Japão, no Chile, na Turquia e emdiversos outros países. 2
  3. 3. Estrutura Interna da Terra• O vulcanismo, outro fenômeno natural causado pelas forças internas de Terra, acarreta também graves desastres naturais.• A atividade mineradora também depende do conhecimento da estrutura interna da Terra. Os recursos naturais são matérias-primas básicas para a produção das mercadorias e para a geração da maior parte da energia consumida no mundo. 3
  4. 4. Estrutura Interna da Terra• As observações indiretas são obtidas por meio da analise dos tremores que ocorrem no interior da Terra cujas ondas, chamadas sísmicas propagam-se em diferentes direções, algumas atingindo o núcleo do planeta. A intensidade destas ondas é registrada por sismógrafos, aparelhos que também medem a velocidade. 4
  5. 5. Estrutura Interna da Terra Os estudos do interior da Terra baseiam-se emobservações indiretas, pois até o momento, o poçomais profundo o da península de Kola, na Rússiaperfurado em 1987, atingiu apenas 13 km. Todo omaterial que sai pelos vulcões vem de profundidade de,no máximo, 200 km. Essas medidas, se comparadascom o raio da Terra - 6.380 km. 5
  6. 6. Estrutura Interna da Terra• Os cientistas chegaram a conclusão de que a Terra é formada basicamente por três camadas: a crosta terrestre ou litosfera, o manto e o núcleo.• Crosta Terrestre - camada externa- são encontradas rochas relativamente leves, constituídas principalmente por silício e alumínio. Essa camada apresenta uma espessura variável: sob os continentes varia de 20 a 70 km ( a espessura máxima verifica-se nos locais sob as montanhas) e,sob os oceanos,onde predominam o silício e o magnésio,varia de 5 a 15 km. 6
  7. 7. Estrutura Interna da TerraManto - camada intermediária é formada por rochasmais pesadas, como os basaltos, constituídasprincipalmente por magnésio, ferro e silício. Na parteexterna do manto onde há uma região conhecida porastenosfera, formada de um material pastosochamado magma. Nela ocorrem movimentos deconvecção: o magma aquecido sobe das porções maisinternas da Terra em direção á crosta e, depois, voltapara o interior á medida que se resfria. Os movimentosde convecção dão origem a terremotos e erupçõesvulcânicas. 7
  8. 8. continuaO limite máximo interior do manto é de,aproximadamente 2.900 km, onde começa acamada mais interna: o núcleo.O núcleo - que tem como limite Maximo interiora medida do raio da Terra, é constituído porníquel e, principalmente, por ferro. Ele seencontra subdividido em duas camadas: onúcleo externo, que parece ser liquido e vai até5.100 km; e o núcleo interno, que é solido. 8
  9. 9. ROCHAS QUE FORMAM A CROSTA TERRESTE• A crosta terrestre é formada principalmente por rochas, por exemplo, a areia, o granito, o mármore, o calcário e a argila. As rochas, por sua vez, são constituídas por um agregado de minerais ou por um único mineral solidificado. Minerais são elementos ou compostos inorgânicos encontrados na crosta terrestre. O granito, por exemplo, é composto por três minerais: quartzo, mica e feldspato.• Quanto a origem, as rochas classificam-se em magmáticas, ou ígneas, sedimentares e metamórficas. 9’
  10. 10. ROCHAS• As rochas magmáticas resultam da consolidação de matéria, em estado de fusão, proveniente do manto. Elas constituem aproximadamente 80% da crosta terrestre.• As rochas magmáticas resultam da deposição de detritos de outras rochas ou do acumulo de detritos orgânicos (sedimentares)• As Rochas metamórficas resultam da transformação (metamorfização) em condições de pressão e temperatura elevada, de rochas preexistentes. 10
  11. 11. Abalos sísmicos Nas áreas próximas aos limites entre as placas, ocorrem muitos abalos sísmicos ou terremotos, e atividade vulcânica costuma ser intensa. As grandes cadeias montanhosas da Terra, situada nessas áreas surgiram por causa da colisão (ou obducção) de placas, como a cordilheira do Himalaia ou pelo processo de subducção , como a cordilheira dos Andes sendo medida com uma escala estabelecida pelo sismólogo norte – americano Charles Richter. Chamada de escala Richter, começa no grau zero e teoricamente não tem limite superior.• É impossível medir a magnitude e a intensidade dos terremotos. 11
  12. 12. Estrutura Geológica do Brasil A estrutura geológica do Brasilapresenta maciços (escudos) antigose bacias sedimentares, não severificando a existência dedobramentos modernos. 12
  13. 13. Mineração O Brasil é um dos grandes produtores mundiais deminérios. Os países do mundo que contam comrecursos comparáveis aos brasileiros têm, também,grande dimensão territorial, como Estados Unidos,Canadá, Austrália, Rússia e China. No casobrasileiro, as principais reservas ficam em áreas demaciços antigos (escudos cristalino) e, por essarazão, nela se destaca a extração dos mineraismetálicos. Nas bacias sedimentares, são exploradas,entre outros, o petróleo, o carvão mineral e ocalcários, utilizados, entre outras coisas, paraprodução de cimento. 13
