4 sistema solar

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4 sistema solar

  1. 1. SISTEMA SOLAR Margarida Barbosa Teixeira
  2. 2. Teoria Nebular2
  3. 3. Teoria Nebular3  Teoria Nebular
  4. 4. Teoria Nebular4 Forças de atração entre as partículas da nuvem de poeiras e gases (98% H e He)  Contração da nébula  Aumento da velocidade de rotação da nébula Achatamento da nébula Aquecimento da parte  central Arrefecimento do disco   Massa de gás densa eCondensação dos materiais periféricos: luminosa (H e He) - de ponto de fusão mais alto (silicatos e ferro) Proto-sol perto do proto-sol  Planetas internos, telúricos ou rochosos- de ponto de fusão baixo, mais voláteis (H, He, CH4 e NH3) longe do proto-sol  Planetas externos ou gasosos
  5. 5. Acreção e Diferenciação da Terra5  Acreção Os grãos sólidos constituídos por silicatos (Si, O, Al, Mg, Ca, K, Na, ...) e ferro foram-se atraindo, colidindo… Planetesimais… (com diâmetro desde 1m a cerca de 100 km) Protoplanetas
  6. 6. Acreção e Diferenciação da Terra6 Fontes de calor Impacto de planetesimais Compressão Desintegração radiativa
  7. 7. Acreção e Diferenciação da Terra 7O interior do protoplaneta começou a aquecer devido: Impactos dos planetesimais- quando havia impacto de planetesimais a energia cinética era convertida em calor, grande parte deste calor era irradiado para o espaço mas outra ficava retida no planeta em formação. Compressão- as zonas internas eram comprimidas sob o peso crescente da acumulação de novos materiais. Como o calor resultante da compressão não conseguiu ser irradiado para o espaço devido à baixa condutividade das rochas, o calor acumulou-se e, consequentemente, a temperatura do interior da terra aumentou. Desintegração radioativa- alguns elementos pesados como o urânio, tório e potássio apesar de não serem muito abundantes na Terra, tiveram uma grande influência na sua evolução por causa da energia emitida na sua desintegração, o que permitiu gerar grandes quantidades de calor.
  8. 8. Acreção e Diferenciação da Terra8  Diferenciação  Com o aumento da temperatura e pressão a determinada altura o ferro começou a fundir.  Como o ferro é mais denso que os outros elementos comuns começou a movimentar-se em direção ao centro do planeta ao mesmo tempo que os menos densos se dirigiam para a superfície.  A fusão e o aprofundamento do ferro conduziram à formação do núcleo.  Na crosta primitiva formada pelos materiais menos densos, havia múltiplos fenómenos de vulcanismo, com derrame de lava e libertação de gases.
  9. 9. Acreção e Diferenciação da Terra9  Diferenciação
  10. 10. Acreção e Diferenciação da Terra10  Diferenciação A desintegração radiativa Os impactos aumento da temperatura no interior do protoplaneta A compressão Os elementos entram em fusão Os elementos mais densos Os elementos menos densos (Fe e Ni) (silicatos) descem para o centro ficam à superfície Núcleo Manto
  11. 11. Acreção e Diferenciação da Terra11  Formação da atmosfera primitiva e dos oceanos  Durante os fenómenos de magmatismo generalizado que ocorreram na Terra, ter-se-ia formado a atmosfera primitiva.  O vapor de água libertado ter-se-ia condensado por arrefecimento, originando abundantes chuvas (chuvas diluvianas) que, caindo sobre o planeta já arrefecido, se acumularam constituindo os oceanos primitivos.
  12. 12. Acreção e Diferenciação da Terra12  Formação da atmosfera primitiva e dos oceanos A crosta primitiva ao ser bombardeada por meteoritos quebrou  O material fundido derramou à superfície  Derrame de lava silicatada e libertação de gases Formação da crosta Formação da atmosfera O vapor de água condensou Chuvas abundantes Formação dos oceanos
  13. 13. Acreção e Diferenciação da Terra13 Protoplaneta Planeta Atração gravítica Acreção Diferenciação
  14. 14. Sistema Solar14
  15. 15. Sistema Solar15
  16. 16. Sistema Solar16  A União Internacional de Astronomia (UIA), em Agosto de 2006: o considerou que o sistema solar é constituído por: . sol . planetas . planetas anões . pequenos corpos do sistema solar (asteroides, cometas, …) . satélites o definiu formalmente os conceitos de planeta e planeta anão.