  14. 14. Exploração mineral e problemas ambientais A formação de jazidas minerais resulta de processos geológicos que ocorreram ao longo de milhões de anos. Elas constituem recursos esgotáveis e, mantidos os atuais níveis de exploração mineral, em pouco tempo poderão faltar matérias-primas essenciais à transformação industrial.• Em varias regiões do mundo existem gigantescas áreas nas quais já houve exploração mineral. Essas jazidas esgotadas ficam muitas vezes abandonadas, deixando um rastro de crateras imensas, nas quais o processo de erosão tende a intensificar os danos ambientais.• Durante o processo de exploração, os problemas ambientais são imensos. Para dar início à exploração é necessário devastar a vegetação local, comprometendo a sobrevivência da fauna que faz parte do ecossistema. Outro problema são os rejeitos, aquilo que não tem utilidade econômica numa jazida – depositados em qualquer local e transportados pelo vento ou pela águas das chuvas para outros lugares, atingindo os rios e provocando o assoreamento dos seus leitos. 14
  15. 15. SOLO Recurso natural básico e fundamental, o solo levou milhões de anos para se formar. É resultado do processo de desintegração e decomposição das rochas devido ao intemperismo. As transformações nas rochas continuam até hoje, mas são tão lentas que nem percebemos, pois são necessários séculos para que se forme um centímetro de solo.• Do solo depende a sobrevivência do ecossistema e, portando, de toda sua biodiversidade do planeta. O solo possibilita a pratica da agricultura e da pecuária por meio das quais se obtêm alimentos e matérias- primas para a sociedade. 15
  16. 16. Cultivo e conservação do solo Algumas formas de cultivo podem amenizar os efeitos da erosão, reduzindo sensivelmente as perdas do solo:• Plantio direto – técnica que consiste plantar diretamente sobre o resto de planta da colheita anterior . no entanto, esse tipo de técnica exige maior quantidade de herbicida.• Rotação de culturas – cultivo alternado de produção ( por exemplo: soja, depois tremoço, depois milho).• Curvas de nível – linhas que ligam pontos de mesma cota altimétrica, sobre as quais se faz a semeadura, estabelecendo-se, assim, fileiras de plantas. Isso permite que a água ocorra mais lentamente.• Afolhamento – método no qual o terreno e dividido em três partes: enquanto duas partes são cultivas, a terceira permanece em repouso por um ou dois anos para recuperar a propriedades retiradas com as sucessivas colheitas. 16
  17. 17. Dinâmicas climáticas e paisagens vegetaisPara determinar as condições do tempo, é precisoconsiderar o fenômenos atmosféricos: temperatura epressão do ar, vento, umidade, precipitações ( comochuva, granizo e neve), geada, massas de ar. Comoesses fenômenos variam com freqüências, essamesma variação ocorre com o tempo, que mudaconstantemente. 17
  18. 18. Massa de arO ar que compõe a atmosfera esta em constantemovimento em virtude das diferenças de pressão,deslocando-se das áreas de alta para as áreas de baixapressão. Apesar de ocorrerem variações nos valoresda pressão atmosférica num mesmo local,principalmente em razão das mudanças de estação, épossível delimitar algumas áreas com predominânciade altas pressões e outras que predominam as baixaspressões, que irão determinar a circulação geral daatmosfera. É no interior dessa circulação geral que seestabelece a dinâmica das massas de ar, elementosimportantes na determinação das características dos 18
  19. 19. Frentes• Ao se deslocar, as massas de ar se encontram, mas não se misturam: uma empurra a outra de tal forma que aquela que avança com mais intensidade leva a outra a retroceder, impondo as suas características. 19
  20. 20. Poluição atmosféricaA poluição atmosférica está relacionada ao tipoenergia utilizada pela sociedade humana pelasociedade humana nos últimos 200 anos. Desde omomento em que a industria se transformou namais importante atividade econômica, o carvãomineral e o petróleo tornaram-se as principaisfontes poluentes. 20
  21. 21. Poluição do ar e efeito estufaA poluição do ar nas grandes cidades é causadaprincipalmente pelo lançamento dos gases tóxicos ematérias particuladas na atmosfera. Os gaseslançado pelos veículos são os principais poluentesdas áreas urbanas. A situação e agravada pelaemissões advindas de atividades industriaistermelétricas. 21
  22. 22. Inversão térmica Próximo à superfície da Terra, normalmente se verifica correntes ascendentes de ar quente que, ao subir, se resfriam. Nas grandes cidades, onde a concentração de poluentes é significativa, essa movimentação constante ajuda a dispersar os agentes poluentes. Contudo, particularmente nos dias de inverno, o ar próximo à superfície torna-se mais frio que o da camada superior, ocasionando o fenômeno da inversão térmica.• Nas grandes cidades, esse fenômeno agrava o problema da poluição atmosférica, pois, não havendo movimentação ascendente do ar não ar dispersão dos poluentes. É por isso que, nela sobretudo no inverno os casos de doenças respiratórias e a de irritação nos olhos aumentam 22

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