  17. 17. Sistema Solar17 Planeta Planeta anão  está em órbita em torno do Sol.  está em órbita em torno do Sol.  tem massa suficiente para que a  tem massa suficiente para que a gravidade o leve a assumir uma força da gravidade o leve a forma aproximadamente esférica. assumir uma forma  descreve uma órbita com uma aproximadamente esférica. vizinhança livre de outros corpos  descreve uma órbita com uma celestes. vizinhança que não está livre de outros corpos celestes.  não é um satélite. . Mercúrio . Vénus . Plutão . Terra . Eris (da cintura de Kuiper) . Marte . Ceres (da cintura de asteroides) . Júpiter . Saturno . Úrano . Neptuno
  18. 18. Sistema Solar18
  19. 19. Sistema Solar19
  20. 20. Sistema Solar20 Planetas telúricos Planetas gigantes Próximos do Sol.  Afastados do Sol. Período de translação curto (devido à  Período de translação longo. proximidade ao Sol). Movimentos de rotação lentos (devido à  Velocidade de rotação elevada. grande atracção pelo Sol). Velocidade de translação mais rápida.  Velocidade de translação mais lenta (devido à pouca atracção pelo Sol). Pequenas dimensões e pouca massa - quanto  Maiores dimensões e muita massa - a menor é a massa, menor é a força gravítica. enorme massa conduziu a uma elevada Densidade elevada - essencialmente força gravítica. constituídos por silicatos e metais.  Baixa densidade - essencialmente formados por gases (hidrogénio, hélio, metano e amoníaco). Estruturados em camadas - o elevado calor interno originou a diferenciação em camadas  Reduzido núcleo. de acordo com a densidade.
  21. 21. Sistema Solar21 Planetas telúricos Planetas gigantes  Atmosferas inexistentes (em Mercúrio  Densas atmosferas. devido à elevada temperatura e reduzida massa) ou pouco extensas.  Água líquida (na Terra devido à temperatura amena resultante da distância ao Sol e da existência de atmosfera) ou sob a forma de gelo (em Marte).  Número elevado de crateras devido a impactos meteoríticos nas superfícies planetárias (na Terra a actividade geológica interna e externa eliminou quase todos os vestígios).  Poucos satélites ou nenhuns.  Inúmeros satélites e anéis.
  22. 22. Planetas telúricos22  Atividade geológica Fonte de energia Consequências I n Acreção Calor interno Tectónica: t - Movimento dos continentes e Compressão - Sismos tectónicos r Radiatividade - Atividade vulcânica n Atividade a geológica E Sol Movimento Meteorização e erosão superficial x - da água (líquida) t - do ar (vento) e r Impactos Crateras de impacto n meteoríticos Transmissão de energia cinética a Sismos de impacto
  23. 23. Planetas telúricos23  Atividade geológica
  24. 24. Planetas telúricos24  Atividade geológica
  25. 25. Planetas telúricos25  Atividade geológica Planeta Atividade geológica  Grande parte das rochas superficiais tem idade superior a 4000 M.a.  A sua evolução terá terminado aproximadamente há 3000M. a.  A ausência de atmosfera tem permitido a ocorrência de inúmeros Mercúrio impactos.  As reduzidas dimensões do planeta permitem deduzir a reduzida produção de calor interno e consequente arrefecimento rápido, que gerou a inatividade geológica.  Toda a superfície parece coberta de lava com cerca de 500 M.a.. Vénus  Com muito poucos sinais de erosão.  Não se sabe se ainda existe alguma atividade geológica.  Grande parte das rochas superficiais tem idade superior a 3000 M.a.. Marte  Pensa-se que está geologicamente inativo há cerca de 1000 M.a.
  26. 26. Lua26 Continentes lunares Mares lunares Relevo  acidentado  plano Área da superfície  2/3  1/3 Crateras  numerosas  poucas Cor  clara  escura Constituição  anortositos  basaltos Idade das rochas  mais antigas  menos antigas
  27. 27. Lua27  Formação dos mares lunares Após o impacto o material é projetado Subida e derrame de magma basáltico
  28. 28. Lua28  Formação dos mares lunares 4600M.a.- Formação da Lua grande aquecimento + solidificação 3800M.a.- Crosta de anortosito  Continentes - Escarpados e claros (rocha clara) grandes impactos 3000M.a.- Grandes crateras  Mares - Planos e escuros com subida de basalto (rocha escura)
  29. 29. Lua29  Atualmente  Sem erosão, apenas sofre impacto      reduzida dinâmica externa  Sem tectónica - sem atividade vulcânica e sísmica  sem dinâmica interna Geologicamente inativa
  30. 30. Lua30  Importância do estudo da Lua O estudo da Lua:  fornece informações sobre o passado da Terra (apagado pela erosão)  permite deduzir o futuro da Terra arrefecimento interno ausência de tectónica ausência de geodinâmica interna (sismos, atividade vulcânica, movimento de placas)
  31. 31. Cometas31  Constituição - Gelo (H2O, CO2, CH4, NH3... ) - Silicatos e poucos metais
  32. 32. Cometas32  Desintegração  Núcleo (1) – gelo e pó.  Cabeleira (2) – gás e pó rodeiam o núcleo.  Cauda (3) – gás e pó, por ação do vento solar, são projetados em direção oposta ao Sol.
  33. 33. Cometas33  Desintegração  Com a proximidade ao sol os cometas tornam-se visíveis porque a radiação solar provoca o aquecimento e dilatação dos gases cometários e consequentemente a fratura do material rochoso externo.  As partículas rochosas e os gases libertados formam a cabeleira. Os ventos solares sopram o gás e a poeira em direção oposta ao sol, originando a cauda (que é tanto maior quanto mais próximo do sol se encontra o cometa).  Em cada passagem nas proximidades do Sol, os cometas perdem massa e, consequentemente, não podem resistir indefinidamente.
  34. 34. Asteroides34  A maior parte tem 1 Km de diâmetro;  Os maiores não atingem mais de 1000 Km de diâmetro.  Os de maiores dimensões, tal como os planetas telúricos, serão corpos diferenciados em camadas  A maior parte move-se entre Marte e Júpiter, constituindo a cintura de asteroides.  Outros encontram-se na cintura de Kuiper, para além da órbita de Neptuno.
  35. 35. Meteoritos35  Meteoroide é um corpo de dimensões variáveis vindo do espaço.  Meteoro é o rasto luminoso deixado por corpos provenientes do espaço que se tornam incandescentes ao atravessarem a atmosfera.  Meteorito é um corpo proveniente do espaço que choca com a superfície do planeta, originando uma cratera de impacto.
  36. 36. Meteoritos36 Classificação Composição Observações • Mais resistentes Essencialmente à meteorização e Sideritos metálica erosão. (ferro e níquel) • Mais facilmente detetados. Proporções Siderólitos idênticas de metais e silicatos Acondritos Textura homogénea Aerólitos • Mais frequentes. Condritos Essencialmente Presença de agregados rochosa (silicatos) • Com idade esféricos (côndrulos) aproximada de 4600M.a.
  37. 37. Localização de alguns impactos meteoríticos37
  38. 38. Meteoritos38  Em Portugal Meteoritos portugueses Nome DataTasquinha – Évora-Monte 19 de Fevereiro de 1796Picote – Miranda do Douro Setembro de 1843S. Julião de Moreira – Ponte de Lima 1877Olivença 19 de Junho de 1924Chaves 3 de Maio de 1925Monte das Fortes - Santiago do Cacém 23 de Setembro de 1950Alandroal (Juromenha) 14 de Novembro de 1968Ourique 28 de Dezembro de 1998
  39. 39. Meteoritos39  Origem dos meteoritos  Desintegração de cometas ao passarem próximo do Sol.  Fragmentação de asteroides, ao chocarem com outros.
  40. 40. Meteoritos40  Origem dos meteoritos  Se durante a acreção se formou um asteroide pequeno, este não aqueceu suficientemente para entrar em fusão e, por isso, não se diferenciou.  Por fragmentação originou condritos.
  41. 41. Meteoritos41  Origem dos meteoritos  Se durante a acreção se formou um asteroide grande, com temperatura interna muito elevada, então ocorreu fusão e diferenciação em camadas de diferentes densidades.  Assim, da sua fragmentação, originaram-se sideritos, siderólitos e acondritos (de acordo com a camada do asteroide de que provém).
  42. 42. Meteoritos42  Importância do estudo dos meteoritos  Os meteoritos provêm principalmente da fragmentação de asteroides e cometas. Assim, a maior parte dos asteroides e dos cometas podem ser considerados verdadeiros mensageiros do Universo.  Pensa-se que os núcleos dos cometas são os corpos mais primitivos do sistema solar, pois não sofreram modificações após a sua formação. A análise da sua constituição fornece indicações sobre a constituição da nébula solar. Os cometas podem originar meteoritos rochosos - condritos.  Os asteroides não diferenciados apresentam características semelhantes à nébula solar. Os asteroides não diferenciados podem originar condritos; Os asteroides diferenciados podem originar os outros 3 tipos de meteoritos.
  43. 43. Meteoritos43  Importância do estudo dos meteoritos  A partir da análise dos meteoritos pode-se deduzir: • a composição da nébula solar (pela análise dos condritos). • que tal como os asteroides a Terra também sofreu diferenciação em camadas  Núcleo metálico com composição semelhante à dos sideritos.  Manto com composição semelhante à dos siderólitos (rochosa com alguns metais).  Crosta rochosa com composição semelhante à dos acondritos.

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